RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA E O ENSINO DE FÍSICA: CULTIVANDO EXPERIÊNCIAS À LUZ DO PENSAMENTO DE WALTER BENJAMIN
Estefny Kaory Muracami, Adriana Bortoletto
- Evento
- Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
- Edição
- XX
- Ano
- 2024
- Data
- 20/08/2024
- Linha de pesquisa
- Formação E Ação Docente Em Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA E O ENSINO DE FÍSICA: CULTIVANDO EXPERIÊNCIAS À LUZ DO PENSAMENTO DE WALTER BENJAMIN
## PEDAGOGICAL RESIDENCY AND THE TEACHING OF PHYSICS: CULTIVATING EXPERIENCES IN THE LIGHT OF WALTER BENJAMIN'S THOUGHT
Estefny Kaory Muracami 1 , Adriana Bortoletto 2
1 Universidade Estadual Paulista 'Júlio de Mesquita Filho' /UNESP, Faculdade de Ciências Câmpus de Bauru/ kaory.muracami@unesp.br
2 Universidade Estadual Paulista 'Júlio de Mesquita Filho' /UNESP, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Departamento de Física e Química/ adriana.bortoletto@unesp.br
## Resumo
O trabalho aborda o impacto do Programa de Residência Pedagógica, implementado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2018, na formação de futuros professores, visando aprimorar a prática pedagógica e qualificar os futuros profissionais para os desafios reais da sala de aula. O trabalho explora a interação entre a Residência Pedagógica e o estágio supervisionado IV como um terreno fértil para experiências benjaminianas, destacando o fundamento da experiência, vivência e da exposição do sujeito, segundo os pressupostos de Walter Benjamin. O programa de residência, ao proporcionar um contato mais amplo com a realidade escolar, permite ao licenciando vivenciar situações que influenciarão sua identidade profissional. Além disso, o trabalho destaca sua abordadem qualitiva, analisando as narrativas biográficas produzidas durante a regência, no decorrer da participação do estágio; ademais, o trabalho busca compreender o testemunho de uma licencianda e os desafios enfrentados no ensino de Física, de maneira que se discute o papel da melancolia na educação, evidenciando a importância de não se limitar à vivência superficial, mas buscar experiências que deixem marcas e transformem o sujeito. Por fim, conclui-se que a interação entre a Residência Pedagógica e o estágio, aliada à visão benjaminiana de experiências formativas, pode ser crucial na superação dos desafios no ensino de Física, promovendo uma educação mais estimulante e significativa.
Palavras-chave : Residência Pedagógica; experiência formativa; Walter Benjamin; Estágio Supervisionado.
## Abstract
The paper addresses the impact of the Pedagogical Residency Program, implemented by the Ministry of Education (MEC) in 2018, on the training of future teachers, with the aim of improving pedagogical practice and qualifying future professionals for the real challenges of the classroom. The paper explores the interaction between the Pedagogical Residency and Supervised Internship IV as a fertile ground for Benjaminian experiences, highlighting the foundation of experience, living and the exposure of the subject, according to Walter Benjamin's presuppositions. The
residency program, by providing a broader contact with the school reality, allows students to experience situations that will influence their professional identity. In addition, the work highlights its qualitative approach, analyzing the biographical narratives produced during the regency, in the course of participating in the internship; moreover, the work seeks to understand the testimony of a graduate student and the challenges faced in teaching Physics, in a way that discusses the role of melancholy in education, highlighting the importance of not limiting oneself to superficial experience, but seeking experiences that leave marks and transform the subject. Finally, it is concluded that the interaction between the Pedagogical Residency and the internship, combined with the Benjaminian vision of formative experiences, can be crucial in overcoming the challenges in physics teaching, promoting a more stimulating and meaningful education.
Keywords: Pedagogical Residency; formative experience; Walter Benjamin; Supervised Internship.
