Produção de Materiais de Divulgação Científica nas suas Diversas Mídias
Antonio Luiz Fernandes Marquesa, Anna Paula Galvão Scheideggerb
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2009
- Data
- 30/01/2009
- Linha de pesquisa
- Divulgação Científica E Comunicação No Ensino De Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## Produção de Materiais de Divulgação Científica nas suas Diversas Mídias
## *Antonio Luiz Fernandes Marquesa 1 , A Anna Paula Galvão Scheideggerb 2
1 UNIFEI/ICE/DFQ, amarques@unifei.edu.br
2
UNIFEI/I/IESTI, anninha\_pgs@hotmail.com
## Resumo
Este trabalho apresenta e discute as características da disciplina não-o-obrigatória COM.966 (Divulgação Científifica) do Curso de Licenciatura em Física Presencial da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). A expressão Divulgação Científica (DC) comporta diversas áreas e atividades, como a museologia, a elaboração de livros, a criação de histórias em quadrinhos, a produção de programas de rádio e de vídeo, a criação de sites na internet e de outros informativos por parte de cientitistas e profissionais da área. A disciplina foi criada em 2005, como uma proposta de implantação, em médio prazo, de uma estrutura de DC na UNFEI. Na disciplina são estudadas as características principais da divulgação científica e também as técnicas específicas envolvidas em cada forma (mídia utilizada) de divulgação e sua avaliação final foi através da produção de trabalhos de DC nas suas diversas formas. O presente trabalho é o resultado da atividade final apresentada em COM.966 onde alguns materiais foram produzidos, na edição deste ano da disciplina, em alglgumas das suas diversas mídias (histórias em quadrinhos, roteiro de rádio, roteiro de vídeo, fotografias e página na internet). Com a veiculação dos materiais produzidos pretende-se alcançar os objetivos da DC C como diminuir a distância entre ciência e tecnologia e ampliar r o acesso ao conhecimento científico e tecnológico pela população, desenvolvendo e aperfeiçoando seu senso crítico diante da grande quantidade de informações surgidas diariamente. Além de promover uma melhoria significativa na formação acadêmica dos alunos participantes da disciplina através da elaboração das atividades sugeridas e das discussões realizadas em sala de aula.
Palavras -c -chave: Disciplina, Divulgação Científica, Licenciatura em Física
## Introdução
A expressão Divulgação Científica (DC) comporta diversas áreas e atividades, como a de relações públicas em instituições de pesquisa, a museologia, a elaboração de livros, criação de sites e de outros informativos por parte de cientistas e interessados (TUFFANI, 2004).
A DC tem se tornando cada vez mais importante em nossa sociedade. É através dela que o cientista pode mostrar à população a importância e a necessidade de suas pesquisas e, dessa forma, também prestar conta de como (e onde) as verbas públicas estão sendo utilizadas (KREINZ & PAVAN, 2002).
A DC pode vir a contribuir para diminuir a distância entre ciência e a tecnologia para a grande maioria da população, pois o desenvolvimento da ciência e os avanços tecnológicos estão ocorrendo a um ritmo cada vez mais acelerado. É uma tarefa difícil manter -s -se informado das atuais conquistas da ciência e tecnologia, principalmente se considerarmos a linguagem própria e, em grande parte, matematizada que possui o conhecimento científico. Cabe ao divulgador proporcionar à sociedade um maior acesso a tal conhecimento. O contato com
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http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xviii/
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trabalhos de cientistas deve acontecer de modo a aprimorar o senso crítico do cidadão diante das questões desenvolvidas nesses trabalhos, uma vez que tão importante quanto o conhecimento é a opinião consciente da população a respeito do mesmo (KREINZ & PAVAN, 2003).
Divulgar ciência constitui também uma maneira de complementar a educação que, na maioria dos casos, ocorre de forma deficiente. A DC pode ser uma forma de atrair os jovens para o aprendizado de ciências e e também manter atualizados os professores do ensino fundamental e médio (VIEIRA, 1998).
