Uma proposta de uso das abordagens de Arte e História da Ciência para a educação básica
Rafael Harrisson Santos Silva, Uálace Dos Santos Lima, Renato Santos Araújo
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2009
- Data
- 29/01/2009
- Linha de pesquisa
- Arte, Cultura E Educação Científica
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## UMA PROPOSTA DE USO DAS ABORDAGENS DE ARTE E HISTÓRIA DA CIÊNCIA P PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA
SILVA, Rafael Harrisson Santos a a [rhsilva@clba.com.br] LIMA, Uálace dos Santos a a [cs\_loki@hotmail.com] ARAUJO, Renato Santos b [natoioc@gmail.com]
a Graduando em Física - UESC
b Docente do Departamento das Ciências Exatas e Tecnológicas - UESC
## RESUMO
Este trabalho apresenta-se como resultado das atividades de investigação desenvolvidas na disciplina de Metodologia para o Ensino de Física d do curso de licenciatura em Físisica. Ele tem por objetivo responder à questão de se ensinar Física com uma abordagem distinta da tradicional. Os PCNEM M sugerem que o professor deveria privilegiar um desenvolvimento gradual da abstração que, pelo menos, partisse da prática e de exemplos concretos. Mas como construir essa concepção? Como fugir da velha e ultrapassada fórmula de aula tradicional, com seus conteúdos enciclopédicos? Fatores históricos, filosóficos e sociais estiveram presentes na edificação da ciência. E conhecer a história nos ajuda a compreender os raciocínios elaborados em cada etapa do processo . Apesar disto, a apresentação de livros de história da ciência não parece ser um dos melhores caminhos, seja pela falta de maturidade do público, seja pela profundidade dos mesmos. Neste contexto, faz-z-se necessário repensar o uso da história da ciência no ensino de Física, a qual pode ser feita por meio de uma peça de teatro. Faz-se uma breve revisão bibliográfica sobre propostas de uso da arte no ensino de Ciência, como também do uso da Ciência pela arte. Posteriormente , reflete -se sobre alguns aspectos da história da Ciência. Na metodologia é apresentada uma proposta de uma peça de teatro, com cenário, figurino, ações e falas dos atores, que seriam m os próprios estudantes da educação básica. Conclui-i-se indicando que esta é uma maneira diferente da tradicional de se ensinar Física que pode ser usado pelo professor como uma nova ferramenta no seu planejamento pedagógico.
Palavras -C -Chave: : Arte e Ciência; Ensino de Física; História da Ciênc ia; Astronomia .
## INTRODUÇÃO
Os professores de Física encontram muitas dificuldades na tentativa de realizar suas atividades didáticas. Despertar o interesse do aluno em participar do processo de aprendizagem é uma questão desafiante na realidade atual, principalmente em uma disciplina em que o termo "difícil" é quase inerente. Sobre isto, os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio - - PCNEM (BRASIL, 1996) nos alertam que o ensino de física tem-s-se realizado freqüentemente mediante a apresentação de de conceitos, leis e fórmulas de forma desarticulada e distanciada do mundo vivido pelos alunos e professores estando, portanto vazios de significados.
De acordo com o PCNEM (op . cit) , o desenvolvimento histórico dos conceitos tem sido omitido no ensino médédio atual, sendo o conteúdo tratado de forma enciclopédica e excessivamente dedutiva. Fatores históricos, filosóficos e sociais estiveram presentes na edificação da ciência. E conhecer a história ajuda a compreender os raciocínios elaborados em cada etapa do processo de
desenvolvimento de um conceito e as dificuldades encontradas pelos cientistas, que , às vezes, levaram anos e anos para superá-las.
Os PCNEM (ob. cit) sugerem que o professor deveria privilegiar um desenvolvimento gradual da abstração que, pepelo menos, partisse e da prática e de exemplos concretos. Espera-s-se que todos os alunos, ao final da educação básica, tenham a idéia de que a Terra gira em torno de si e em torno do Sol, assim como os outros planetas do sistema solar. Mas como construir essa concepção? Através de um professor que apenas diz que os planetas têm dois movimentos, intitulados rotação e translação, após uma lista taxonômica de planetas, com seus nomes, massas e posições? Como fugir da velha e ultrapassada fórmula de aula tradicional, com seus conteúdos enciclopédicos?
