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O MACHISMO NA CIÊNCIA: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DA HISTÓRIA DA CIÊNCIA NO NOVO ENSINO MÉDIO

Isabela Fernandes, Rian Alexandre, Gabriel Ciriaco, Clara Barbosa, Paulo Albuquerque, Flávia Polati, Acácio Melo

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XX
Ano
2024
Data
20/08/2024
Linha de pesquisa
Epistemologia, Filosofia, História E Sociologia Da Ciência E O Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## O MACHISMO NA CIÊNCIA: UMA DISCUSSÃO A PARTIR DA

## HISTÓRIA E FILOSOFIA DA CIÊNCIA NO NOVO ENSINO MÉDIO SEXISM IN SCIENCE: A DISCUSSION BASED ON THE HISTORY AND PHILOSOPHY OF SCIENCE IN THE NEW HIGH SCHOOL

Isabela Fernandes 1 , Rian Alexandre 2 , Gabriel Ciriaco 3 , Clara Barbosa 4 , Paulo Albuquerque 5 , Acácio de Melo 6 e Flávia Polati 7

1, 2, 3, 4, 5 Discentes da Licenciatura em Física, Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, isabela.fernandes.706@ufrn.edu.br, rianallexsil@gmail.com , gabrielciriacco@gmail.com , clara.barbosa.083@ufrn.edu.br, paulo.albuquerque.115@ufrn.edu.br

- 6 Docente da Escola Estadual Ferreira Itajubá, Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Norte - SEEC, acaciodemelo@gmail.com
- 7 Docente do Departamento de Física Teórica e Experimental, Universidade Federal do Rio Grande do

Norte - DFTE/UFRN, flaviapolati@fisica.ufrn.br

## Resumo

Este trabalho analisa as concepções de estudantes do ensino médio sobre a natureza da ciência e o machismo mobilizadas em uma intervenção realizada em uma escola pública em tempo integral localizada na região metropolitana de Natal, no Rio Grande do Norte. Analisamos como concepções de gênero foram mobilizadas através de discussões sobre temas da história e da filosofia da ciência e travamos uma crítica ao machismo que também impera na ciência. Em um formato de unidade eletiva, nossa proposta didática consistiu em problematizar algumas concepções sobre a construção da ciência e as relações entre ciência e sociedade, dentre outros. Neste trabalho, nosso objetivo é investigar as concepções mobilizadas nas aulas que abordaram relações entre ciência e sociedade, nas quais também foram abordados assuntos relacionados às desigualdades de gênero presentes, estruturalmente, no campo da ciência. Acreditamos que essa temática é de suma importância, considerando a pertinência desses temas para nossa sociedade e para o ambiente escolar, visto que debater sobre o prestígio entre homens e mulheres em aulas de ciências, por mais que esteja previsto nas diretrizes curriculares atuais, é ainda um tema escasso na sala de aula. Por meio de questionários, avaliações e discussões durante as aulas ministradas, investigamos as concepções dos estudantes sobre questões que tangem o machismo na ciência. Com isso, percebemos que a maioria dos alunos carregam concepções que privilegiam o papel masculino na produção da ciência.

Palavras-chave : Ensino de Física, História e Filosofia da Ciência, Ciência e Sociedade, Machismo na Ciência.

## Abstract

This work analyzes the conceptions of high school students about the nature of science and machismo mobilized in an intervention carried out in a full-time public school located in the metropolitan region of Natal, in Rio Grande do Norte. We analyze

how conceptions of gender were mobilized through discussions on topics from the history and philosophy of science and criticize the machismo that also prevails in science. In an elective unit format, our didactic proposal consisted of problematizing some conceptions about the construction of science and the relationships between science and society, among others. In this work, our objective is to investigate the conceptions mobilized in classes that addressed relations between science and society, in which issues related to gender inequalities present, structurally, in the field of science were also addressed. We believe that this theme is extremely important, considering the relevance of these themes to our society and the school environment, since debating the prestige between men and women in science classes, even though it is provided for in current curricular guidelines, is still a scarce topic in the classroom. Through questionnaires, assessments and discussions during classes taught, we investigated students' conceptions about issues involving machismo in science. With this, we realize that the majority of students carry conceptions that privilege the male role in the production of science.

