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O documentário ''Hiroshima: os Dez Segundos Fatais" e suas possíveis aproximações com as Questões Sociocientíficas

Lucas Henrique Tavano, Washington Luiz Pacheco De Carvalho

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XX
Ano
2024
Data
22/08/2024
Linha de pesquisa
Cts/Ctsa, Alfabetização Científica, Letramento Científico E Alfabetização Científica E Tecnológica No Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## O DOCUMENTÁRIO 'HIROSHIMA: OS DEZ SEGUNDOS FATAIS' E SUAS POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES COM AS QUESTÕES SOCIOCIENTÍFICAS

## THE DOCUMENTARY 'HIROSHIMA: THE FATEFUL TEN SECONDS' AND ITS POSSIBLE APPROACHES TO SOCIOSCIENTIFIC ISSUES

Lucas Henrique Tavano 1 , Washington Luiz Pacheco de Carvalho 2

1 Doutorando do Programa de Pós-graduação em Educação para a Ciência/Universidade Estadual Paulista/Faculdade de Ciências, campus Bauru, SP, lucas.tavano@unesp.br

2 Universidade Estadual Paulista/ Docente aposentado do Departamento de Física e Química, Ilha Solteira, SP, w.carvalho@unesp.br

## Resumo

O presente trabalho tem por objetivo analisar o documentário 'Hiroshima: Os Dez Segundos Fatais', de 1998, buscando possíveis aproximações com os pressupostos das Questões Sociocientíficas (QSC) que possam contribuir no desenvolvimento de propostas de ensino em diferentes níveis. Para isso, optou-se por realizar as análises com base em três dimensões: conceitual (especialmente da Física), implicações sociais da ciência e tecnologia e responsabilidade social, e o papel dos diferentes atores sociais envolvidos. Em relação à primeira, o documentário demonstrou um rigor conceitual aparentemente adequado, fazendo uso constante de simulações computacionais e imagens reais, que contribuem para o entendimento dos conceitos envolvidos, mesmo que seja necessária cautela e orientação do professor, e para garantir a proximidade com a realidade. Quanto à segunda dimensão, foi possível fazer questionamentos importantes, principalmente no que diz respeito à problematização da concepção de que os cientistas não são responsáveis pela aplicação do conhecimento e dos artefatos que esses produzem, permanecendo alheios aos interesses políticos e econômicos, o que pode ser fundamental para a explicitação de controvérsias tecnocientíficas. Na dimensão dos atores sociais envolvidos, pode-se destacar as vítimas, que assumem uma posição para além das explicações científicas, dando vivacidade ao ocorrido, e os cientistas que investigaram os efeitos da detonação da bomba atômica, que têm uma posição de maior distanciamento, mas de reconhecimento dos danos causados. Dessa forma, o documentário demostra aproximações muito frutíferas, cuja potencialidade está estreitamente ligada à como esse será abordado, reconhecendo, também, suas limitações.

Palavras-chave : Documentário; Questões Sociocientíficas (QSC); Ensino de Física.

## Abstract

The present work aims to analyze the documentary Hiroshima: The Fateful Ten Seconds, from 1998, seeking possible approaches to the assumptions of SocioScientific Issues (SSI) that can contribute to the development of teaching proposals at different levels. To achieve this, we chose to carry out analyzes based on three dimensions: conceptual (especially Physics), social implications of science and

technology and social responsibility, and the role of the different social actors involved. In relation to the first, the documentary demonstrated an apparently adequate conceptual rigor, making constant use of computer simulations and real images, which contribute to the understanding of the concepts involved, even if caution and guidance from the teacher are necessary, and to ensure proximity to the reality. As for the second dimension, it was possible to ask important questions, mainly with regard to problematizing the conception that scientists are not responsible for the application of knowledge and the artifacts they produce, remaining alien to political and economic interests, which can be fundamental for the explanation of technoscientific controversies. In terms of the social actors involved, we can highlight the victims, who take a position beyond scientific explanations, giving vivacity to what happened, and the scientists who investigated the effects of the detonation of the atomic bomb, who have a position of greater distance, but recognition of the damage caused. In this way, the documentary demonstrates very fruitful approaches, whose potential is closely linked to how it will be approached, also recognizing its limitations.

