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EXPERIMENTOS ENVOLVENDO CONCEITOS DE CENTRO DE MASSA PARA ALUNOS COM NENHUMA OU POUCA VISÃO

Helena Libardi, Fábio Martins Cardoso, Felipe Fortes Braz

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XIX
Ano
2011
Data
01/02/2011
Linha de pesquisa
Formação E Prática Profissional De Professores De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## EXPERIMENTOS ENVOLVENDO CONCEITOS DE CENTRO DE MASSA PARA ALUNOS COM NENHUMA OU POUCA VISÃO

## Helena Libardi 1 , Fábio Martins Cardoso 2 , Felipe Fortes Braz 3

1 UFLA/DEX, hlibardi@dex.ufla.br

2 UFLA/DEX/Licenciando em Física, fabiomfisica@hotmail.com

3 UFLA/DEX/Licenciando em Física, cruz.felipe2006@hotmail.com

## Resumo

Devemos garantir a alunos com necessidades especiais o acesso a um ensino de qualidade. A acessibilidade deve ser não apenas em relação à estrutura física dos prédios, mas também em relação ao material didático. Quando possuímos em sala de aula alunos com alguma necessidade especial existe a necessidade de adequar nossas metodologias de ensino e aprendizagem habituais para permitir a inclusão destes alunos. O foco de nosso trabalho é a inclusão de alunos com nenhuma ou pouca visão nas aulas de laboratório de física. Nestas aulas em particular, a visão é uma habilidade bastante utilizada. Para alunos com deficiência visual devemos contornar as dificuldades de maneira a possibilitar a estes alunos uma boa compreensão do experimento proposto. Pessoas portadoras deste tipo de necessidade costumam desenvolver mais outros sentidos, que devem ser explorados para que as atividades experimentais tenham significado para elas. Além de permitir o manuseio dos equipamentos usuais, algumas adaptações podem ser desenvolvidas. A idéia deste trabalho surgiu na Universidade Federal de Lavras (UFLA), na disciplina de Laboratório 1 (que aborda os conceitos de mecânica) ministrada para o curso de Licenciatura em Física e fez parte do trabalho de Iniciação a Docência do aluno. No semestre em questão a disciplina contava com um aluno com necessidades especiais. Além das atividades normais que foram adaptadas para este aluno, foi proposta como atividade de final de disciplina a apresentação de algum experimento na área de mecânica adaptado para alunos com alguma necessidade especial. Para este trabalho foi escolhido um experimento que explora o movimento do centro de massa e que foi aplicado em sala de aula com todos os colegas da disciplina. Iremos descrever o experimento e a adaptação proposta e o resultado observado quanto ao entendimento dos alunos.

Palavras-chave : Formação de professores; Ensino de Física; Inclusão, Alunos com Nenhuma ou Pouca Visão.

## Introdução

O ensino de física para alunos com nenhuma ou pouca visão é um tema que não pode continuar a passar despercebido pelos educadores.

A inclusão, além de um direito para todos os alunos, é também um dever do docente. A adaptação dos PCN's (Parâmetros Curriculares Nacionais) com estratégias para a educação de alunos com necessidades educacionais especiais [Brasil, 1998] já garante esta inclusão. Ao contrário do que ocorria no ensino Brasileiro, quando os alunos com necessidades especiais eram segregados em escolas ou salas de aula de ensino especial, hoje nossas escolas devem integrar todos os alunos nas salas de aula de ensino regular [MENDES, 2006]. A educação

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30 de janeiro a 04 de fevereiro de 2011

especial, ou educação inclusiva, nos moldes atuais, ultrapassa a simples concepção de atendimentos especializados tal como vinha acontecendo anteriormente. Devemos garantir que a educação inclusiva promova a formação do indivíduo, visado o exercício de sua cidadania, em qualquer nível de estudo.