Keywords : Physics Teaching, History and Philosophy of Science, Science and Society, Sexism in Science.

## Introdução

Atualmente, educadores reconhecem a importância da história da ciência nos diversos níveis de ensino de ciências. Há muitos trabalhos desde a década passada que discutem a presença da História e Filosofia da Ciência (HFC) na sala de aula (MARTINS, 2007). Martins, em um de seus trabalhos ressalta a importância de trazer tal área para o ensino da física, não substituindo a física mas trazendo um novo olhar (MARTINS, 2006). Ele ainda defende o uso História da Ciência (HC) na educação uma vez que os episódios históricos podem humanizar as ciências, contribuindo para desmistificar visões ingênuas sobre ela, mostrando-a como um empreendimento humano que está sujeito também a fenômenos sociais:

'O estudo adequado de alguns episódios históricos permite compreender as interrelações entre ciência, tecnologia e sociedade, mostrando que a ciência não é uma coisa isolada de todas as outras mas sim faz parte de um desenvolvimento histórico, de uma cultura, de um mundo humano, sofrendo influências e influenciando por sua vez muitos aspectos da sociedade' (MARTINS, 2006, p. 21).

Não apenas estudiosos concordam com a implementação de tópicos da HFC no ensino de Física, mas também os documentos nacionais que suleiam a educação no país preveem a inserção dela na educação básica. A BNCC, referência atual para os currículos escolares, destaca no tópico 5.3 A Área de Ciência da Natureza e suas Tecnologias a importância de aprender ciência deve indo além do estudo dos conceitos em si, e deve abranger também a contextualização social, cultural,

ambiental e histórica desses conhecimentos (BRASIL, 2018). Dentre as diferentes formas de contextualização da ciência, o documento ainda o que envolve a HFC no ensino:

'A contextualização social, histórica e cultural da ciência e da tecnologia é fundamental para que elas sejam compreendidas como empreendimentos humanos e sociais… A contextualização dos conhecimentos da área supera a simples exemplificação de conceitos com fatos ou situações cotidianas…Na mesma direção, a contextualização histórica não se ocupa apenas da menção a nomes de cientistas e a datas da história da Ciência, mas de apresentar os conhecimentos científicos como construções socialmente produzidas, com seus impasses e contradições, influenciando e sendo influenciadas por condições políticas, econômicas, tecnológicas, ambientais e sociais de cada local, época e cultura '(BRASIL, 2018, p. 549, 550).

Levando em conta que tal documento estabelece que o conhecimento científico seja tratado como uma produção humana, sendo influenciada por questões políticas, econômicas, sociais, dentre outras, optamos por trabalhar as influências sociais na ciência, mais especificamente, sobre o machismo na ciência.

Há uma característica no corpo científico facilmente notável, sendo essa característica a predominância da figura masculina na ciência (CHASSOT, 2004). Entretanto, apesar de sabermos que a ciência moderna nasceu como uma instituição marcada pelo patriarcado e pela desigualdade entre os sexos (JAPIASSU, 1984), sabe-se que estudantes carregam concepções ingênuas sobre ciência (MARTINS, 2006), sendo plausível a negação da relação entre a ciência e a sociedade e, por consequência, negando o caráter hierarquizante e excludente em relação às mulheres que ela tem.

Considerando que tratar sobre a pauta da desigualdade entre homens e mulheres é de suma importância para a educação crítica e transformadora , bem como a abordagem da HFC no ensino de Física, defendida por inúmeros trabalhos e pelas atuais diretrizes nacionais, elaboramos uma proposta didática onde foram abordados tópicos gerais da HFC, focalizando este trabalho nos assuntos que dizem respeito à historiografia externalista da ciência, onde as relações entre ciência e sociedade, especificamente, o machismo, foram explorados.

