Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

PRODUÇAO DE MATERIAIS DE DIVULGAÇAO CIENTIFICA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FISICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBA (UNIFEI)

Antonio Luiz Fernandes Marques

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XVII
Ano
2007
Data
31/01/2007
Linha de pesquisa
Divulgaçao Científica E Comunicaçao No Ensino De Física
Tipo
Comunicação

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2007

Texto completo

## PRODUÇÃO DE MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ (UNIFEI)

Antonio Luiz Fernandes Marques [amarques@unifei.edu.br]

Departamento de Física e Química, Instituto de Ciências Exatas, Universidade Federal de Itajubá

## RESUMO

ATUALMENTE, A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA (DC) ) EXERCE UM IMPORTANTE PAPEL EM NOSSA SOCIEDADE. ELA ESTREITA A DISTÂNCIA IA ENTRE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, AMPLIANDO O ACESSO AO CONHECIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DA A POPULAÇÃO, DESENVOLVENDO E APERFEIÇOANDO SEU SENSO CRÍTICO DIANTE DA GRANDE QUANTIDADE DE E INFORMAÇÕES SURGIDAS DIARIAMENTE. DIVULGAR CIÊNCIA CONSTITUI TAMBÉM UMA MANANEIRA DE COMPLEMENTAR A EDUCAÇAÇÃO QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, OCORRE DE FORMA DEFICIENTE. A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA PODE SER UMA FORMA DE ATRAIR OS JOVENS PARA O APRENDIZADO EM CIÊNCIAS, BEM EM COMO MANTER ATUALIZADOS OS PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. INFELIZMENTE, EM MAPAPEAMENTO RECENTE DOS TRABALHOS RELACIOIONADOS À DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA APRESENTADOS EM EVENTOS DE ENSINO DE FÍSICA E DE CIÊNCIAS NO PAÍS, APONTOU PARA UM UM DECRÉSCIMO NAS PUBLICAÇÕES REFERENTES À TEMÁTICA E UMA CONCENTRAÇÃO DE APRESENTAÇÕES SOBRE A DESCRIÇÃO DE EXPERIÊNÊNCIAS DIDÁTICAS NO USO DE TEXTOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA EM SALA DE AULA. CONTRAPONDO ESSA TENDÊNCIA, FOI CRIADA DA EM 2005, A DISCIPLILINA COM 966 (DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA), NO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ (UNIFEI), COM O OBJETITIVO DE DISCUTIR E IMPLEMENTAR AS DIVERSAS FORMAS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NA UNIFIFEI, ALÉM DE MELHORAR, NO QUE TANGE À DC, A FORMAÇÃO DOS ALUNOS NA PRODUÇÃO DESTES TRABALHOS EM SUAS DIVERSAS FORMAS (MÍDIAS UTILIZADAS). NESTE ARTIGO DISCUTIMOS E AVALIAMOS OS TRABALHOHOS DESENVOLVIDOS PELOS ALUNOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍFÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ E APONTAMOS AS SUAS POTENCIALIDADES NO QUE SE REFERE À EFICÁCIA IA COMO INSTRUMENTOS DE E DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA.

## PALAVRAS CHAVE

Produção de Materiais, Divulgação Científica, Licenciatura em Física

## INTRODUÇÃOÃO

A DC tem se tornado cada vez mais importante em nossa sociedade. É através dela que o cientista pode mostrar à população a importância e a necessidade de suas pesquisas e, dessa forma,

também se constitui uma prestação de contas de como (e onde) as verbas públicas estão sendo utilizadas (KREINZ e PAVAN, 2002).

Acima de tudo, a divulgação científica pode vir a contribuir para diminuir a distância entre ciência e tecnologia para a grande maioria da população, pois o desenvolvimento da ciência e os avanços tecnológicos estão ocorrendo a um ritmo cada vez mais acelerado. Assim, é uma tarefa difícil manter -se informado das atuais conquistas da ciência e tecnologia, principalmente se considerarmos a linguagem própria e, em grande parte, matematizada que possui o conhecimento científico. Nesse sentido cabe ao divulgador proporcionar à sociedade um maior acesso a tal conhecimento. Mas esse contato com os trabalhos dos cientistas devem acontecer de modo a aprimorar no cidadão o seu juízo crítico diante das mais diversas questões envolvidas nesses trabalhos, uma vez que tão importante quanto o conhecimento é a opinião consciente da população à respeito do mesmo (KREINZ e PAVAN, 2003).

