CLUBES DE CIÊNCIAS: UMA ALTERNATIVA PARA MELHORIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS E ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NAS ESCOLAS
Jeremias Borges Da Silva, André Maurício Brinatti, Silvio Luiz Rutz Da Silva
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2009
- Data
- 29/01/2009
- Linha de pesquisa
- Divulgação Científica E Comunicação No Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
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## CLUBES DE CIÊNCIAS: UMA ALTERNATIVA PARA MELHORIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS E ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NAS ESCOLAS
## JEREMIAS BORGES DA SILVA1 A1 , ANDRÉ MAURÍCIO BRINATTI 2 , SILVIO LUIZ RUTZ DA SILVA 3
1UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA/DEPARTAMENTO DE FÍSICA, A, silvajb@uepg.br
2UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA/DEPARTAMENTO DE FÍSICA, brinatti@ i@uepg.br
3UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA/DEPARTAMENTO DE FÍSICA, rutz@uepg.br
## Resumo
Nos últimos anos o desenvolvimento da ciência e da tecnologia tem provocado mudanças drásticas na sociedade. Cresce a preocupação com a capacidade do cidadão em se adaptar as novas realidades. Além disso, é preocupante a falta de professores, e o baixo número de formandos, nas áreas de ciências. Questiona-se ainda a estrutura curricular e disciplinar do ensino que causa um engessamento em conteúdos distantes da realidade dos estudantes. Neste trabalho apresentam-m-s-se alguns resultados do desenvolvimento de um projeto para criação de Clubes de Ciências em cidades do Paraná com baixo índice de desenvolvimento humano. O Objetivo é mostrar a contribuição deses clubes para o processo de ensino - - aprendizagem na escola básica. Os Clubes de Ciências são criados a partir de escolas públicas de educação básica. Esses clubes funcionam em contra turno como um ambiente alternativo de ensino, aprendizagem e divulgação de ciências. A equipe do projeto organiza a criação, treina os sócios e ajuda na manutenção dos Clubes, orientando projetos e realizando palestras. A equipe é composta de alunos de Licenciatura da Universidade Estadual de Ponta Grossa, coordenados por professores do curso de Licenciatura em Física. Diferentemente de centros e museus de ciências esses ambientetes permitem o aprofundamento dos estudos e discussões e o desenvolvimento de uma iniciação científica. As reuniões dos clubes são divididas em dois momentos: um momento coletivo e um momento de grupo. No primeiro todos discutem sobre as atividades e o aprendizado, as próximas ações coletivas e de grupos e problemas do Clube. Nesse momento pode-se observar a eficiência da aprendizagem sócio - - interacionista. No segundo, os grupos desenvolvem seus projetos e discussões específicas.
Palavras -c -chave: Clube de ciências, divulgação da ciência, atividades em contra turno.
## INTRODUÇÃO
Percebem -s -se atualmente uma clara deficiência no aprendizado dos alunos de ensino médio no tocante às chamadas ciências (Física e Química
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26 a 30 de Janeiro de 2009
principalmente). Isso é observado nos resultados das avaliações das escolas básicas do Brasil, nos vestibulares e no ENEM. As razões para esse problema são temas de estudos para pesquisadores da área de ensino de ciências, no entanto, algumas são consensos nessa comunidade. Ensino distante da realidade e do cotidiano do aluno, a falta de professores pesquisadores de sua prática, os salários, a necessidade dos professores atuarem em várias escolas, a baixa carga horária para cumprir um programa, e as restrições para a aplicação de novas estratégias de ens ino, estão entre estas. Apesar do esforço de alguns professores, a competição com atividades de lazer, e outras distrações fazem com que os estudantes ainda achem essas disciplinas difíceis e distantes da realidade de seu dia a dia.