A proposta foi aplicada em uma turma de 1° série do ensino médio, no formato de uma unidade curricular eletiva, onde foi possível tratar exclusivamente de episódios da HFC. Para este trabalho, apresentamos um recorte destinado exclusivamente à análise das concepções travadas pelo debate acerca da predileção masculina em

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detrimento da feminina na ciência, onde buscamos responder o seguinte questionamento: 'Como estudantes do ensino médio percebem as influências do machismo na ciência?'.

## Metodologia

A metodologia desta pesquisa se deu como uma pesquisa qualitativa em educação, na forma de um estudo de caso (LUDKE e ANDRÉ, 1986; BOGDAN BIKLEN, 2010). A proposta planejada foi aplicada em uma disciplina no formato de eletiva e ministrada para alunos do 1º ano do ensino médio em uma escola de tempo integral. Tal proposta foi elaborada e pensada levando em conta a necessidade de diferentes estratégias de ensino para trabalhar a HFC e a natureza da ciência.

O primeiro desafio então foi propor o ensino de episódios e temas da HFC através de aulas que não fossem expositivas, buscando promover um ambiente mais interativo e dialógico entre os estudantes. Sabendo disso, buscamos um planejamento de atividades que visam um pluralismo metodológico em sala de aula (LABURU; ARRUDA; NARDI, 2003) contemplando não somente momentos expositivos, mas também filmes, jogos e recortes históricos.

Na primeira aula, aplicamos um questionário com o objetivo de coletar as concepções de estudantes do ensino médio sobre diversos aspectos da natureza da ciência. O questionário elaborado consistiu em oito questões de diversos temas, em que uma destas questionava se os estudantes acreditavam que a ciência sofre influências da sociedade e quais os exemplos saberiam ilustrar tal perspectiva.

Nas aulas posteriores, discutimos a perspectiva de Thomas Kuhn acerca das revoluções científicas e como a construção da ciência se dá de maneira coletiva e influenciada por elementos da sociedade. Esta aula foi de suma importância pois, a partir daí, foram introduzidos os primeiros exemplos, com um recorte histórico do embate entre as teorias geocêntricas e heliocêntricas, exemplificando debates e relações entre a ciência e a sociedade.

Na aula seguinte, após apresentar resumidamente a proposta epistemológica de Kuhn, evidenciando a relação entre ciência e a sociedade, introduzimos as seguintes problemáticas: 'A sociedade influencia na ciência?'; 'E a ciência influencia

a sociedade?'; 'Vocês saberiam dizer algum caso na história da humanidade em que a sociedade mudou o curso da ciência ou vice-versa?'.

Essas perguntas geraram nossa problematização, onde buscamos levantar algumas concepções dos alunos. Logo após as perguntas, tivemos um momento de discussão entre os estudantes e a docente mediadora da discussão. Em seguida, organizando o conhecimento já debatido, foi então perguntado aos estudantes se eles saberiam mencionar três nomes de pessoas ou personagens históricos e suas contribuições para a ciência, a fim de provocar uma reflexão sobre a ausência de referências a personagens femininos na ciência.

Em seguida, iniciamos a discussão sobre o machismo na ciência, que ocorreu em duas aulas. Trouxemos um episódio de um explícito descrédito da mulher na produção de uma teoria científica, com o objetivo de mostrar aos estudantes como se dava a recepção da figura feminina no meio científico.

Foi apresentado aos estudantes um trecho da série Genius , adaptada do livro Einstein, Sua vida e Seu Universo , escrita pelo jornalista Walter Isaacson que se baseou em uma coleção de cartas trocadas entre Einstein, suas esposas e sua filha, que fora deixado pela enteada de Einstein. O episódio apresentou resumidamente uma biografia de Mileva Marić (1875-1948), destacando suas contribuições para as publicações mais importantes de Albert Einstein em que, apesar de toda luta por reconhecimento ao longo da história, ela não obteve seu devido mérito e apenas foi associada como "a esposa de Einstein".

