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EXPERIENCIAS NO USO DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM ROTEIRO ABERTO EM AULAS DE FISICA

Tatiane Camargo Godinho, Eduardo A. Terrazzan

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XV
Ano
2003
Data
23/03/2003
Linha de pesquisa
Didática Da Física: Materiais, Métodos, Avaliação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## EXPERIÊNCIAS NO USO DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS COM ROTEIRO ABERTO EM AULAS DE FÍSICA ·

## Godinho, Tatiane C. & Terrazzan, Eduardo A. 1 2

1 Universidade Federal de Santa Maria

Um dos objetivos do uso das Atividades Experimentais (AEs) em sala de aula é favorecer um processo de aprendizagem baseado na vivência de aspectos da investigação científica, fazendo assim com que o aluno assuma um papel ativo no seu processo de construção do conhecimento. Seguimos, por isso, uma das tendências decorrentes das pesquisas na área de Ensino de Física que é a de substituição de AEs tradicionais por outras mais abertas, de natureza investigativa. Chamamos estas AEs, assim caracterizadas, de Atividades Experimentais com Roteiro Aberto. Nesta forma, o privilégio deve recair sobre as idéia e opiniões dos alunos, ou seja, no desenvolvimento destas AEs devem prevalecer as ações de reflexão sobre as ações de manipulação. Neste sentido, o Grupo de Trabalho de Professores de Física (GTPF) do Núcleo de Educação em Ciências (NEC) da UFSM, busca elaborar estratégias didáticas para um uso de AEs mais consistentes com esta nova perspectiva. Depois de elaboradas e organizadas coletivamente todas as atividades didáticas são implementadas pelos professores do GTPF responsáveis por turmas nas três séries do Ensino Médio. No momento, estamos avaliando mais cuidadosamente o processo de implementação das AEs em sala de aula, preparadas para compor os módulos didáticos, que tratam dos tópicos de: Gravitação, Física Ondulatória, Óptica Física e Óptica Geométrica. Para tanto, utilizaremos os registros do Diário da prática pedagógica dos professores, as videogravacões das aulas ministradas e as observações/registros das discussões conjuntas realizadas nos subgrupos do GTPF, sobre pontos apontados nos roteiros e considerados mais relevantes durante as implementações. Apresentaremos, neste trabalho, os resultados obtidos da análise destas implementações, procurando estabelecer parâmetros para o uso de AEs na perspectiva apontada acima.

· Apoio: PROLICEN.

Endereços eletrônicos por ordem de autor: tatiane.godinho@bol.com.br; eduterra@ce.ufsm.br;

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