## Residência Pedagógica como um terreno fértil de experiências benjaminianas
O programa de Residência Pedagógica foi implementado pelo Ministério da Educação (MEC) em março de 2018, conforme descrito no Edital 6/2018 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), visando a 'implementação de projetos inovadores que estimulem articulação entre teoria e prática nos cursos de licenciatura, conduzidos em parceria com as redes públicas de educação básica' (Capes, 2018). Deste modo, durante a participação no Programa de Residência Pedagógica, os estudantes de licenciatura vivenciam experiências práticas nas escolas, sob a supervisão de professores da rede básica e acompanhamento de docentes da instituição de ensino superior. Essa abordagem procura proporcionar uma formação mais alinhada às demandas reais da sala de aula, contribuindo para a qualificação e aprimoramento da prática pedagógica futura desses profissionais.
A prática permite aos futuros professores aplicarem os conhecimentos adquiridos em suas formações acadêmicas, além de desenvolverem habilidades de gestão de sala de aula, adaptação a diferentes contextos educacionais e uma compreensão mais profunda das demandas e desafios enfrentados no dia a dia. Dessa forma, a Residência Pedagógica emerge como uma estratégia fundamental para aprimorar a qualidade da formação docente, preparando profissionais mais capacitados e alinhados com as necessidades concretas do ensino na educação.
Pensando no desenvolvimento de experiências proporcionadas no decorrer da participação dos alunos no programa, tencionamos a pensar que a experiência emerge com a prática, como se apresentasse correlação intrínseca com a prática, ou seja, efetuar determinada ação inúmeras vezes, tange em direção ao conhecimento. No entanto, contrariando a polissemia da palavra de que experiência é consequência da prática, temos a definição de experiência (Erfahrung) segundo os pressupostos de Walter Benjamin, que é tudo o que toca o indivíduo, é oferecer a abertura para viver cada momento e fazer com que o transforme, o sujeito da experiência reside em
[...] um sujeito 'ex-posto'. Do ponto de vista da experiência, o importante não é nem a posição (nossa maneira de pormos), nem a 'o-posição' (nossa maneira de opormos), nem a 'imposição' (nossa maneira de impormos), nem a 'proposição' (nossa maneira de propormos), mas a 'exposição', nossa maneira de 'ex-pormos', com tudo o que isso tem de vulnerabilidade e de risco. Por isso é incapaz de experiência aquele que se põe, ou se opõe, ou se impõe, ou se propõe, mas não se 'ex-põe'. É incapaz de experiência aquele a quem nada lhe passa, a quem nada lhe acontece, a quem nada lhe sucede, a quem nada o toca, nada lhe chega, nada o afeta, a quem nada o ameaça, a quem nada ocorre (Bondía, 2022, p. 24-25).
De tal modo, que o sujeito exposto, oferece abertura para experienciar, para viver situações do cotidiano que agreguem. Durante o programa de Residência Pedagógica o contato com a ambiente escolar propicia o processo de experiências formativas, visto que o aluno em formação inicial de professor entra em contato com toda a realidade de uma escola pública, e passa por situações que influenciarão na construção da sua identidade profissional. Assim, a experiência evoca aquilo que foi incorporado, o que influenciou na formação cognitiva e moral do sujeito, deixando impressões, gerando marcas. Dessa maneira, 'a experiência é o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca. Não o que se passa, não o que acontece, ou o que toca' (Bondía, 2002, p.21). Portanto, ao se deparar com a experiência, o indivíduo não retrocede ao seu estado prévio; pelo contrário, ele assimila a aprendizagem, expandindo sua perspectiva e visão de mundo.
O programa de Residência Pedagógica mostra-se como um espaço fértil ao processo de experiências, por ampliar o contato do licenciando com a escola. No entanto, contrário a experiência, temos a vivência que é tudo que passa pelo sujeito sem deixar marcas, não o modifica, nem o transforma, a modernidade, a falta de tempo, a rapidez com que os acontecimentos fluem tendenciam ao processo de vivência, visto que
[...] a experiência é cada vez mais rara, por falta de tempo. Tudo o que se passa demasiadamente depressa, cada vez mais depressa. E com isso se reduz o estímulo fugaz e instantâneo, imediatamente substituído por outro estímulo ou por outra excitação igualmente fugaz e efêmera. O acontecimento nos é dado na forma de choque, do estímulo, da sensação pura, na forma da vivência instantânea, pontual e fragmentada (Bondía, 2002, p.23).