Hoje se exige da escola a formação de alunos -cidadãos conscientes e críticos, pois é preciso preparar os alunos para agirem com cidadania interferindo ativamente na sua comunidade. Eles devem ser capazes de se inserirem na sociedade, participarem dela e contribuírem para seu progresso (BRASIL, 1998; BRASIL 2002; PARANÁ, 2005). Dessa forma, exige -se mais do professor do que simplesmente repassar informações, exige-se um conhecimento de cultura científica, da importância da ciência no desenvolvimento da sociedade, do contexto interdisciplinar e seus temas transversais, que emergem em conseqüência do desenvolvimento científico. O professor deve conhecer os alunos e sua comunidade, pois o processo de ensino aprendizagem deve partir do conhecimento trazido por eles, fruto de suas experiências de vida em seu contexto social e de sua cultura.
A existência de um ambiente de discussão, de estudo e debate da ciência, afastado da rigidez da sala de aula é de fundamental importância, pois o domínio da cultura científica é instrumento indispensável à participação política e cidadã. Não há como participar de uma sociedade, como agente de transformação, sem uma ciência básica. Trata -se de uma condição essencial para formar pessoas criativas e participativas, capazes de atuar na sociedade. Assim, um Clube de Ciências tem a finalidade de criar esse ambiente, tendo como base a ciência, a tecnologia, a sociedade e meio ambiente, já que as questões científicas não estão isoladas do contexto social, político, ambiental e econômico dos estudantes.
- O Clube de Ciências apresenta-se como um local onde as atividades são desenvolvidas em horário de contra -turno. Essas atividades são voltadas ao estudo, desenvolvimento de projetos e debates sobre temas que envolvem ciências. É um local onde os sócios expõem suas idéias, suas curiosidades e buscam construir seus conhecimentos usando a metodologia científica.
As atividades desenvolvidas no Clube de Ciências ampliam os horizontes dos alunos com relação ao mundo exterior à escola e às inúmeras possibilidades de atuação enquanto cidadão e profissional. Os estudantes passam a conhecer o que está além do âmbito escolar e a adquirirem uma formação humana mais global, não somente baseada em experiências pragmáticas ou tecnicistas. Isto é, o estudante é levado a uma realidade repleta de opções ausentes no microcosmo do saber sensocomum.
Esse processo de curiosidade, de busca e transmissão de um conhecimento faz com que o aluno passe de um ser passivo no seu aprendizado para ativo, não só no aspecto cognitivo, mas também ém nas relações sociais dentro e fora da sala de aula. Quebra -se, então, o paradigma educacional em que o professor é o único detentor do conhecimento para se dar lugar a um aluno agente, capaz de investigar cientificamente e de buscar respostas aos seus questionamentos. Além disso, ao
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entender o aluno como parte integrante do processo de construção do saber, todas as experiências já vivenciadas por ele passam a permear o conhecimento, aproximando-o -o da realidade dos alunos. Segundo, Dayrell (1999) "apreender r a escola como construção social implica, assim, compreendê-la no seu fazer cotidiano, onde os sujeitos não são apenas agentes passivos diante da estrutura".
No desenvolvimento de suas atividades, o Clube de Ciências tem o papel de oferecer ao aluno "condições de refletir, criticamente, sobre as grandes questões contemporâneas" (TUTTMAN et al., 2003) e assumir um posicionamento claro perante elas. Sendo assim, o Clube tem como principais objetivos desenvolver nos alunos, através da pesquisa e da reflexão, o saber científico, cultural e social; levar o estudante a problematizar temas e a buscar parcerias que o levem à solução dessas questões; oportunizar infra-estrutura e espaço físico acolhedor aos participantes para que desenvolvam projetos e construam formas de transmiti-los; viabilizar a troca de experiências entre alunos de diferentes idades e níveis de conhecimento; favorecer ao monitor/graduando e graduado o contato com o ambiente escolar, a oportunidade de adquirir novas experiências que o auxiliem como futuro professor e criar estratégias de produção de conhecimento que integrem os alunos, a Escola e a Sociedade. O cumprimento desses objetivos faz parte de um processo formador e educativo. Por meio dele, reflexões, diálogo e ações concretas em relação ao viver do cotidiano escolar incentivam os alunos a se tornarem multiplicadores de uma melhor qualidade de vida e a contribuírem para a construção de um mundo melhor (ANDRADE; COSTA, 2007).
