CLUBES DE CIÊNCIAS COMO AMBIENTE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE PROFESSORES
Jeremias Borges Da Silva, Christiane Philippini Ferreira Borges
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2009
- Data
- 26/01/2009
- Linha de pesquisa
- Formação Inicial E Continuada Do Professor Em Todos Os Níveis De Escolaridade
- Tipo
- Pôster
Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2009
Texto completo
## CLUBES DE CIÊNCIAS COMO AMBIENTE DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE PROFESSORES
## JEREMIAS BORGES DA SILVA1 A1 , CHRISTIANE PHILIPPINI FERREIRA BORGES 2
1UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA/DEPARTAMENTO DE FÍSICA, silvajb@uepg.br
2UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA/DEPARTAMENTO DE QUÍMICA, cpfborges@s@uepg.br
## Resumo
Com o desenvolvimento da ciência e da tecnologia cresce a preocupação com a capacidade do cidadão em se adaptar as mudanças provocadas em seu dia a dia. Assim, exige-se da escola básica, além do ensino tradicional, a formação de alunos-s-cidadão conscientes e críticos. Exige-e-se do professor um conhecimento de cultura científica, do papel da ciência no desenvolvimento da sociedadade, do contexto interdisciplinar e seus temas transversais. Questiona -s -se que a formação desses professores está distante da realidade de sala de aula e do cotidiano dos alunos. Por outro lado, se argumenta que a baixa carga horária de ciências no ensino básico impede o desenvolvimento de novas metodologias e o uso contínuo de aulas práticas. As cargas horárias definidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a prática de ensino e estágio nem sempre é muito bem u utilizadas. A dificuldade de inserir esta giários em sala de aula ou nas escolas é real, em conseqüência, muito da carga horária ocorre em sala de aula na Universidade, sob argumento de orientação e discussão da prática, e em seminários ou palestras. Neste trabalho apresentamos os resultados do eststudo do processo de ensino - - aprendizagem de acadêmicos de licenciatura em Física e ciências biológicas no desenvolvimento de atividades realizadas em clubes de ciências. O Objetivo é mostrar que é possível proporcionar uma vivência profissional relevante em ambiente fora de sala de aula. Esse ambiente não formal possibilitou aos acadêmicos maior contato com os estudantes e o desenvolvimento de atividades usando metodologias construtivistas. A atuação dos acadêmicos tem contribuído para a estabilidade do Clube e através das suas orientações tornado mais efetiva e rápida o aprendizado dos sócios.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Palavras -c -chave: f formação de professores, construtivismo, clube de ciência, ambiente não formal .
http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xviii/
26 a 30 de Janeiro de 2009
## INTRODUÇÃO
Nos últimos anos cresceu a preocupação com a falta de professores, e o baixo número de licenciados nas áreas de ciências. Várias ações de governo têm sido implementadas para aumentar o número de vagas nos cursos de Licenciatura ( REUNI, ProLicen, Prodocência, entre outros). A ansiedade em formar mais professores não pode deixar de lado o cuidado com a qualidade de formação desses professores que atuarão em escolas numa sociedade com costumes determinados pela rápida evolução da ciência e tecnologia. Nas áreas de ciências o número de professores leigos é grande e procura-s-se através da formação continuada dar uma formação pedagógica, desprezando-s-se a formação específica que também é deficiente. As novas tecnologias que podem contribuir para a melhoria da educação, ainda precisam de metodologias com eficiência comprovada por trabalhos de científicos. Na sociedade atual o rápido fácil acesso a informação tem levado a superficialidade do pensamento, das opiniões e dos estudos, dificultando o aprendizado principalmente da física e ciências em geral. A Ansiedade por se obter resultados rápidos provoca a falta de disposição para analisar problemas em profundidade, com vários níveis complexidade.
Para evolução desta sociedade mais atribuições são passadas para a escola. Hoje se exige da escola a formação de alunos - cidadãos conscientes e críticos, numa tentativa não só de resolver problemas de educação mas também problemas sociais. Em conseqüência exige-se do professor, além do conhecimento específico, um conhecimento de cultura científica, da importância da ciência no desenvolvimento da sociedade, do contexto interdisciplinar e seus temas transversais, que emergem em conseqüência do desenvolvimento científico (DAYRELL). O professor deve conhecer os alunos e sua comunidade, pois o processo de ensino aprendizagem deve partir do conhecimento trazido por eles, fruto de suas experiências de vida em seu contexto social e de sua cultura.