Porém, muito mais que complementar a educação de jovens, atualmente a DC tem uma responsabilidade na educação científica que incide diretamente na construção e na manutenção de uma sociedade democrática. É preciso capacitar os cidadãos a decidir sobre o seu futuro. Assim, como eles precisam participar das decisões sobre a política e a economia, eles precisam também decidir sobre os rumos da saúde pública, do meio ambiente, do desenvolvimento tecnológico e da própria política científica (TUFFANI, 2004).
Ao contribuir para a democratização do conhecimento, o divulgador elimina barreiras que impedem o desenvolvimento sócio-econômico do país.
Tendo como meta a implantação de uma estrutura de DC na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), a partir de 2005 foi criada uma disciplina de Divulgação Científica não -obrigatatória COM.966 (MARQUES, 2007), nonos moldes do curso de especialização oferecido pelo Núcleo José Reis de Divulgação Científica (NJR) e realizado na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). A disciplina apresenta carga horária de 30 h (2 h/semana) e tem como objetivo a discussão e implementação das diversas formas de DC na Universidade, bem como melhorar a formação dos graduandos, incentivando a produção de trabalhos em pelo menos uma mídia utilizada, podendo ser de forma escrita (jornais e revistas), histórias em quadrinhos, rádio, vídeo ou internet. Essas diversas formas de mídia são importantes para a ampliação do público-o-alvo, que precisa se estender do ensino superior aos ensinos médio e fundamental, com o objetivo de modelar uma sociedade que se habitue a conviver com essa forma de conhecimento.
Acreditamos que o contato dos graduandos com conceitos de DC pode proporcionar uma melhora significativa na sua formação acadêmica, além de proporcionar também uma melhoria em sua formação profissional e apresentar um caráter de Responsabilidade Social, uma vez que os alunos estarão divulgando ciência e tecnologia para alunos do ensino fundamental e médio.
## Descrição do trabalho desenvolvido
Na edição deste ano de COM.966 foram trabalhados os conceitos básicos da DC tais como definir exatamente qual o público alvo a ser atingido; a importância da clareza e da leveza da exposição dos conceitos abordados; o cuidado com a linguagem a ser usada, tendo em mente que esta deve ser diferente daquela empregada em trabalhos científicos, além de ser simples, informal e não rebuscada; e principalmente a preocupação com a distinção entre especulações e os resultados científicos já comprovados. Enfim, o trabalho de DC deve ser elaborado de forma que o público alvo compreenda a totalidade do divulgado (VIEIRA, 1998). Realizouse, também, um estudo visando o entendimento das várias formas e maneiras de
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divulgação científica (escrita, rádio, fotografia, hisistória em quadrinhos e vídeo). Na discussão de cada mídia, uma atividade de fixação era sugerida.
Discutiram -se as diversas mídias empregadas como meio de DC (jornais/revistas, história em quadrinhos, rádio, vídeo e internet), definiram-s-se as características principais dessas mídias e, através de exercícios, buscou-s-se a compreensão e a conseqüente fixação dessas características.
Atividades de DC envolvendo redação tiveram o objetivo da criação de textos para um jornal diário, fundamentados em notícias recentes geradas pelos grandes laboratórios de pesquisa. Tendo como base as notícias recentes dos grandes laboratórios foram produzidos textos curtos, inicialmente um lead1 d1 ou guia, isto é, parágrafo de três a cinco linhas não-hifenadas, e de até setenta toques, onde devem ser respondidas as seguintes questões: quem, quando, onde, como, por que, para que e para quem. A seguir, acrescentou-se o título (exatamente duas linhas de até trinta caracteres) ao lead. Finalmente, foi elaborado um texto de exatamente vinte linhas não -hifenadas com pelo menos dois parágrafos (o lead d e pelo menos mais um), salientando sempre a importância da linguagem utilizada (VIEIRA, 1998).