Neste contexto, um Clube de Ciência passa a ser um rico ambiente de ensino -aprendizagem para professores do ensino básico, e para acadêmicos de Licenciatura. Nesse ambiente é possível aplicar novas metodologias sem o engessamento curricular e formal da sala de aula. Além disso, a criação de clubes nas escolas pode se totornar uma atividade profissional extra - - sala, como ocorre com as atividades esportivas e culturais. Pela riqueza de aprendizado, para os acadêmicos a participação dentro de um clube pode ser um frutífero campo de estágio.
Nesse trabalho apresentamos os reresultados de um projeto para criação de Clubes de Ciências em escolas de ensino básico em três cidades do Paraná: Ipiranga, Teixeira Soares, escolhidas por estarem numa região de baixo IDH (índice de desenvolvimento humano) no Estado. Esse projeto faz parte do Programa Universidade sem Fronteiras, da Secretária de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI/PR), dentro do subprograma "Apoio às Licenciaturas". A proposta do projeto é reunir estudantes interessados em formar o Clube e ajudar em seu funcionamento, colocando à disposição uma equipe com acadêmicos de Licenciatura e professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Além de participar da organização inicial do Clube, a equipe ajuda inicialmente como coordenadora de atividades, monitores, palestrantes e no desenvolvimento e aprofundamento dos projetos.
- O objetivo desse trabalho é mostrar mostrar com o desenvolvimento de atividades orientadas pode fazer dos Clubes de Ciências um importante ambiente de aprendizagem que pode contribuir para a melhoria do ensino de física, e em geral das disciplinas de ciências, tornando seus conceitos e seus métodos familiar aos estudantes. Sem a pressão do ensino formal a aprendizagem deixa de ser mecânica e passa a ser significativa.
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## METODOLOGIA
Os Clubes implantados usam como base Colégios das cidades, já citadas, com ensino médio e fundamental. Inicialmente a proposta da criação do Clube de Ciências é levada à direção do Colégio e aos professores das áreas de ciência do ensino médio e fundamental. Em seguida, é realizada a divulgação chamando alunos interessados em participar da criação do Clube de Ciências no Colégio. Em uma palestra é apresentado o que é, e como funciona, um Clube de Ciências, ressaltando -se o caráter não formal, e a independência das atividades do Clube em relação à escola, e também a responsabilidade que deve assumir cada sócio, pois não é obrigatória a participação. A proposta do projeto é claramente explicada, definindo -se inclusive os dias das reuniões.
O primeiro Clube foi implantado na cidade de Ipiranga, usando como base o Colégio Estadual Claudino dos Santos, que conta com aproximadamente 1450 alunos, sendo o único na zona urbana. Nesse Colégio o Clube foi formado inicialmente com estudantes do turno matutino, que tetem em torno de 480 alunos, a partir da quinta série do ensino fundamental até o ensino médio. O segundo implantado na cidade de Teixeira Soares no Colégio Estadual João Negrão Jr., com 970 alunos também é a única escola Urbana. Nesse Colégio a formação inicial contou apenas estudantes de Ensino Médio.
As atividades dos Clubes se desenvolvem em contra turno, um dia por semana, em reuniões com duração de 2 horas. Devido à novidade da proposta, a equipe do projeto realizou inicialmente as atividades para despertar a curiosidade dos estudantes e definir projetos a serem desenvolvidos. Todas as atividades foram executadas usando -s -se metodologias e abordagens das teorias de aprendizagem Construtivista. As atividades foram trabalhadas para que os estudantes percebessem a importância da metodologia científica.