As diretrizes curriculares nacionais (DCN), e o parecer CNE/CP nº 21, de 6 de agosto de 2001, propuseram uma carga horária curricular de 800 horas aula entre prática de ensino e estágio, para proporcionar uma maior experiência profissional aos licenciandos. Em muitos casos essas horas não são bem aproveitadas e essa experiência passa a ser nos bancos das universidades, fora do contato com a atividade profissional que é a escola, locais de divulgação da ciência e a sociedade.
Por outro lado, a estrutura disciplinar e a carga horária das disciplinas nas áreas de ciências no ensino básico dificultam a introdução de novas metodologias, ou mesmo antigas, ensinadas nas Licenciaturas. A necessidade de cumprir programas se sobrepõe a aos objetivos de aprendizagem. Muito se tem questionado sobre como os resultados das pesquisas na área de ensino não chega à sala de aula do ensino básico. Talvez pelo mesmo motivo que não chega às salas do ensino superior. A disposição para preparar as aulas baseadas em resultados pesquisas é difícil de se observar, pois é necessário estudar. Apesar r da comprovada eficiência didática - pedagógica as aulas práticas ainda são raridades no ensino básico. Muitas escolas até tem laboratórios, mas muito pouco usado. Os laboratórios de informática que já é comum nas escolas são subutilizados como suporte ao aprendizado das disciplinas em geral. A sala de aula ainda é um ambiente rígido onde o professor segue uma programação de conteúdos definida , sem a preocupação com o processo de aprendizagem da turma, embora os parâmetros
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
curriculares em sua versão estadual e federal, trazerem uma boa orientação para o desenvolvimento dos conteúdos.
Apesar do baixo número de professores, cresce no país o movimento pela transformação do ensino em tempo integral com dois principais objetivos: melhorar o ensino básico e, principalmente, resolver um problema social das crianças e adolescente. Na verdade cresce o número de atividades que os estudantes só podem fazer em contra turno para conseguirem uma formação adequada ao mercado de trabalho ou aos anseios pessoais. As atividades esportivas, as aulas de línguas estrangeiras, bandas e fanfarras, aulas de músicas e de informática são alguns exemplos. Muitas vezes essas atividades ocorrem fora da escola e são inacessíveis para as crianças de baixa renda.
A física, e a área de ciências, em geral, podem se colocar como uma opção para estas atividades em contra turno através de Clubes de Ciências. Esses clubes proporcionam um ambiente para atividades voltadas ao estudo, desenvolvimento de projetos e debates sobre temas que envolvem c iências. É uma local onde os sócios expõem suas idéias, sua curiosidade e buscam construir seus conhecimentos usando a metodologia científica. Esse é um ambiente de discussão, de estudo e debate da ciência, afastado da rigidez da sala de aula, que proporcioiona a alfabetização científica indispensável à participação política e cidadã. Assim, um Clube de Ciências (A(ANDRADE) cria um ambiente, que baseado na ciência, na tecnologia, na sociedade e no meio ambiente, permite aos estudantes vivenciarem a ciência e comomprovar que as questões científicas não estão isoladas do seu contexto social, político e ambiental.
As atividades em contra turno serão importantes para complementar a formação dos estudantes no ensino básico. No entanto é necessário que as escolas tenham um pouco de infra-estrutura para o desenvolvimento das atividades. Os professores precisam ter incentivos e formação adequada para dedicarem-s-se a essas atividades. Um bom exemplo vem do governo do estado do Paraná acaba de lançar o programa VIVA A ESCOLA A (PARANÁ, 2008) que permite ao professor dedicar -se quatro horas a atividades em contra turno em todas as áreas de ensino. Para isso o professor deve propor um projeto para aprovação. Os professores deixam 4 horas de sala de aula para desenvolver um projeto seu. Uma conseqüência direta é que haverá mais vagas para contratação para cobrir essas horas.
Nesse trabalho apresentamos os resultados para a formação de licenciandos que participam do desenvolvimento do projeto criação de clubes de ciências que funciona dentro do programa Universidade sem Fronteiras, sub programa apoio às licenciaturas, do governo do Paraná. Os acadêmicos estudam a teoria construtivista e a metodologia científica e aplicam através de oficinas, experimentos, e orientações em dois clubes de ciências criados em cidades do Paraná. O ambiente não formal leva -os a um maior contato com os alunos do ensino básico, o que não é proporcionado em outras situações. Permite desenvolver projetos de pesquisa do processo de ensino aprendizagem, da aplicação das metodologias construtivistas e de avaliação de aprendizagem.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
## METODOLOGIA
Para desenvolver o projeto foram selecionados três acadêmicos do primeiro e um do segundo ano do curso de Licenciatura em Física e um do terceiro ano de licenciatura em ciências biológicas. Foi definido que as atividades seriam desenvolvidas dentro da teoria construtivista. Os acadêmicos fora treinados estudando as teorias de aprendizagem de Piaget, Ausubel e Bruner (MOREIRA, 1999) , construção de mapa conceitual (NOVAK) e metodologia científica (HENNIG).
