Diversão com Ciência e Arte - o Nascimento de um Museu de Ciências
Silvia Martins, Daniela Jacobucci, Eduardo Takahashi, João Marcus Neres, Miguel Mandú Bonfá, Rafaella Librelon Faria, Thonson Ferreira Costa
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2009
- Data
- 29/01/2009
- Linha de pesquisa
- Divulgação Científica E Comunicação No Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## Diversão com Ciência e Arte - - o Nascimento de um Museu de Ciências
Silvia Martins 1,2 , D Daniela Jacobucci1,3, Eduardo Takahashi1,2 , Miguel Mandú Bonfá1,2, Rafaella Librelon Faria1,3 , Thonson Ferreira Costa1,2
- 1 Universidade Federal de Uberlândia/ Museu de Ciências da DICA/dica@infis.ufu.br
- 2 Universidade Federal de Uberlândia /Instituto de Física/infis@infis.ufu.br
## Resumo
As pessoas convivem com fenômenos e tecnologias provenientes de conhecimentos científicos, entretanto, por desconhecerem os conteúdos sobre ciência que permitem a compreensão do mundo que as rodeia, não valorizam a pesquisa e se tornam alheias ao processo de construção plena da cidadania. Em meados de 2005 , uma equipe de professores da UFU (Universidade Federal de Uberlândia) conseguiu aprovar junto a FAPEMIG (Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Minas Gerais) o projeto " Ciência , Diversão e Arte", que possibilitou a aquisição de experimentos na área de Físísica. Durante esse tempo aconteceram as primeiras atividades itinerantes de popularizaçação da Ciência na cidade de Uberlândia -- MG. A A aprovação de mais projetos e a soma de novos parceiros tornaram possívível a existêtência do Museu de Ciências da DICA - Diversão o com Ciência e Arte (DICA). A equipe da DICA passou por momentos importantes de capacitação e reavaliação de suas atividades e pepela perseverança de todos este trabalho cresceu. Hoje o Museu conta com um e espaçaço próprio para suas exposiçições e acaba de inaugurar o Parque da DICA. O Museu da DICA pretende aliar diversão e arte para envolver os visitantes nas descobertas das Ciências. Com esta nova proposta, acredita-se que a DICA possa, definitivamente, fazer parte da cultura desta cidade e região, seja com atividades voltadas para escolas ou em momentos de abertura ao público geral . Esse trabalho apresenta a trajetória deste Museu de Ciências, permitindo uma reflexãxão acerca das dificuldades e conquistas de um espaçaço de divulgação cientifica que é fruto da perseveverança de sua equipe de pesquisadores e da dedicação de seus monitores. Espera-s-se com isso contribuir para aqueles que estão iniciando o trabalho na área de divulgação científica.
Palavras -c -chave: Divulgação Científica, Museu de Ciências, exposições
## 1. Museus de Ciências
Atualmente, no mundo todo, os museus de ciências estão reestruturando suas exposições e atividades para atrair cada vez mais visitantes e possibilitar um retorno permanente dessas pessoas. Segundo Gouvêa e colaboradoras (2001), como o museu é aberto e o visitante tem livre escolha de percursos, o espaço deve ser organizado de modo a conquistar o público, para que as pessoas possam
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26 a 30 de Janeiro de 2009
espontaneamente compartilhar o momento da visita, trocando idéias, informações, impressões e emoções.
Um museu de e ciências precisa estruturar suas atividades de forma que o público possa se interessar pelos assuntos tratados logo na primeira visita, uma vez que não há como prever quando os visitantes retornarão ao espaço. Nesse sentido, vários recursos, técnicas e estratégias expositivas nos centros e museus de ciências têm transformado a relação entre o objeto exposto e o visitante em uma interação dinâmica, que envolve a participação ativa do público. Segundo Maurício (1992), atualmente a inovação desses espaços não 1 está somente em aparatos do tipo hands on1 n1 , e sim, em exibições interativas que propiciam ao visitante tomar decisões e descobrir suas conseqüências.
No exterior, os museus de ciências são percebidos como locais de entretenimento e de diversão familiar. Vários museus ficam abertos para visitação à noite com atividades sobre os animais de hábito noturno, oferecem pacotes de férias para acampamento nas dependências do museu, e até mesmo chegam a realizar eventos de formatura e festas de aniversário com temáticas científicas.
Essas inovações nas exposições dos museus de ciências e atividades para o público em geral e escolar podem ser observadas através de visitas virtuais às páginas desses espaços na Internet, disponíveis na Biblioteca Virtual de Museus de Ciência e Divulgação Científica 2 2 e no Catálogo de Centros e Museus de Ciências do Brasil (BRITO et al.l., 2005), da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciências (ABCMC) - - http://www.abcmc.org.br. r.