Sob orientação da equipe do projeto as reuniões são desenvolvidas em duas partes: um momento de discussão coletiva e outro de desenvolvimento de atividades em grupos menores. No primeiro momento são apresentadas para todas as atividades desenvolvidas em cada grupo, as idéias, propostas e sugestões, além da discussão de assuntos relacionados ao Clube. Em seguida, os grupos menores, formados de acordo com o tema escolhido, se reúnem para realização das atividades mais específicas. Dentro de cada tema e projetos, as atividades são desenvolvidas de forma a satisfazer a curiosidade dos membros do clube. Projetos, experimentos, discussões e estudos mais aprofundados são definidos pelos próprios sócios estudantes.
A equipe de execução do projeto é composta de cinco acadêmicos de Licenciatura (quatro em Física e um em Biologia), um egresso do Curso de Bacharelado em Física, ex-professora no Colégio Claudino dos Santos e três professores do curso de Licenciatura em Física, um com formação em Química. A finalidade da equipe é treinar os sócios para assumirem todas as atividades do clube, desde sua estrutura organizacional até o desenvolvimento de suas atividades científicas.
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## RESULTADOS
- O Clube de Ciências em Ipiranga cononta hoje com a participação regular de 38 estudantes, oriundos do ensino fundamental, de sexta a nona série e do ensino médio. Na cidade de Teixeira Soares a participação é de 28 estudantes sendo exclusivamente do ensino médio. Percebeu -s -se inicialmente grande entusiasmo dos estudantes pela novidade da proposta, mas há uma competição com as atividades esportivas, empregos e outras ocupações, o que reduz o número de participantes no decorrer do tempo. Nas escolas nessas cidades não há aulas práticas. Em Ipiranga existe um laboratório bem equipado, mas raramente é usado, enquanto que em Teixeira Soares não há laboratórios. As duas escolas têm laboratório de informática e acesso a internet.
- O Clube em Ipiranga apresenta uma diversidade que tem enriquecido bastante as discussões, permitindo aos acadêmicos realizarem observações que contribuem bastante para as suas formações. Claramente observa-s-se o processo de aprendizagem sócio-interativo de Vigostky (Vigostky). Estudantes de ensino fundamental, inicialmente tímidos e retraídos, agora participam ativamente das discussões, mostrando inclusive mais curiosidade e concentração nas atividades.
Nesse Clube várias atividades foram desenvolvidas. A primeira atividade foi montagem de um terrário, a partir do qual foi desenenvolvida uma atividade de construção de um mapa conceitual (MOREIRA; MASINI, 1982) para tornar possível a verificação do conhecimento prévio dos estudantes em relação ao meio ambiente e ao aquecimento global. Esta atividade proporcionou a divisão dos participantes do Clube em grupos de interesse em temas específicos: clima, seres vivos, água e poluição. A partir de então foram desenvolvidos diversos projetos de investigação. Destacamos uma atividade transdisciplinar envolvendo um ciclo de experimentos, cujo sucesso foi observado quando no final da atividade os estudantes conseguiram entender os fenômenos de capilaridade, tensão superficial e absorção de água pelas plantas e conectá-los com os problemas causados pela poluição. Evidenciando uma aprendizagem significativa na abordagem de Ausubel (AUSUBEL).
A atividade que causou mais interesse foi a discussão de reportagens divulgadas na mídia sobre fatos que causaram grande impacto na sociedade. Estas reportagens estavam no contexto dos temas que vinham sendo tratados nas reuniões do clube. Na discussão os estudantes destacaram vários conceitos que envolviam as áreas de física, química e biologia, além do funcionamento de equipamentos tecnológicos. Durante todo o processo de leitura e discussão os membros dos grurupos se mostraram atentos, interessados e participativos.