- A metodologia utilizada em uma sala onde temos a presença de um aluno com necessidades especiais deve ser adaptada ao nível de necessidade do aluno. As necessidades podem ser identificadas nas diversas situações de dificuldades de aprendizagem. No caso de deficiência visual, os vários níveis de visão devem ser percebidos pelo professor, que ainda pode analisar o histórico da deficiência, saber se o aluno nasceu cego ou não, levar em conta se o mesmo teve experiências visuais, com o intuito de melhor ajustar sua metodologia, permitindo um melhor aproveitamento do ensino.
- O bom senso por parte do professor é também de fundamental importância, pois de nada adianta gesticular ou usar de recursos visuais que não podem ser assimilados pelo aluno. Experimentos em sala de aula não adaptados para este tipo de aluno são exemplos disso. É necessário que o aluno com nenhuma ou pouca visão possa sentir, tocar, participar ativamente das aulas, entender o que se passa, interpretar o fenômeno, e não simplesmente reproduzir mecanicamente o que foi ensinado.
- É comum que alunos com nenhuma ou pouca visão sejam tímidos e inseguros, portanto discussões devem ser incentivadas, não apenas entre o professor e o aluno, mas também, com os demais colegas de classe, promovendo assim, não somente a inclusão didática, mais também a social. As discussões em sala de aula são pré-requisitos para o surgimento e consolidação dos processos de ensino e aprendizagem [CARDOSO et al. 2008]. Esta abordagem possibilita ainda que se trabalhe um lado muitas vezes esquecido pelos professores que é a capacidade de debater e argumentar.

Quando se aumenta a oportunidade de conversação e de argumentação durante as aulas, também se incrementa os procedimentos de raciocínio e a habilidade dos alunos para compreender os temas propostos. Essa abordagem metodológica enfatiza a iniciativa do aluno porque cria oportunidades para que ele defenda suas idéias com segurança e aprenda a respeitar as idéias dos colegas.

Carvalho [et al. 1998, pág. 31] afirma que aprender a ouvir, a considerar as idéias de outro colega, não só é, do ponto de vista afetivo, um exercício de descentralização, mas também, do ponto de vista cognitivo, um momento precioso de tomada de consciência de uma variedade de hipóteses diferentes sobre o fenômeno discutido.

## Motivação

Este trabalho foi idealizado quando o curso de licenciatura em Física da Universidade Federal de Lavras estava ainda iniciando, com ingresso de apenas três turmas. O pequeno número de alunos permitia um convívio bastante estreito entre eles. Entre os licenciandos estava um que possuía pouca visão (e com tendência a perda total da visão em poucos anos). Este fato permitiu o convívio diário dos licenciandos com um colega com necessidade especial. O apoio dos colegas, tanto em atividades do dia a dia quanto nas atividades didáticas, está possibilitando um aprendizado especial, voltado à inclusão, o que em geral é muito falado, mas não

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aplicado efetivamente nos cursos de licenciatura. Na disciplina de Laboratório 1 os alunos propuseram, como trabalho final, experimentos visando a inclusão, não apenas visual.

Apresentaremos o resultado de um experimento proposto, que envolve o conceito de centro de massa. O experimento foi idealizado para facilitar a compreensão do colega com problemas visuais, permitindo que ele, pondo a 'mão na massa', entenda por meio da prática auxiliada pela teoria, os conceitos físicos associados ao centro de massa.

Com este tipo de atividade, pretendemos levar para professores que possuem em sala de aula alunos portadores de deficiência visual a motivação para desenvolver atividades para estes alunos, demonstrando que é possível e acessível ensinar física para alunos com nenhuma ou pouca visão, podendo até mesmo utilizar materiais de baixo custo. Diversos autores já estão trabalhando no sentido de procurar estratégias para inclusão em disciplinas de ciências em quaisquer níveis [CAMARGO et al. 2006; CAMARGO 2007; SOUZA et al. 2008].

As atividades que desenvolvemos favorecem a reflexão, evitando a simples observação. O aluno passa a construir conhecimento, juntamente com os colegas e com a ajuda do professor. Cabe ao professor direcionar a discussão teórica, monitorando a participação de todos [CARVALHO et al. 1998].

## Movimento do centro de massa

O experimento proposto envolve o movimento do centro de massa de um sistema. Sabemos que o movimento de qualquer corpo ou sistema de partículas pode ser descrito em termos do movimento de seu centro de massa, que pode ser visto como o movimento global do sistema. [TIPLER et al. 2009].

Procurando exemplos do dia a dia, vemos que uma balsa em uma lagoa (podemos considerar o atrito entre a balsa e a superfície líquida desprezível) ocupada por um automóvel é um bom exemplo para observar-se o movimento do centro de massa de um sistema (Figura 1).

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Figura 01: O experimento proposto é o equivalente a uma balsa com um automóvel.

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Como o centro de massa somente se move se houver uma força externa resultante atuando sobre ele, esperamos que, quando houver deslocamento do automóvel, a balsa também irá se deslocar, mas o centro de massa do sistema permanecerá na mesma posição. Isso pode ser observado em travessias de rios com o auxílio de balsas. No caso de balsas pequenas, quando estas não estão corretamente presas, e um carro se move dentro da balsa, a balsa também se move.

