Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

ATIVIDADES AVALIATIVAS EM PRÁTICAS DIDÁTICAS QUE ENVOLVEM HISTÓRIA E FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS NO ENSINO DE FÍSICA

Fernando Augusto Silva, Karel Pontes Leal

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XX
Ano
2024
Data
21/08/2024
Linha de pesquisa
Epistemologia, Filosofia, História E Sociologia Da Ciência E O Ensino De Física
Tipo
Comunicação

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do EPEF 2024

Texto completo

## ATIVIDADES AVALIATIVAS EM PRÁTICAS DIDÁTICAS QUE ENVOLVEM HISTÓRIA E FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS NO ENSINO DE FÍSICA

## EVALUATIVE ACTIVITIES IN TEACHING PRACTICES INVOLVING HISTORY AND PHILOSOPHY OF SCIENCE IN PHYSICS TEACHING

Fernando Augusto Silva 1 , Karel Pontes Leal 2

1 IFMT -Campus Avançado de Guarantã do Norte, fernando.augusto@ifmt.edu.br

2 UFSB -Universidade Federal do Sul da Bahia, karel.leal@ufsb.edu.br

## Resumo

A inserção da História e Filosofia da Ciência na educação científica tem se mostrado uma alternativa para superar uma abordagem tradicional. Ao longo dos anos vem sendo consideravelmente discutida em vários aspectos que vislumbram, de maneira geral, a melhoria do que se oferta, principalmente em relação às propostas pedagógicas e seus extensos desafios para a educação básica. Entretanto, há algumas considerações que contemplam os aspectos pedagógicos como o tempo, a estratégia e a avaliação que, a priori, não possuem a mesma relevância de discussão na área da História e Filosofia da Ciência. Dentre eles, principalmente aquela que consideramos intrínseca ao processo de ensino e aprendizagem: a avaliação. Neste sentido, este trabalho se propõe a analisar trabalhos presentes em cinco edições do EPEF (Encontro de Pesquisa em Ensino de Física), do SNEF (Simpósio Nacional de Ensino de Física) e do ENPEC (Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências) que são os três eventos mais relevantes para a área de Ensino de Física. Focamos em trabalhos da área de História e Filosofia da Ciência que foram efetivamente aplicados na Educação Básica, buscando categorizar e discutir as atividades avaliativas realizadas e/ou a preocupação neste aspecto. Dos 51 trabalhos analisados, um pouco mais da metade utilizou como atividade o questionário, alguns outros trabalhos utilizaram a participação, entre outras formas. Ademais, destaca-se que, pela leitura realizada, não há a priorização por instrumentos avaliativos que apontem efetivamente para a identificação de avanços (ou não) em relação aos conhecimentos desenvolvidos. O processo avaliativo tende a não ser objetivo, claro e rigoroso nessa amostra e, portanto, podem não contribuir para uma avaliação formativa, tornando-se apenas um momento didático alijado do cotidiano escolar.

Palavras-chave : História e Filosofia das Ciências, Propostas didáticas, Atividades avaliativas, Avaliação da Aprendizagem.

## Abstract

The inclusion of History and Philosophy of Science in scientific education has proven to be an alternative to overcoming a traditional approach. Over the years it has been considerably discussed in various aspects that generally aim to improve what is offered, mainly in relation to pedagogical proposals and their extensive challenges for basic education. However, there are some considerations that include pedagogical aspects such as time, strategy and evaluation that, a priori, do not have the same relevance for discussion in the area of History and Philosophy of Science. Among

them, mainly the one that we consider intrinsic to the teaching and learning process: assessment. In this sense, this work proposes to analyze works present in five editions of EPEF (Research Meeting in Physics Teaching), SNEF (National Symposium on Physics Teaching) and ENPEC (National Research Meeting in Science Education) which are the three most relevant events for the area of Physics Teaching. Focusing on works in the area of History and Philosophy of Science that were effectively applied in Basic Education, seeking to categorize and discuss the evaluation activities carried out and/or concerns in this aspect. Of the 51 works analyzed, a little more than half used the questionnaire as an activity, some other works used participation, among other forms. Furthermore, it is noteworthy that, based on the reading carried out, there is no prioritization of evaluation instruments that effectively contribute to the identification of advances (or not) in relation to the knowledge developed. They do not tend to be objective, clear and rigorous and, therefore, they tend not to contribute to a formative assessment, becoming merely didactic moments removed from everyday school life.