Na cidade de Teixeira Soares as atividades do Clube é mais recente, e a equipe do projeto desenvolve um trabalho mais intenso na metodologia científica. As atividades escolhidas pelos estudantes giram em torno do que observam em experimentos mostrados na televisão e em centros de divulgação de ciências, e objetos tecnológicos. O Clube chega para satisfazer a curiosidade estudantes no aprofundamento das suas vivências cotidianas. As atividades desenvolvidas complementam a formação dos estudantes em um ambiente construído e direcionado por eles.
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## CONCLUSÃO:
Um Clube de Ciências é uma importante alternativa para melhoria do ensino de ciências nas escolas do ensino básico. Um importante meio de divulgação da ciência, de seus métodos e sua influência no dia a dia do cidadão. É um ambiente que vai além daqueles dos centros e museus de ciências. A curiosidade não é só despertada, mas também satisfeita, pois a procura pelo conhecimento vai além da observação. Passa pelo estudo, discussão e pelo uso da metodologia científica. Todo o modo de funcionamento dos Clubes indica que o processo de ensino aprendizagem é mais eficiente, inclusive de que feiras de ciências.
- O papel da equipe do projeto na criação dos Clubes é de fundamental importância para organização inicial, orientação e treinamento dos sócios. Embora, o Clube deva caminhar sob a direção dos próprios sócios estudantes a interação com a Universidade é essencial para sua evolução e mesmo manutenção.
Para os acadêmicos licenciandos, os Clubes têm mostrado serem um excelente ambiente de desenvolvimento e aplicação dos conhecimentos estudados nos seus cursos. O contato com alunos da educação básica, com a escola e com o ambiente na qual esta está inserida fornece uma rica experiência. Assim, as atividades desenvolvidas podem fazer parte de seus currículos como atividade de prática de ensino ou mesmo como uma parte seus estágios.
## AGRADECIMENTOS
Agradecemos o apoio da direção do Colégio Estadual Claudino dos SaSantos, em Ipiranga, aos acadêmicos membros da equipe do projeto, e do Colégio Estadual João Negrão Jr. e da SETi / Programa Universidade Sem Fronteiras.
## Referências
ANDRADE, Karen A.; COSTA, Maria C. Dias. Clube de Ciências e Cultura - uma integração esc ola e sociedade. Revista Eletrônica Trabalho e Educação em Perspectiva , n.2, ed., Belo Horizonte: NETE - UFMG. 2007.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental Parâmetros Curriculares Nacionais: Terceiro e Quarto Ciclolos do Ensino Fundamental - Ciências Naturais.Brasília: MEC/SEF, 1998. 139 p.
\_\_\_\_\_\_. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Média e Tecnológica PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares NaNacionais - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. 144 p.
FANTÁSTICO, 4005,00.html ,
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1679423 -
DAYRELL, Juarez. A escola como espaço sócio-cultural. Múltiplos olhares sobre a educação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999. p 136-6-161.
MOREIRA, M.A. e MASINI, E.F.S. (1982) Aprendizagem significativa: a teoria de aprendizagem
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de David Ausubel. São Paulo: Editora Moraes.
PARANÁ. Secretaria da Educação do Estado do Paraná. Siperintendência de Ensino. Departamento de Ensino Médio. Orientações Curriculares de Física. Paraná: SEED, 2005. Disponível em: <
http://www.seed.pr.gov.br/portals/portal/institucional/dem/semana\_pedagogica/fisica. pdf >. Acesso em: 26 mar. 2007.
TUTTMAN, Malvina Tânia; CORRÊA, Edison José; SOUSA, Ana Inês. Panororama dos programas de bolsas de extensão existentes nas instituições de ensino superior públicas brasileiras. Revista Brasileira de Extensão Universitária, a, v.1, n.1, p. 1620, jul/dez. 2003.
VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente. São Paulo: Martins FoFontes, 1989.
- . Pensamento e linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1987.
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