Keywords : Documentary; Socio-scientific Issues (SSI); Physics Teaching.

## Introdução

De acordo com Orquiza-de-Carvalho e Carvalho (2018, p. 540), a naturalização histórica que o ensino tem dado a aspectos teóricos, como a transmissão de leis e equações, pode induzir ou alimentar a perspectiva '[...] de que se está tratando das produções de uma ciência pura, sempre bem intencionada, que a princípio é imprescindível para a sociedade e que não pode ser responsabilizada pelas más aplicações que dela decorrem'. Em vista disso, o tratamento das Questões Sociocientíficas (QSC) tem sido defendido como possibilidade para uma Educação para a cidadania, unindo conceitos da ciência com o entendimento da Natureza da Ciência e com o envolvimento dos estudantes em problemas reais (Hodson, 2018).

Os documentários operam com categorias de 'real' e 'verdade', associadas à credibilidade das imagens e depoimentos (Marcello; Ripoll, 2016). Assim, nos persuadem acerca um ponto de vista, estimulando a crença de que seu conteúdo é verdadeiro (Nichols, 2010). Isso, ao mesmo tempo que seria um argumento favorável para a aproximação dos documentários com as QSC, como fonte sintética para a constituição de casos, é preciso cautela para não aceitar seu conteúdo acriticamente.

Ratcliffe e Grace (2003) destacam que as principais fontes de informação das QSC não estão presentes de forma direta no ambiente escolar, mas nos diversos meios que integram a 'mídia' (televisão, jornais, revistas, internet ). Dessa forma, a

abordagem de tais questões geralmente envolve a interação com os produtos da indústria cultural, como é o caso específico dos documentários.

Apresenta-se aqui a análise do documentário 'Hiroshima: Os Dez Segundos Fatais' (1998), produzido pela NHK International , e dirigido por Hiroshi Sawada e Eiji Murata. A obra tem foco nos 10 primeiros segundos após a detonação da bomba lançada sobre Hiroshima, tratando dos efeitos em construções e seres humanos. Espera-se, assim, contribuir com subsídios para a utilização de documentários de forma crítica e possivelmente adequada aos pressupostos do tratamento de QSC.

## Método de análise

Um documentário apresenta e defende uma perspectiva particular que deve ser compreendida e analisada criticamente, reconhecendo a não neutralidade de sua mensagem, que não separa forma de conteúdo . Nichols (2010) faz algumas recomendações de como proceder uma análise crítica. Para o autor deve-se iniciar pela preparação, sendo a mais óbvia a de assistir ao documentário mais de uma vez. Na primeira vez pode-se ter o foco na experiência do assistir, enquanto na segunda (e outras) pode-se buscar indagar sobre o que se está assistindo e fazer anotações.

Fazer anotações é sempre uma tarefa seletiva e depende dos objetivos de quem analisa (Nichols, 2010). Tal reconhecimento, inclusive, terá grande importância no uso didático de documentários, particularmente no que se refere às orientações dadas pelo professor. Além disso, revisitar o que foi anotado é fundamental para construir a análise. As anotações podem apontar a cronologia das cenas, os planos de câmera, as técnicas de montagem, o discurso, a técnica retórica, o contexto político e econômico de produção, entre outras características.

Para as análises foram consideradas três dimensões, que envolvem tanto conteúdo ('o que'), quanto forma ('como', aspectos da linguagem), que permitiriam uma aproximação com as QSC: I) dimensão conceitual , especialmente da Física; II) dimensão das implicações sociais da ciência e tecnologia e da responsabilidade social perante seus produtos e III) dimensão do papel dos atores sociais envolvidos .

## Analisando o documentário

Nesta seção será discutida cada uma das dimensões, apesar de essas não serem isoladas uma da outra e nem esgotarem todas as possibilidades de análise.