Divulgar ciência constitui também uma maneira de complementar a educação, que na maioria dos casos, ocorre de foforma deficiente. A divulgação científica pode ser uma forma de atrair os jovens para o aprendizado de ciências e também manter atualizados os professores do ensino fundamental e médio (VIEIRA, 1998) .

Mas em mamapeamento recente (NASCIMENTO e REZENDE JUNIOR, 2006), de 1997 a 2005, dos trabalhos relacionados à divulgação científica que foram m apresentados em eventos de ensino de física e de ciências no país (EPEF, SNEF e ENPEC) apontou u para um decréscimo no número de pubublicações referentes à temática e uma concentração de apresentações sobre a descrição de experiências didáticas do uso de textos de Divulgação Científica em sala de aula .

Em contraposição a essa tendência e com o inintuito de formar pessoas na área a o Núcleo José Reis de Divulgação Científica (NJR) realiza, na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), o Curso de Especialização em Divulgação Científica destinado a jornalistas, cientistas, pesquisadores, educadores, comunicadores (enfim, profissionais com formação superior em quaisquer áreas d do conhecimento) envolvidos ou interessados em projetos de divulgação científica. A carga horária é de 624 h sendo 384 h/a de aulas formais, 48 h/a de seminários, 96 h/a de aulas práticas/exercícios e 96 h/a de pesquisas, reportagens e e preparação de textos. As disciplinas do curso são divididas em três grupos: Teóricas (Filosofia da Ciência; História da Ciência e da Tecnologia; Ética da Ciência; Temas da Ciência Contemporânea e Temas da Tecnologia Contemporânea; Política, Organização, Financiamento da Pesquisa no Brasil e no Exterior e Museologia e Divulgação Científica), Práticas (Prática de Redação em Divulgação Científica) e a Série Mídias e Linguagens (o Vídeo de Divulgação Científica, Radiodifusão para Divulgação Científica, Imagem e Fotografia na Divulgação Científica, Internet e Divulgação Científica e Histórias em Quadrinhos e Divulgação Científica) (KREINZ e PAVAN, 2004).

Tendo como meta de longo prazo a implantação de uma estrutura de divulgação científica na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), no primeiro semestre de 2005 criamos, e desde então oferecemos aos alunos do Curso de Licenciatura em Física da UNIFEI, a disciplina não obrigatória COM 966, Divulgação Científica, nos moldes do curso de especialização do NJR. Com carga horária de 30 hs (2 hs semanais) tem como objetivos discutir r e implementar as diversas formas de Divulgação Científica na universidade, também melhorar, no que tange a Divulgação Científica, a formação dos nossos alunos e que eles produzam trabalhos de DC em pelo menos uma de suas diversas formas (mídias utilizadas): escrita (jornais e revistas), histórias em quadrinhos, rádio, vídeo e internet. (CATÁLOGOS DE GRADUAÇÃO PRG/UNIFEI, de 2005 e de 2006).

Esta melhora de formação no que tange a DC, no caso dodos Licenciandos em Física, deverá acarretar uma melhora no aprendizado dos alunos de ensino médio que os futuros Licenciados trabalharão. Aprimorando, dessa forma, seu u juízo crítico diante das mais diveversas questões envolvidas nas pesquisas científicas, alélém da possibilidade de atrair esses alunos do ensino médio para o aprendizado de ciências .