Após algumas discussões sobre a presença do machismo na ciência, apresentamos um quadro com alguns ganhadores do prêmio Nobel entre os anos 1901 e 2023, com o intuito de problematizar a ausência da participação das mulheres nesse tipo de premiação.

Para avaliarmos os conhecimentos mobilizados pelos alunos ao final das aulas, levamos duas atividades: uma utilizando o jogo Kahoot que foi aplicado com o intuito de promover um ambiente potencialmente lúdico e interativo, buscando uma maior participação dos estudantes a fim de obter dados objetivos quanto ao aprendizado dos alunos. E, por último, um outro questionário foi aplicado no fim no período letivo a fim de avaliar o quanto dos tópicos gerais da disciplina foram

assimilados pelos alunos. O questionário continha 10 questões subjetivas, onde duas questões diziam respeito à participação da mulher no meio científico.

Foram realizadas em sala de aula quatro rodadas de perguntas, cada uma tratando de temas diferentes, trazendo questionamentos específicos sobre o machismo. Nessa sessão, oito questões foram aplicadas, duas questionavam sobre a participação das mulheres na ciência.

## Resultados

No questionário inicial, analisando a última questão, que questionou a possibilidade de uma relação entre a ciência e a sociedade, treze dos dezoito alunos participantes da eletiva responderam todas as questões propostas.

Dentre as respostas, 1 aluno relatou não saber se essa relação existia efetivamente, e enquanto 12 confirmaram essa existência trazendo algumas justificativas. Ao questionarmos se os estudantes acreditavam que a ciência sofre influências da sociedade, os estudantes responderam positivamente, associando a fatores como a tecnologia ou a religião:

'Acredito, temos vários exemplos, como, energia, gravidade, forças, reações, entre outros.' (Estudante AC).

'Sim, conforme o tempo e o avanço das tecnologias, acredito que se torne mais fácil para a sociedade a descoberta de novas coisas.' (Estudante CO).

'Sim, já que no princípios dos tempos e estudo da medicina, por exemplo, era limitado até onde os estudos poderiam ir por causa do forte controle que a religião tinha sobre as coisas.' (Estudante AL).

A maioria dos alunos pareciam aceitar um cenário onde a ciência interfere na sociedade, mas não o contrário, como se a ciência fosse algo intocável. Dentre os estudantes que afirmaram acreditar que a ciência sofre influências da sociedade, a maioria afirmou que sim, trazendo alguns exemplos de como a ciência interfere na sociedade. Apenas um estudante trouxe um exemplo de como a sociedade influencia na ciência.

Após a implementação de algumas aulas, o Kahoot foi aplicado trazendo na sessão sobre ciência e sociedade as seguintes questões, do tipo verdadeiro ou falso, sobre o machismo: 'A ciência, por buscar sempre saberes da natureza, nunca foi influenciada por questões raciais e de gênero.'; 'A ciência contemporânea ainda é afetada por questões raciais e de gênero.'; 'Hoje em dia, as mulheres são tidas como

iguais aos homens, a ciência, logo, não se pode dizer que existe machismo nela.'; 'É incorreto dizer que a falta de mulheres na ciência é causada pela falta de interesse das mulheres em ingressar na carreira científica.'

Quanto aos resultados, o percentual total de questões acertadas foi de 55,38% e erradas foi de 44,62%. É importante salientar que as perguntas realizadas foram mais complexas, tendo em vista que precisavam pensar e responder em até vinte segundos. Então, por se tratar de perguntas mais complexas e ser necessário uma resposta rápida no aplicativo, percebemos que os estudantes tiveram um desempenho razoável na atividade.

