A CONSTRUÇÃO DE UM CIRCUITO ELÉTRICO MISTO, EM UMA OFICINA DE APRENDIZAGEM NO COLÉGIO SESI DE LONDRINA/PR, COM ÊNFASE NA DEFICIÊNCIA VISUAL .
Ana Aline De Medeiros, Alexandre Fregolente, Diego Marques Da Silva
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XIX
- Ano
- 2011
- Data
- 01/02/2011
- Linha de pesquisa
- Aprendizagem Em Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## A CONSTRUÇÃO DE UM CIRCUITO ELÉTRICO MISTO, EM UMA OFICINA DE APRENDIZAGEM NO COLÉGIO SESI DE LONDRINA/PR, COM ÊNFASE NA DEFICIÊNCIA VISUAL
Ana Aline de Medeiros , Alexandre Fregolente , Diego Marques da Silva 1 2 3
- 1 Universidade Estadual de Londrina-PR/ Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática/ Colégio SESI de Londrina-PR, prof.anaaline@gmail.com
## Resumo
Este trabalho é o recorte de uma atividade desenvolvida no Colégio SESI de Londrina-PR, no qual tem a prática pedagógica e o currículo organizado por Oficinas de Aprendizagem bimestralmente. Será mostrado aqui um projeto realizado na disciplina de Física sobre a construção de um Circuito Elétrico Misto acessível às pessoas com deficiência visual desenvolvido na oficina de aprendizagem 'Qual é a sua intenção de voto?', cuja idéia era estabelecer uma relação do processo de votação por meio da urna eletrônica com o Ensino de Física e, sobretudo, enfatizar a educação inclusiva neste processo. O projeto do Circuito Elétrico Misto foi construído com componentes eletrônicos de fácil aquisição e baixo custo, tais como: 'LED', 'buzzer', resistores, fios condutores, interruptores e uma fonte de alimentação de 12 Volts. A realização do projeto do Circuito Elétrico Misto contou com a participação de todos os alunos da oficina 'Qual a sua intenção de voto?' do turno vespertino, os quais representam uma turma seriada de alunos da 1ª e 2ª série do Ensino Médio.
Palavras-chave : Oficinas de aprendizagem; circuito elétrico misto; ensino de Física; deficiência visual.
## Introdução
Este artigo tem por finalidade relatar uma atividade de Física desenvolvida no Colégio SESI de Londrina-PR, cuja prática pedagógica e o currículo são organizados por meio de oficinas de aprendizagem que seguem uma visão holística ou paradigma de educação diferente do sistema de ensino tradicional.
As bases filosóficas e sociológicas dos Colégios SESI do Ensino Médio do Paraná desenvolvem sua proposta pedagógica em consonância com o paradigma educacional emergente denominado de Paradigma da Complexidade, por meio da visão holística de educação (SESI. DEPARTAMENTO REGIONAL DO PARANÁ,
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- 2010). Busca-se nesse paradigma aplicar idéias sobre o processo de construção do conhecimento e associá-lo à necessidade de desenvolvimento de um uma nova visão de mundo, capaz de colaborar para um novo reposicionamento do homem neste mesmo mundo (SESI. DEPARTAMENTO REGIONAL DO PARANÁ, 2010).
Um dos princípios que organizam o currículo nos Colégios SESI do Ensino Médio é a interseriação, cujos conteúdos não são estanques, divididos em séries seqüenciais, mas entrelaçam-se, integram-se, complementam-se, tanto nas redes dos campos conceituais das áreas e disciplinas curriculares, como na temporalidade do início ao final do processo educativo do ensino médio (SESI, 2008).
A construção do conhecimento em Física nas oficinas de aprendizagem do Colégio SESI de Londrina-PR estabelece uma relação entre o aluno e o objeto de estudo expresso em desafios que mobilizam o levantamento de hipóteses decorrentes de observações e constatações do próprio conhecimento de mundo do aluno. Depois de postuladas as hipóteses, analisam-se os possíveis resultados para se chegar a uma conclusão referente ao desafio proposto.
Esta concepção de ensino está relacionada com a de Educação Ambiental apresentada por Silva e Lorencini Júnior (2009), na qual, para preparar o indivíduo para contribuir com uma sociedade justa e ambientalmente sustentável, o professor não pode simplesmente apresentar o objeto cognoscível aos alunos, transmitindo o conhecimento aprendido em um momento anterior e distinto. O professor deve, sim, promover o ato de aprendizado junto aos aprendizes (na sala de aula, neste caso), agindo como um mediador e facilitador deste processo. Além disto, a postura do professor deve ser essencialmente política, contrariando as posturas absolutas e as negligentes, o que leva a um desenvolvimento crítico do aluno (SILVA; LORENCINI JÚNIOR, 2009).