## DESCRIÇÃO DO TRABALHO DESENVOLVIDO

Na disciplina COM 966 trabalhamos com os conceitos básicos da DC tais como definir exatamente qual o público alvo a ser atingido, tomando cuidado com a lilinguagem m a ser usada pois ela deve ser diferente daquela empregada em trabalhos científicos, além de simples, informal, não rebuscada e sem rococós. Não esquecendo também que todo trtrabalho de DC deve ser leve, claro, rico em analogias e descontraído e totodos os s conceitos e termos científicos devem ser explicados evitando fórmulas matemáticas e jargões. Enfim, o público alvo deve sempre compreender a totalidade do divulgado (VIEIRA, 1998).

Na discussão sobre as diversas mídias (jornais/revistas, história em quadrinhos, rádio, vídeo e internet) empregadas, como meio de divulgação científica, trabalhamos com a definição das suas características principais e através de exercícios buscamos a compreensão e sua conseqüente fixação desses conceitos por parte dos alunos.

Nas atividades envolvendo a redação para a Divulgação CiCientífica temos por objetivo a criação de textos para o jornal diário, fundamentado em em notícias recentes geradas pelos grandes laboratórios de pesquisa como os norte-americanos Brookhaven National Laboratory y e Fermi National Accelerator Laboratory y (FERMILAB) e os europeus Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire (CERN) e Max Planck Gesellschoft, bem como com as agências espaciais européia, European Space Agence (ESA), e a norte-americana, National Aeronautics and Space Administration n (NASA) (não utilizamos textos gerados por laboratórios ou agências nacionais pois em seus sítios na internet não estão disponibilizados notícias recentes). Tendo como base as notícias apresentadas, os alunos produzem textos cururtos, inicialmente um lead, ou guia (parágrafo de três a cinco linhas não -hifenadas, e de até setenta toques, onde devem ser respondidas as seguintes questões: quem, quando, onde, como, por que, para que e para quem)m), depois o lead d mais o título (exatamente duas linhas de até trinta caracteres) e finalmente um texto de exatamente vinte linhas não -hifenadas com pelo menos dois parágrafos (o lead e pelo menos um outro), salientando sempre a importância da linguagem utilizada (VIEIRA, 1998).

Em outro momento, na na a discussão sobre Radiodifusão para a Divulgação Científica trabalhamos com a estrutura do programa de rádio "Cantores Bons de Bico" produzido por Ricardo Gandara Crede e que surgiu como um trabalho final da disciplina de rádio, ministrada pela Profa. Dra. Gisela Swetlana Ortriwano, do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA/USP, no Curso de Especialização em Divulgação Científica do Núcleo José Reis, vinculado durante quatorze meses pela Rádio USP , três vezes ao dia. A fórmula básica do programa consiste na utilização de músicas, juntamente com a descrição da ave e a veiculação do seu canto (CREDE, 2004). O treinamento dodos alunos de COM 966 consiste na produção de roteiros de programas de rádio onde os conceitos são apresentados intercalados com trechos de músicas para que a atenção do ouvinte seja mantida.

Nas atividades relacionadas ao uso da da imagem e da fotografia na Divulgação Científica discutimos sua importância no auxilio da compreensão dos conceitos abortados. Trabalhamos com exercícios de desenho, memorização e de técnicas fotográficas (BUSSELLE, 2004) .

Na confecção de Histórias em Quadrinhos e a Divulgação Científica visamos também o jornal diário: tiras pequenas com três quadros abordando conceitos de ciêncncia nos moldes a série "Os Cientistas" (inicialmente veiculado pelo jornal "Correio Popular" de Campinas, entre 1994 e 2002, circulando diariamente na "Folha da Região" de Araçatuba, no boletim eletrônico do Núcleo José Reis/Associação Brasileira de Divulgação Científica da ECA/USP e publicações especializadas) s) de João Antonio Rodrigues Garcia , assessor de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), que tem como temas os ligados direta ou indiretamente a pesquisa científica, a, mas sem recorrer a estereótipos como o do cientista maluco ou o "p "professor Pardal" (GARCIA, 2006) ,

Quando abordamos o Vídeo de Divulgação Científica , discutimos as características de algumas séries como Einsten, Cosmos e Universo Mecânico. Realizando alguns exercícios de filmagens como o de continuidade e o de pequenas histórias. Discutimos também os quesitos básicos de um roteiro de vídeo (SERRA, 1985) .