Keywords : History and Philosophy of Sciences, Teaching proposals, Assessment activities, Learning Assessment.

## Introdução: Ensino de Física e HC

O ensino de ciências com base em aspectos da história das ciências é uma das vias indicadas por documentos oficiais desde 1998, presente também na Base Nacional Comum Curricular de Ciências da Natureza do Ensino Médio (BRASIL, 2018). Essa área de pesquisa vem, ao longo das últimas décadas, aumentando o leque de possibilidades de aplicação no ensino de diferentes níveis educacionais.

Ainda na década de 1960, Thomas Kuhn (1922-1996), na primeira edição do seu livro A estrutura das revoluções científicas já apresentava a História das Ciências como uma forma apropriada de compreender o trabalho de filósofos e cientistas, que contribuíram para o desenvolvimento do pensamento científico.

Adicionalmente, Martins (2007), alerta para diferentes 'pedras no caminho' da História das Ciências no ensino e menciona o baixo número de bons materiais para a inserção dessas discussões na educação. Além desse apontamento, a formação de professores se apresenta como um espaço ainda desafiador para utilizar essa metodologia de abordagem, e que precisam ser superados.

Forato, Martins e Pietrocola (2011, 2012) discutem sobre os obstáculos na elaboração de um curso, dado, por um lado, as exigências histórico-epistemológicas

e, por outro as exigências didático-pedagógicas. De modo geral, segundo os autores, existiriam alguns obstáculos a serem superados e outros a serem contornados.

Entretanto, pelas dificuldades intrínsecas à problematização de aspectos da história e da filosofia das ciências no ensino, esses obstáculos nem sempre consideram uma etapa direcionada para o processo de avaliação da aprendizagem. Nesse sentido, apresentaremos de forma breve a importância do processo de avaliação interna na escola básica e analisaremos se as propostas publicadas nos eventos possuem atividades avaliativas e do que se trata.

## O papel da avaliação interna no processo de ensino

Alguns pesquisadores chegam a afirmar que a avaliação é a alma do processo educacional, seja em avaliações realizadas do sistema educacional, ou avaliações no sistema educacional (SANT'ANNA, 2011).

Destas, destaca-se a avaliação em sala de aula. Elas são comumente chamadas, por alguns autores, de Avaliação da Aprendizagem, ou também Avaliação Interna. Seu objeto é o que foi ensinado nas aulas, com foco no processo de aprendizagem e que possui diferentes práticas e modelos para serem aplicados, com a intenção-fim, a discutir, de orientar alunos e professores em relação ao ensino e aprendizagem.

Neste sentido, preocupados com o estabelecimento de um julgamento transparente, aspecto mais relevante do processo avaliativo, Lukas e Santiago (2009, p.91) defendem que a avaliação é:

O processo de identificação, coleta e análise de informações relevantes que pode ser quantitativas ou qualitativas de modo sistemático, rigoroso, planejado, dirigido, objetivo, fidedigno e válido para emitir juízos de valor com base em critérios e referências, preestabelecidos para determinar o valor e o mérito do objeto educacional em questão, a fim de tomar as decisões que ajudem a aperfeiçoar o objeto mencionado (LUKAS e SANTIAGO, 2009, p. 91).

