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TRILHO DE AR DE PVC PARA O ESTUDO DOS MOVIMENTOS RETILÍNEO UNIFORME E RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO

José Carlos Xavier Da Silva, Carlos Eduardo Leal, Luiz Felipe Barbosa, Luiz Fernando Dos Santos, Marcelo Bomfim Corrêa, Paula Rocha Pessanha, Soraia Rodrigues De Azeredo, Thomas Fejolo, Welleson Jackson Silva, Anderson Alves, Luiz Pugginelli Brandão, Sandra Mara Lanes

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XVIII
Ano
2009
Data
26/01/2009
Linha de pesquisa
Didática Da Física: Materiais, Métodos, Estratégias E Avaliação
Tipo
Pôster

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Texto completo

## TRILHO DE AR DE PVC PARA A O ESTUDO DOS M MOVIMENTOS RETILÍNEO UNIFORME E RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO

José é Carlos Xavier da Silva 1 [xavier@uerj.br] Carlos Eduardo Leal2 l2 [ceduardo\_leal@yahoo.com.br] Luiz Pugginelli Brandão 3 [luizbrand@gmail.com] Sandra Mara Lanes 3 [sandramara.lanes@gmail.com] * Luiz Felipe Barbosa 1 [soyohko@gmail.com] Luiz Fernando dos Santos 1 [lf\_santos001@yahoo.com.br] Marcelo Bomfim Corrêa 1 [mbcfisica@hotmail.com] Paula Rocha Pessanha 1 [paularodrigues@ibest.com.br] Soraia Rodrigues de Azer
1 eredo 1 [azeredosoraia@ig.com.br] Thomas Fejolo 1 [fejolo18@hotmail.com] Welleson Jackson Silva 1 [taquitouerj@yahoo.com.br] Anderson Alves¹ [alvesanderson40@yahoo.com.br]

1

Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Instituto de Física 2 Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Faculdade de Engenharia 3

Colégio Estadual João Alfredo – Rio de Janeiro

## RESESUMO

A experimentação é tida como de grande importância na relação ensino-aprendizagem, porém os equipamentos de laboratório são geralmente de alto custo e reque rem conhecimentos específicos para o seu manuseio. Além disso, em muitos desses casos trata -se de verdadeiras "caixas pretas", onde o aluno não vivencia nem observa os fenômenos físicos na sua essência. Com o intuito de difundir a realização de experimentos os de física em escolas públicas , apresentamos neste artigo a construção de um equipamento de baixo o custo o e grande versatilidade, que pode ser utilizado o em várias áreas de estudo da física. Desta forma, realizamos a montagem de um trilho de ar construído com om tubos e conexões de PVC para a demonstração o de experimentos de cinemática e de dinâmica. Apresentamos melhorias na proposta de construção de um trilho de ar com tubos de PVC (PIMENTEL et t al. , 1989), no que se refere aos custos, facilidade de montagem e didiversidade de experimentos. O trilho de ar é construído de uma forma simples e com materiais de fácil aquisição, permitindo que o equipamento seja fabricado por qualquer professor de fífísica , principalmente para aquelas escolas desprovidas de laboratório. Ao longo deste trabalho limitamos a utilização do trilho de ar a algumas experiências de movimento uniforme e de movimento uniformemente variado. Com o baixo coeficiente de atrito, determinamos que se o movimento for uniforme o móvel, que no experimento está representado por um carrinho também de PVC, percorre espaços iguais em intervalos de tempos iguais, ou seja, sua velocidade é constante. Para o estudo do movimento uniformemente variado, inclinamos o trilho , determina a aceleração do corpo móvel e verificica o valor da aceleração da gravidade no local. Observamos que eseste modelo de trilho de ar , de baixo custo , , se mostrou bastante eficiente, pois os valores obtidos apresentaram um erro percentual l bastante baixo.

## ININTRODUÇÃO

Para uma melhor compreensão dos fefenômenos relacionados à cinemática devemos analisar os movimentos dos corpos, dessa maneira se torna essencial o entendimento de conceitos como

velocidade e aceleração o (média a e instantânea). Já para o estudo da Dinâmica é preciso entender as leis de conservação de energia e momento linear, , e sabê -las aplicar no seu dia -a-a-dia . Para um aprendizado pleno destes conceitos faz-z-se necessário o uso da experimentaç ão, pois ela serve para fixar ar r conceitos, papara a maioria dos alunos atuais que tem um pensamento construtivista.