## REFERENCIAL TEÓRICO
## A ARTE NO ENSINO DE C CIÊNCIAS
Andrade et. al (2005) sugerem um ensino onde a Física apresente uma contextualização sócio-cultural a fim de que o conhecimento científico e tecnológico seja compreendido como resultado de uma construção humana, inseridos num processo histórico e social e como parte integrante da cultura humana contemporânea, identificando sua presença nas manifestações artísticas e literárias. Esta condição vai ao encontro dos PCN (BRASASIL, 1996). Neste trabalho, revela-se que Salvador Dali era um homem bem a par dos trabalhos sobre a luz de Newton a Einstein ao escrever r As As idéias luminosas na revista O uso da p palavra (AJAME apud ANDRADE, 2005). Isto se repete ao observar as diversas refeferências diretas à Ciência, usando em seus quadros palavras que são do ramo da Física. Seu quadro A persistência da memória pode remeter o observador a refletir sobre o que é o tempo e seus novos significados após Einstein.
BarbosaaLima et. al. (2005) tambébém discutem as possíveis relações entre a Ciência e a Arte. A partir da revisão deste trabalho, foi possível indicar que para se estudar Ciência e A Arte é fundamental que se provoque um diálogo não apenas entre ambas, mas também com a história, a história da Arte, a história da Ciência e a Filosofia. No século XVII percebe-se que, paralelamente à produção artística dos pintores holandês, aconteceram avanços no conhecimento sobre a luz e a óptica, tendo grande reflexo na astronomia e na microscopia. O O quadro de Vermeer, A A Moça com Brinco de Pérola , é um caso da presença do conhecimento científico na ArArte, pois o pintor pede que a modelo use uma pérola como brinco, dando mais claridade à pintura, conseqüência das características de reflexão e refração desta jóia.
A inspiração do presente trabalho é o artigo intitulado O Trabalho do Físico através do Teatro (OLIVEIRA e ZANETIC, 2005), que discute a utilização do teatro como veículo para o ensino de Física, pois como o conteúdo em geral chega pronto em sala de aulala, os alunos não têm conhecimento dos debates das idéias que o antecederam. Isto leva ao aparecimento de questionamentos do tipo: "Kepler foi uma pessoa ou será que é apenas o nome da lei?".
Os objetivos do teatro, bem como as suas contribuições para a educação, são elementos necessários ao ensino de Física, pois o professor tem a chance de rever o paradigma reducionista e tradicionalista, podendo fazer da aprendizagem um momento de prazer além de contribuir com a cultura de seu público.
Os PCN+ (BRASIL, 2002) ressaltam que o ensino de Física tem enfatizado a expressão do conhecimento através da resolução de problemas e da linguagem matemática. Apesar destes elementos fazerem parte das Ciências, no entanto, para o desenvolvimento das competências sinalizadas nos documentos oficiais estes instrumentos seriam insuficientes e limitados, devendo ser buscadas novas e diferentes formas de expressão do saber da Física, desde a escrita até a linguagem corporal e artística.
## A HISTÓRIA DA ASTRONOMIA
Aristarco de Samos, grego que viveu entre 310 a.c. e 230 a.c., foi o primeiro pensador a dar a idéia de um modelo em que o Sol estivesse no centro do universo e que as esferas celestes giravam ao seu redor, diferente dos demais pensadores da sua época que acreditavam que e a Terra ocupava o centro do universo.
Ptolomeu (cerca de 83 - - 161 d.c) foi um dos astrônomos que defenderam esta segunda idéia, o Geocentrismo. Seus trabalhos, em particular o livro Almagesto, influenciaram numerosas mentes e constituiu um forte obstáculo para uma visão heliocêntrica do universo. Como afirma Chassot (p(p.95), o "A"Almagesto tornou-u-se a base da astronomia matemática até o século XVII e foi usado por Copérnico e Kepler" r" (p.51). Sobre Nicolau Copérnico, astrônomo que viveu entre 1473 e 1543, esc reve Chassot (op. cit):
"... tinha conhecimento dos estudos de Aristóteles e Ptolomeu, mas estava muito interessado em ampliar os estudos de Aristarco de Samos, que explicava o nascer e o por do sol diários supondo que a terra girava em torno do seu eixo uma vez por dia. Parecia a Copérnico que Aristarco oferecia uma explicação mais simples dos movimentos do céu que o complicado sistema ptolomaico" (1994, p.95).
Copérnico (1473-1543) publicou seu livro De Revolutionibus Orbium Coelestium (Sobre as revoluções das esferas celestes) em 1543 no qual explica o modelo heliocêntrico. Apesar disto, havia um problema: "como provar que a terra gira em torno do Sol, enquanto o testemunho dos nossos sentidos parece contradizer totalmente essa asserção?" " (RIVAL, 1997, p.34)
Em 1588, Tycho Brahe propôs um novo modelo "e"em que os planetas giram em torno do Sol, estando o próprio Sol em órbita em torno da Terra " (op. cit). Com istoto , Tycho Brahe desenvolveu um sistema geo-hélio-cêntrico mais complexo, mas que resolvia algumas falhas do modelo ptolomaico e copernicano. Esta proposta, por exemplo, explicava as observações de Galileu sobre "as aparências sucessivas q que Vênus apresenta aos olhos do observador, segundo a iluminação que recebe do Sol durante a sua revolução" " (RIVAL,1997, p.34).
