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O ENSINO DE FÍSICA NA ESCOLA PROFESSOR LORDÃO: UMA NOVA PERSPECTIVA

Desiane Maiara Gomes Dos Santos, Lidiane Medeiros Simão, Manuel Silva Azevedo, Noélia Maria De Medeiros, Renato Ferreira Dutra, Teodomiro De Macêdo Félix, João Batista Da Silva, Márcio Medeiros Batista Dantas

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XIX
Ano
2011
Data
03/02/2011
Linha de pesquisa
Tecnologia Da Informação, Difusão Tecnológica E O Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## O ENSINO DE FÍSICA NA ESCOLA PROFESSOR LORDÃO: UMA NOVA PERSPECTIVA

Desiane Maiara Gomes dos Santos 1 , Lidiane Medeiros Simão , Manuel da Silva 2 Azevedo 3 , Noélia Maria de Medeiros , Renato Ferreira Dutra , Teodomiro de 4 5 Macêdo Félix 6 , Márcio Medeiros Batista Dantas , João Batista da Silva 7 8

- 1 UFCG/Unidade Acadêmica de Educação/CES, desiane.gomes@gmail.com
- 2 UFCG/Unidade Acadêmica de Educação/CES, lidiane.medeiros857@gmai.com
- 3 UFCG/Unidade Acadêmica de Educação/CES, noeliamar\_@hotmail.com
- 4 UFCG/Unidade Acadêmica de Educação/CES, manoel\_fis@hotmail.com
- 5 UFCG/Unidade Acadêmica de Educação/CES, renato\_dutra\_pb@yahoo.com.br

6 UFCG/Unidade Acadêmica de Educação/CES, teoufcg@gmail.com

7 Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Lordão, marciodantasprof@hotmail.com

8 UFCG/Unidade Acadêmica de Educação/CES, jbsilva@ufcg.edu.br

## Resumo

Este trabalho consiste em apresentar a nova perspectiva que foi gerada no Ensino de Física na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Lordão na cidade de Picuí-Paraíba. Diante dos diagnósticos iniciais sobre a situação do Ensino na referida escola, a equipe do Subprojeto de Física do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Federal de Campina Grande - Campus Cuité traçou um plano de trabalho visando melhorar os aspectos negativos encontrados nos referidos diagnósticos. Partindo de uma abordagem de ensino que procurasse intensificar as inter-relações entre os conceitos e o método científico como ferramenta efetiva para o enfrentamento de situações-problema, os Bolsistas do PIBID fizeram um acompanhamento semanal em sala de aula, sessões de ensino, experimentos com materiais de baixo custo e utilização de softwares aplicados à Física como forma de suporte para chamar a atenção dos alunos. Assim, permitimos aos mesmos um processo de construção do conhecimento, moldando-os para a maneira como podem criar e produzir e não apenas repetir a aprendizagem.

Palavras Chaves: PIBID, Ensino de Física, novas metodologias.

## Introdução

Nos últimos anos tem se notado uma grande carência de professores Licenciados em Física lecionando a disciplina de Física nas escolas da rede pública e até mesmo na rede privada do nosso país.

É totalmente percebível que a Educação tornou-se motivo estratégico para o desenvolvimento sustentável de uma nação, sendo motivo alvo de investimento por parte dos Governos. Vários especialistas em Ensino de Física relatam que a maior problematização nessa área é o modelo tradicional que os professores utilizam, predominando a matematização da Física e deixando de lado os conceitos e a contextualização.

Desse modo, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), dividido em Subprojetos surge tentando atender a necessidade e a inserção de futuros profissionais na Educação. O Subprojeto Licenciatura em Física [01], no Centro de Educação e Saúde (CES) - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) foi implantado na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Lordão (Escola Estadual Professor Lordão) em Picuí - Paraíba, com a participação de cinco Bolsistas, um Professor Supervisor e o Coordenador do Subprojeto.