Os acadêmicos participaram da criação dos clubes em duas cidades paranaenses: Ipiranga e Teixeira Soares. Estas cidades fazem parte do grupo de menor Índice de desenvolvimento Humano (IDH) do estado do Paraná. Na primeira cidade o Clube foi formado por estudantes do ensino fundamental e médio, enquanto na segunda participam apenas alunos do ensino médio. Os Clubes se reúnem uma vez por semana para desenvolver suas atividades. Após essas reunião a equipe do projeto se reúne e analisa as atividades. Analisa os registros e avalia a aprendizagem, verifica a necessidade de leituras e estudos, e faz planejamento para o direcionamento das próximas reuniões e atividades.
Quando se observa o que se deve destacar ou melhorar o aprendizizado de algum conteúdo uma atividade é adicionada às já definidas nas reuniões do Clube. Procura -s -se sempre evitar interferir no que os sócios definem como foco de estudo, realizando atividades que complementem o aprendizado. As reuniões nos Clubes ocorrem com um momento coletivo, onde todos discutem ou realizam atividades conjuntas, e outro de grupo, onde os grupos desenvolvem seus trabalhos.
Os acadêmicos colocaram em prática várias atividades, sempre utilizando organizadores prévios, procurando obter o coconhecimento prévio dos estudantes. A primeira atividade desenvolvida foi a construção do mapa conceitual sobre vida na terra usando a problemática do aquecimento global. O estudo sobre a aprendizagem significativa de Ausubel (MOREIRA,1982) foi desenvolvido o utilizando-s-se um ciclo de experimentos com o tema tensão superficial. A efetividade teoria de aprendizagem sócio - interacionista (VYGOTSKY) foi analisada através de uma atividade de estudo de reportagens apresentadas na mídia. Usando uma oficina sobre o terráreo e outra sobre "Ciência na Caixa" (NOVA ESCOLA) introduziram a metodologia científica. Em todas as atividades os estudantes eram incentivados a desenvolverem projetos de investigação. Os acadêmicos passam então a orientar e ajudar na produção dos projetos.
## RESULTADOS
Na primeira reunião do Clube na cidade de Ipiranga os acadêmicos desenvolveram uma oficina que permitiu a construção do mapa conceitual sobre aquecimento global pelos estudantes. Com isso foi possível verificar o conhecimento prévio e definir grupos temáticos que estudariam os seres vivos, o clima e as propriedades da água. Com uma oficina envolvendo o terráreo os acadêmicos introduziram a metodologia científica, e puderam constatar as diferenças de observação entre estudantes de diferentes séries. Para estudo das propriedades da água foi elaborado um ciclo de experimentos simples que evidenciavam a tensão superficial e como a poluição interferia na alimentação das plantas devido ao fenômeno de capilaridade. Uma atividade que podemos des tacar ainda foi a
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
26 a 30 de Janeiro de 2009
discussão de reportagens que foram destaque na mídia e na comunidade onde a escola está inserida.
Uma das reportagens abordrdava a tragédia do padre Adelir, que morreu ao tentar fazer um vôo pendurado em balões. Nas discussões pode-s-se observar a visão dos pais e vizinhos na visão dos estudantes e como eles construíram suas opiniões. Os acadêmicos observaram que os estudantes não conseguiam perceber a quantidade de informações que envolviam a ciência e a tecnologia nessas reportagens. Essa atatividade foi uma novidade que entusiasmou os acadêmicos que constataram a riqueza didática pedagógica existente nas reportagens. Vários projetos e experimentos surgiram a partir das atividades desenvolvidas nos clubes. Os resultados dos projetos de pesquisas elaborados pelos acadêmicos com base no desenvolvimento dessas atividades, e outras, geraram trabalhos que estão sendo submetidos a revistas.
