O Lúdico no Ensino de Física: Elaboração e Desenvolvimento de um Minicongresso com Temas de Física Moderna
Sérgio Silva Filgueira, Márlon Herbert Flora Barbosa Soares
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2009
- Data
- 29/01/2009
- Linha de pesquisa
- Física Moderna E Contemporânea E A Atualização Curricular
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## O LÚDICO NO ENSINO DE FÍSICA: ELABORAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UM MINICONGRESSO COM TEMAS DE FÍSICA MODERNA
Sérgio Silva Filgueira a
prof.fisico@hotmail.com
Márlon Herbert Flora Barbosa Soaresb sb marlon@quimica.ufg.br
aU aUniversidade Federal de Goiás/Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática b I b Instituto de Química/a/Universidade Federal de Goiás
## RESUMO
Nesse trabalho são apresentados os resultados de uma pesquisa realizada com estudantes da terceira série do ensino médio de uma escola pública de Goiânia. Trata-se da elaboração e desenvolvimento de um minicongresso com temas de física moderna. Os temas trabalhados foram: Efeito Fotoelétrico, dualidade onda -partícula, fissão e fusão nuclear, origem do universo, teoria da relatividade, raios-x e raios-s-laser. As salas foram divididas em grupos, cada um deles ficou responsável por um dos tópicos. O objetivo era apresentar um trabalho em um minicongresso a ser realizado na escola, seguindo todos os ritos acadêmicos de um congresso científico. Entre a submissão dos trabalhos e a apresentação dos pôsteres, o professor mediou os grupos, fornecendo-lhes artigos e textos diversos que tinham relação com os temas. Pretendia -se investigar a viabilidade de trabalhar com temas de física moderna e contemporânea nesse nível de ensino através de uma atividade lúdica. Discute -se nesse trabalho a ligação do lúdico com a inserção de tópicos de física moderna e contemporânea na na escola básica. Os resultados mostraram grande envolvimento e interesse dos alunos pela atividade. Foi notório o entusiasmo que os estudantes demonstraram com os temas, principalmente em conhecer os conceitos físicos envolvidos em aplicações tecnológicas que eles já conheciam. A lém disso, houve melhora na relação professor/aluno, além de uma discussão conceitual livre de pressões do professor em relação a avaliação. A elaboração do minicongresso se deu no laboratório de informática da escola, o que contribuiu para tornar a atividade ainda mais lúdica, pois o uso do computador tornou as discussões conceituais mais prazerosas. Além de realizarem pesquisa na internet, os grupos recebiam do professor materiais complementares sobre os temas. Os trabalhos enviados pelos grupos foram mais um instrumento de avaliação da aprendizagem dos conceitos trabalhados. A análise global dos resultados da pesquisa nos mostra que trabalhar com temas de física moderna e contemporânea no ensino médio utilizando como ferramenta o lúlúdico, é uma alternativa viável. l.
Palavras - chave : Lúdico, ensino de física, física moderna no ensino médio.
## INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, muito se tem discutido sobre a necessidade da inserção da física moderna e contemporânea (FMC) no ensino médio (EM). Os avanços científicos e
tecnológicos têm despertado nos jovens olhares mais atentos sobre temas relacionados às ciências de uma forma geral. A física, em particular, tem contribuído de forma significativa nesse sentido, principalmente para o desenvolvimento o da medicina e das engenharias. No entanto, é preocupante como o ensino de ciências não tem acompanhado esse desenvolvimento e tem se distanciado das necessidades dos alunos no que diz respeito ao estudo de conhecimentos científicos mais atuais. As pesquisas sobre a necessidade de inserção de física moderna e contemporânea no currículo do ensino médio parecem ter chegado a resultados que mostram o quanto é importante tais conceitos no nível médio de ensino, ainda mais quando se refere à evolução dos conceit os científicos. Ostermann e Moreira (2000), apoiados numa revisão de literatura sobre a atualização curricular da física no ensino médio, destacam algumas razões que justificam a necessidade citada:
- · Despertar a curiosidade dos alunos e ajudá -los a reconhecer a física como um empreendimento humano;
- · Os estudantes ouvem falar em temas como buracos negros, big bang, na mídia, mas quase nunca nas aulas de física;
- · O ensino de temas atuais da física pode contribuir para p propiciar a aos alunos uma visão mais correta dessa ciência e da natureza do trabalho científico, superando a visão linear do desenvolvimento científico, hoje presente nos livros didáticos e nas aulas de física.