Durante a fase inicial de execução do nosso projeto na referida escola, os alunos Bolsistas do PIBID fizeram sessões de acompanhamento com os alunos, dando suporte as aulas lecionada pelo Supervisor, de forma que pudemos diagnosticar certa rejeição dos alunos para com a disciplina Física, onde se observou que a maioria não gosta de Física. Diante deste diagnóstico inicial da situação do Ensino de Física na referida escola, Bolsistas, Supervisor e o Coordenador do Subprojeto, traçaram um plano de trabalho para mudar essa concepção e tornar o ensino-aprendizagem agradável e de fácil compreensão, mas que estivesse presente do dia-a-dia dos alunos.

- O principal objetivo traçado neste plano encontra-se fundamentado na ideia de tornar a Física presente no cotidiano dos alunos, incentivando os mesmos ao desenvolvimento de pesquisa e estudos referentes a conceitos físicos que os ajudassem em atividades extraclasse.

Buscando uma abordagem de ensino que intensificasse as inter-relações entre os conceitos e o método científico, os Bolsistas fizeram um acompanhamento semanal em sala de aula, realizaram seminários, sessões de ensino, experimentos e utilização de softwares aplicados à Física, todos sob a orientação do Supervisor da escola, como uma forma de suporte para chamar a atenção dos alunos.

## O perfil da Escola

A Escola Estadual Professor Lordão, foi fundada em 1939 para atender o ensino fundamental e a partir de 2001 passou a funcionar também para atender alunos do Ensino Médio. Ela faz parte da 4ª Gerência Regional de Ensino e é mantida pela Secretaria da Educação do Estado da Paraíba. A escola funciona nos três turnos, atende um número total de setecentos e treze alunos e apresenta um quadro de trinta e sete professores. O Ensino Médio é assistido por quatro professores de Física, sendo dois formados em Licenciatura em Física e dois em fase de conclusão de curso. A estrutura física da escola é composta por: nove salas de aula, sala para professores, direção, secretaria, biblioteca, sala de multimídia, laboratório de informática, que de

acordo com o Projeto Político Pedagógico (PPP) [02] esta estrutura é considerada regular.

Além do PIBID/UFCG, a escola é assistida por outros projetos, tais como: Mídias no Lordão, Fanfarra Professor Lordão (FANPLORD), tornando-se referência nacional em Educação ao conquistar as três edições do Prêmio Nacional de Ciências no Ensino Médio e do Prêmio Luis Eduardo Magalhães, ambos em 2007 com o Projeto Repensando Picuí. Este projeto da escola chegou a representar o Brasil no II Encontro de Escolas Solidárias no Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), na Argentina [03] [04].

## Considerações Metodológicas

Para fazer um diagnóstico e obter informações fidedignas sobre as concepções espontâneas que os alunos possuem sobre a disciplina e sobre o Ensino de Física na Escola, optamos por fazer uma pesquisa exploratória para investigar o que os alunos das três séries do Ensino Médio, as quais o Professor Supervisor atua nos turnos manhã e tarde, pensam a respeito da disciplina Física, do professor e suas metodologias. Para isto, foram distribuídos e respondidos um total de cento e vinte e sete (127) questionários constituídos com perguntas subjetivas e objetivas, com o intuito de obtermos uma maior veracidade das informações, uma vez que não era necessária a identificação do pesquisado em momento algum.

A coleta dos dados foi realizada em Março de 2009, onde obtivemos também dados junto a Direção e com Professor Supervisor.

A análise do Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola e as conversas informais com a Diretora, Coordenadora Pedagógica, Professores (no Planejamento Anual e no cotidiano) e com os alunos foi decisiva, pois obtivemos informações importantes sobre a realidade escolar.

Ao pretendermos conhecer melhor as dependências citadas no PPP da escola, fizemos uma observação minuciosa para podermos utilizar os ambientes no processo de ensino-aprendizagem de Física.

Uma vez feito o diagnóstico inicial, os Bolsistas começaram a participar como ouvintes nas aulas ministradas pelo Professor Supervisor e num segundo momento iniciaram as atividades de Iniciação à Docência através de seminários, experimentos, sessões de estudo e produção de projetos para serem expostos em Feira de Ciências, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (Sala de Física) e na I Mostra de Ciências Naturais.