## Descrição do experimento

O experimento proposto para trabalharmos com o conceito de centro de massa utiliza uma lâmina de isopor, simulando a balsa, e carros de brinquedo movidos a fricção que irão se mover. Para adaptar o experimento para o aluno com necessidades especiais utilizamos também massa de modelar e duas penas. As atividades foram realizadas nas imediações da universidade, em horário de aula. Utilizamos uma calha de concreto cheia de água, com dimensões propícias à realização do experimento. Todos os alunos participaram do experimento, incluindo o aluno com pouca visão, que foi auxiliado pelos colegas, o que reforça a importância de atividades experimentais no desenvolvimento das relações interpessoais.

A atividade foi desenvolvida pelo aluno que a propôs, que juntou esta atividade de final de disciplina ao desenvolvimento de seu plano de Iniciação a Docência. O início da atividade foi em sala de aula. Foi promovida uma discussão e a apresentação dos conceitos relativos ao movimento do centro de massa. Os alunos foram instigados a argumentar sobre o que aconteceria em cada etapa do experimento. Foi permitida a livre participação de todos, ocasionando a discussão, onde cada aluno dava a sua opinião a respeito do fenômeno. Os alunos foram levados a expressar suas idéias diante a classe, principalmente o aluno especial. Para que tivesse melhor compreensão do conceito relacionado, levamos o aluno especial a simular o experimento, manuseando o equipamento, percebendo a posição de cada objeto, a posição dos centros de massa, o movimento do carrinho de fricção, permitindo que ele tirasse suas dúvidas conceituais e sobre a montagem.

O experimento se deu em três momentos. Inicialmente os alunos em sala de aula discutiram o experimento e levantaram hipóteses. A seguir todos seguiram para outro espaço, onde foi montado e realizado o experimento. Finalmente os alunos sintetizaram suas observações e elaboraram suas teorias, argumentando sobre os fenômenos observados.

## Análise e conclusões

Em um primeiro momento os alunos ficaram reunidos em sala de aula onde se deu a discussão do experimento. A discussão foi movida por hipóteses sobre o que ocorreria com a lâmina de isopor se colocássemos o carrinho em repouso sobre ela, e ele entrasse em movimento. A idéia unânime foi de que a lâmina deslizaria sobre a superfície da água. Foi feita uma discussão sobre o porquê deste fenômeno e feita a relação com o conceito de centro de massa (que pertence a ementa da disciplina Física 1, que é correquisito de Laboratório 1). Durante a discussão os alunos fizeram associação com a disciplina teórica, lembrando de exemplos e problemas do livro texto. Em seguida, foi levantado o questionamento sobre a

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posição inicial e final do centro de massa. Os alunos concluíram que a posição seria mantida.

Foi feito então o convite para que fossem testadas as hipóteses levantadas pelos alunos. Todos se dirigiram para fora da sala de aula onde o experimento foi realizado (Figura 2).

Figura 02: Alunos se preparando para a atividade.

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Figura 03: Três situações: a lâmina com (a) um carrinho em uma de suas extremidades, (b) um carrinho em cada extremidade, e (c) um carrinho em uma extremidade e dois carrinhos na outra. (d) Detalhe dos dois carrinhos.

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Foram propostas três situações: a lâmina e um carrinho em uma de suas extremidades, a lâmina e um carrinho em cada extremidade, e um carrinho em uma extremidade e dois carrinhos na outra (Figura 3).

As posições dos centros de massa da lâmina de isopor, dos carrinhos e do sistema foram determinadas por equilíbrio e identificadas. Para adaptar o experimento foram colocadas, nas posições de cada centro de massa, penas fixadas por meio de massa de modelar.

Inicialmente as atividades foram realizadas pelo grande grupo. Posteriormente a atividade foi adaptada e acompanhada pelo aluno especial. Todos ajudaram na montagem do experimento, como também participaram na sua execução (Figura 4). Na montagem do experimento os alunos discutiram as grandezas que de alguma forma poderiam influenciar no resultado. Os alunos participaram também na adaptação do experimento.

Embora os experimentos com um carrinho na extremidade ou dois carrinhos em uma e um carrinho em outra tenham resultado em um pequeno deslocamento na posição do centro de massa do sistema, o experimento com dois carrinhos iguais em cada extremidade, em todas as tentativas, mostrou que o centro de massa realmente se mantém no mesmo lugar. Os alunos retornaram à discussão sobre a influência dos parâmetros externos no experimento real.

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Figura 4: Alunos participando da montagem do experimento fora da sala de aula. O aluno especial acompanhou as atividades.