Ostermann e Moreira (2000), num estudo sobre a introdução de dois tópicos de física moderna na (partículas elementares e supercondutividade) com alunos da graduação em física, nas aulas dessa disciplina em escolas públicas e particulares, concluíram que:
[...] É viável ensinar física moderna no ensino médio, tanto do ponto de vista do ensino de atitudes quanto de conceitos. É engano dizer que os alunos não têm capacidade para aprender tópicos atuais. [...] Se houve dificuldades de aprendizagem, não foram muito diferentes das usualmente enfrentadas com conteúdos de física clássica [...] Os alunos podem aprendê-la se os professores estiverem adequadamente preparados e se bons materiais didáticos estiverem disponíveis.
Outro elemento que desperta o interesse dos jovens para o ensino das ciências, criando um ambiente favorável para a aprendizagem de e conceitos, são as atividades lúdicas. O lúdico como proposta de ensino tem se apresentado como uma alternativa viável nesse
sentido, o que pode torná-lo uma excelente ferramenta didática para inserção de tópicos de física moderna e contemporânea no ensino médio.
Em relação ao lúdico em educação, Chateau (1987) diz que: "Os jogos e brincadeiras são fontes naturais de atração, pois existem neles desafios para cada idade, para cada nível de conhecimento cognitivo". De acordo com Huizinga (1996), na sociedade de antiga, o trabalho não tinha o valor que lhe atribuímos há pouco mais de um século e nem ocupava tanto tempo do dia. Jogo é o que o vocábulo científico denomina atividade lúdica". ". "É considerado como uma atividade que imita ou simula uma parte do real" (B(Brougère, 1998). Para Piaget (1997) o uso de práticas lúdicas é válido, pois além do lazer o lúdico é um método de desenvolvimento intelectual.
Dessa forma, propõe -se nesse trabalho a elaboração e desenvolvimento de um minicongresso científico na escola de de nível médio, que se utilize de temas de física moderna, já que neste aspecto, as atividades se encaixam nas características de um jogo ou de uma atividade lúdica, pois se trata de uma imitação do real, a simulação de uma realidade, sem contar os aspectos de diversão e movimentação que tal atividade traz para a escola.
## MÉTODO
As primeiras pesquisas em educação tinham a característica de reproduzir os métodos das ciências naturais. Com o tempo, percebeu-u-se que a complexidade do fenômeno educativo não admititia a aplicação de tais métodos. Nesse sentido, a pesquisa em questão é de natureza qualitativa, com enfoque fenomenológico.
Os sujeitos da pesquisa são estudantes da terceira série do ensino médio de uma escola pública da rede estadual de Goiânia. São duas turmas, com aproximadamente 30 alunos cada. A proposta foi apresentada aos alunos, na qual alguns temas foram sugeridos por nós e outros por eles. Ao final das discussões, com efetiva participação dos alunos, chegou-se aos sete temas relacionados abaixo:
- · Efeito Fotoelétrico;
- · Dualidade Onda -partícula;
- · Fissão e Fusão Nuclear;
- · Origem do Universo;
- · Teoria da Relatividade;
- · Raios -X -X;
## · Raios Laser
Os alunos foram divididos em grupos, cada grupo responsável por um dos temas. Materiais didáticos sobre esses tópicos foram entregues aos alunos, ficando eles também responsáveis por procurarem mais materiais. O professor, entre a submissão do trabalho e apresentação dos pôsteres na escola, mediou os grupos, fornecendo-lhes subsídios na forma de textos diversos e artigos s que tinham relação com os temas, sejam de revistas científicas, como também de revistas de divulgação científicas, ou ainda, periódicos semanais e jornais.