- E finalmente, na discussão sobre o uso da Internet na na Divulgação Cientifica discutimos os formatos de páginas onde podemos usar as técnicas utilizadas em escrita, radiodifusão, imagens, fotografias e vídeo (COELHO, 2004) .

Ao final da discussão das diversas mídias empregadas, como meio de divulgação científica, trabalhamos na elaboração e execução de projetos de DC de cada aluno da disciplina. Nesses projetos os alunos escolhem uma das mídias (jornais/revistas, história em quadrinhos, rádio, vídeo e internet) para desenvolverem materiais de DC.

## RESULTADOS OBTIDOS

Nas duas edições da disciplina COM 966, primeiros semestres de 2005 e 2006, foram produzidos materiais 1 de divulgação científica nas suas diversas formas (escrita, roteiros de programa de rádio, histórias em quadrinhos e internet). Somente roteiros de vídeo não foram produzidos devido a maior complelexidade do trabalho envolvido e pela pequena duração de uma disciplina semestral .

Um dos alunos trabalhou em uma proposta de uma revista, Revista Ciência Divertida a (capa na Figura 1) dirigida aos alunos dos primeiros anos do ensino fundamental, onde são apresentadas algumas exexperiências discutindo conceitos relacionados a calor, magnetismo, eletricidade, som e luz.

A revista Ciência Divertida apresenta experiências simples, em uma linguagem adequada os público alvo, que os alunos do ensino fundamental podem m realizá-las na escola, em casa com os seus pais ou com seus colegas. Os materiais utilizados nas experiências propostas são, na sua maioria, reciclados ou de baixo custo viabilizando sua montagem.

Figura 1 - - Capa da Revista Ciência Divertida. a.

<!-- image -->

<!-- image -->

Outro aluno produziu roteiros de programas de rádio, no roteiro Viagem no Universo apresentado a seguir (Roteiro 1), tendo como público-alvo pessoas que completaram o ensino médio onde são discutidos conceitos relacionados ao nascimento, morte de uma estrela, b big bang g e origem do universo.

## Programa: Viagem no Universo (1)

Roteiro 1 - - Primeiro programa da sérieViagem no Universo

No programa Viagens no Universo os conceitos são abordados de uma maneneira clara através de textos curtos com música de fundo, BackGround, separados com outras músicas para que o ouvinte não se canse.

Um outro aluno produziu várias históriaias em quadrinhos onde trabalha com os conceitos de Princípio da Inércia, Massa e Peso (HQ 1), Calor Específico, Termometria e Eletricidade.

HQ 1 - - Massa x Peso

<!-- image -->

Na HQ, acima, a diferença entre massa e peso é explicitada de uma maneira clara utilizando uma situação de confusão entre os conceitos e que no final é resolvida. O último quadrinho caracteriza uma situação engraçada o que é marcante em Histórias em Quadrinhos, inclusive nas de DC.

E finalmente, outro aluno trabalhou na construção de um sítio na internet, O Mural Clipe Ciência, que foi criado nos moldes do mesmo sítio do Núcleo José Reis de Divulgação Científica, da USP. O objetivo foi o de fornecer para a comunidade de Ensino Médio local uma nova fonte de informações sobre ciência e tecnologia. O projeto está disponível em www.fisica.efei.br/graduacao/mural/frame.htm ligado a página dos Cursos de Física da Unifei (Figura 2). O Mural Clipe Ciência foi comemorativo ao Centenário do "Ano Miraculoso" de Einstein (Figura 3) e nele havia um texto sobre os trabalhos publicados no ano de 1905 por Einstein e sua importância para a história da Física; explicações sobre a definição relativística dos conceitos de tempo e espaço apresentada por Einstein na Teoria da Relatividade Especial; referências bibliográficas sobre o tema ababordado no sítio; links interessantes: sugestões de sítios sobre Ciência e endereço eletrônico para contato dos usuários com os responsáveis pelo sítio.