Deste modo, a avaliação da aprendizagem é uma prática complexa, que deve ser carregada de técnicas e instrumentos e precisa estar relacionada com todo processo de ensino e aprendizagem, visando não apenas ser compreendida como caráter prognóstico, mas como parte do processo de ensino que mede, pode produzir escalas, e, principalmente, juízos a partir de critérios que indicam ações para melhoria da aprendizagem (LUCKESI, 2011).

Especificamente, dentre tantas adjetivações à avaliação da aprendizagem, muitos pesquisadores apontam a importância da avaliação formativa devido a função de construir um sólido diálogo entre o avaliador e o avaliado (Haydt, 1995; Bloom, Hastings e Madaus 1975, 1983, Perrenoud 1999, dentre outros). Neste sentido, Silva (2015, p.30) comenta:

A avaliação formativa, com função de controle, é realizada durante o tratamento com a finalidade de verificar se os alunos estão atingindo os objetivos previstos, ou seja, informar se estão sendo alcançados os resultados esperados durante o desenvolvimento das atividades, possibilitando ao aluno localizar, apontar, discriminar deficiências e eficiência e que tem como finalidade também o feedback ao professor, possibilitando na melhoria e aperfeiçoamento no desenvolvimento do ensino e da aprendizagem (SILVA, 2015, p.30).

Particularmente em relação ao Ensino de Física, em que as aulas, em sua maioria, possuem uma abordagem convencional e engessada, prevalece o caráter burocrático, com notas (ou conceito) apenas para fim de 'aprovação' ou 'reprovação', ou seja, sem buscar analisar com mais detalhes e profundidade o que o desempenho dos estudantes poderia revelar sobre o processo de ensino. O que reforça o estereó tipo de uma disciplina 'para gênios'. (ABIB, 2010).

## Metodologia

A pesquisa é uma revisão bibliográfica acerca da temática História e Filosofia das Ciências e ensino de Física, buscando, quando mencionada, quais foram as atividades avaliativas realizadas. Delimitamos um recorte de cinco edições de cada evento, da última década completa, de 2010 a 2019, o que pode dar a possibilidade, de maneira mais profícua, de investigar a trajetória que o tema se coloca na área.

Foram pesquisados 3 eventos: EPEF - Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (2010, 2012, 2014, 2016 e 2018); SNEF - Simpósio Nacional de Ensino de Física (2011, 2013, 2015, 2017 e 2019) e ENPEC - Encontro Nacional de Pesquisadores em Educação em Ciências (2011, 2013, 2015, 2017 e 2019) considerando estes os eventos mais importantes do país para a área de Ensino de Física.

A busca foi realizada a partir da leitura dos títulos de todos os trabalhos contidos nos eventos selecionados. Vale ressaltar que existiam áreas específicas de História e Filosofia da Ciência em alguns eventos, nesse caso procuramos apenas os trabalhos que estavam nesse grupo. Posteriormente, fizemos a categorização dos artigos

encontrados a partir da leitura de seus resumos e/ou trabalhos completos, buscando responder às seguintes questões: Quais os conteúdos abordados? Quais as atividades didáticas desenvolvidas sobre a História da Ciência e o Ensino de Física? Quais as atividades avaliativas desenvolvidas?

A construção do panorama das principais tendências foi realizada, a partir da leitura dos trabalhos, com auxílio da Análise de Conteúdo (BARDIN, 2011), com categorias estabelecidas no processo, o que resultou em categorias não homogêneas.

Na próxima seção, apresentaremos os resultados desta pesquisa bibliográfica, discutindo e analisando os dados encontrados, porém focalizando somente as atividades avaliativas.

## Resultados e Discussão

Ao longo das cinco edições de cada evento selecionado, foram contabilizados 90 trabalhos que discutiam sobre propostas didáticas de inserção de temas/conteúdos da História de Filosofia da Ciência nas aulas de Física. Deste total, 51 trabalhos (56,7%) foram efetivamente aplicados em turmas da educação básica.