As aulas foram filmadas, para registrar toda a elaboração e desenvolvimento do trabalho. O diário de de campo também foi utilizado para anotações adicionais. Durante as aulas, os alunos confeccionaram todo o material para o dia do mini-congresso. Foi exigido que o trabalho seguisse todos os ritos de um trabalho acadêmico, simulando um congresso científico, isto é, com formatação de letra, espaço, conteúdo e método. O resumo submetido pelos alunos s foi analisado e devolvido com correções, sendo este um dos instrumentos utilizados para a avaliação do trabalho. Tais avaliações foram realizadas pelo professor responsável pela atividade na escola e por um professor universitário, envolvido com o trabalho.
No dia do minicongresso, houve a participação dos pais e de toda a comunidade escolar. Os alunos apresentaram seus trabalhos na forma de pôster num clima de descontração, surgindo discussões altamente produtivas sobre questões científicas. Os pôsteres também tinham suas normas de apresentação durante o dia, fazendo com que o aluno ficasse um mínimo possível na frente do painel do seu trabalho, já que durante o minicongresso, outras atividades foram realizadas.
Somando -se as aulas nas quais os alunos debatiam os temas escolhidos, as aulas em que elaboraram o resumo e o dia do minicongresso, totalizaram-m-se 40 aulas em dois bimestres letivos .
## RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise dos resultados da pesquisa nos revela que houve interesse pela atividade, aumentando a atração dos alunos pela aprendizagem das ciências, o que é uma característica do lúdico em ensino (OLIVEIRA, 2005). Ainda em relação ao interesse, segundo Piaget et (1975), até a idade de cinco anos este processo ocorre de forma mais intensa e estamos sujeitos a um constante aprendizado durante o decorrer de toda a vida. Sendo que nesse
intervalo, pode-se constatar uma mudança de comportamento e de interação com o mumundo, que vai da total dependência a uma relativa autonomia de pensamento, havendo um rápido aparecimento da linguagem e de outras representações simbólicas.
De acordo com Piaget (1972), interesse e curiosidade fazem parte dos mecanismos de aprendizagem, através das estruturas de assimilação e de acomodação, ou seja, o interesse precede a assimilação e a motivação. Há a necessidade de haver interesse por aquilo que se vê, para que se tenha motivação e consequentemente, para que ocorra a assimilação. O autor ainda diferencia curiosidade de interesse, considerando também a curiosidade como um aspecto da assimilação.
Segundo Soares (2004), interesse é algo, sobretudo o pessoal e não material e um mesmo assunto ou objeto pode gerar diferentes interesses, de acordo do com sua apresentação e manipulação. Indicando-se assim, possibilidades práticas e ilimitadas de motivação de uma pessoa.
Houve muito interesse pela atividade, o que pode ser constatado pela motivação o do alunado durante a realização da atividade, conforme exemplificam as falas abaixo:
- A1: Professor, não sabia que a física moderna tinha temas tão interessantes. A fissão e fusão nuclear têm m relação com a bomba atômica. Vamos tentar explorar isso no nosso trabalho. A física é muito importante para a sociedade .
A24: Professor, então a física moderna foi fundamental para a criação de tecnologias como o LASER. Não sabia que a física tinha tantas aplicações no dia a dia.
Observouuse que os alunos se envolveram muito com o trabalhlho. Alguns deles fizeram propostas que até ultrapassavam os objetivos iniciais do trabalho:
A9: Profofessor, nosso tema é Raios-s-X-X. Nó s podemos visitar algum hospital e conhecer na prática o funcionamento de uma máquina de Raios-X-X? Podemos entrevistar as pessoas que tomam conta dessas máquinas e apresentar isso no dia do minicongresso?