## Perfil do Aluno

Ao traçarmos o perfil dos alunos da Escola Professor Lordão, constatamos que a maioria são alunos de baixa renda oriundos da zona rural e urbana da cidade, com

renda entre um e três salários mínimos. Apresentam grande dificuldade de aprendizagem na área de Física e linguagem matemática, sendo esta dificuldade uma consequência da falta de incentivo, motivação e até mesmo o não conhecimento de conceitos elementares que deveriam ter sido adquiridos no Ensino Fundamental. A seguir apresentamos os resultados da pesquisa.

Dentre os 127 alunos entrevistados, 79 são do sexo feminino, representando 62 % dos entrevistados e 48 do sexo masculino (38 %), distribuídos em faixa etária de 14 e 20 anos (ver fig.1).

Figura 01: Faixa etária dos alunos entrevistados

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Procurando observar como os alunos se comportam perante a disciplina, decidimos escolher três perguntas chaves para subsidiar alternativas que melhor pudessem facilitar o ensino. Ao questionarmos a importância da Física, os alunos não custaram em reconhecer tamanha atuação nas melhorias tecnológicas e também proporcionar entendimento de fenômenos do seu cotidiano (ver figura 2).

Figura 02: Concepção da Física

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O segundo questionamento foi com respeito ao fato de acharem a disciplina chata, onde 66% dos alunos entrevistados associaram a disciplina como não sendo chata e 34% a consideram chata (ver figura 3).

Figura 3: Opinião sobre Física

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Dos alunos que consideram a disciplina Chata, 32% associam o fato de ainda ser difícil; 38% afirmam que a mesma não é chata, mas que é difícil, mostrando que 70% dos alunos consideram a disciplinar difícil. Há ainda os que dizem que Física é chata, mas fácil, representando 1% e os que a consideram fácil e não chata, totalizando 29%.

- O terceiro questionamento foi com respeito à Física ser uma disciplina fácil, podendo perceber a convicção dos alunos em dizerem que não é fácil devido o fato de não gostarem da disciplina (ver figura 4).

Considerando o fato dos alunos que gostam de Física, mas que acham a disciplina difícil, os mesmos afirmaram em questionário o motivo porque assim a consideram, dentre os quais, destacamos: não entendem os assuntos, pois são confusos e envolvem muitos cálculos; não entendem e não dedicam muito tempo para estudo; envolve muitas fórmulas e ainda apontam como fator a falta de interesse pela Física.

Figura 04: Compreensão da Física pelos alunos entrevistados.

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A disciplina de Física é tratada como sendo difícil para 70% dos alunos e mesmo sendo difícil são apenas 65% que procuram o professor para tirarem dúvidas, percebendo ainda que dentre estes estão os que a consideram fácil. Os que não buscam auxílio extraclasse com o professor representam 39% dos alunos, sendo este grupo formado pelos que consideram Física fácil e difícil.

## Resultados e Discussões

O Exercício da Docência Acompanhado foi iniciado através de Seminário intitulado por: A Física na Viagem de Guilherme Arantes [05], utilizando como fator de aproximação entre a disciplina e os alunos, à música Lindo Balão Azul, procurando mostrar o caráter Universal das Leis de Física, um caso particular das Leis de Newton.

A apresentação do Seminário foi o marco inicial para as sessões de ensino, atendendo e acompanhando os alunos das três séries do Ensino Médio. Além dessas sessões de estudo, levamos como forma de aproximar a física conceitual do cotidiano do aluno, os experimentos da Experimentoteca CDCC/USPSCar [06] e do Projeto de Extensão Circo da Ciência do CES [07].

Durante o desenvolvimento do projeto os Bolsistas puderam ter uma maior aproximação aos métodos de ensino, onde tiveram oportunidades de elaborar planos de aula, resolver exercícios, manusear materiais que facilitassem a compreensão dos conceitos envolvidos e fazer análise do livro didático.