Dos trabalhos que aplicaram as propostas pedagógicas, observamos 18 tipos diferentes de atividades com intenções avaliativas. Elas foram, num segundo momento, agrupadas por atividades que poderiam ser consideradas próximas, por exemplo, a apresentação de um teatro e a apresentação oral (seminário). Isto foi feito para melhor descrição dos dados. Finalizando, então, em 10 diferentes grupos de atividades, descritas no Quadro 1:

Quadro 1 : Os dez tipos de atividades avaliativas encontradas nos trabalhos de História e Filosofia da Ciência 1

Fonte: tabulação dos autores.

Destarte, observa-se que a quantidade de atividades pedagógicas desenvolvidas é ampla e diversa, o que, possivelmente, contribui para a aprendizagem dos estudantes. Os questionários, que estão presentes na maioria das atividades aplicadas (53%), de forma geral, parecem verificar se os estudantes gostaram e/ou ficaram interessados e não necessariamente se aprenderam determinado conteúdo. Muitos destes questionários parecem também estar relacionados aos temas de Natureza da Ciência e verificação de posicionamentos do estudante.

De certa forma, são amplos e pouco determinantes, para, no período didático proposto, confirmar determinada mudança de comportamento. Apenas um deles menciona que foi realizado a escala likert o que aponta, neste caso, para um potencial maior de critério e objetividade de um instrumento avaliativo.

A participação, juntamente com a aplicação de provas, são as próximas que mais foram aplicadas aos estudantes. A participação, de modo geral, se concentrava em questionamentos ou alguma espécie de argumentação em sala de aula, durante a exposição do conteúdo (estritamente histórico ou não). As provas (9 trabalhos 18%), em sua maioria (8 trabalhos) se concentravam no final das atividades didáticas. Apenas uma foi claramente diagnóstica e, portanto, aplicada no início da atividade. Em relação aos experimentos, observamos que em geral os estudantes deveriam apresentar um experimento ou apenas apresentar um roteiro. Em outras situações, entregar o relatório do experimento ou um texto para descrever o experimento.

Por fim, é importante apontar algumas atividades avaliativas que apresentam um dinamismo maior e, portanto, podem sinalizar certo esforço em buscar o interesse dos estudantes (não necessariamente aprendizagem). Dentre estas atividades estão: jogos, desenho e teatro.

## Considerações Finais

Não estamos priorizando a utilização de provas dissertativas ou objetivas como instrumento avaliativo com os estudantes que, de modo geral, surgiram em atividades didáticas que seguiam alguma sequência didática. Estamos priorizando a utilização de atividades avaliativas (das mais diversas possíveis), com certa objetividade, rigor e clareza, para que possam emitir um juízo de valor passível de contribuir para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem, sendo assim, formativa.

Neste sentido, pouco pudemos apontar em relação aos aspectos formativos, efetivamente atingidos, oriundos da prática avaliativa indicada, no que diz respeito ao conhecimento/conteúdo/habilidade desenvolvida. Isso, pode se dar devido aos esforços de síntese que estes tipos de trabalho, que são apresentados em eventos possuem.

A forma como vem sendo feito, com atividades subjetivas, parece estar desligado do processo de ensino e aprendizagem que ocorre diariamente nas escolas. Essa percepção pode levar à construção de um imaginário de que as abordagens em história e filosofia das ciências são externas ao processo de ensino-aprendizagem das escolas, como se fosse uma atividade extra para apenas entreter os estudantes.

Conclui-se que a compreensão sobre uma avaliação formativa, bem como a apresentação dos seus resultados, não está consolidada e em muito precisa se avançar.

Contudo, questionamos se realmente estas atividades, dentre elas, o questionário, a participação e outras formas, são avaliativas, no sentido de buscar favorecer um posterior julgamento, referente ao conhecimento. Ou, o desenvolvimento desta abordagem se localiza num objetivo mais lúdico, para diminuir a tensão e alternar das atividades mais comuns. Pois, como mencionamos, as atividades avaliativas devem ter um cunho relativamente objetivo e mensurável, quanto ao avanço (ou não) de determinado conteúdo/habilidade desenvolvida.