Os resumos foram feitos no prazo estabelecido e mostraram uma razoável linguagem escrita. Houve divertimento na confecção dos mesmos, já que eles tinham que usar o computador e obedecer a algumas normas de formatação, peculiares a congressos científicos, o que gerou algumas dúvidas e discussões sobre tais necessidades de formatação. Além disso, eles se empolgaram muito com o fato de terem que enviar os resumumos para a universidade para que pudessem ser analisados e posteriormente revisados. Durante o dia do congresso, os os pôsteres foram os locais nos quais apareceram o nível de interesse pelo trabalho, já que os alunos gostam de informática e de criar situações de apresentação e a melhor forma de fazê -lo por meio de um pôster. Alguns grupos chegaram a levar alguns protótipos de alguns temas, como o raio laser, por exemplo, no qual os alunos levaram pequenos feixes de fácil obtenção. Outro grupo, levou placas de radiografia, entre outros exemplos.
Rosa (2002) trata da aprendizagem na forma usual como ela acontece, como um processo desinteressante, no qual é necessário na maior parte das vezes, que o estudante adie a satisfação de seus desejos, o que torna as atividades escolares, atividades muito sem graça.
"Em outras palavras, se neste estágio já há, de um lado, um sujeito ativo no processo de conhecimento, de outro, é esta mesma condição de sujeito que o obriga a submeter -se ou a sujeitar-s-se, num certo sentido, às exigências imposta pelos objetos a serem conhecidos. Este é um processo lento, doloroso, mas inevitável. Não é por outro motivo que as tarefas da escola e o aprender se tornam, em muitos momentos, atividades muito sem graça." (Rosa, 2002, p.61)
O uso do lúdico para ensinar diversos conceitos em sala de aula rompe com essa estrutura, na qual a aprendizagem caracteriza-se como um processo lento e muitas vezes doloroso. Charadas, quebra-a-cabeça, problemas diversos, jogos e simuladores entre outros, podem ser uma maneira de despertar este interesse intrínseco no ser humano e por conseqüência, motivá-lo para que busque soluções e alternativas que resolvam e expliquem as atividades lúdicas propostas s (SOARES, 2004).
Em termos de aprendizagem, pôde -se notar que os alunos tiveram que debater e discutir os conceitos, para que depois, os colocassem no papel, para submissão do resumo. Houve , portanto, debate de conceitos e capacidade de síntese dos mesmos, já que o resumo era restrito a duas páginas A4. Essa discussão conceitual pôde ser notada nas falas:
A2: P Professor, é... LASER é um tipo de luz que tem muita energia...
P: Ah, então LASER é um tipo de luz. O que faz com que ele tenha mais energia que uma luz comum?
- A2: A Acho que a energia que ela r recebe é maior .
- P: A energia que ela recebe é maior? Vocês concordam?
- A4: Eu acho que o LASER tem mais energia porque a luz é mais concentrada.
- P: Como assim concentrada?
A4: É. A luz é mais concenentrada. É mais fina. Ela é chamada de luz coerente. Em outros processos de emissão de luz, onde essa emissão não é estimulada como no LASER, a luz não é coerente. E Essa é a principal característica do LASER.
Houve também, um processo de avaliação foformativa, já que os examinadores dos resumos devolviam aos grupos, com correções de forma e conteúdo, o que propiciou que os alunos revessem os conceitos equivocados e a partir disso, reformulasse o trabalho.
Segundo CHATEAU2 U2 , a postura dos alunos frente à à atividade, no que concerne a personificação da figura do acadêmico e como apresentador de um trabalho de caráter científico, leva a um desenvolvimento cognitivo e uma busca por novas informações que complementem as informações iniciais propostas. Os professores envolvidos notaram que houve melhora dos alunos quanto à participação em sala de aula e em relação ao entendimento de conceitos. Ainda segundo o autor, essa personificação é uma característica do ser humano que aparece quase que exclusivamente quando da aplicação de atividades lúdicas.