Em outras atividades foram discutidos conceitos de Radiodifusão, uso da imagem e fotografia, Histórias em Quadrinhos e Vídeo para DC. Finalmente, na aula sobre o uso da ininternet t na DC discutiram -se os formatos de páginas onde podem ser usadas as técnicas, discutidas e, utilizadas em escrita, radiodifusão, imagens, fotografias e vídeo (COELHO, 2004). Observou-se que a internet t contribuiu para intensificar o contato entre pesquisadores, porém não anulou a necessidade de presença física e do contato entre os pareres, que muito têm a indagar sobre suas áreas de conhecimento. Nas atividades relacionadas ao uso da imagem e da fotografia na Divulgação Científica discutimos sua importância no auxilio da compreensão dos conceitos abortados. Trabalhamos com exercícios de desenho, memorização e de técnicas fotográficas (BUSSELLE, 2004).
Portanto, o treinamento, dos alunos participantes da disciplina COM.966, consistiu na produção de materiais utilizando conceitos discutidos, como: roteiros de programas de rádio, fotografias, roteiros de vídeo, etc.. No fim do semestre, quando a disciplina foi encerrada, cada aluno teve que apresentar um trabalho final na mídia escolhida por eles mesmos. Ao final da discussão e da avaliação dos trabalhos apresentados foi elaborada uma proposta que está sendo desenvolvida pela graduanda de Engenharia de Controle e Automação em sua iniciação científica: a elaboração de um site de divulgação científica da Universidade e o desenvolvimento do projeto junto a algumas escolas. Escolheu-se a internet t como o meio de divulgação por associar diferentes meios de comunicação para se obter uma divulgação científica mais eficiente.
A proposta consiste na produção e veiculação (na página da internet) t) para alunos de 5ª à 8ª série de novas fontes de informações es de ciência e tecnologia através de novos materiais de divulgação científica, nas suas diversas formas (escrita, rádio, história em quadrinhos e vídeo). Espera-s-se que com a interação, entre a graduanda e os alunos do ensino fundamental, consiga-se atrair mais os últimos para as recentes notícias do mundo científico, despertando nos jovens uma vocação e interesse pela Ciência, formando, assim, cidadãos mais preparados.
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A proposta tem como meta também que o educando seja capaz de reconhecer os conceitos aprendidos em sala de aula e que todo conteúdo seja fixado pelo aluno de alguma forma. Os tópicos a serem discutidos entre a universitária e os educandos os foram baseados na grade curricular da escola pública, através de uma pesquisa com professores do Colégio Municipal Getúlio Vargas de Resende - - RJ e podem sofrer alterações conforme sugestão de professores e diretores.
## Resultados obtidos na disciplina
Durante a disciplina, no 1° semestre de 2008, materiais de DC foram produzidos pelos alunos nas suas diversas foformas (escrita, roteiros de programa de rádio, histórias em quadrinhos e internet). Aqui, neste trabalho, apresentamos os materiais elaborados pela graduanda Anna Paula Galvão Scheidegger.
## Histórias em quadrinhos
Na confecção de histórias em quadrinhos trabalhou-s-se com tiras pequenas, cerca de três a cinco quadros, abordando conceitos de ciência e tecnologia. Como parâmetro, foi utilizada a série "Os Cientistas" (inicialmente veiculada pelo jornal "Correio Popular" de Campinas, entre 1994 e 2002 e mais tarde veiculada diariamente na "Folha da Região" de Araçatuba, no boletim eletrônico do Núcleo José Reis/Associação Brasileira de Divulgação Científica da ECA/USP e publicações especializadas) de João Antonio Rodrigues Garcia, assessor de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). Procurou-se como tema assuntos ligados direta ou indiretamente à pesquisa científica, mas sem recorrer a estereótipos como o do cientista maluco ou o "professor Pardal" (GARCIA, 2006). A As Figuras 1 e e 2 mostram exemplos de HQ produzidas.