Um problema no qual lidamos em experimentos físicos s é que a teoria usada no Ensino Médio despreza, na maioria das vezes, a força de atrito. Para a superação deste problema costumase usar um trilho de ar , porém, um trilho de ar fabricado por empresas especializadas em materiais de laboratório é de alto custo, o que inviabiliza a existência deste equipipamento na maioria das escolas do Estado do Rio de Janeiro (XAVIER , 2008). Para minimizar esta problemática, desenvolvemos uma melhoria no sistema a de trilho de ar já proposto por (PIMENTEL et t al., 1989) introduzindo novos assessórios e sistematizando novos experimentos.

Neste projeto visa-se o uso de materiais de baixos custos (montagem de um kit com PVC) para confecção de um trilho ar c com o objetivo de estudar a cinemática e e as leis da dinâmica.

- O modelo de trilho de ar utilizado neste trabalho é semelhante ao apresentado por (L(LAUDARES , 2004), e é feito com tubos e conexões de PVC usados os em construção civil. A escolha deste material visa uma diminuição nos custos e na facilidade de construção dodo equipamento. O trilho de ar tem o objetivo de diminuir o atrito entre o corpo (que chamaremos de "carrinho") e o colchão de ar produzido pelo trilho o e assim se aproximar bastante do modelo ideal utilizado para o ensino de alguns conceitos da Física. O carrinho utilizado neste experimento é construído de maneira diferente e dos propostos na literatura anterior (P(PIMENTEL et t al., 1989) e será descrita mais tarde no Procedimento. o.

## OBJETIVOS

Neste artigo temos o intuito de de difundir r experimentos de física em escolas públicas, com isso, o, buscamos sempre , , a construção dos equipamentos com o menor custo possível e, além disso, , a consnstrução de um equipamento que seja versrsátil para a utilização em vária s partes da a física. Por exemplo, o trilho usado para as experiências de movimento, , também será utilizado para experiências de dinâmica e de óptica, cujas experiências estarão descrita s em outro artigo. o.

Quando se trata da relação ensino-aprendizagem a proposta é fafazer o aluno compreende r com mais facilidade o que está sendo visto na teoria, observando os conceitos do movimento unidimensional, tais como posição, velocidade, aceleração e etc.

Verificar as fórmulas utilizadas no o Ensino MéMédio quando ao estudar os movimentos, são possibilididades latentes do experimento aqui apresentado, pois no primeiro caso, o, Movimento Uniforme , M.U . , ele poderá verificar que quando sobre um sistema não atuam forças resultantes, ele tende a executar um movimento retilíneo e uniforme, que na medida se expressará pelo carrinho de prova percorrer espaços iguais em intervalos de tempo também iguais. Já para o Movimento Uniformemente Variado, M.U.V., a medida está em determinar a aceleração do "carrinho" quando o trilho de ar está com uma pequena inclinação e verifificar que o valor da aceleração da gravidade tem o valor aproximado de g = 9,8 m/s 2 . O que torna este dispositivo com custos bem baixos é não haver necessidade de sensores sofisticados como divulgado no artigo (FRANCISCO 2004) para a medida das grandezas rerelevantes, bastando para tal o uso de um cronômetro e uma régua ou trena.

## PRPROCEDIMENTO

O trilho de ar é constituído por um um tubo de PVC de 1" de diâmetro e 1,5 m de comprimento, em que foram feitos pequenos orifícios com diâmetro aproximado de 1,0 mm , feitos os por uma broca de aço rápido. Estes orifícios são distribuídos ao longo de uma parte da sua superfície, em cinco fileiras e os s orifífícios separados uns dos outros em m 1,0 cm, como mostra a figura 1. 1.

Figura 1: Trilho de ar

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Para apoiar o conjunto, confeccccionamos uma estrutura a também de tubo de 1", que serve, além de apoio, papara a entrada do fluxo de ar no interior do tubo. Para fixarmos o tubo na estrutura devemos fazer roscas s nas duas extremidades do tubo, que serão encaixadas em um " T " , por um lado e umuma cruz pelo outro, o, ambas peças de PVC, encontrada s em qualquer casa de ferragem m como ilustrado na figura 2 .