No Brasil há museus de ciências de última geração que não deixam nada a desejar aos museus do exterior, mas, pelas características regionais, amplidão geográfica e histórico da implantação dos museus de ciências no país, esses núcleos de divulgação científica estão concentrados nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. No entanto, esse cenário provavelmente mudará em poucos anos. Desde 2001, com maior aporte de recursos do Governo Federal para a popularização da ciência e tecnologia, estão surgindo centros e museus de ciências em cidades de médio e grande porte em todas as regiões do país, principalmente vinculados a Universidades Públicas. Em um documento lançado recentemente pela Academia Brasileira de Ciências 3 , é possível observar que os esforços para fomentar a divulgação científica envolvem o financiamento de projetos e a realização das olimpíadas de ciências e da Semana de Ciência e Tecnologia.
Para Sabbatini (2003), os museus e os centros de ciências se destacam na atual discussão sobre a criaçãção de uma cultura científica generalizada para toda a sociedade, como instituições capazes de conectar os avanços e as questões relacionados com a ciência e a tecnologia aos interesses do cidadão comum. Seus
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objetivos principais são aumentar a consciência sobre o papel e a importância da ciência na sociedade, proporcionando experiências educativas para que os usuários compreendam princípios científicos e tecnológicos, despertando um interesse pela ciência e pela tecnologia, que sirva de estímulo para aproximações posteriores.
Os novos museus e centros de ciências poderão se constituir como espaços não -f -formais de Educação, aproximando a sociedade do conhecimento científico e contribuindo para a promoção de debates sobre o que é Ciência, quem são os cientistas, como a pesquisa científica é realizada, o que é o método científico, como a Ciência é divulgada, quem financia a Ciência no país, quais os principais interesses político-econômicos na pesquisa científica, dentre tantos outros assuntos de relevância para a formação cultural e científica do cidadão. Esses espaços de Ciência e Cultura serão aliados das escolas e da mídia na formação da cultura científica brasileira. Para tanto, há de se pensar em criar esses novos espaços e recheá -los com a história da Ciênc ia e dos pesquisadores brasileiros, conectando os fatos comuns do dia -a-dia ao conhecimento científico, através de exposições interativas e cativantes, onde a música, a dança, as artes plásticas, o folclore e as inovações digitais possam estar permeando os conteúdos de Ciência e mexendo com o imaginário dos visitantes.
Dentro deste contexto, o Museu de Ciências da DICA - Diversão com Ciência e Arte (DICA) está se consolidando na Universidade Federal de Uberlândia e tem como proposta promover a divulgação científica de forma divertida. Este artigo apresenta uma avaliação do processo de consolidação da DICA, a partir de um retrospecto histórico de suas ações.
## 2. O Espaço Ciência do Triângulo Mineiro
As pessoas têm convivência cotidiana com fenômenos e tecnologias provenientes de conhecimentos científicos, entretanto, por desconhecerem os conteúdos sobre ciência que permitem a compreensão do mundo que as rodeia, não valorizam a pesquisa e se tornam alheias ao processo de construção plena da cidadania. Sendo assim, uma equipe de pesquisadores do Instituto de Física (INFIS) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) identificou a necessidade de criação de um espaço para a discussão de temas científicos, para desmistificar a ciência entre a população, em especial ao público escolar. Acreditou-se que a cidade de Uberlândia - - MG, com aproximadamente 650 mil habitantes, seria um lugar privilegiado para o estabelecimento de um espaço como este , pois possui uma grande importância regional, por ser uma cidade referência para diversas cidades na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. A partir da aprovação do projeto "Ciência, Diversão e Arte", pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) em 2004, que permitiu a aquisição de e alguns "brinquedos científicos" e duas bolsas para monitores, foi possível iniciar em meados de 2005, um espaço de divulgação científica em Uberlândia.
No início, não havia um espaço físico designado para o projeto e, portanto, as atividades realizadas eram itinerantes e os "brinquedos científicos", todos da area de Física eram levados para eventos em escolas, parques municipais ou mesmo nos campi i da Universidade Federal de Uberlândia. As exposições eram mediadas pelos dois monitores bolsistas e alguns monitores voluntários, que foram selecionados
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pelo conhecimento na explicação dos conceitos físicos envolvidos e, no caso dos monitores voluntários, pela disponibilidade para participar do evento. Durante esse primeiro ano de existência foram realizados 4 eventos, sendo que um deles aconteceu em uma escola municipal de Uberlândia e manteve os experimentos à disposição por dois meses.
