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DIÁLOGOS EM MOVIMENTO: DESAFIOS NA INTERAÇÃO ENTRE ESPECIALISTAS E ALUNOS EM UM PROCESSO FREIREANO

Nicolas Santos Maciel, Simoni Tormöhlen Gehlen

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XX
Ano
2024
Data
20/08/2024
Linha de pesquisa
Cts/Ctsa, Alfabetização Científica, Letramento Científico E Alfabetização Científica E Tecnológica No Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## DIÁLOGOS EM MOVIMENTO: DESAFIOS NA INTERAÇÃO ENTRE ESPECIALISTAS E ALUNOS EM UM PROCESSO FREIREANO

## DIALOGUES IN MOTION: CHALLENGES IN THE INTERACTION BETWEEN SPECIALISTS AND STUDENTS IN A FREIREAN PROCESS

Nicolas Maciel 1 , Simoni Tormohlen Gehlen 2 .

1 Universidade Estadual Santa Cruz/Mestrando PPGECM, nicolas.macgrath@gmail.com

- 2

Universidade Estadual de Santa Cruz/ DCET/PPGECM/ stgehlen@gmail.com

## Resumo

Pesquisas em Ensino de Física têm apontado para a necessidade de articulação entre saberes físicos e saberes comunitários a partir da cooperação entre Especialistas e comunidade. Entretanto, faz-se necessário identificar desafios e possibilidades na participação desses Especialistas em atividades didático-pedagógicas associadas à operacionalização da Tecnologia Social. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho foi identificar desafios e possibilidades na articulação entre saberes físicos/técnicos e comunitários por meio de diálogos, no contexto da extensão, entre técnicos/especialistas e alunos do Ensino Médio. Os resultados indicam 3 aspectos da participação dos especialistas que devem ser considerados: 1) falta de planejamento; 2) maior articulação entre Especialistas do Ensino e Especialistas do conhecimento físico/técnico e 3) hegemonia dos conhecimentos técnico-científicos/físicos.

Palavras-chave : Tecnociência Solidária, Ciclo Temático, Investigação Temática, Paulo Freire, Ensino de Física.

## Abstract

Research in Physics Teaching has pointed to the need for articulation between physical knowledge and community knowledge through cooperation between experts and the community. However, it is necessary to identify challenges and possibilities in the participation of these experts in didactic-pedagogical activities associated with the implementation of Social Technology. In this sense, the objective of this work was to identify challenges and possibilities in the articulation between physical/technical knowledge and community knowledge through dialogues, in the context of extension activities, between technicians/experts and high school students. The results indicate three aspects of expert participation that should be considered: 1) lack of planning; 2) greater coordination between Education Specialists and Specialists in physical/technical knowledge; 3) hegemony of technical-scientific/physical knowledge.

Keywords : Democratic Technoscience, Thematic Cycle, Thematic Investigation, Paulo Freire, STS.

## Introdução

Algumas pesquisas em Ensino de Ciências/Física, tal como Sousa e Gorri (2019) e Auler (2021), têm questionado a hegemonia dos saberes científicos - que transferem modelos de sociedades e culturas - na resolução de demandas/problemas da comunidade escolar. Nesse contexto, Auler (2021) aponta, a partir de pressupostos freireanos, para um diálogo de saberes entre a cultura científica, conhecimentos novos e os saberes tradicionais como possibilidade para um modo de vida sustentável e superação desta hegemonia.

Para Auler (2021), a categoria diálogo de saberes está apoiada na articulação entre o referencial freireano, o Pensamento Latino-Americano em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PLACTS) e nos princípios da agroecologia. De acordo com Auler (2021), tal categoria também possibilita repensar a tríade universitária. Dagnino (2010) aponta que as Universidades estão orientadas pela pesquisa, a partir da qual são estruturados currículos engessados e extensões ofertistas. Segundo Auler (2021) e Dagnino (2010) é necessário posicionar a Extensão como foco da práxis Universitária/escolar, o que pode contribuir para a organização de currículos e projetos de pesquisa em Física/Ciências, em especial, a partir do processo de Investigação Temática (IT) (Freire, 1987).

Apoiados na articulação PLACTS/Freire, os autores Roso, Auler e Delizoicov (2020) defendem uma ampliação dos espaços decisórios em debates sobre produção, distribuição e consumo de Ciência e Tecnologia (CT) para a concretização de uma agenda de pesquisa científica e de Ensino de Ciências mais democrática. Segundo os autores, tais espaços decisórios pressupõem que os técnicos/especialistas na área de CT assumam um papel ativo na democratização e conscientização crítica de comunidades, a partir da aproximação destes especialistas às comunidades locais.

