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PIBID: UMA NOVA CONCEPÇÃO DA FÍSICA NA EEEFM ORLANDO VENÂNCIO DOS SANTOS.

Priscila Da Silva Santos, Danillo Torres Nazário De Brito, José Tiago Magalhães Silva, Jabes Silva Costa, Carolina Souto Santos, Isaac Macêdo Félix, João Batista Da Silva, Massilon Grigório De Souza

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XIX
Ano
2011
Data
03/02/2011
Linha de pesquisa
Ensino De Física E Experiências Em Ensino E Aprendizagem Em Ciências Naturais E Matemática Na Amazônia
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## PIBID: Uma Nova Concepção da Física na EEEFM Orlando Venâncio dos Santos

PRISCILA DA SILVA SANTOS A,1 , DANILLO TORRES NAZÁRIO DE BRITO A,2 , JOSÉ TIAGO MAGALHÃES SILVA A,3 , JABES SILVA COSTA A,4 , CAROLINA SOUTO SANTOS A,5 , ISAAC MACÊDO FÉLIX A,6 , MASSILON GRIGÓRIO DE SOUZA B,7 , JOÃO BATISTA DA SILVA A,8

A UFCG - Universidade Federal de Campina Grande CES - Centro de Educação e Saúde UAE - Unidade Acadêmica de Educação Rua Olho D'agua da Bica S/N CEP: 58.175-000 Cuité (PB) B EEEFM-Orlando Venâncio - Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Orlando Venâncio dos Santos Rua, 15 de Novembro, S/N CEP 58.175-000 Cuité (PB)

## Resumo

Há um ano e meio os bolsistas do PIBID/Física vêm contribuindo de forma significativa em diversas atividades de ensino junto à Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEMF) Orlando Venâncio dos Santos, contribuindo de forma significativa tanto para a formação dos futuros professores (licenciandos), como para um despertar dos alunos do ensino médio para enxergar a Física como uma ciência para enfrentamento de situações-problema do dia-a-dia. Desta forma, observamos que após um acompanhamento integrado (Bolsistas/Supervisor/Coordenador), os alunos estão aos poucos compreendendo determinados conceitos abordados em Física e valorizando o que a mesma tem a oferecer-lhes. O projeto já tem obtido bons resultados como, por exemplo, um aumento na procura, dos alunos do Orlando Venâncio, pelo Curso de Licenciatura em Física do Centro de Educação e Saúde, isto demonstra que o interesse dos alunos pela Física vem aumentado gradativamente. Este trabalho tem como principal objetivo abordar as diversas atividades de ensino e as ações desenvolvidas pelo grupo de alunos bolsistas do Curso de Licenciatura em Física na EEEFM Orlando Venâncio.

Palavras-chave : PIBID/FISICA, conceitos físicos, ensino médio.

- 1 priscila.ss20@gmail.com
- 2 danillotorres33@hotmail.com
- 3 tiago\_magsil@yahoo.com.br
- 4 jabes.j@hotmail.com
- 5 carolsoutos@hotmail.com
- 6 isaac.equip@gmail.com
- 7 massilongs@gmail.com
- 8 jbsilva@ufcg.edu.br

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## Introdução

Trabalhar com o ensino médio não é tarefa fácil, principalmente quando a disciplina não é uma das mais aceitas, como no caso da Física. Os reflexos dessa situação tem se tornado cada vez mais visível dentro de um contexto mais amplo do ensino de Física no Brasil.

Atualmente, o ensino de Física ainda é visto como algo abstrato, longe da realidade dos alunos. O que não é muito diferente do que foi observado na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Orlando Venâncio dos Santos. Isto ficou explicito nos relatos de alunos ao expressarem suas dificuldades em tentarem entender e compreender conteúdos ministrados pelos professores de Física. O que nos chamou a atenção foi o fato desses alunos estarem mais preocupados com a obtenção da nota para ser aprovado na disciplina do que o interesse em adquirir novos conhecimentos que podem ser utilizados no seu cotidiano. Para tornar a situação ainda mais agravante, professores reclamam do número insuficiente de aulas para cobrir todos os conteúdos presentes no currículo de ensino médio, uma vez que, têm assuntos que se quer chegam a serem ministrados, por falta de tempo. O desinteresse pela disciplina torna-se evidente quando encontramos alunos desmotivados, bloqueados, sem base para aquisição de conhecimentos e habilidades matemáticas para desenvolver o raciocínio lógico que possa desenvolver um pensamento criativo, crítico e intelectual.