As sessões de Ensino aconteciam geralmente em turno oposto ao qual o aluno estava matriculado, proporcionando assim um melhor aproveitamento do tempo escolar. Nessas sessões eram trabalhados exercícios, os quais os Bolsistas resolviam na sala de aula, como também eram deixados exercícios para os alunos resolverem em casa. O acompanhamento semanal proporcionava aos alunos um atendimento no próprio turno em que estavam matriculados, ocorrendo este na Biblioteca da Escola, ou até mesmo no Laboratório de Informática, mostrando e auxiliando os alunos na resolução de exercícios propostos pelo professor Supervisor.

Buscando um maior contato da disciplina com os alunos, professores, coordenação, direção e a comunidade em geral, a equipe do PIBID Física começou a desenvolver projetos para serem executados na Feira de Ciências e na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (Sala de Física), tais como: máquina térmica, espectroscópio, experiência de Oersted, fonte de Heron, efeito fotoelétrico, foguete com garrafas PET, gramofone, construindo arco-íris e caixa de corres, todos construídos pelos bolsistas com materiais de baixo custo.

Dentre os experimentos acima citados, destacam-se o do Efeito Fotoelétrico, e o Gramofone, no qual o primeiro se trata de um experimento de Física Moderna, conteúdo que nem sempre é possível ser tratado em sala de aula. A proposta de criação deste experimento surgiu mediante a necessidade de mostrarmos uma

aplicabilidade desse efeito próximo a realidade do aluno, simulando assim o processo de funcionamento dos postes de iluminação pública, pois acendia na ausência de luz e ao colocarmos em contato com a fonte luminosa o led se apagava. Esse experimento foi construído utilizando: relé, led, uma chave tipo interruptor, cartolina, fios e uma bateria.

- O gramofone surgiu como proposta de mostrar que a onda sonora é uma onda mecânica e que precisa de um meio para se propagar. Como materiais, utilizamos: duas garrafas pet, disco de vinil, uma agulha e um cone de cartolina (simulando uma vitrola), cola de silicone, dois CD's extraviados, arame e água dentro das garrafas para manter a estabilidade do gramofone na bancada. Neste experimento, ao movimentarmos o disco de vinil, procurando sempre obter praticamente a mesma rotação por minuto, conseguíamos produzir através daqueles movimentos a saída do áudio através do cone, fazendo com que os alunos percebessem a prática do conceito físico proposto.
- O Ensino de Ciências que se baseiam na observação e experimentação, como a Física, nos proporcionaram a percepção para entender que se torna cada vez mais necessário a utilização de experimentos com materiais de baixo custo, nos fazendo lembrar o grande Rutherford em suas experiências com o modelo atômico, como diz Mário Schenberg: 'É interessante notar que Rutherford tinha realmente recursos insignificantes para realizar experiências. É impressionante que com aparelhos toscos e baratíssimos tenha conseguido fazer essas experiências' [10].

Além dos experimentos construídos pelos Bolsistas, os mesmos atuaram em várias atividades como monitores, instruindo os alunos na construção de experimentos e seminários para serem apresentados pelos alunos na Feira de Ciências da Escola.

Como forma de suporte para atrair a atenção dos alunos, foi possível proporcionar aulas informatizadas com o auxílio de softwares do Núcleo de Objetos de Aprendizagem (NOA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) [08] e do Laboratório Didático Virtual (LabVirt) [09] da Universidade de São Paulo (USP), mostrando que através dessas tecnologias podemos tornar a aprendizagem significativa. Esses experimentos virtuais sempre eram aplicados após a aula teórica, servindo como forma de fixar o conteúdo trabalhado anteriormente.

Para integrar ainda mais a comunidade escolar, realizamos a I Mostra de Ciências Naturais da Escola Estadual Professor Lordão em parceria com o Projeto de Extensão Circo da Ciência (área de Física), levando e aplicando os experimentos do Circo da Ciência e ainda completando com alguns dos experimentos anteriormente citados.

Ao pensarmos na forma de mantermos um contato maior com os alunos e ainda proporcionar para os demais que não são beneficiados com o PIBID/Física, construímos um mural, onde colocávamos a disposição de toda a comunidade escolar curiosidades sobre esta ciência, notícias atuais sobre descobertas da Física, informes e fotografias de atividades desenvolvidas pelos Bolsistas, havendo ainda um espaço para que os mesmos possam expressar sugestões e ideias para podermos executar na escola.