O florescer da vivência tende ser mais proeminente que a experiência, o sujeito da vivência, aquele no qual 'tudo o atravessa, tudo o excita, tudo o agita, tudo o choca, mas nada lhe acontece. Posto isto, a velocidade e o que ela provoca, a falta de silêncio e de memória, são também inimigas mortais da experiência' (Bondía, 2002, p.20). Assim, bem como o programa oferece oportunidades dos atores sociais passarem pela experiência, podem direcionar ao processo de vivência, ou seja, não agregar evoluções. O aluno, nesse contexto, assume um papel crucial no processo de construção do conhecimento, não apenas como receptor passivo de informações, mas como agente ativo na busca por significados mais amplos e duradouros.
O exercício crítico-reflexivo do aluno é uma ferramenta poderosa para enfrentar a avalanche de estímulos rápidos e efêmeros que caracteriza a era atual. Ele não apenas consome informações, mas as questiona, analisa e contextualiza. Nesse sentido, o aluno se torna um protagonista na própria narrativa educacional, moldando seu aprendizado de acordo com suas experiências, valores e perspectivas individuais. Ao adotar uma postura crítica, o aluno não apenas absorve o conhecimento proposto, mas também contribui para sua construção ativa. Além disso, o papel do aluno no exercício crítico vai além da sala de aula, estendendo-se para a sociedade em geral.
## Percurso metodológico
O trabalho apresenta uma abordagem qualitativa, uma vez que os dados qualitativos permitem compreender a complexidade dos detalhes, bem como valorizase todo o decorrer da pesquisa. O contexto do trabalho se deu no decorrer do estágio supervisionado IV em conjunto com a participação no Programa de Residência Pedagógica. O estágio supervisionado IV corresponde a um total de 75 (setenta e cinco) horas. Sendo 34 horas de Regência (Planejamento e Docência), 4 horas de Observação, 22 horas de Projeto (Relatório Final) e 15 (quinze) horas de Pequeno Grupo de Pesquisa (PGP). A participação no programa de Residência Pedagógica
visa proporcionar aos estudantes de licenciatura em Física a aproximação com o ensino de Física nas escolas, haja vista, que o estágio possibilita a prática da docência, permitindo que os estudantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação acadêmica.
Portanto, durante a regência a licencianda produziu narrativas autobiográficas das aulas, e ao discorrer sobre suas experiências (Erfahrung), se inicia um processo de reflexão e partilha de suas perspectivas, de questionamento sobre os fatos e acontecimentos que o cercaram durante o exercício da docência, de modo que deixa de lado as vivências (Erlebnis) superfíciais, e narra aquilo que a tocou durante aquele determinado momento, indicando que diante da mansidão da modernidade, algumas situações experenciadas a transformou, e isso é descrito e narrado. Assim, toda a participação no estágio em consonância com estágio foi narrado por meio das narrativas autobiográficas.
Logo, é preciso evidenciar o ato de narrar, 'como parte constitutiva do ser humano por excelência, o ato de narrar não pode ser concebido apenas como transmissão de histórias, verídicas ou não, mas deve ser tomado como partilha e intercâmbio de experiências' (Benjamin, 2012, citado por Ventura; Cruz, 2019). Deste modo, as narrativas autobiográficas, não devem ser consideradas histórias temporais, mas sim, as experiências partilhadas de valor atemporal.