Em 2006, a equipe do INFIS estabeleceu uma pareceria com pesquisadores do Instituto de Biologia (INBIO) e com a Escola de Educação Básica da UFU (ESEBA), ampliando assim as possibilidades de ação, permitindo que o projeto passasse a oferecer atividades multidisciplinares. A partir desta parceria a direção da ESEBA ofereceu um espaço físico para a realização das atividades, composto por uma casinha de 30 m 2 2 e pelo pátio da escola. Esse espaço poderia ser utilizado em atividades de divulgação científica nos momentos em que a escola não estivesse utilizando -o em aulas de educação física, horários de recreio ou ainda os eventos escolares que ocorriam nos fins de semana. Apesar de pequeno e restrito, esse espaço representou um progresso nas ações de divulgação realizadas pela equipe por diminuir a necessidade de transportes das atividades e possibilitando a organização de eventos regulares. Nesse momento foi Inaugurado o "Espaço Ciência do Triângulo Mineiro" (Figura 1), que esteve aberto, durante o ano de 2006 e início de 2007, o Espaço Ciência do Triângulo Mineiro esteve aberto na ESEBA para visitação de escolas da região com dois horários semanais de uma a hora e meia e realizou 4 eventos abertos ao público aos sábados.
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Figura 1: (a) Casa de 50 m 2 2 que abrigavava o Espaço Ciência do Triângulo Mineiro, com exposição científica em área externa na Escola de Educação Básica da UFU - - ESEBA; (b) Área interna do Espaço Ciência do Triângulo Mineiro - - visitantes interagindo com o equipamento de físísica Gerador de Van der Graaf.
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Inúmeras foram as dificuldades encontradas pela equipe nesta fase, algumas devido à falta de estrutura física e de mobilidade, pois o transporte era feito por carros da UFU, quando disponíveis.
No final de 2006 foi aprovado novo projeto junto à FAPEMIG "Mais ciência e Educação para a Região Oeste de Minas: Consolidação do Espaço Ciência do Triângulo Mineiro", ", oficializando a parceria com o INBIO e a ESEBA, que possibilitaria à equipe ampliar suas atividades, adquirindo novos e equipamentos s tanto na área de física como de biologia.
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Com a ampliação do acervo, tornou-se fundamental uma reestruturação do Espaço Ciência do Triângulo Mineiro. Dentre as inovações propostas pela equipe foi alterado o nome do espaço, com o intuito de torná-lo mais atrativo e relacioná-lo a um museu de ciências. Com isto, o novo nome passou a ser Museu de Ciências da DICA -- Diversão com Ciência e Arte .
## 3. O Museu de Ciências da DICA - Diversão com Ciência e Arte
Como o espaço físico na ESEBA estava pequeno para a acomodação do acervo da DICA, da equipe técnica e dos visitantes, em maio de 2007 foi negociada com o Instituto de Física a liberação de um espaço para o museu de ciências no 2 campus Santa Mônica, composto por uma sala de aproximadamente 50 m2 m2 , uma praça com 6 jardins, uma área que era utilizada como estacionamento, além de alguns corredores do Instituto de Física que podem ser usados para as atividades da DICA.
Durante o ano de 2007 foi realizada uma reestruturação no projeto para viabilização das atividades neste novo espaço físico, buscando soluções inovadoras para melhor aproveitamento do mesmo.
Como o espaço interno não é muito grande, foram propostas atividades que podem ser desenvolvidas do lado de fora da sala, ao ar livre e nos corredores do do Instituto. A Além disso, a equipe se preocupou em discutir a nova forma de realização das atividades, de modo a possibilitar que o espaço tivesse uma visibilidade maior pela comunidade, promovendo a divulgação científica e discussões sobre ensino de ciências.
Preocupados com a visibilidade dos trabalhos desenvolvidos e a identidade do Museu de Ciências, a equipe percebeu a necessidade de desenvolvimento de uma logomarca para a DICA (Figura 2), além da elaboração da sua imagem visual. Para a elaboração da logomarca, contamos com uma profissional da área de Comunicação Social, com habilitação em publicidade e propaganda que desenvolveu voluntariamente essa atividade.