## Oficina de Aprendizagem 'Qual é a sua intenção de voto?'
A referida atividade de Física que é relatada neste artigo foi desenvolvida na oficina de aprendizagem 'Qual é a sua intenção de voto?', cujo tema é refletido no voto como o principal agente de mudança da sociedade. O desafio proposto pela oficina era o de conscientizar os alunos para a questão da democracia como participação efetiva e política das pessoas, que tem no voto a sua principal forma de expressão política.
- O foco do ensino de Física nesta oficina é referente ao mecanismo pelo qual se realiza a votação, ou seja, a urna eletrônica. Este foi o norte para trabalhar os conteúdos referentes à Eletrodinâmica, tais como: tensão (ddp), corrente elétrica, e resistência elétrica.
As competências a serem desenvolvidas em Física nesta oficina consistiam em: ler e interpretar textos do cotidiano relacionados à Física; selecionar um conjunto de informações sobre fatos reais ou imaginários na resolução de situaçõesproblema; desenvolver a capacidade de investigação em Física; observar e estimar ordens de grandeza; compreender o conceito de medir; fazer hipóteses e testá-las; desenvolver situações complexas.
Para tanto, foi desenvolvido um projeto nesta oficina denominado de Circuito Elétrico Misto com a idéia de trabalhar conteúdos de Eletrodinâmica com um olhar
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na inclusão de pessoas com deficiência visual. A inclusão social implica mudanças no ordenamento do mundo (DICKMAN; FERREIRA, 2008). É neste sentido que deve-se pensar na inclusão, como um agente de transformação do mundo, na qual a acessibilidade tem o papel fundamental neste processo.
## Objetivo
Apresentar o relato de uma prática pedagógica inovadora utilizada para o ensino de conteúdos de Física no Colégio SESI de Londrina -PR, na qual foi desenvolvido um projeto de Circuito Elétrico Misto acessível às pessoas com deficiência visual.
## Metodologia
O projeto do Circuito Elétrico Misto foi desenvolvido pelos alunos da oficina 'Qual sua intenção de voto?' no turno vespertino que constituem uma turma seriada com alunos da 1ª e 2ª série do Ensino Médio. O modelo do Circuito Elétrico Misto foi baseado no projeto de experiências de Física com materiais de baixo custo desenvolvido pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista 'Júlio de Mesquita Filho', o qual é descrito por Fregolente (2008).
A prática aqui apresentada será dividida em duas etapas que deram norte ao desenvolvimento do projeto do Circuito Elétrico Misto acessível a pessoas com deficiência visual. A primeira etapa consiste na construção do conhecimento por meio da teoria dos conteúdos para se construir pequenos circuitos didáticos em série/paralelo e a segunda etapa corresponde ao próprio desenvolvimento do projeto por meio da prática experimental que se baseou nos conhecimentos construídos com os conteúdos, os pequenos circuitos didáticos em série/ paralelo e o desafio de focar na acessibilidade de pessoas com deficiência visual.
## Primeira etapa
A idéia do projeto surgiu com desafio proposto pela professora de fazer com que seus alunos discutissem em equipe sobre o processo de votação com uma urna eletrônica, ou seja, pensar nos mecanismos de funcionamento de uma urna eletrônica no ponto de vista dos conteúdos de Física e listassem os possíveis materiais ou componentes eletrônicos que poderiam ser identificados no seu dia-adia. A professora disponibilizou a cada equipe um material adaptado do site: How
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Stuff Words (http://informatica.hsw.uol.com.br/urna-eletronica.htm) que serviria de subsídio para os alunos entenderem como ocorria a votação por meio da urna, quais foram as mudanças de sistema de informatização e técnicos de manutenção da urna eletrônica ao longo destes anos, desde o primeiro ano de sua utilização até a última eleição em 2008. No material estava incluso também informação sobre a acessibilidade da votação para pessoas com deficiência visual. A disponibilização deste material foi importante, pois todos os alunos não tinham conhecimento do que acontecia, ou como é feita a votação na íntegra, apenas conheciam o que viam pelas emissoras de TV.
Todavia, esta prática possibilitou o levantamento de algumas hipóteses dos alunos e conseqüentemente conclusões sobre o mecanismo de funcionamento das urnas eletrônicas, o que foi fácil de associar pelo reconhecimento de materiais comuns no cotidiano dos mesmos e por meio do material impresso baseado no sistema informatizado das urnas eletrônicas disponibilizado pela professora. As aulas envolvendo circuitos elétricos foram se constituindo a partir do levantamento da lista de componentes eletrônicos presentes na estrutura interna de uma urna.