Entretanto, Roso, Auler e Delizoicov (2020) não analisam empiricamente os desafios para a aproximação entre técnicos, comunidade local e comunidade escolar. É nesse contexto que se torna fundamental investigar aspectos do diálogo de saberes entre técnicos, comunidade local e comunidade escolar. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho consiste em analisar possíveis lacunas para a articulação entre saberes físicos/técnicos e comunitários, no contexto da extensão, no planejamento e desenvolvimento de atividades com técnicos/especialistas e alunos do Ensino Médio.

## A extensão e o papel dos técnicos

Dagnino (2010) explica que a extensão universitária é frequentemente vista como ofertista, uma vez que o conteúdo estendido é resultado de pesquisas definidas a partir de interesses internos. Tal extensão desconsidera o contexto socioeconômico e as demandas locais dos sujeitos, visando apenas a extensão de conhecimentos da pesquisa para as comunidades (Dagnino, 2010). Ao se estenderem, nas comunidades, conhecimentos e técnicas de pesquisa, originados nas Universidades, ignora-se a realidade dos destinatários, de forma que valores, práticas e modelos de sociedade são impostos por meio do conhecimento tecnocientífico, o qual é importado de países de capitalismo avançado (Dagnino, 2010)

Essa concepção de Extensão pode apresentar algumas relações com o que Freire (1982) denominou de 'Invasão Cultural", sobretudo, quanto à sua natureza hegemônica e antidialógica que busca romper entre o 'pensar' e o 'fazer'. Roso, Auler e Delizoicov (2020) destacam que, diante desta concepção hegemônica e antidialógica de extensão, é fundamental que técnicos/especialistas extensionistas tomem responsabilidade no desenvolvimento de empreendimentos tecnocientíficos emancipatórios. Para Roso, Auler e Delizoicov (2020), a práxis dos especialistas não se limita ao domínio científico, mas deve incluir aspectos éticos, políticos, ideológicos e culturais. Os autores entendem que essa abordagem busca desmistificar as decisões tecnocráticas e promover a participação social nos processos de ciência e tecnologia.

Os empreendimentos tecnocientíficos deveriam visar à emancipação crítica e, para alcançar tal intento, Roso, Auler e Delizoicov (2020) defendem a importância da atuação dos técnicos/especialistas para desmistificar a Ciência e a Tecnologia (CT) e promover a participação social nos processos de CT (Roso; Auler; Delizoicov, 2020). A formação e atuação desses profissionais demanda: i) domínio de conhecimentos científicos críticos, abrangendo dimensões éticas, políticas, ideológicas e culturais; ii) oferta de informações relevantes, denúncias e ações sociais, fundamentadas na avaliação de CT; iii) colaboração na reorientação das agendas de pesquisa conforme as necessidades locais; iv) operacionalização de Tecnociência Social (TS) (Roso; Auler; Delizoicov, 2020).

Há a necessidade de uma formação crítica desses especialistas, essencial para o desenvolvimento de currículos e agendas de pesquisa voltados à

democratização da CT (Roso; Auler; Delizoicov, 2020). A reestruturação das agendas de pesquisa e ensino, ancorada no pensamento freireano, pode propiciar ações educativas, formativas e produtivas de maneira dialógica, horizontal e emancipadora, estabelecendo uma relação transformadora entre o campo científico e a sociedade (Roso; Auler; Delizoicov, 2020). Assim, se torna necessário problematizar as formações de tecnólogos e superar o modelo de decisões tecnocráticas em questões sociais relacionadas à CT (Roso; Auler; Delizoicov, 2020).

## Procedimentos Metodológicos

A pesquisa foi desenvolvida após um curso de formação de professores em 2022, de 40 horas, realizado numa escola pública localizada no bairro Teotônio Vilela, Ilhéus/BA. A partir desse curso, no ano de 2023, foram elaboradas e desenvolvidas algumas atividades, pautadas na Abordagem Temática Freireana, no âmbito de Estações do Saber, propostas pelo Documento Curricular Orientador do Estado da Bahia (DCRB), para escolas do Ensino Médio em Tempo Integral. Essas Estações do Saber foram sistematizadas com base nas demandas da comunidade local do bairro, identificadas no processo de IT, destacando-se a Captação da água da chuva: oriunda de uma demanda associada a alagamentos que ocorriam no pátio da escola em seu entorno (inclusive na casa de moradores próximos). A Estação do Saber envolveu a produção de uma alternativa tecnológica que incorpora conhecimentos científicos, tecnológicos e populares. Nesse contexto, aproximou-se da noção de Tecnologia Social (TS) - a qual consiste em um empreendimento cognitivo definido por Dagnino (2019) e que visa um modelo mais cooperativo de trabalho/resolução de demandas sociais.

No âmbito do planejamento, seleção e reaplicação dessas TS foram selecionados alguns conteúdos e conceitos de física necessários para solução das demandas orientadoras das Estações. Esses conhecimentos, apresentados a seguir, sintetizam, segundo Auler (2021), a cultura elaborada que é necessária para resolver problemáticas surgidas na IT.