## I) Conceitual

O documentário demonstra rigor conceitual em sua argumentação, permitindo a discussão de conceitos e temas importantes como: fissão nuclear, o funcionamento da bomba, diferentes tipos de radiação (alfa, beta e gama), os efeitos dos diferentes estágios da detonação (emissão de nêutrons remanescentes que não geraram fissões em núcleos de urânio, flash , 'bola de fogo', ondas de choque e queda de detritos radioativos) em edificações e em seres humanos (apoptose, por exemplo).

Um dos aspectos conceituais que pode chamar mais a atenção é a dos efeitos causados antes da vaporização completa da bomba, no primeiro microssegundo, pela emissão de nêutrons não absorvidos por núcleos de Urânio-235, durante as fissões nucleares. Para isso, cientistas, com a ajuda de sobreviventes de Sarugaku-cho, hipocentro da explosão, investigaram a localidade buscando evidências de tais nêutrons. A principal delas foi a identificação de isótopos de Níquel-63 no para-raios de cobre da prefeitura. Além disso, considerando as casas tradicionais da época (de madeira), grande parte das pessoas próximas ao hipocentro podem ter morrido instantaneamente, já que a reação dos nêutrons emitidos com os telhados, paredes e outros materiais pode ter produzido radiação gama em quantidade fatal.

É recorrente o uso de simulações computacionais, geralmente associando-as com imagens reais. Logo no início, é apresentada uma gravação da bomba Little Boy (lançada em Hiroshima) sendo transportada, seguida pelo professor Robert Christy explicando seu funcionamento em uma lousa. Após isso, o narrador retoma a fala enquanto uma simulação computacional animada (Figura 1) permite um entendimento mais detalhado, complementando com um modelo do que ocorreria em nível atômico.

Figura 1 Sequência de fotos da simulação computacional apresentada. (a) Vista lateral da bomba com a duas partes de Urânio-235 em rota de colisão. (b) Modelo de fissão nuclear em nível atômicoFonte: Hiroshima: Os Dez Segundos Fatais (1998).

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Mesmo que não sejam imagens 'reais', as animações integram o '[...] conjunto de procedimentos estilísticos através dos quais a narrativa documentária estabelece asserções sobre o mundo' (Ramos, 2008, p. 72).

Apesar do cuidado com os aspectos conceituais, é preciso reconhecer que não se pode considerar o documentário como a única fonte de conhecimento, devido às próprias limitações que as simulações podem ter e a presença de algumas inconsistências na linguagem, com o intuito de tornar o seu conteúdo mais acessível.

De forma geral, a obra permite um tratamento amplo das questões conceituais, não isolando-as das demais dimensões. Os conceitos e modelos científicos são apresentados para evidenciar e explicar efeitos do desenvolvimento da bomba atômica. Inclusive, pode-se notar que o funcionamento desse artefato é complexo e engenhoso, mas uma engenhosidade perversa e danosa.

## II) Implicações sociais da ciência e tecnologia e responsabilidade social

Ao apresentar relatos de sobreviventes e as investigações de diferentes grupos de cientistas que buscam compreender os efeitos do ataque em Hiroshima, o documentário traz muitos questionamentos relativos à produção científica e tecnológica. Dois deles, que parecem centrais na narrativa, são: os cientistas e outros envolvidos que projetaram a bomba estão alheios às consequências? E, de forma mais abrangente, a ciência é responsável pela aplicação do que é produzido?

Em contextos como o abordado pelo documentário, no período da Segunda Guerra Mundial, é possível que o artefato tecnocientífico evoque elementos estratégicos da retórica de uma ciência neutra e objetiva, que não tem efeitos positivos ou negativos por natureza, visando despolitizar a figura do cientista (Castelfranchi, 2008). Assim, não se deveria limitar a expansão e o 'progresso' científico, já que os efeitos, benéficos ou não, caberiam a outros setores da sociedade. Nesse sentido, se afirmaria que não foram os cientistas que lançaram a bomba, mas militares sob ordens do governo dos Estados Unidos, pois os mesmos não se envolveriam no conflito de interesses políticos e econômicos. No entanto, não é tão evidente a separação entre os contextos de produção e aplicação do conhecimento, nesse caso. Os cientistas envolvidos no Projeto Manhattan sabiam dos possíveis usos do artefato produzido.