A cada aula os alunos construíam circuitos elétricos diferentes de acordo com os conteúdos estudados sobre tensão (voltagem), corrente elétrica, resistência elétrica, circuito simples, circuito composto em série e paralelo e uso do multímetro. Para a construção destes pequenos circuitos didáticos foi feita uma pesquisa prévia referente aos componentes eletrônicos utilizados, no sentido de compreender 'o que é?' e 'para que serve?' cada tipo de componente. Os materiais utilizados para a construção dos circuitos didáticos, tais como: 'LED's', resistores, interruptores, fios condutores e fonte de carregador de celular, foram de baixo custo e de fácil aquisição.
## Segunda etapa
As aulas que se seguiam foram realizadas após uma proposta feita pela professora aos alunos de construir um Circuito Elétrico Misto, no qual estejam presentes os conhecimentos construídos por meio da teoria dos conteúdos de Física estudados na oficina e da prática de criar pequenos circuitos didáticos em série/paralelo com componentes eletrônicos. O desafio maior desta proposta seria construir um circuito elétrico misto acessível a pessoas com deficiência visual. Para isso a professora propôs uma reflexão sobre 'como uma pessoa com deficiência visual, seja ela cega ou de baixa visão, poderia compreender o conteúdo de circuito elétrico em série/paralelo em Física?' , ' como uma pessoa com deficiência visual poderia perceber na prática o mecanismo de construção de um circuito elétrico?' . Esses questionamentos foram determinantes para os alunos compreenderem a importância dos seus sentidos, em uma situação complexa em que estariam limitados de um sentido e os meios para facilitar suas aprendizagens precisariam necessariamente estar adequados ou acessíveis as limitações deste sentido.
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Foi nesta perspectiva que os alunos levantaram novas hipóteses relacionadas à que formas as pessoas com deficiência visual poderiam compreender um circuito em série e paralelo utilizando os mesmos componentes eletrônicos dos circuitos didáticos construídos anteriormente com o acréscimo de um dispositivo sonoro como um 'buzzer' (figura 01), no qual indicasse para a pessoa cega que o circuito estava aberto ou fechado, se os 'LED's' acenderiam e apagariam todos ao mesmo tempo ou um de cada vez. Em se tratando da pessoa com baixa visão, ela conseguira visualizar a luz de alto brilho dos 'LED's' (figura 02). Os alunos levantaram hipóteses sobre a acessibilidade também em forma de legenda, ou seja, toda a placa do circuito deveria necessariamente estar legendada com símbolos, palavras impressas a tinta e em Braille.
Figura 01: Fotografia mostrando alguns alunos soldando o 'buzzer' aos fios condutores no Circuito Elétrico Misto.
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Figura 02: Fotografia mostrando os 'LED's' inseridos no Circuito Elétrico Misto.
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Esta prática experimental recebeu o nome de Circuito Elétrico Misto, porque são associados dois circuitos elétricos, sendo um em série quando todos os componentes eletrônicos, como no caso do circuito deste trabalho, são percorridos
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pela mesma corrente elétrica, mas a tensão sobre o circuito é dividida entre as resistências, de modo que a tensão total é a soma das tensões em cada componente (Medeiros, et al., 2007) ou em paralelo, quando todos os componentes têm seus terminais ligados à mesma diferença de potencial (ddp), no entanto, a corrente elétrica que percorre o circuito é dividida entre as resistências, de maneira que a corrente elétrica total é a soma das correntes que passam pelos componentes (Medeiros, et al., 2007).
Para a ligação final da placa do circuito elétrico misto foram feitas medições com o multímetro de cada grandeza física, por exemplo, a voltagem e a corrente elétrica que passava nos respectivos componentes eletrônicos, como também a verificação da medida da resistência nos resistores para não haver incompatibilidade dos materiais e ocasionar curto circuito. Depois de construída a placa do Circuito Elétrico Misto foi colocada a legenda dos símbolos inseridos no circuito juntamente com a correspondência em Braille escrita pela professora (figura 03).
Figura 03: Fotografia mostrando alguns alunos inserindo as legendas impressas a tinta e em Braille na placa do Circuito Elétrico Misto.