Mas em 1729, depois de anos de observações, James Bradley encontrou uma evidência depois de tentar:
" ... detectar a paralaxe das estrelas próximas - seu deslocamento aparente em um ano, devido, por exemplo, ao fato de que o observador se encontrava em uma Terra em órbita em torno do sol. Bradley decidiu observar a estrela do Gama do Dragão, pois esta passava a pino direto sobre Londres e sua observação não era perturbada pela refração atmosférica. Usando um telescópio [...], constatou um efei to totalmente imprevisto. Ao passo que esperava detectar um deslocamento aparente da estrela muito pequeno, ao longo de um ano (da ordem de alguns segundos de arco máximo), constatou um deslocamento muito importante (cerca de 40 segundos de arco) no sentido contrário ao efeito paralático esperado". (RIVAL, p.36).
Neste sentido, percebe-se quão rica e plural foi a produção de saberes no campo da astronomia. Esta discussão precisa aparecer na sala de aula da educação básica. E na próxima seção será apresentada uma proposta.
## METODOLOGIA
Nesta seção será apresentada a proposta da peça de teatro. Os atores seriam alunos da própria escola que manifestassem interesse. O figurino é uma roupa informal. O cenário do ato um é composto por um céu estrelado estampado em um tecido negro cujo fundo esboça o mar e um pouco o de areia sobre o solo. No ato dois há uma mesa com vários livros e uma jarra de água com flores.
## PERSONAGENS:
Victor, estudante do 1ª ano do ensino médio da escola X X .
Nicole, estudante do 1ª ano e ensino médio da escola X X .
## CENA I
(Duas crianças estão passeando nas praias do Sul numa noite de lua cheia e céu estrelado. Nicole olha para o céu.)
Nicole -Como o céu está bonito hoje, não é verdade?
Victor - - É verdade!
Nicole - - O meu professor de Física está ensinando sobre corpos ficarem flutuando no espaço .
Victor - Acho que isso é gravitação. Lá na minha escola vimos isso semana passada. Me amarrei.
Nicole - - É, é é isso mesmo. A gente leu o capitulo do livro que fala de gravitação e depois os exercícios . Olha, eu não entendi muita coisa. Até tentei perguntar, r, mas ele escreveu no quadro a mesma coisa que estava no livro.
Victor - - Eu li em um site da da Internet que a gravidade é responsável por manter a Terra e os outros planetas girando em torno do Sol, a Lua em volta da Terra e pelas marés .
(Vitor pega uma concha e a j joga sobre a areia)
Victor - - Você já parou para pensar o motivo desta concha cair ao invés de flutuar, ou de termos quatro estações no ano e sobre as fases da lua?
Nicole - - - Não, mas o que isso tem a ver r com gravitação?
Victor - - Tem tudo a ver. Parece que Isaac Newton estava embaixo de uma árvore de maçã quando foi acertado . Aí ele passou a pensar o motivo dela não ter flutuado .
Nicole – – Ele não era do Brasil, era?
Victor – – Eu acho que não. Por quê?
Nicole – – Imagine se fosse uma Jaqueira?
(as crianças caem na gargalhada)
Nicole - - - Como você sabe essas coisas?
Victor - O professor montou um treco com bolas que eram os planetas e uma que era o sol e mostrou os planetas se mexendo.
(um data-show projeta sobre o fundo o sistema solar dinâmico enquanto o menino fala)
Victor - - Ele também levou todo mundo para a biblioteca e mexemos nos livros e na Internet.
Nicole - - - Puxa! A A gente só fez umas contas de Kepler.
Victor - - Você viu esse cara?
Nicole - É uma pessoa? Nossa... Eu achei que era só o nome da fórmula, que nem a do T Torricelli .
Victor - - Esse aí também é uma pessoa!
Nicole - - Hummm... f ficou difícil. Me ajuda?
Victor - - Ok, vamos ver as estrelas enquanto vamos para a minha casa?
## CENA II
(As crianças chegam à casa a do garoto. Na sala uma mesa tem um jarro de flores e uma pilha de livros)
Victor - - Senta Nicole. Vou te contar o que achei .
Victor - - Bom, antigamente só tinham seis planetas.
Nicole - - E como nasceram os outros?
Victor - Não nasceram. Não naqueles dias. É que as pessoas não os enxergavam.
Nicole - E por que eles não usaram aquele satélite que saiu no jornal? O Hubble?
Victor - Olha, naqueles tempos as pessoas não tinham essa tecnologia de hoje para s se ver de longe.
Victor - - Vou te falar de algo para você ver como as coisas eram antes. Um cara mais velho que o meu avô, chamado Ptolomeu, explicou muita coisa do céu dizendo que a Terra estava no centro de tudo.