Figura 1: Quadrinho educativo para ilustrar o conceito de tecnologia Bluetooth
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Figura 2: Quadrinho educativo para ilustrar os habitats para o mosquito da dengue
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## Roteiro de rádio
Em atividades envolvendo Radiodifusão trabalhou -s -se com uma estrutura semelhante à do programa de rádio "Cantores Bons de Bico" produzido por Ricardo Gandara Crede e que surgiu como um trabalho final da disciplina "Mídias e Linguagens: Radiodifusão para Divulgação Científica", no Curso de Especialização em DC do Núcleo José Reis. Esse programa obteve bastante sucesso, sendo veiculado durante quatorze meses pela Rádio USP, três vezes ao dia. A fórmula básica do programa consiste na utilização de músicas que tenham a ave do tema, juntamente com a sua descrição e a veiculação do seu canto (CREDE, 2004). Assim, para o exemplo, escolheu-se o assunto e procurou-s-se músicas relacionadas ao mesmo. Segue abaixo, Tabela 1, um roteiro, onde os conceitos foram apresentados intercalados com trechos de músúsicas para que a atenção do ouvinte seja mantida.
Tabela 1: : Roteiro de um programa de rádio falando sobre a dengue
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## Fotografia
Nas atividades relacionadas ao uso da imagem e da fotografia seguiram-s-se técnicas fotográficas como, por exemplo, a centralização da imagem na fotografia por ser o ponto que atrai i mais atenção (BUSSELLE, 2004), como pode ser visto nas figuras 3 e 4.
Figura 3: Fotografia do Gerador de cargas Van der Graff
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Figura 4: Experiência do laboratório de física da UNIFEI
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Ambas as fotografias foram tiradas nos laboratórios didáticos de Fís ica da Universidade.
## Roteiro de vídeo
Para os roteiros de vídeo discutiu -s -se também os seus quesitos básicos (SERRA, 1985). Um roteiro foi produzido nos moldes de exemplos anteriormente discutidos (MARQUES, 2007). Abaixo, segue um exemplo sobre TV digital, onde as figuras 5 a 11 representam a imagem vista no vídeo:
## Roteiro TV Digital
Figura 5: Apresentador (20")
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Olá, meu nome é (nome do apresentador), e hoje vamos conversar sobre o assunto do momento: TV digital. O que essa tecnologia irá alterar na rotina de todos? Economicamente, socialmente, cientificamente, politicamente, tecnologicamente, comercialmente e qualquer outro advérbio terminado em "MENTE" será afetado por essa nova forma de ver TV.
Figura 6: Introdução da TV digital no Brasil (30")
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No dia 2/12/2007, a televisão brasileira deu o primeiro passo para uma nova era de tecnologia: a das Transmissões Digitais na grande São Paulo, que passou a receber as primeiras imagens de TV Digital no Brasil. O primeiro grande impacto é a alta definição, que apaparece na mídia com as siglas HD (H(High Definition) ou HDTV (High Definition Television). Que significa ver mais detalhes numa mesma imagem (como nos cinemas, por exemplo).
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Figura 7: Diferença entre as tecnologias (25")
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O telespectador vai sentir a diferença na hora, porque as distorções da atual TV analógica como imagens com contornos borrados, chuviscos provocados por interferências, ruídos, dificuldade para ler textos pequenos e ter que ouvir um som pobre e ruim, tudo isso vai desaparecer com a novidade. Na TV analógica o telespectador não interage com a mídia e para assisti-la é necessário estar dentro da sala na hora em que o programa vai começar.
Figura 8: Sensação causada pela imagem (25")
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Com a TV digital todos estes problemas ficarão no passado. A tela dos monitores digitais passará do formato 4:3, típico da TV analógica, para o formato 16:9 , mais próximo do formato panorâmico. Resumindo: um formato muito maior e qualidade melhor. Essa característica, em coberturas esportivas, por exemplo, teremos a sensação de estar assistindo o evento no local onde ele acontece.
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Figura 9: TV digital no celular (20")
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Mobilidade e Portabilidade são características da TV digital que irão acabar com a angústia de chegar rapidinho em casa para não perder "Aquele Programa". O sistema de TV Digital permite que os programas possam ser vistos dentro de ônibus, carros, barcos, aviões, Laptops e até mesmo em celulares com os telespectadores em movimento.