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Quando foi feito o experimento adaptado, a lâmina de isopor foi posicionada dentro da água com uma pena colocada fixa em uma de suas extremidades. Também foi fixada uma pena na parte de cima do carrinho (Figura 5). Posicionamos as mãos do aluno especial, uma sobre a pena da lâmina de isopor e outra sobre a pena fixada sobre carrinho à fricção.

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Durante o movimento do carrinho, o aluno pode sentir que a lâmina de isopor se movia em sentido contrario. O experimento foi repetido colocando uma pena no centro de massa do sistema permitindo que o aluno especial observasse a conservação da posição deste durante o movimento do carrinho. O aluno especial acompanhou as três situações adaptadas.

Figura 5: Detalhe da adaptação do experimento. O aluno especial acompanha os movimentos tocando de leve nas penas.

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O experimento mostrou-se satisfatório, pois proporcionou aos alunos a formulação de hipóteses, a discussão, a visualização e a consolidação dos conceitos. Para o aluno especial a adaptação foi adequada. O uso das penas e um contato suave do aluno com elas, pois possibilitou que ele sentisse o deslocamento dos corpos sem interferir de maneira significativa em seu movimento. Os momentos de construção do conhecimento e de argumentação ocorreram de forma a integrar todos os alunos.

## Considerações finais

Por estarmos trabalhando com alunos com necessidades especiais, e por conhecermos suas dificuldades em relação às atividades experimentais, esta atividade nos possibilitou observar como é importante a relação interpessoal e principalmente, o auxílio adaptado a situações peculiares de cada aluno. A inclusão de alunos com necessidades especiais é um desafio. Devemos estar preparados com diferentes metodologias e estratégias que se adéquem a cada necessidade.

A presença de um aluno com deficiência visual no curso de licenciatura em física da UFLA proporcionou aos professores e, principalmente, aos colegas, encarar este desafio e fazer propostas de atividades e estratégias metodológicas. Os alunos das turmas de licenciatura em Física da UFLA que estão interagindo com ele estão com certeza enriquecendo sua formação de futuros educadores, uma vez que a inclusão está fazendo parte de seu dia a dia.

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Nossa atuação na Educação Inclusiva deve ser estendida a todos os alunos. É necessário o olhar atento dos educadores que podem e devem, em sala de aula, direcionar o debate ou a experimentação a máxima inclusão possível, incentivando sempre que necessário a participação de alunos que demonstrarem comportamento mais tímidos, sendo estes especiais ou não. Desta forma, as atividades como estas servirão não somente para o ensino e aprendizagem de algum conceito, no nosso caso, conceitos de física, mas também para desenvolver a convivência, a cidadania, o respeito pelas idéias dos outros e pelas diferentes maneiras de pensar.

Estas atividades propostas em sala de aula se tornaram o primeiro passo, para o nosso grupo de professores e alunos, em direção a pesquisa na área da inclusão no ensino de física. Criamos um Grupo de Estudos sobre Educação Inclusiva e outras atividades estão sendo pensadas e adaptadas para proporcionar um ensino de física de qualidade sem exclusão.

## Referências

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações Curriculares / Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. - Brasília: MEC / SEF/SEESP, 1998.

CAMARGO, E. P. É possível ensinar física para alunos cegos ou com pouca visão? Física na Escola, v. 8, n. 1, p. 30, 2007.

CAMARGO, E. P., NARDI, R. Ensino de conceitos físicos de termologia para alunos com deficiência visual: dificuldades e alternativas encontradas por licenciandos para o planejamento de atividades Rev. Bras. Ed. Esp., v. 12, n. 2, p. 149, 2006.

CAMARGO, E. P., NARDI, R., VERASZTO, E. V. A comunicação como barreira na inclusão de alunos com deficiência visual em aulas de óptica Rev. Bras. Ens. Fís. v. 30, n. 3, p. 3401, 2008.

CARVALHO, A. M. P.; VANNUCCHI, A. I.; BARROS, M. A.; GONÇALVES, M. E.; REY, R. C. Ciências no ensino fundamental: o conhecimento físico. São Paulo: Scipione, 1998.

MENDES, E. G. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil Rev. Bras. Ed. v. 11, n. 33, p. 387, 2006.

SOUZA, M. M., COSTA, M. P. R., STUDART, N. Tecnologia para o ensino de eletrodinâmica para o aluno cego Física na Escola, v. 9, n. 2, p. 10, 2008.

TIPLER, P. A., MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros vol. 1, 6ª Ed.Rio de Janeiro: LTC, 2009.

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