Estudos recentes [1-2] têm confirmado esse quadro, que apontam para vários problemas que ainda continuam presentes, entre eles, destacamos a falta de professores de física, práticas pedagógicas e metodologias de ensino desarticuladas da realidade, escolha de livros didáticos, má formação de professores de nível médio, falta de recursos áudio visuais e práticas de laboratórios, planejamento, avaliação, entre outros fatores, sejam de ordem afetiva ou social.

Portanto, novas metodologias no Ensino de Física se fazem necessárias para estimular o aumento da participação do aluno tanto nas aulas, como no interesse em aprender os conteúdos abordados pelo professor.

Nesse contexto os alunos bolsistas do subprojeto do PIBID/Física da Universidade Federal de Campina Grande [3] vêm buscando há mais de um ano e meio mudar essa realidade, tentando assim minimizar as dificuldades encontradas no processo de ensino-aprendizagem e fortalecer a prática do ensino de Física na EEEFM Orlando Venâncio dos Santos. O projeto tem como objetivos inserir o licenciando no cotidiano de escolas da rede pública de educação, mobilizar os professores da escola a melhorarem a prática do ensino de Física e proporcionar aos futuros professores (bolsistas) a superação de situações-problema identificadas no processo de ensino-aprendizagem da Física. Para atingir esses objetivos, contamos com a participação de seis Bolsistas, um Professor Supervisor e um Coordenador para a execução do projeto na referida escola.

Neste trabalho, enfocamos inicialmente os aspectos gerados por dados obtidos através de um questionário aplicado no início do Projeto, que procurou diagnosticar a situação atual do ensino de física na referida escola e saber qual a concepção que os alunos têm sobre a física. Em seguida abordamos as diversas atividades de ensino e as ações desenvolvidas pelo grupo de alunos bolsistas do projeto PIBID do Curso de Licenciatura em Física da UFCG campus de Cuité na EEEFM Orlando Venâncio dos Santos.

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## Caracterização da escola

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Orlando Venâncio dos Santos (ver Figura 1), foi fundada em 1970, na época, Ginásio Estadual de Cuité, está situada na Rua 15 de Novembro, s/n no Centro da Cidade de Cuité - PB. Em 1977 foi criado o 2º grau (atual ensino médio) na escola, que passou a ser denominada Escola Estadual de 1º e 2º Graus de Cuité [3]. Na década de 1990, recebe o nome de Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Orlando Venâncio dos Santos.

Figura1: Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Orlando Venâncio dos Santos

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A estrutura física da EEEFM Orlando Venâncio dos Santos é composta por 13 (treze) salas de aula, uma biblioteca, um laboratório de ciências, dois laboratórios de informática, uma sala ambiente de professores, uma secretaria, uma sala ambiente de coordenação e um refeitório. Apresenta um quadro de 47 (quarenta e sete) professores, destes 26 (vinte e seis) são efetivos e 21 (vinte e um) são prestadores de serviços, para atender cerca de 1400 (mil e quatrocentos alunos) divididos em 33 (trinta e três) turmas, das quais 24 (vinte e quatro) são do ensino fundamental e 9 (nove) do ensino médio. As aulas de Física são ministradas por 3 (três) professores, dos quais, dois são Licenciados em Física e um Licenciado em Química, juntos atendem cerca de 350 (trezentos e cinquenta) alunos do ensino médio.

A escola tem recebido alunos oriundos da zona rural, do centro da cidade e de municípios vizinhos. É a maior da região do Curimataú Paraibano e pertence a 4ª Gerencia Regional de Ensino do Estado da Paraíba que é formada por doze municípios.

## Considerações Metodológicas

No inicio da execução do Projeto, realizamos uma pesquisa para saber o que os alunos pensavam a respeito da Física. O resultado não foi surpreendente, a maioria respondeu que não gostava de Física. Então buscamos uma metodologia de ensino mais contextualizada para uma melhor interação dos alunos com a Física.

Com base na proposta do subprojeto PIBID/Física [4], aplicamos questionários para poder compreender inicialmente qual a situação do ensino de

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Física na EEEFM Orlando Venâncio dos Santos e também para traçarmos o perfil do corpo discente.

A pesquisa foi realizada por amostragem onde foram aplicados 50 (cinquenta) questionários em turmas das 2ª e 3ª séries do ensino médio, nos turnos diurno e noturno, onde incluímos perguntas objetivas e abertas relacionadas à estrutura física e humana (alunos, funcionários e professores) da escola e sobre concepção e compreensão que os alunos tem da Física ensinada na referida escola. Este instrumento nos auxiliou a 'diagnosticar' as principais dificuldades dos alunos em relação à disciplina (Física).