Experiência e Vivências: Testemunho de uma licencianda no decorrer da participação do Programa de Residência Pedagógica em consonância ao Estágio Supervisionado IV
É indiscutível que a união do estágio com a Residência Pedagógica potencializa significativamente a formação do futuro professor de Física. Enquanto o estágio proporciona uma imersão prática na rotina escolar, a Residência Pedagógica acrescenta uma camada adicional de aprendizado, promovendo uma compreensão mais profunda e abrangente do contexto educacional. A conjugação dessas experiências oferece ao estudante a oportunidade não apenas de experimentar a regência em sala de aula, mas também de participar de projetos mais amplos e de acompanhar o desenvolvimento pedagógico de forma mais contínua. Dessa maneira, a Residência Pedagógica não apenas complementa o estágio, mas enriquece o
processo formativo ao fomentar uma visão mais holística e reflexiva sobre a prática docente. A interação entre essas duas modalidades cria um ambiente propício para a integração teoria-prática, consolidando os conhecimentos adquiridos e preparando o futuro professor para os desafios dinâmicos do cenário educacional.
No contexto da sala de aula, a licencianda, desempenhando o papel de estagiária e residente, deparou-se com situações desafiadoras que suscitaram questionamentos profundos sobre sua escolha de carreira. Em meio à regência, foram frequentes os momentos em que ela ponderou sobre a veracidade de sua trajetória e se a realidade encontrada condizia com suas expectativas. A complexidade do ambiente em uma escola pública se revelou como um desafio, levando-a a refletir sobre a escolha da profissão dos sonhos, uma vez que esse cenário se apresenta intrinsecamente desafiador. Além disso, a sensação de confronto e dificuldade emergiram diante dos obstáculos inerentes ao ensino de Física, especialmente diante da resistência dos alunos que associam a disciplina a cálculos e à matemática.
A manifestação recorrente de desinteresse e apatia na sala de aula emerge como uma realidade que requer compreensão e discussão. Em vista disso, é preciso entender a melancolia, que é 'compreendida assim mais como um estado de espera do que como uma imobilidade absoluta'(Santos, 2017, p.36), na qual o indivíduo se encontra imerso, sendo impactado diariamente pelas trans- formações sociais e tecnológicas da modernidade, o que transcende a uma condição de alienação e desenraizamento em meio às mudanças rápidas e impessoais da vida urbana, o que remete ao sujeito do spleen, aquele sujeito dominado pela indiferença, de forma que 'o sujeito do spleen se vê dificultado de aceder a uma experiência verdadeira, pois ante tudo o que se passa e, muitas vezes, com o intuito de estimulá-lo, nada lhe apraz' (Santos, 2017, p. 36). O trecho a seguir foi retirado de uma das narrativas biográficas produzidas pela licencianda:
[...] realizei a correção das atividades propostas, ressaltando que as atividades foram sugestões da professora da escola, pois segundo ela, os alunos irão realizar uma prova Brasil e seria interessante que eles realizassem essas questões para prepará-los, porém, eu senti que ao colocar essas questões no meu plano de aula, me limitou a desenvolver da forma que eu acreditava ser mais interessante, mesmo que sendo apenas duas questões, eu percebi que a questão que eu havia criado com curiosidades do dia a dia sobre ondas eletromagnéticas foi melhor aceita pelos alunos, que colocavam o seus pensamentos e opiniões, bem como senti que ao acrescentar essas questões durante a aula, o tempo que eu teria para associar o tema abordado com o caso de Henrietta foi menor do que eu gostaria, o que me fez sentir um desinteresse da minha parte em abordar o conteúdo.
No fragmento, torna-se evidente a influência que permeia os planos de aula, buscando conformidade com a estrutura curricular requisitada pela instituição escolar e pela orientação da professora supervisora. Nesse contexto, a perda de autenticidade e a restrição da liberdade de um(a) futura professora caminham em direção a uma condição automatizada no processo educacional e ao estado melancolico. O trecho a seguir evidência novamente o estado de descontentamento:
Durante as aulas, alguns alunos conversavam bastante, isso me deixa meio triste e indisposta, me surge a vontade de desistir , mas ao mesmo tempo, tem muitos alunos que apresentam interesse, o que me faz ter coragem para continuar .
O estado melancólico, caracterizado por uma espera passiva e uma certa indiferença diante das experiências, exerce um impacto profundo na licencianda, afetando não apenas seu engajamento acadêmico, mas também sua capacidade de vivenciar uma aprendizagem significativa. O sujeito melancólico, imerso nesse estado de espera, muitas vezes se vê distante de experiências autênticas, pois a apatia e a indiferença impedem o pleno aprofundamento na experiência, como retrata o trecho, a falta de desinteresse muitas vezes inibe a possibilidade de experiências.