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Figura 2: 2: Peças de PVC

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Com o conjunto montado conecta-a-se a uma das extremidades da cruz a saída de um aspirador or de pó de uso doméstico. O O aspirador de pó deve ser do tipo que tem a saída de ar colimada, ou seja, ele funciona tanto como aspirador como compressor ao mesmo tempo, a marcrca que no momento satisfaz o projeto é Ele ctctrolux Hidrovac de 1,3 kW, aspirador de água e pó. O aspirador de pó pó com o funcionamemento invertido pressuriza za a cavidade interna do tubo de 1,5 m e este ar pressurizado é expelido através dos orifícios. O nosso corpo de prova é um "carrinho" confeccionado com um tubo de PVC, de esgoto de 40 mm de diâmetro e 10 0 cm de comprimento. Para mananter -se o carrinho em equilíbrio na horizontal, faz-z-se necessário que o seu centro de gravidade fique abaixo da parte inferior do tubo de ar e para isso o o tubo de 40 mm foi recortado em pedaços e estes foram dobrados para baixo, vide figura 3 .

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Figura 3

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Ao longo do trilho existem orifícios uniformemente distribuídos, de tal l modo que, , quando ligamos o aspirador neste trilho , o ar comprimido expelido pelos orifícios produza um colchão de ar evita ndo o o contato entre o carrinho e o tubo de PVC e assim diminuindo o atrito entre o suporte e o carrinho, facilitando o estudo dos movimentos com atrito desprezível. Este trilho de ar faz parte de um projeto mais amplo que visa à produção de experimentos físicos utilizando-o-se materiais de baixo cucusto e fácil acesso.

## MATERIAL

Trilho de ar:

- · Tubo de PVC de diâmetro 1" de 155 cm de comprimento
- · 4 tubos de PVC 1" de 10 cm
- · 4 tubos de PVC 1" de 20 cm
- · 1 conexão o de PVC 1" em formato " T "
- · 1 conexão o em formato "Cruzeta"
- · 4 4 terminal l 1" em formato "C"Cap"
- · 4 conexões s PVC 1" em formato "Joelho"

Carrinho feito de tubo de PVC 40 mm x 100 mm.

Aspirador de pó Electrolux Hidrovac 1300W

Equipamentos adicionais:

- · Cronômetro Q&amp;Q
- · Furadeira BOSCH GSB 13 RE PROFESSIONAL
- · Fita métrica
- · Nível
- · Transferidor

## PRPROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Separa-a-se o tubo PVC de 155 cm e com o auxílio de um papel milimetrado , marca-a-se os pontos onde o tubo deverá ser furado. Fura-a-se o tubo com espaçamento de 1 cm para cada furo e 5 colunas de furos. Acopla -se a cruzeta a umas das extremidades do tubo de PVC de 155 cm e à outra extremidade acopla -se a conexão em formato de "T", ligam-se à à cruzeta e ao "T" quatro tubos de 10cm e a estes de 10 cm ligam-se quatro joelhos e quatro tubos de 20 cm, sendo estes últimos vedados por quatro CAP (conexão usada para vedar o final do do o tubo), este "CAP" é utilizado para variar a altura do trilho, para permitir o seu nivelamento, como o mostrado na figura 4. 4.

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Figura 4

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O carrinho é construído a partir de um tubo de PVC de 40 mm x 100 mm. FaFaz-se umama demarcação em torno do tubo em 6 cm e 9 cm cortam-m-se as extremidades em dois arcos de circunferência de 50º , retirando -se e 2cm de cada lateral para melhor equilíbrio e diminuição de massa do carrinho , dobram -se as abas restantes de forma que formem um ângulo de 90º com o carrinho, figura 3 .

Depois de montar-se o tubo e preparar-se o carrinho acoplamos o aspirador de pó à à cruzeta e liga-a-se o aspirador. Com um pequeno impulso coloca-se o carrinho em movimento e assim inicia mse as experiências.

## RESESULTADOS

As experiências que propomos neste artigo são apenas duas das várias que podem ser montadas usando materiais de baixos custos. Escolhemos os estudos dos Movimentos Uniforme e Uniformemente Variado. Na primeira experiência , tentamos verificar a existê ncia e a condição para que o movimento seja uniforme, que o móvel (carrinho) percorra espaços iguais em intervalos de tempo iguais. Para a isto fizemos marcações no trilho de 10 cm em 10 cm e colocamos o carrinho para deslizar, o carrinho é colocado em movimemento antes da primeira marcação e quando este chega à à marcação do trilho começamos a contar o tempo. Com o cronômetro o marcamos o instante em que o carrinho passa por cada uma das marcações, repetimos este procedimento várias vezes para podermos trabalhar com o valor médio. As medidas feitas estão nas tabelas abaixo, onde representamos apenas os valores médios, cada tabela representa um impulso inicial diferente.