Partindo para o último questionário, que foi aplicado no final da eletiva, doze dos dezoito estudantes responderam as questões que dizem respeito ao papel feminino na ciência havendo, novamente, respostas pouco e bem elaboradas.

As questões sete e nove solicitavam aos estudantes para comentassem a afirmação "a ciência não é e nunca foi influenciada por questões raciais e de gênero" e que justificassem suas respostas, e ainda "como você enxerga a participação da mulher na ciência?'. Dentre as respostas associadas à questão sobre, podemos destacar algumas respostas de alguns estudantes:

'A afirmação está incorreta, já que até hoje há um preconceito dentro da ciência com mulheres e pessoas pretas, muitas vezes não levando crédito ou reconhecimento pelos seus feitos.' (Estudante A).

'Ja foi sim viu, há muito tempo atrás mulheres e negros não podiam ajudar em nada! Ainda pode ser um pouco preconceituosa mas hoje em dia temos cientistas negros e do genero feminino e etc.' (Estudante VM).

Sobre as respostas das perguntas sete e nove, nota-se que os estudantes agora percebem que há relações estruturais de machismo na ciência, não havendo nenhum estudante que negou tal relação, o que indica que após as aulas a maioria deles compreenderam ser a ciência influenciada por questões sociais.

## Considerações Finais

Com esse estudo, respondendo à questão inicial, percebemos que a maioria dos estudantes carregavam concepções que privilegiam o papel masculino na produção da ciência. A priori não era percebida claramente pelos estudantes a

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presença de interpretações machistas na história dos personagens associados à ciência, como foi o caso do recorte da história de Einstein e Mileva apresentado.

Ao analisarmos os resultados após a aplicação da proposta didática, algumas concepções se destacaram. Em relação à influência da ciência na sociedade percebemos que os estudantes afirmavam ter a influência da ciência na sociedade e tendiam para uma visão utilitarista da ciência, chegando até a negar tal influência, ou mesmo a atribuir valor negativo à influências da sociedade no desenvolvimento científico. Já em relação ao papel da mulher na ciência, todas as respostas que obtivemos foram favoráveis, com posicionamentos a favor da atuação da mulher e que não negam o cenário de estrutura desigual que vivenciamos.

Foi visto no decorrer da disciplina uma mudança na concepção das relações entre ciência e sociedade, onde os alunos admitem após as aulas que a ciência não é neutra e que questões sociais influenciam direta e indiretamente na ciência. No geral os resultados nos mostraram que houve assimilação do conteúdo e mudança por parte dos alunos, uma vez que eles foram capazes de obter uma nova perspectiva quanto ao cenário do fazer científico. Perceber o engajamento dos alunos nos revela o impacto e a importância de abordar temas sobre a natureza da ciência na educação.

## Referências

BODGAN, R.; BIKLEN, S. Investigação e Inovação (em educação): pesquisar para mudar (a educação) . Universidade da Madeira, 2010.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular . Brasília: MEC, 2018.

CHASSOT, A. A ciência é masculina? É, sim senhora! Revista Contexto & Educação , v.19, p.9-28, 2004.

JAPIASSU, H. A dimensão "machista" da ciência. Reflexão, [S. l.], v. 9, n. 28, 2024. Disponível em: https://periodicos.puc-campinas.edu.br/reflexao/article/view/11817. Acesso em: 27 abr. 2024.

LABURÚ, C.; ARRUDA, S.; NARDI, R. Pluralismo metodológico no ensino de ciências. Ciência & Educação 9 (02), 247-260, 2003.

LUDKE, H.; MARLI, A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

MARTINS, A. F. P. História e filosofia da ciência no ensino: há muitas pedras nesse caminho. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 24, n. 1: p. 112-131, 2007.

MARTINS, R. de A. Introdução. A história das ciências e seus usos na educação. Pp. xxi-xxxiv, in: SILVA, Cibelle Celestino (ed). Estudos de história e filosofia das ciências: subsídios para a aplicação no ensino . São Paulo: Livraria da Física, 2006.

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