A atividade se fez positiva também em relação à mudança do lócus, s, saindo da sala de aula, para o pátio e contando com a participação ativa de amigos e familiares externos à escola, seja na visitação dos painéis ou na própria ajuda na confecção dos trabalhos e experimentos ilustrativos. Isto é, segundo Huizinga (2001), ambientes externos a sala de aula, que congreguem fatores externos ao que chamamos de aulas formais, se caracterizam também como atividades lúdicas e despepertam caminhos cognitivos diferentes, o que pode melhorar a relação entre o que é assimilado e o que é acomodado.
Os pais, principalmente, ficaram extremamente excitados e empolgados quando seus filhos apresentavam o trabalho na frente dos painéis, seja parara os próprios familiares ou para outrtros visitantes do minicongresso, conforme depoimentos a seguir:
"Não imaginava que meu filho pudesse apresentar um trabalho dessa natureza. Achei muito bom ele se expressar na frente das pessoas."
"Gostei da várias aplplicações apresentadas pelos meninos. É legal saber esse negócio do Raios Laser em cirurgias."
"Esse lance da bomba atômico é coisa séria. Exige muito conhecimento. Mas a molecada falou de uma forma que até a gente que não está acostumado, entendeu."
A rerealização de atividades lúdicas não é uma tarefa fácil. Muitas resistências são encontradas pelo caminho. As primeiras dificuldades aparecem durante o processo de criação da atividade. É preciso que a liberdade de sugestões dadas aos alunos esteja dentro dos objetivos propostos pelo professor quando a atividade foi pensada.
Com relação à linguagem escrita dos alunos, pôde -se perceber uma sensível melhora em sua capacidade de expressão, considerando-se que o público de nível médio hoje, escreve muito mal. Os primeiros resumos escritos pelos alunos, antes de serem submetidos oficialmente aos examinadores, tiveram correções pelo professor da atividade, principalmente no que se refere ao uso adequado da língua portuguesa, o que possibilitou, segundo relatos da professora de português, uma maior procura por ela, para tirar dúvidas referentes a expressão escrita.
## CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pelos resultados encontrados, verificamos que o minicongresso é uma alternativa viável como proposta de ensino; pois aliado à inserção de tópicos de física moderna e contemporânea no ensino médio, permite que os alunos discutam e conversem sobre física e sobre ciência em um ambiente de descontração, favorável para aprendizagem de conceitos, aumentando o interesse dos estudantes s papara a aprendizagem das ciências.
Acreditamos que essa atividade tenha dado contribuições para a inserção de tópicos de física moderna e contemporânea no ensino médio, principalmente sobre seu aspecto de
formação de uma visão mais correta da natureza do trabalho científico, pois pôde-se perceber que o interesse dos alunos pelos temas estudados foi grande, sendo viável trabalhar com esses temas nesse nível de ensino.
## REFERÊNCIAS
BROUGÈRE, Gilles. J Jogo e Educação. Porto Alegre, 1998 .
CHATEAU, J. O Jogo e a Criança. E Editora Summus, 1987 .
HUIZINGA, J. H Homo Ludens. Editora Perspectiva, 2001 .
MACHADO, D.I. Construção de Conceitos de Física Moderna e sobre a Natureza da Ciência com o Suporte da Hipermídia. Tese de Doutorado. Universidade Estadual Paulista, 2 2006 .
OLIVIVEIRA et al. Física Moderna no Ensino Médio: o que dizem os professores. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 29, n. 3, p. 447-454, 2 2007 .
OSTERMANN, F., MOREIRA, M.A. Uma revisão bibliográfica sobre a área de pesquisa "Física moderna e contemporânea no ensino médio". Investigações em ensino de ciências, 2000 .
ROSA, S.S. Brincar, Conhecer e Ensinar. r. São Paulo, 2002. Editora Cortez.
SOARES, B.F.H.M. O Lúdico em Química: Jogos em Ensino de Química. São Carlos-SP, 2004. Tese de Doutorado.
RAMOS, E. M. F. Brinquedos e Jogos no Ensino de Física. São Paulo-o-SP, 1990. Dissertação de Mestrado. o.
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