Figura 2: : Logomarca da DICA
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Neste momento, a equipe voltou-s-se para o estudo de trabalhos na área de museu de ciências e espaços não formais de educação com a ajuda de uma pesquisadora da area de divulgacao cientifica que integrou a equipe a partir de uma bolsa de apoio tecnico. Deste modo, viu-s-se a necessidade de adequar sua imagem à nova identidade que estava nascendo nesse processo. Com isto, identificou-se a
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necessidade de buscar uma formação adequada para os monitores , pois compreendeu-s-se que o conhecimento do conteúdo envolvido não era suficiente para uma boa mediação, deste modo, foi elaborado um planejamento de fomação de monitores que, num primeiro momento procurou formar os 4 estagiários que estavam envolvidos diretamente com o projeto , para tanto foi criado um grupo de discussão via web, na plataforma Yahoo (http://br.groups.yahoo.com/group/centrodecienciasufu/) promovendo o estudo teórico e discussões sobre museus de ciências, o ensino de ciências em espaços não -f -formais e o papel do monitor nesses espaços.
Essa preparação abriu os horizontes dos monitores do projeto e mudou a relação do público com as ações do museu. Das experiências acumuladas por esses monitores, que atuaram na DICA antes e depois dessa preparação foi elaborado por eles, com a orientação da coordenadora do museu o curso de formação de monitores para preparar os novos monitores que integrarão a equipe e os monitores voluntários que trabalham em eventos exporádicos realizados pelo museu. Alguns monitores formados pelo curso já estão trabalhando na DICA e pudemos observar que com esta preparação, os monitores percebem melhor a proposta de funcionamento do Museu e abraçam as ações de divulgação científica de forma mais consciente que os monitores que iniciam seu trabalho apenas preocupados em transmitir informações sobre os experimentos.
Para complementar as ações da DICA, fazendo divulgação científica com ações reais e virtuais, no final de 2007 foi aprovado, também junto à FAPEMIG o projeto "Diversão com Ciência e Arte - A DICA e sua Imagem". Este pro jeto abriu duas novas frentes de trabalho na consolidação do Museu de Ciências da DICA, primeiramente a criação do Parque da DICA A (Figura 3), que ampliou as possibilidades ação da DICA, integrando o espaço externo de jardins ao Museu. Além disso, está sendo elaborado um ambiente virtual em que serão desenvolvidas atividades complementares de divulgação científica, com o apoio e orientação de uma mascote. Essa mascote guiará os visitantes da DICA pelas atividades disponíveis (reais e virtuais), com questionamentos que terão como objetivo de despertar a curiosidade e provocar novas visões sobre o mundo que nos rodeia.
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Figura 3: Fotos do Parque da DICA , que representa a ampliação mais recente do espaço do Museu de Ciências da DICA e a equipe de monitores do do ultimo evento .
## 4. Discussão
Ao apresentar a experiência da equipe da da DICA , durante esse tempo de implementação de suas atividades e mostrar como o estudo teórico possibilitou a definição de uma identidade própria, abrindo espaço para ações inovadoras , espera -s -se contribuir r para aqueles que estão iniciando o trabalho na área de divulgação científica.
A existência do Museu de Ciências da DICA - Diversão com Ciência e Arte, é fruto da perseverança de sua equipe de pesquisadores e da dedicação de seus monitores. Hoje o museu está aberto à visitação de escolas de Uberlândia e região durante a semana e aoaos os sábados tornou -se uma opção de lazer para famílias, jovens e crianças que podem brincar e discutir ciências nas dependências do Museu. Fica então o convite a todos para conhecerem esse trabalho, ao visitarem Uberlândia ou pela internet através do s site www.infis.ufu.br/dica .
## Referências
BRITO, Fátima; FERREIRA, José Ribamar; MASSARANI, Luisa. (coords.) C Centros e Museus de Ciências do Brasil . Rio de Janeiro: ABCMC: UFRJ, Casa da Ciência: FIOCRUZ, Museu da Vida, 2005.
GOUVÊA, Guaracira; VALENTE, Maria Esther; CAZELLI, Sibele; MARANDINO, Martha. Redes Cotidianas de Conhecimentos e os Museus de Ciências. Brasília: Parcerias Estratégicas, 11, 169 - - - 174, 2001.
MAURÍCIO, Luiz Alberto. Centro de Ciências: origens e desenvolvimento - - uma relação sobre seu papel e possibilidade dentro do contexto educacional. São Paulo, 1992. Dissertação de Mestrado. Instituto de Física/Faculdade de Educação - Universidade de São Paulo.
SABBATINI, Marcelo. Museus e Centros de Ciência Virtuais. Disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/cultura/cultura14.shtml. l. AcAcesso em 28 de julho de 2003.
## Agradecimentos
Agradecemos à Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG pelo apoio financeiro que tornou possível a existência do Museu de ciências da DICA - Diversão com Ciência e Arte .
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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.