Tabela 1: conhecimentos científicos (física) trabalhados na estação.

Fonte : Autores.

Esses conceitos de física permeiam os conhecimentos científicos e técnicos dos especialistas e são essenciais para a compreensão das interações entre a cultura elaborada - domínio dos especialistas (Roso; Auler; Delizoicov, 2020) - e dos saberes tradicionais (Auler, 2021). Estes saberes tradicionais serão compreendidos, no presente estudo, como 'saberes comunitários', uma vez que caracterizam conhecimentos e práticas de uma comunidade específica. Ressalta-se, também, que em ambas Estações, os projetos de construção das TS tiveram início no contexto escolar com planejamentos de continuidade em outros espaços do bairro da escola, que também eram afetados pelos alagamentos/entulhos.

Para o desenvolvimento destes projetos, nas Estações de Saber, implementadas em duas turmas do primeiro ano do Ensino Médio, com a participação de cerca de vinte (20) alunos, foram convidados dois (2) técnicos que se apresentam como especialistas de uma práxis pautada em saberes tecnocientíficos (Dagnino, 2019). Assim, os especialistas e alunos foram identificados a partir de um sistema alfanumérico, sendo os especialistas T1, T2, ..., Tn, enquanto alunos foram identificados enquanto A1, A2 …, An. Para fins de análise, categorizou-se dois tipos de especialistas, quais sejam: a) Especialistas em Ensino: formadores de professores; Ensino de Química; b) Especialista em conhecimentos físicos/técnicos: Especialista em biologia vegetal, agricultura familiar e sistemas de captação de água.

Nesse sentido, o foco de análise deste trabalho foram as possíveis lacunas na articulação entre saberes físicos/técnicos e saberes comunitários (caracterizados por meio dos alunos que compõem a comunidade-escola). Para isso, foram gravadas as falas de dois encontros, com cerca de 2 horas e 30 minutos de duração cada, em que especialistas e alunos participaram no planejamento e desenvolvimento das atividades relacionadas à Estação do Saber 'Captação da Água da Chuva'. Estas falas foram analisadas a partir da Análise Textual Discursiva (Moraes; Galiazzi, 2011), tendo como categoria a priori a Operacionalização da Tecnologia Social (Roso; Auler; Delizoicov, 2020). Assim, a partir das unidades de sentido - que expressam contradições (ao referencial teórico, internas ou sistemáticas) -identificadas nos diálogos entre pesquisadores, especialistas e alunos, foi possível obter diversas informações que indicaram possíveis obstáculos à operacionalização da Tecnologia Social.

## Diálogos entre especialistas e a comunidade escolar na operacionalização da Tecnologia Social

Ao longo do desenvolvimento das Estações de Saber, o especialista em sistemas de captação de água foi convidado para participar de atividades didáticopedagógicas associadas à construção de um sistema de captação de água da chuva na escola. Em uma conversa entre o especialista (T1) e outro da área de Ensino/Química (T2), T2 questionou a T1 se havia planejado algo para aquela atividade, na qual T1 destacou que:

Não, não. Hoje eu vim mais pra ouvir mesmo. Porque a parte técnica, ela é mais relativa a montagem. Eu até conversei com Miguel porque a questão da bombona é até subutilizar o trabalho (T1).

A gente pode ir lá em um lugar para dar uma olhada no que eles (alunos) acham (T2).

[...] Bom, eu também não sou de criar […] Tem que ser como eu quero ou como acho que é'. Acho adequado que a comunidade escolar que decide, mas eu acho que é subutilizar o trabalho. A bombona, ela enche muito rápido. Eu acho que é perder água e perder trabalho para uma captação de água da chuva (T1).

O especialista T1 revela que não havia preparado a atividade para desenvolver com os alunos e que seu objetivo era a escuta. A falta de planejamento e da articulação entre especialistas do Ensino e outros especialistas em atividades escolares pode contribuir para ações pautadas no senso comum pedagógico, e nesse caso, um senso comum extensionista. Para Freire (1982), tal senso comum consiste em uma ação vertical do extensionista que impõe os conhecimentos científicos como única via de solução aos problemas e visa a substituição dos conhecimentos tradicionais e populares em favor do primeiro. Auler (2021) destaca que um processo dialógico requer a articulação e o respeito aos saberes científicos e saberes comunitários.

Na fala destacada, o especialista T1 também afirma assumir um posicionamento de escuta passiva diante dos alunos. Entretanto, na tomada de decisões acerca dos componentes do sistema de captação de água, a única visão considerada é a do especialista e seus saberes físicos/técnicos, uma vez que não houve preocupação em uma escuta ativa dos alunos. Cardoso e Strieder (2023) destacam que o engajamento estudantil e a mobilização de conhecimentos e práticas na resolução de problemas não é dada a priori, mas sim construída por meio do exercício da voz.