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Ao final foi feito o teste apenas pelos alunos do SESI Londrina-PR para verificar o funcionamento de todo o Circuito Elétrico Misto alimentado por uma fonte de 12 volts, com os dispositivos visuais, sonoros e as respectivas legendas como pode ser visto na figura 04. Este modelo não foi testado por alunos com deficiência visual, porém está sendo elaborada ainda uma prática de atividade na qual reúna alguns modelos de materiais didáticos acessíveis à pessoas com deficiência visual para ser realizada no Instituto Londrinense de Instrução e Trabalho para Cegos. Mesmo que este modelo não tenha sido avaliado por alunos com deficiências visual, eles poderiam diferenciar o trecho em série do trecho em paralelo por meio do som dos 'buzzer', por exemplo, ao ligar o circuito em série, os 'buzzers' emitiriam um som contínuo, ao passo que os 'buzzers' em paralelo emitiriam um som de cada vez. Os alunos verificaram valores da corrente e da tensão por meio do multímetro. Infelizmente os valores da corrente e da tensão não seriam possíveis de ser medidos por uma pessoa com deficiência visual (cega), pois para isto seria preciso
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utilizar um multímetro adaptado com um solftware de leitura para que ouça as informações indicadas nas medições.
Figura 04: Fotografia mostrando a placa do circuito elétrico misto em funcionamento com os dispositivos visuais, sonoros e legendas.
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Esta prática experimental contou com a participação de todos os alunos da oficina 'Qual sua intenção de voto?', nos quais elaboraram um cronograma de atividades e de materiais que cada equipe ficaria responsável de disponibilizar e atuar na construção do projeto.
## Considerações Finais
Este projeto do Circuito Elétrico Misto acessível a pessoas com deficiência visual foi relevante para o desenvolvimento das aulas de Física no Colégio SESI de Londrina-PR em relação à aprendizagem dos alunos, uma vez que possibilitou a aquisição de conceitos abstratos em algo mensurável.
- O presente artigo objetivou relatar uma experiência pedagógica centrada numa prática em que todo conhecimento construído partiu do levantamento de hipóteses dos alunos, que resultou na consolidação de um projeto de Física vinculado a um tema socialmente crítico sobre o processo de votação brasileiro e conseqüentemente vincular este conhecimento ao aprendizado de pessoas com deficiência visual.
O desenvolvimento de atividades práticas em sala de aula efetiva e otimiza o trabalho em equipe no sentido de integrar os saberes comuns dos alunos e permitir
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- o desenvolvimento de consciências críticas de transformação sobre o meio em que vivem. Estas atividades podem ser de caráter experimental com a utilização de materiais do cotidiano ou até mesmo atividades temáticas, as quais levam discussões sobre determinados temas de âmbito social, cultural, científico ou tecnológico.
Com este trabalho, espera-se contribuir para um aproveitamento significativo em relação ao processo de ensino-aprendizagem em Física e na elaboração de materiais didáticos acessíveis a pessoas com deficiência visual.
## Agradecimentos
Ao Colégio SESI de Londrina-PR e a todos os alunos da oficina 'Qual sua intenção de voto?' pelo empenho e dedicação em todas as aulas de execução do projeto.
## Referências
DICKMAN, A. G.; FERREIRA, A. C. Ensino e aprendizagem de Física a estudantes com deficiência visual: Desafios e Perspectivas . Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, v. 8, n. 2, 2008.
FREGOLENTE, A. A criação de um ambiente virtual de aprendizagem em museus científicos . 2008. Monografia (Graduação do curso de Licenciatura em Física) - Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP, Presidente Prudente.
FREGOLENTE, A.; PENA, A. F. V.; FREGOLENTE, D; DANNA, C. S. Criação de Ambientes Informatizados em Museu Científico: Uma abordagem qualitativa. In: I Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia - SINECT, 2009, Ponta Grossa - PR. Atas... Ponta Grossa - PR, p.1328-1338, 2009.
MEDEIROS, A. A.; JUNIOR, M. J. N.; OLIVEIRA, W. C.; OLIVEIRA, N. S. M. Uma estratégia para o ensino de associações de resistores em serie/paralelo acessível a alunos com deficiência visual. In : Simpósio Nacional de Ensino de Física, 17., 2007, São Luis . Atas... Belém: [s.n.], 2007.
SESI. DEPARTAMENTO REGIONAL DO PARANÁ. Módulo de formação inicial . Curitiba: SESI/PR, 2010.
SESI. Proposta Pedagógica para os Colégios SESI - Ensino Médio - ano letivo de 2009 . Curitiba: Departamento Regional do Paraná, 2008. Disponível em: < www.fiepr.org.br/.../a%20 Interseriacao %20out%202008%5B59683%5D.pps>. Acesso em: 29 out. 2010.
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SILVA, D. M. da; LORENCINI JÚNIOR, A. Em busca das bases para a prática educativa do professor em Educação Ambiental. In: Congresso de Ecologia do Brasil, 9., 2009, São Lourenço. Anais... São Lourenço: Well Eventos, 2009.
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