No Clube na cidade de Ipiranga os acadêmicos trabalham com estudantes do ensino fundamental e médio ao mesmo tempo. A experiência de coordenar e orientar alunos de faixa etárias tão diferentes está proporcionando uma vivência única que vem sendo levada com sucesso, evidenciado na integração e respeito entre os estudantes. As discussões proporcionam um exemplo aprendizagem sócio interativa. Os acadêmicos observaram que os mais novos têm menos experiências, ou subsunçores, que os mais velhos que fazem ensino médio. Dessa forma as atividades do Clube estão fornecendo novos subsunçores com visão mais qualificada e científica.
Na cidade de Teixeira Soares onde há apenas alunos de ensino médio que a ansiedade de conhecimento e curiosidade está mais voltada a conceitos mais específicos observados nas disciplinas e na televisão. Neste Clube estão mais preocupados com as afirmrmações de muitos que não gostam de física por causa da matemática, e não tornar as atividades como aulas complementares.
A atuação dos acadêmicos nos clubes proporciona aos membros dos clubes uma aprendizagem mais efetiva e menos dispersa. O planejamento e e orientações para realização das atividades, nãnão interferem nos interesses dos estudantes, mas permite a partir do conhecimento prévio destacar os fenômenos e conceitos científicos envolvidos para que os estudantes os reconheçam. Com essa atuação os os conflitos de interesses são evitados e as opiniões são respeitadas. No entanto, a participação voluntária e interessada dos estudantes, sócios e responsáveis pelo clube, torna o ambiente propicio ao estudo e ao aprendizado .
As atividades desenvolvidas pelos acadêmicos dentro dos Clubes de Ciências c contam como horas curriculares complementares , e horas de estágios para alguns, além de servir para trabalhos de campo em outras disciplinas nos cursos de licenciatura da Universidade Estadual de Ponta Grossa . A experiência dos acadêmicos nestas atividades é repassada aos outros através das discussões em aulas de metodologias e iniciação científica, nas disciplinas que envolvem a prática como componente curricular.
## CONCLUSÃO
A participação de acadêmicos licenciandos em atividades de clubes de ciências nas escolas de ensino básico lhes proporciona uma experiência rica que
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
não é possível em outras situações. A aprendizagem sócio - - interacionista (VYGOTSKY) que ocorre através do contato menos formal que o de sala de aula contribui para a formação de professores mais preocupados o estudante cidadão. Permite a aplicação de metodologias e técnicas que a sala de aula no estágio raramente permite. Proporciona a possibilidade de desenvolver projetos de pesquisas dando-lhes experiência na produção de conhecimento.
As atividades em contra turno devem receber atenção dos cursos de licenciatura. Várias atividades esportivas e culturais são desenvolvidas dessa forma. Os clubes de ciências formam um ambiente que pode trazer novas possibibilidades profissionais para os professores de física, química, biologia e de outras ciências. Certamente, que as atividades em contra turno farão parte do trabalho do professor, a iniciativa do governo do Paraná é uma prova disso. Se este ambiente não for r tão formal quanto uma sala de aula, melhor para o processo de ensino - - aprendizagem.
## REFERÊNCIAS
ANDRADE, Karen A.; COSTA, Maria C. Dias. Clube de Ciências e Cultura - uma integração escola e sociedade. Revista Eletrônica Trabalho e Educação em Perspectiva, n.2, ed., Belo Horizonte: NETE - UFMG. 2007.
DAYRELL, Juarez. A escola como espaço sócio-cultural. Múltiplos olhares sobre a educação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999. p 136-6-161.
DCN, Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. http://portal.mec.gov.br/cne/index.php?option=com\_content&task=view&id=522 &Item id=545 , acessado em 04 de outubro de 2008.
HENNIG, GEORG J. Metodologia do Ensino de Ciências, Porto Alegre, ed. Mercado Aberto, 1998.
MOREIRA, Marco A. Teorias de Aprendizagem. São Paulo, ed. EPU, 1999.
MOREIRA, M.A. e MASINI, E.F.S. (1982) Aprendizagem significativa: a teoria de aprendizagem de David Ausubel. São Paulo: Editora Moraes.
NOVA ESCOLA. http://revistaescola.abril.com.br/online/planosdeaula/ensinofundamental2/PlanoAula\_298229.shtml
PARANÀ. Programa VIVA A ESCOLA, www.diaadiaeducacao.pr.gov.br, acessado em 01/10/2008.
PARANÁ. Secretaria da Educação do Estado do Paraná. Siperintendência de Ensino. Departamento de Ensino Médio. Orientações Curriculares de Física. Paraná: SEED, 2005. Disponível em: <
http://www.seed.pr.gov.br/portals/portal/institucional/dem/semana\_pedagogica/fisica. pdf >. Acesso em: 26 mar. 2007.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.