Como próximos passos para esta discussão inicial, seria importante analisar os artigos dos principais periódicos da área, um aprofundamento mais detalhado em trabalhos/artigos que explicitam suas atividades e, ainda, indicar potenciais atividades e/ou critérios que contribuiriam para uma atividade avaliativa formativa.

## Referências

ABIB, V. S. Avaliação e melhoria da aprendizagem em Física. In: CARVALHO, A. M. P. et al. Ensino de Física . São Paulo: Cengage Learning, 2010.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011, 229p.

BLOOM, B. S., HASTINGS, J. T., MADAUS, G. F. Evaluación del aprendizaje . Buenos Aires: Troquel, 1975.

BLOOM, B. S.; HASTINGS, J. T.; MADAUS, G. F. Manual de avaliação formativa e somativa do aprendizado escolar. Tradução de Lilian Rochlitz, Maria Cristina Fioratti Florez e Maria Eugênia Vanzolini. São Paulo: Pioneira, 1983. (Biblioteca Pioneira de Ciências Sociais). [Original 1971]

BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Ensino Médio . Brasília: MEC, Consed, Undime, 2018. 154p. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/historico/BNCC\_EnsinoMedio\_embai xa\_site\_110518.pdf>. Acesso em 01/2024

FORATO et al. A História e a Natureza da Ciência no Ensino de Ciências: obstáculos a superar ou contornar. In: XII Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (EPEF) . Águas de Lindóia, 2010.

FORATO, T. C. M.; PIETROCOLA, M.; MARTINS, R. A. Historiografia e natureza da ciência na sala de aula. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 28, n. 1, p. 27 -59, 2011.

FORATO, T. C. M; MARTINS, R. A; PIETROCOLA, M. Enfrentando Obstáculos na Transposição Didática da História da Ciência para a Sala de Aula. In: PEDUZZI, L. O. Q.; MARTINS, A. F. P.; FERREIRA, J. M. H (Org.). Temas de História e Filosofia da Ciência no Ensino. Natal: EDUFRN, 2012.

HAYDT, R. C. Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem . São Paulo: Ática, 1995.

KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas / Thomas S. Kuhn; tradução Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira. -10 ed. São Paulo: Perspectiva, 2011.

LUCKESI, C.C., Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico . Ed. Cortez, 2011.

LUKAS MUJIKA, Jose Francisco; SANTIAGO ETXEBERRIA, Karlos. Concepto, componentes y fases de la evaluación. In: \_\_\_\_\_\_\_. Evaluación educativa . 2. ed. Madrid: Alianza, 2009. p. 87- 126.

MARTINS, André F. P. História e Filosofia da Ciência no ensino: há muitas pedras nesse caminho . Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v. 24, n. 1, p. 112131, 2007.

PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens: entre duas lógicas . Tradução de Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

SANT'ANNA, I.M. Porque Avaliar? Como Avaliar? Critérios e instrumentos. 15°Edição, Editora Vozes, 2011.

SILVA, F. A.; SILVA, A. S. B.; KAWAMURA, M. R. D. Avaliações externas: pesquisas recentes e possibilidades de diálogo com professores. In: X Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências -X ENPEC, 2015, Águas de Lindóia. Atas... Águas de Lindóia: ABRAPEC, 2015.

SILVA, F.A. O SARESP e o professor de Física: contribuições, sentidos e perspectivas. 2015. 358 f. Dissertação (Mestrado) -Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências, Universidade de São Paulo, 2015.

VIANNA, Heraldo M. Introdução à avaliação educacional . São Paulo: Ibrasa, 1989. (Biblioteca Educação, 40). p. 19-20.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.