Dentre as questões formuladas, destacamos aqui aquelas que consideramos mais importantes para a caracterização e acompanhamento dos alunos, uma vez que, foram elas que nos proporcionaram subsídios para o planejamento e aplicação das nossas atividades junto à escola.

Desta forma, quando perguntamos sobre a idade dos alunos, resultante das diferentes séries as quais os mesmos se encontravam, constatamos que: A maioria dos alunos entrevistados tem entre 15 e 16 anos de idade (ver Figura 2), que é a idade regular para cursar as duas primeiras séries do ensino médio. Observamos ainda que 8% dos alunos entrevistados têm entre 18 e 19 anos, idade na qual deveriam ingressar no ensino superior. Estes casos, em geral, estão relacionados à situação financeira da família, pois muitos desses alunos precisam ajudar ou colaborar para o complemento da renda familiar, impossibilitando-os de se dedicarem mais efetivamente aos estudos.

Figura 2: Faixa etária dos alunos entrevistados

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Quando perguntamos aos alunos sobre a disciplina de Física na escola e o nível de compreensão dos conteúdos abordados na sala de aula (ver Figura 3). A grande maioria respondeu que a disciplina de Física não é fácil, o que nos chamou a atenção aqui foi o grande percentual apresentado.

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Figura 3: Grau de Compreensão dos alunos entrevistados

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Por outro lado, perguntados sobre a importância da Física, a maioria dos alunos afirmaram que Física é importante (ver Figura 4). Isto mostra que os alunos têm consciência da importância da Física para a sua vida. A partir desta questão conseguimos observar que poderíamos seguir esse caminho para aplicação do subprojeto/PIBID junto a esses alunos, o que posteriormente utilizamos como ponto de partida para trabalharmos a importância da Física no seu dia-a-dia.

Figura 4: Importância da Física para os alunos entrevistados.

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Também perguntamos aos alunos sobre os professores de Física e como eles os avaliavam. O resultado é apresentado na Figura 5, onde observamos que a grande maioria gosta do trabalho desenvolvido pelo professor.

Figura 5: Opinião sobre o professor de Física

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Após esse 'pré-diagnóstico' iniciamos o projeto e, para obter uma maior integração com a escola participamos como ouvintes/observadores tanto no planejamento dos professores, como nas aulas do professor supervisor. Observamos que os alunos pouco utilizam o livro didático, tanto na escola como em casa, alguns chegaram a mencionar que o livro 'não ajuda em nada'. O livro adotado na referida escola é volume único para as três séries do ensino médio e encontra-se muito resumido, que de certa forma, dificulta a aprendizagem do aluno.

A partir do embasamento teórico extraídos das nossas observações e estudos minuciosos das questões apresentadas, iniciamos o exercício de docência acompanhado, elaborando aulas de reforço, abordando os conteúdos em que os alunos sentiam maior dificuldade. Para isto foi empregada metodologias abordadas ao longo do Curso de Licenciatura em Física, as quais foram possíveis colocar em prática tanto as técnicas quanto, os recursos que adquirimos. As aulas foram ministradas em horário oposto as do professor supervisor. Revisamos os conteúdos abordados pelo professor da disciplina enfatizando a interdisciplinaridade e a contextualização com base na realidade do aluno.

Para sanar a carência de experimentos didáticos na área de Física e buscar alternativas que permitisse desenvolver um ensino de Física, mais dinâmico, participativo e interativo, desenvolvemos e direcionamos algumas atividades. Diante disso, optamos por uma metodologia que incorporasse a demonstração, verificação e a investigação de conteúdos através de experimentos de baixo custo. Em parceria com os projetos 'Experimentoteca' [5] e 'Circo da Ciência' (ver Figura 6) [6] do Centro de Educação e Saúde da UFCG, realizamos experiências com equipamentos mais sofisticadas, a fim de introduzir o aluno em um contexto tecnológico.

Figura 6: Experimento do projeto Circo da Ciência: Freio Magnético

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Também foi possível criar situações para o próprio aluno elaborar os seus experimentos que, diferentemente dos experimentos realizados com o material dos projetos mencionados, utilizou-se materiais de baixo custo (ver Figura 7) [7]. As atividades de experimentação, com esses materiais, foram abordadas de forma contextualizada e relacionada com o cotidiano dos alunos. Essas práticas foram fundamentais, porque permitiram levar em consideração as concepções espontâneas trazidas pelos alunos e fazer algumas relações com o cotidiano.