TaTabela a 1: Velocidade médédia a V 1 igual a 0,12 m/s .

TaTabela 2: Velocidade média, V2 apr oxoximadamente igual a a 0,15 m/s

Para estudarmos o Movimento Unifoformemente VaVariado , M.U.V., demos uma inclinação no trilho e medimos o espaço percorrido pelo carrinho em função do tempo. O carrinho pode percorrer um espaço o total l de 100 cm, durante o qual l marcamos várias vezes o tempo necessário para que o ele percorra esta distância com o objetivo de tirar o valor médio. Deve -se procurar dar uma pequena inclinação no trilho para que o móvel se desloque vagarosamente, permitindo uma precisão maior na medida do tempo. Procuramos dar um desnível no trilho, entre os seus extrtremos de aproximadamente 1,5 cm, o suficiente para o que o carrinho partisse do repouso e fosse acelerando até percorrer os 100 cm. Para esta inclinação o seno do ângulo que o trilho faz com a horizontal é 0,015, o que prprovocaria uma aceleração de g.(0,015) para o carrinho. O objetivo deste procedimento é através das equações do movimento verificar o valor da aceleração da gravidade. Partindo do conhecimento de que para o M.U.V . a velocidade média é a média dadas velocidades inicial e final e que a nossa velocidade inicial é nula, podemos determinar a velocidade final após o percurso de 100 cm. A velocidade média é calculada dividindo -se o espaço (100 cm) pelo valor médio do tempo em percorrer esta distância (tm tm = 2,39 s) , , colocando os valores do tempo e da velocidade na equação v = v0 v0 0 + a . t, t, podemos determinar o valor da aceleração a sabendo que a = g.sen?, onde v é a

velocidade final, v0 v0 a velocidade inicial que vale zero, o, t t o intervalo de tempo e ? é o ângulo de inclinação do trilho. Os dados extraídos da experiência estão colocados na Tabela 3 3 abaixo.

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Tabela 3: V Valores s de tempos , em segundos , , para o carrinho percorrer os 100 cm do trilho.

Tempo médio: tm tm = 2 , 39 s ,

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Usando a equação

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Equação 1: Função horária da velocidade

Substituindo os vavalores de VfVf f e t m, m, obtemos o valor da aceleração a = 0,15 m/s².

Como o a aceleração, neste caso é dada por a = g . sen ? , e fazendo as devidas substituições encontramos o valor para a 2aceleração da gravidade g = 10,2 m/s² , com um erro percentual relativo ao valor de g = 9,8 m/s 2 de aproximadamente 2% .

## CONCLUSÃO

O experimento apresentado neste trabalho com estas duas expe riências pode ser ususado por qualquer professor de FíFísica, pois se mostra de grande facilidade de construção, de baixos custos e fácil aquisição, pois todo material utilizado para a preparação do trilho de ar pode ser comprado em qualquer loja de ferragem. Em relação às experiências, , verificamos através dos dados observados que tanto o o Movimento UnUniforme , que apresentou erro o relativo o percentual máximo de 4%, , como o Movimento Uniformemente Variado que apresentou um erro percentual relativo de 2%, que ambas podem ser utilizadas para demonstrar estes estudos da a Física para os alunos do Ensino Médio ou até mesmo para o Ensino Superior. A precisão, os baixos custos e a facilidade de construção tornam o experimento de grande utilidade, facilitando a introdução de lalaboratórios em Escolas Públicas, objetivando a a melhor r qualidade do Ensino de Física.

## AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem a FAPERJ- Proc. E-26/110.222/2007 - Apoio à Melhoria do Ensino nas EsEscolas Públicas RJ. L . P. Brandão e S.M. Lanes agradecem à à FAPERJ pela bolsa de apoio dodocente.

## REFERÊNCIAS

Xavier, J.C. Situação das Escolas do Rio de Janeiro em Relação ao Ensino Experimental, trabalho em fase de publicação, 2008.

Jorge Roberto Pimentel, Vitor HéHélio Zumpano e Lúcia Tamae Yaginuma. Trilho de Ar - Uma Proposta de Baixo Custo, Revista Brasileira de Ensino de Física, vol 11, dez 1989. 9.

Francisco Laudares, Márcia C.S.M. Lopes e Frederico A.O. Cruz, Usando sensores magnéticos em um trilho de ar (Using magnetic sensor in air's trail), Revista Brasileira de Ensino de Físísica, v. 26, n. 3, p. 233 - - 236, (2004) , www.sbfisica.org.br

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.