Através da experiência do exercício de Docência alguns projetos foram desenvolvidos, dentre os quais destacamos o que movimentou a escola e que entusiasmou os alunos com relação à disciplina de Física. O Projeto foi o 'Show da Física', o qual ocorreu por intermédio dos Bolsistas, com orientações e ajudas aos alunos na produção de paródias relacionando conceitos físicos das três séries do Ensino Médio, destacando-se as equipes do 2° Ano que criaram as paródias com conceitos de Termodinâmica e Ondas e uma equipe do 3º Ano que criou uma sobre Energia Renovável, Resistores e Capacitores. Esse projeto obteve muito sucesso, tendo uma apresentação de destaque na Feira de Ciências da Escola Professor Lordão.

## Conclusão e Perspectivas

Com respeito às atividades realizadas, os Bolsistas obtiveram conhecimento e domínio sobre resultados mais recentes em pesquisa em Ensino de Física, bem como, na Produção de Competências e Habilidades para planejarem atividades teóricas e/ou experimentais de Ensino. Através de sessões de ensino com Exercício da Docência Acompanhado (aulas expositivas, contextualizadas e experimentais) trabalhamos os conteúdos de Física no Ensino Médio, sendo possível fazer um acompanhamento integrado observando uma melhora significativa na aprendizagem dos alunos.

Além disso, os Bolsistas puderam externar suas aprendizagens através de exposições de trabalhos, seminários e experimentos com materiais de baixo custo. Entendemos que, de maneira alguma os experimentos devem substituir as aulas teóricas e conceituais, mas devem servir como ferramentas necessárias para fixar os conceitos.

Os resultados obtidos foram satisfatórios, tendo em vista que houve mudança no interesse dos alunos em participarem das atividades desenvolvidas pelos alunos Bolsistas e pelo Professor Supervisor no decorrer do Projeto, melhorando assim o processo de ensino-aprendizagem. Tal experiência proporcionou ainda uma melhor visão da vivência da realidade do acompanhamento da prática pedagógica na Escola.

Portanto, através do PIBID - Física, os jovens alunos da escola vêm recebendo atenção e suporte para entender diversos conceitos físicos relacionados à Física do seu cotidiano.

## Agradecimentos

A equipe do PIBID/Física agradece a toda equipe da Escola Estadual Professor Lordão, aos Coordenadores dos Projetos de Extensão, O Ensino de Física no Curimataú Paraibano: uma proposta da Experimentoteca e Circo da Ciência do Centro de Educação e Saúde pela Parceria, ao Centro de Educação e Saúde da Universidade Federal de Campina Grande pelo apoio logístico, e finalmente ao Ministério da Educação (MEC) e a CAPES, pelo apoio financeiro.

## Referências

- [01] PIBID - Subprojeto Licenciatura em Física/CAPES/UFCG/CES-2007
- [02] Projeto Político Pedagógico da Escola Estadual Professor Lordão.
- [03]http://midiasnolordao1.blogspot.com/
- [04]http://www.facaparte.org.br/index.asp?@name=noticias\_interna.asp?id=74
- [05] Ciência na Mão - USP. A Física na Viagem de Guilherme Arantes (Elaborado por: Vinicius Barbosa Andreatta.
- [06] O Ensino de Física no Curimataú Paraibano: uma proposta da Experimentoteca/UFCG/CES-2009. Experimentoteca. (Desenvolvida pela: CDCC USPSCar).
- [07] Projeto Circo da Ciência -A Ciência vai onde o povo está/ CNPq/UFCG/CES-2010
- [08] Núcleo de Construção de Objetos de Aprendizagem. Elaborado por: (Tavares, Rodrigues, Santos e Andrade)-Departamento de Física /UFPB.

[09] Laboratório Didático Virtual/Escola do Futuro/USP. Retirado em: http://www.labvirt.fe.usp.br/indiceasp.

- [10] Schenberg, M. Pensando a Física. São Paulo, 5ª Ed. Editora Lancy, 2001. 170p.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.