Figura 2 - - Sítio dos cursos de física da Unifei

<!-- image -->

Figura 3 - - Primeiro versão do Mural Clipe Ciência da Unifei

<!-- image -->

## CONCLUSÃO

A disciplina COM 966, Divulgação Científica, do Curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Itajubá tem discutido as diversas formas de Divulgação Científica, melhorando assim, m, no que tange a Divulgação Científica, a formamação dos alunos da Universidade através da produção de trabalhos de DC nas suas diversas formas: escrita (jornais e revistas), histórias em quadrinhos, rádio, e internet.

Acreditamos que o contado do aluno da Licenciatura em Física com os conceitos da Divulgação Científica, através da disciplina COM 966, proporciona uma melhoria significativa na sua formação acadêmica. Pois, nas aulas, discutimos, entre outras coisas, a necessidade de sempre termos em mente o público que se destina o material produzido, a imimportância da clareza, e também da leveza (usando o humor, por exemplo) da exposição dos conceitos abordados e principalmente a preocupação com a distinção entre especulações e os resultados científicos já comprovados.

Essa melhora na formação, no caso dos alunos do Curso de Licenciatura em Física, deverá acarretar em um melhor aprendizado dos de ensino médio que os futuros Licenciados trabalharão. Assim, diminuindo a enorme distância entre eles e a a ciência e tecnologia , proporcionando a estes alunos do ensnsino médio um acesso maior ao conhecimento científico e tecnológico. Também desenvolvendo e aperfeiçoando o senso crítico desses alunos diante da enorme quantidade de infoformações surgidas diariamente, além de atrair esses jovens para o aprendizado de ciênc ias .

## AGRADECIMENTOS

Agradecemos as valiosas sugestões, ao texto do artigo, de Mariza Grassi e de Mikael Frank Rezende Júnior.

## REFERÊNCIAS

BUSSELLE, M., Tudo sobre Fotografia, 1 ed., Book RJ Gráfica e Editora, São Paulo, 2004.

CATÁLOGO DE GRADUAÇÃO DE 2005, Pró -Reitoria de Graduação da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), 2005.

CATÁLOGO DE GRADUAÇÃO DE 2006, Pró -Reitoria de Graduação da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), 2006.

COELHO, Y., Núcleo José Reis: A Produção Na Internet, t, Anais do Congresso Internacional de Divulgação Científica: Ética e Divulgação Científica: Os desafios do novo século (KREINZ, G. e PAVAN, C, org.). São Paulo: NJR/ECA/USP, 2004.

CREDE, R. G, Divulgação Científica no Rádio: Programa "Cantores Bons de Bico " , Anais do Congresso Internacional de Divulgação Científica: Ética e Divulgação Científica: Os desafios do novo século (KREINZ, G. e PAVAN, C, org.). São Paulo: NJR/ECA/USP, 2004.

GARCIA, J. A., O uso da imagem na Divulgação Científica, no Boletim Informativo JR, www.eca.usp.br/nucleos/njr, 2006.

KREINZ, G. PAVAN, C., Ética e Divulgação Científica: Os desafios do novo século. São Paulo: NJR/ECA/USP, 2002.

KREINZ, G. PAVAN, C. D Divulgação Científica: Reflexões. São Paulo: NJR/ECA/USP, 2003.

KREINZ, G. PAVAN, C., Congresso InInternacional de Divulgação Científica: Ética e Divulgação Científica: Os desafios do novo século. São Paulo, NJR/ECA/USP, 2004.

NASCIMENTO, T. G. e REZENDE JUNIOR, M. F., Trabalhos de divulgação científica: Uma análise de Tendências em Eventos de Ensino de de Ciências e Física, Anais do X Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (EPEF), 15 a 19 de Agosto de 2006, Londrina, PR.

SERRA, F., A Arte e a Técnica de Vídeo - - do Roteiro à Edição, Editora Summus Edibriel, São Paulo, 1985.

VIEIRA, C. L., Pequeno Manual l de Divulgação Científica: Dicas para cientistas e divulgadores de ciência. São Paulo: CCS/USP, 1998.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.