## XX Encontro de Pesquisa em Ensino de Física - 2024

Em outro momento, o especialista discute uma sugestão da aluna acerca da possibilidade de implementação de um registro para que a caixa d'água não transbordasse:

No caso, não daria para fazer tipo, colocar aquele 'T', e colocar um registro, no caso, quando a caixa estivesse muito cheia…(A1).

Pode ser, já está melhorando mais ainda o sistema. Você já tá dando uma ideia para melhorar mais ainda o sistema. Então quanto mais adequado for o sistema pra gente não ter tanto trabalho, melhor (T1).

O especialista T1 destaca a preocupação com a eficiência na construção de sistemas tecnológicos. Contudo, os parâmetros desta eficiência estão centralizados nas decisões do especialista, o que pode ocultar aspectos culturais, sociais e dos saberes tradicionais, bem como da harmonia com o meio em que habitam. Sobre isso, Roso, Auler e Delizoicov (2020) argumentam que é essencial repensar CT e o papel dos especialistas para a superação da hegemonia de critérios puramente tecnocientíficos nas tomadas de decisões, uma vez que estes estão permeados por valores predatórios e excludentes.

Em suma, a análise por meio da ATD, dos diálogos entre Especialistas e alunos no contexto das atividades que envolveram o planejamento e implementação da 'Captação de Água da Chuva", evidenciou aspectos desafiadores na articulação entre os saberes físicos e comunitários, quais sejam: 1) a falta de planejamento/engajamento nas atividades desenvolvidas com os especialistas, a qual potencializa ações pautadas no senso comum pedagógico; 2) a necessidade de uma articulação maior entre Especialistas do Ensino e os dos saberes físicos/técnicos a fim de desenvolver a escuta ativa dos saberes comunitários e 3) a hegemonia dos conhecimentos técnico-científicos a qual determina respostas corretas na tomada de decisões e omite possibilidades pautadas nos conhecimentos locais/culturais daquela comunidade.

## Algumas considerações

A análise dos diálogos entre especialistas e alunos possibilitou identificar alguns desafios na participação de técnicos para a democratização de CT. Dentre eles, a necessidade de incluir os técnicos no planejamento pedagógico colaborativo com os professores e pesquisadores do Ensino de Ciências/Física. Também, corroborou-se

com os resultados de Cardoso e Strieder (2023), de forma que o engajamento dos estudantes na tomada de decisões em CT requer a construção do exercício da voz a fim de que mobilizem conhecimentos populares e se apropriem da cultura tecnocientífica elaborada. Ressalta-se que é papel dos técnicos, na operacionalização da TS, considerar e respeitar fatores culturais, sociais e da história localmente construída para que seja possível superar modelos hegemônicos de tecnologia/física e, de fato, democratizar a CT, como defendem Roso, Auler e Delizoicov (2020).

Por fim, aponta-se para a necessidade de mais pesquisas empíricas no âmbito da extensão e da participação de técnicos em atividades do Ensino Médio, a fim de democratizar a tomada de decisões em CT e a produção crítica e coparticipativa de CT, em especial, da área de Ensino de Física/Ciências.

## Referências

AULER, D. Freire, fermento entre os oprimidos: continua sendo? Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências , v.21, p. 1-34, 2021.

CARDOSO, Z. Z.; STRIEDER, R. B. Engajamento dos Estudantes em Práticas Educativas Fundamentadas pela Educação CTS. Alexandria: Revista de Educação em Ciência e Tecnologia, v. 16, n. 2, p. 3-26, 2023.

DAGNINO, R. P. Uma Estória sobre Ciência e Tecnologia, ou começando pela Extensão Universitária ... In: DAGNINO, R. P. (Org.). Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia e Política de Ciência e Tecnologia: abordagens alternativas para uma nova América Latina. Campina Grande - PB: EDUEPB, 2010.

DAGNINO, R. Tecnociência Solidária : um manual estratégico. 2ª ed. Marília: Lutas Anticapital, 2019.

FREIRE, P. Extensão ou comunicação . 8. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido . 17 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. Análise Textual Discursiva . 2ª ed. Ijuí: UNIJUÍ, 2011.

ROSO, C. C.; AULER, D; DELIZOICOV, D. Democratização em Processos Decisórios sobre CT: O Papel do Técnico. Alexandria: Revista de Educação em Ciência e Tecnologia v. 13, n. 1, p. 225-249, 2020.

SOUSA, P. S. de; GORRI, A. P. Agrotóxicos no Brasil: uma Visão Relacional a Partir da Articulação Freire-CTS. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências , v. 19, 2019.

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