Nicole - É, um colega meu falou isso também, viu! Depois da aula, ele mostrou o sol se mexendo. E mostrou que o professor errou.
Victor - Bem, o Nicolau Copérnico conhecia o que Ptolomeu fez, mas ele achou outra idéia mais simples.
Nicole - - - E que idéia foi essa?
Victor - Era de Aristarco de Samos, que foi o primeiro a falar que o Sol estava no centro do u universo .
NICOLE - - - Que bacana! Conta -me mais.
VICTOR - - Há outras pessoas. Agora eles estão mais próximas dos cálculos.
NICOLE - - Humm... isso é chato, não é?
VICTOR - - Olha, sem ela a gente não saberia nada, não é verdade.
NICOLE - - É sim, continue!
VICTOR -Tycho o Brahe e era um nobre dinamarquês. Numa ilha ele montou um observatório.
NICOLE - - Mas você disse que não tinha tecnologia para isto.
VICTOR - - - Você falou de satélite. O observatório no chão, eles já tinham.
VICTOR - Voltando para o Tycho. Ele percebeu a presença no céu de uma estrela que nunca havia estado naquele lugar.
NICOLE - - Então é ele que faz tudo?
VICTOR - Olha, não deu pra fazer tudo sozinho. Ele tinha vários assistentes. Um deles fez algo muito legal!
VICTOR -Foi Johannes Kepler.
NICOLE - - O que ele fez?
VICTOR - - Após a morte de Tycho, ele assumiu seu lugar. E fez várias descobertas.
VICTOR -- Descobriu que os planetas não se movem em círírculos perfeitos , mas numa elipse. E também que as estações do ano acontecem por causa da inclinação do eixo da Terra.
(Gesticula uma elipse)
NICOLE - - - E o que Galileu Galilei fez?
VICTOR - - Galileu , através da luneta, viu muitas coisas no céu. Ele defendeu as idéias de Copérnico até que teve problemas com as pessoas que tinham dificuldade de aceitar novidades. Ele fez termômetros com água e fortificação de cidades.
VICTOR - Mas no mesmo ano em que morreu, nasceu outro cientista muito bom.
NICOLE - - Ah! Esse eu sei quem é. É o Newton.
NICOLE - - Ele fofoi um dos mais geniais da historia. Fez muitos livros de Matemática, Física, Astronomia, mostrou que a luz do sol é muito bonita, porque é feita por todas as cores do arco-íris.
VICTOR - - Falando no Sol, precisamos levantar cedo amanhã.
NICOLE - - - Vixi, já passou das nove.
NICOLE - - Tchau rapaz. Cuide-se!
(A Jovem corre e sai de cena)
## CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esse trabalho buscou apresentar uma maneira diferente de se ensinar Física em sala de aula, podendo ser usado pelo professor como ferramenta em seu planejamento pedagógico. Embora não houvesse ainda oportunidade de apresentar
- a peça na prática, acredita-se que através do lúdico seja possível alcançar uma interatividade maior dos alunos nas aulas. E pretende-s-se dar prosseguimento ao trabalho em projetos futuro, testando a abordagem.
Esse é apenas um pequeno grão de areia na praia da educação. Pretendese, durante todo o período na universidade, refletir sobre outras peças e projetos para o ensino nos demais assuntos da Física, assim como utilizar o ludismo (jogos, desenhos, dança e etc.) como forma de vincular a Física ao mundo cotidiano e fazer os alunos sentirem a Física como a matéria excitante que é.
## REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANDRADE, R.; GERMANO, M., NASCIMENTO, R. Influências da teoria da relatividade na obra de salvador dali. In X XVI Simpósio Nacional de Ensino de Física. Rio de Janeiro: SBF. 2005. Disponível em:
<http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xvi/cd/resumos%5CT0221-1.pdf >
BRASIL. Ministério da Educação. O Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino. Brasília: MEC. 2002. p.59-86. Disponível em
<http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf>
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais: : ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 1999.
CHASSOT, A. A Ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna. 1994.
BARBOSA -LIMA, M.C.QUEIROZ, G.; SANTIAGO, R. Ciência e Arte: Vermeer, Huygens e Leeuwenhoek. R Revista Física na Escola, V. 8 (2). 2007. P.27-30 .
OLIVEIRA, N . R. e ZANETIC, J. O trabalho do físico através do teatro. X XVI Simpósio Nacional de Ensino de Física. Rio de Janeiro: SBF. 2005. Disponível em: <http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xvi/cd/resumos%5CT0097-1.pdf>
RIVAL, M. Os grandes experimentos científicos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1997.
SHAKESPEARE, W. Macbeth. São Paulo: Martin Claret. 2002.
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