Nessa perspectiva, o potencial para tencionar controvérsias, aspecto relevante para as QSC, com base no documentário se mostra evidente, em especial ao possibilitar uma reflexão sobre as decisões de natureza tecnocientífica, tomadas no interior da produção do artefato. O documentário não explora isso diretamente, mas possibilita alguns questionamentos a partir do que é apresentado. Por exemplo, por que a bomba deveria ser detonada a 567 metros de altitude? A resposta a essa questão pareceria envolver um juízo técnico e neutro de cientistas com base em testes e evidências, mas guarda um viés perverso. Como investigado no Trinity Test (1945), a explosão em certa altitude, e não em solo, foi meticulosamente calculada por cientistas e engenheiros afim de potencializar seu poder destrutivo (Nakagawa, 2015).

Além da apresentação de relatos de vítimas, o documentário opta por algumas estratégias na montagem que enfatizam os efeitos destrutivos da bomba atômica, alternando cenas com aspecto de oposição, como planos de câmera de construções destruídas, que permaneceram preservadas, com imagens mais atuais (1998), e utilizando fotos de feridos durante os relatos. Em uma das cenas, uma sequência inicia com o enquadramento do edifício conhecido como 'domo da bomba atômica', com uma transição para uma região habitada ao som de uma música tradicional.

Próximo do fim do documentário, ao visitar o Museu Memorial da Paz de Hiroshima, o professor Krauthammer, que investigou os efeitos da bomba atômica, escreveu no livro de honra: 'Em muitas lições do passado sobre os efeitos das armas nucleares é isso que o futuro promete?'. Em seguida, o narrador destaca que em 1998, Índia e Paquistão realizaram testes nucleares, o que responde à pergunta anterior positivamente, indicando que, mesmo com os efeitos devastadores, o problema das armas nucleares está longe de acabar, provavelmente pelo seu potencial estratégico nas tensões geopolíticas ligadas a interesses imperialistas.

## III) Papel dos atores sociais envolvidos

Entre os atores sociais, convertidos em personagens da narrativa, os principais são diferentes grupos de cientistas que investigaram os efeitos da detonação, alguns do Japão e outros dos Estados Unidos e as vítimas ou sobreviventes. Além disso, existem atores que permanecem ocultos, não abordados diretamente: os cientistas envolvidos na produção da bomba, os políticos e militares dos países em conflito e a mídia de forma geral, que poderiam ser explorados de

forma complementar. Essa opção de não os apresentar, inclusive, deve ser alvo de atenção, para não reproduzir o discurso de que apenas a aplicação da ciência foi prejudicial. O contexto da época, com a tensão das pretensões imperialistas tanto dos Estados Unidos, quanto do Japão imperial, também deve ser levado em conta.

As vítimas, apresentadas em uma posição mais emotiva e de proximidade com o ocorrido, contribuem com uma versão que transcende explicações científicas, visto que sentiram os efeitos 'na pele'. Como exemplo, destaca-se a fala de Tomoko Matsumoto, que estudava em uma escola a 1,7 quilômetro do hipocentro: 'Corra, pensei. E corri alguns metros. Mas uma força enorme veio por trás... e me fez voar. [...] Assim que cheguei no chão... o prédio da escola caiu. Fiquei presa nos destroços'.

Os cientistas têm uma posição de certo distanciamento, inclusive pelo fato de os mesmos não terem presenciado o ocorrido. Esses geralmente assumem a posição de explicar ou buscar explicações a partir do relato das vítimas, com foco na construção e uso de modelos. Mesmo assim, há implícita uma compreensão, de certa forma, consensual de um impacto social extremamente negativo do artefato.