Figura 10: TV digital interativa (30")
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Outra característica é a multi -programação que permite ver programas diferentes no mesmo canal, ou ver o mesmo programa em vários ângulos e posições diferentes. Reduzindo, assim, os conflitos em casa: Um vê Novela, Outro vê Notícias, o Terceiro vê Esportes e o Quarto vê Desenhos. E, ainda, interatividade que permitirá, por exemplo, a realização de compras pela TV sem ter que usar telefone, consultas em guia de programação das emissoras e outros serviços que irão aparecer à medida que a TV Digital for se consolidando em todo país.
Figura 11: Antena e conversor para TV digital (30")
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O que é preciso fazer para assistir a TV Digital? Aí é que mora o problema. No Brasil isso ainda é muito caro e somente existe em grandes cidades. As primeiras transmissões digitais estão sendo feitas na faixa UHF. Logo, a primeira providência é verificar se no seu endereço é possível receber imagem de TV em UHF, usando antena interna. Além disse será preciso um conversor digital que executará basicamente três funções: Converter a TV Digital em TV analógica para
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os atuais televisores analógicos, Permitir Interatividade e Permitir funções adicionais como, por exemplo, gravar programas.
Elaborou -se também um logotipo para simbolizar o grupo de Divulgação Científica da Universidade, conforme figura 12 abaixo:
Figura 12: : Logotipo
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Produziu -se ainda um CD interativo onde os materiais desenvolvidos pela aluna durante a disciplina foram guardados. Este CD tem como objetivo divulgar o trabalho de DC entre as escolas e através dele pretende-se estimular a formação de parcerias de estruturas de DC com as mesmas.
## Conclusões
A disciplina COM.966 (Divulgação Científica) da Universidade Federal de Itajubá tem discutido as diversas formas de Divulgação Científica, melhorando assim a formação dos alunos da Universidade através da produção de trabalhos de de DC nas suas diversas formas: escrita (jornais e revistas), histórias em quadrinhos, rádio, e internet. t.
Por ser uma disciplina não-o-obrigatória percebe-s-se que todos os alunos inscritos estão realmente interessados no desenvolvimento dos trabalhos, assim consegue -se obter excelentes resultados, com discussões nas aulas que incrementam e diversificam o saber de cada um, além de conseguir uma melhoria significativa na formação acadêmica com a elaboração das atividades sugeridas.
A cada ano, os alunos conseguem produzir mais materiais durante a disciplina, acredita-se assim que o objetivo, de médio prazo, de implementar uma estrutura DC na Universidade esteja sendo alcançado.
## Referências
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COELHO, Y., Núcleo José Reis: A Produção Na Internet. In: CONGRESSO ÃÍÉÃ ç INTERNACIONAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: ÉTICA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA -- OS DESAFIOS DO NOVO SÉCULO, 1, São Paulo. Anais. São Paulo: NJR/ECA/USP, 2004. p. 231 - 236.
CREDE, R. G., Divulgação Científica no Rádio: Programa Cantores Bons de Bico. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA: ÉTICA E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA -OS DESAFIOS DO NOVO SÉCULO, 1, São Paulo. Anais. São Paulo: NJR/ECA/USP, 2004. p. 241 - - 246.
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KREINZ, G. e PAVAN, C. Divulgação Científica: reflexões. São Paulo: NJR/ECA/A/USP, 2003.
MARQUES, A. L. F., Produção de Materiais de Divulgação Cientifica no Curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Itajubá, XXXV Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF 2007), 29 de janeiro a 02 de fevereiro, São Luis, MA, 2007 .
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SERRA, F., A Arte e a Técnica de Vídeo: do Roteiro à Edição. São Paulo: Editora S Summus Edibriel, 1985.
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VIEIRA, C. L., Pequeno Manual de Divulgação Científica: Dicas para Cientistas e Divulgadores de Ciência. São Paulo: CCS/USP, 1998.
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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.