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Figura 7: 3º ano A na construção do projeto 'Construção de um gerador eletrostático gotejante: chuva elétrica de Kelvin'.

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## Dificuldades encontradas

Entre as dificuldades encontradas pela nossa equipe, destacamos aqui a falta de experiência de nós alunos bolsistas, em trabalhar com os alunos do ensino médio, principalmente porque, esses alunos não se interessavam pelo projeto. Acreditamos que isto tenha sido uma consequência da falta de interesse dos mesmos pela disciplina de Física. A maioria dos alunos sentia dificuldade em compreender os conceitos físicos devido à metodologia do professor, segundo eles, os conteúdos são trabalhados dando uma abordagem mais matemática do que conceitual, o que distancia a disciplina da realidade do aluno. Outra grande dificuldade apontada pelos alunos é o improviso de professores, que é uma prática comum, em escolas públicas e particulares da região. É fácil encontrar professores licenciados em outras áreas atuando como professor de Física, isto tem dificultado a abordagem de conteúdos de física de forma contextualizada, uma vez que exige ainda mais desses professores um planejamento mais elaborado de suas aulas que permita um ensino mais dinâmico e participativo e que atenda as necessidades e desenvolva habilidades e competências necessárias para a aprendizagem de física.

## Resultados

Desde a inserção do projeto na escola, temos observado uma melhora significativa na opinião dos alunos em relação à física. O número de alunos interessados pela Física também vem aumentando gradativamente. Através do PIBID os bolsistas puderam acompanhar de perto a realidade da escola e as dificuldades enfrentadas pelos professores no Ensino Médio. Além disso, o projeto tem nos proporcionado, aplicar metodologias e técnicas de ensino estudadas ao longo do curso de Licenciatura em Física e que são de extrema importância para facilitação do processo ensino-aprendizagem.

- O projeto ainda proporcionou uma melhora significativa em relação às competências desenvolvidas por nós alunos, em sala de aula, dando ainda uma idéia das dificuldades que iremos enfrentar posteriormente e abrindo possibilidades

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para refletirmos sobre o que podemos fazer para diminuir essas dificuldades ao atuarmos como futuros Licenciados em Física.

Apesar do êxito atingido até o presente momento, algumas metas ainda não foram alcançadas, por isso pretendemos continuar com o processo contínuo pela busca de melhorias do Ensino de Física nas escolas públicas da região.

## Agradecimentos

A equipe do PIBID/Física agradece a participação dos ex-bolsistas nas atividades do Subprojeto PIBID/Física. Agradecemos ainda, a equipe da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Orlando Venâncio dos Santos, aos Coordenadores dos Projetos de Extensão intitulados: 'O Ensino de Física no Curimataú Paraibano: uma proposta da Experimentoteca' e 'Circo da Ciência' do Centro de Educação e Saúde pela Parceria, ao Centro de Educação e Saúde da Universidade Federal de Campina Grande pelo apoio logístico, e finalmente ao Ministério da Educação (MEC) e a CAPES, pelo apoio financeiro.

## Referências

[1] DIOGO, R.C e GOBARA, S.T . Sociedade, Educação e Ensino De Física No Brasil: Do Brasil Colônia a Era Vargas , Trabalho apresentado no XVII Simpósio Nacional de Ensino de Física, 2007. Disponível em http://www.sbf1.sbfisica.org.br/

eventos/snef/xvii/programa.

- [2] RESENDE, F e OSTERMANN, F . A Prática do Professor e a Pesquisa em Ensino de Física. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 22, n. 3: p. 316-337, dez. 2005.
- [3] SOBRINHO, J. P. Cuité Terra Nossa. Cuité-PB, 2001.
- [4] Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID. SUBPROJETO LICENCIATURA EM FÍSICA. Unidade Acadêmica de Educação do Centro de Educação e Saúde da Universidade Federal de Campina Grande UAE/CES/UFCG.
- [5] Projeto de Extensão O Ensino de Física no Curimataú Paraibano: uma proposta da Experimentoteca/UFCG/CES-2009 . Experimentoteca Desenvolvida pela: CDCC/ USPSCar.
- [6] Projeto Circo da Ciência - A Ciência vai onde o povo está CNPq/UFCG/CES2010.
- [7] Construção de um gerador eletrostático gotejante: Chuva Elétrica de Kelvin. Revista: Física na Escola, v. 9, n. 1, 2008
- [8] Rudio, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. / Franz Victor Rudio. - 34. ed. - Petrópolis: Vozes, 2007.
- [9] Moreira, Marco Antônio. Teorias de Aprendizagem . São Paulo: EPU, 1999.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.