## Considerações finais

O documentário demonstra ter elementos necessários para a constituição de uma QSC, seja para: i) abordar um tema mais amplo como os efeitos do desenvolvimento científico e tecnológico, a partir do documentário como exemplo, podendo, assim, buscar casos mais atuais; ii) adotar o próprio documentário como uma etapa inicial para a constituição do caso sobre o ataque em Hiroshima, com foco na fala dos envolvidos e na busca em outras fontes. O mais relevante é o que se faz a partir do que é apresentado no documentário, reconhecendo que esse pode trazer discussões frutíferas, mas que pode conter limitações tanto em relação a conteúdo, quanto nas particularidades da linguagem audiovisual (simplificações, por exemplo).

Na dimensão I), o documentário apresenta um rigor adequado quantos aos conceitos científicos, possibilitando a abordagem de temas ligados à matéria e energia, que podem ter foco tanto na Educação Básica, quanto no Ensino Superior. No entanto, é preciso cuidado com as simplificações que podem existir na linguagem e para não o adotar como única fonte de conhecimento, sendo necessária a orientação do professor. Na dimensão II), foi possível estabelecer questionamentos importantes, sobretudo na problematização da concepção que os cientistas não são responsáveis

pela aplicação do conhecimento e dos artefatos produzidos, permitindo a explicitação de controvérsias relevantes. Na dimensão III), pôde-se identificar dois atores sociais centrais: as vítimas, em uma posição para além das explicações científicas, dando vivacidade ao ocorrido; e os cientistas que investigaram os efeitos da explosão, com uma posição de maior distanciamento, mas de reconhecimento dos danos causados.

Nesse sentido, é fundamental, para a aproximação com as QSC, adentrar-se na complexa tarefa de buscar pelo que de fato se constitui uma controvérsia, interna ou externa à ciência (Hodson, 2018; Orquiza-de-Carvalho; Carvalho, 2018), como as que se evidenciam nas decisões no campo tecnocientífico, mesmo que, para isso, seja necessário indagar o próprio documentário sobre a perspectiva que defende.

Mesmo que o ocorrido abordado seja antigo, ainda tem reflexos importantes para a sociedade atual e nos faz questionar sobre os rumos do 'progresso' científico e tecnológico, bem como a suplantação do que seria socialmente considerado como 'boa ciência' por interesses políticos e econômicos, interna e externamente.

## Referências

CASTELFRANCHI, J. As serpentes e o bastão: Tecnociência, neoliberalismo e inexorabilidade. Orientador: Laymert Garcia dos Santos. 2005. 373 f. Tese (Doutorado em Sociologia) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, São Paulo, 2008.

HODSON, D. Realçando o papel da ética e da política na educação científica: algumas considerações teóricas e práticas sobre questões sociocientíficas. In: CONRADO, D. M.; NUNES-NETO, N. Questões sociocientíficas: fundamentos, propostas de ensino e perspectivas para ações sociopolíticas [online]. Salvador: EDUFBA, p. 27-57, 2018.

MARCELLO, F. A.; RIPOLL, D. A educação ambiental pelas lentes do cinema documentário. Ciência &amp; Educação , Bauru, v. 22, n. 4, p. 1045-1062, 2016.

NAKAGAWA, C. I. Hiroshima: a catástrofe atômica e suas testemunhas. Estudos Avançados , v. 29, n. 84, 2015.

NICHOLS, B. Introdução ao documentário . 5 ed. Capinas: Papirus, 2010.

ORQUIZA-DE-CARVALHO, L. M.; CARVALHO, W. L. P. Tecnociências, neoliberalismo e educação científica. Ciência &amp; Educação , Bauru, v. 24, n. 3, p. 537-541, 2018.

RAMOS, F. P. Mas afinal... O que é mesmo documentário? São Paulo: Editora Senac, 2008.

RATCLIFFE, M.; GRACE, M. Science education for citizenship: Teaching socioscientific issues. 1 ed. Maidenhead: Open University Press, 2003.

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