No entanto, o programa de residência em consonância com o estágio surge como uma estratégia valiosa para contrapor os efeitos do estado melancólico no processo educacional. Inspirado nas ideias benjaminianas, esse programa propicia a criação de experiências enriquecedoras, capazes de romper com a monotonia e despertar o interesse do licenciando pela docência. A presença constante na escola, combinada com a participação ativa em projetos pedagógicos, permite ao licenciando transcender a inércia melancólica, reencontrando o sentido e a vitalidade no aprendizado. Assim, a residência em conjunto com o estágio emerge como um catalisador para a vivificação das experiências formativas, visto que cada momento vivido pelo(a) residente emerge como uma possibilidade de experiência.
## Considerações Finais
A interação entre programas de residência pedagógica e estágios, aliada a uma visão benjaminiana de experiências formativas, pode desempenhar um papel crucial
no processo de ruptura de desafios no ensino de Física. Ao investir na formação de educadores capazes de inovar em suas práticas, esses programas não apenas enfrentam os desafios existentes no ensino de Física, mas também contribuem para a construção de um ambiente de aprendizagem mais estimulante e significativo. A ruptura, nesse contexto, está relacionada não apenas à superação de obstáculos específicos, mas à transformação do paradigma educacional, proporcionando aos alunos uma compreensão mais profunda e apaixonante da Física.
Compreender as vastas possibilidades de experiências e participar ativamente no programa de Residência pedagógica oferecem uma rara oportunidade de imersão reflexiva em situações que, de outra forma, poderiam passar rapidamente, sem deixar uma marca duradoura no indivíduo. Ao integrar-se ao programa e envolver-se no estágio, o licenciando se encontra em um ambiente propício para a reflexão profunda sobre os desafios do ensino de Física. As reuniões dentro do contexto da residência pedagógica e o espaço de estágio se tornam plataformas cruciais para a discussão aberta e construtiva desses desafios. Esses espaços não apenas fornecem uma oportunidade para compartilhar experiências, angústias e anseios, mas também estimulam a busca coletiva por melhorias. Através dessas interações, o licenciando não apenas expande seu repertório de estratégias pedagógicas, mas também fortalece seu compromisso com o aprimoramento contínuo do ensino de Física.
## Referências
BENJAMIN, W. Baudelaire e a modernidade . 1. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015a.
BENJAMIN, W. O anjo da história . 2. ed.; 5. reimp. Belo Horizonte: Autêntica, 2015b.
BONDÍA, J. L. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista brasileira de educação, p. 20-28, 2002.
CAPES. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Edital 6: Chamada Pública para apresentação de propostas no âmbito do Programa de Residência Pedagógica.2018. Brasília: Ministério da Educação, 2018.
SANTOS, G. P. As questões sociocientíficas na formação de professores: o pequeno grupo de pesquisa como comunidade de experiência.2017. 216f. Tese (Doutorado em Educação para Ciência) - Faculdade de Ciências, Universidade Estadual Paulista, Bauru, 2017.
MITROVITCH, C. Experiência e formação em Walter Benjamin . São Paulo: Unesp, 2011.
VENTURA, L.; CRUZ, D. M. Metodologia de narrativas autobiográficas na formação de educadores. Revista Diálogo Educacional , v. 19, n. 60, p. 426- 446, 2019.
## Agradecimentos
Agradeço a Universidade Estadual Paulista 'Júlio de Mesquita Filho' /UNESP, Faculdade de Ciências - Câmpus de Bauru. Agradeço a Universidade Estadual Paulista 'Júlio de Mesquita Filho' /UNESP, Faculdade de Engenharia- Câmpus de Ilha Solteira. Agradeço ao Programa de Pós-graduação em Educação para a Ciência (PPGEdC). O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001.
Agradeço ao Programa de Residência Pedagógica e o apoio da CAPES.
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