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ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO E OS PROFESSORES DE FÍSICA DA ESCOLA: MAPEAMENTO DAS PRODUÇÕES (2012 - 2022)

Willian Dos Santos Bonfim, Fernanda Cátia Bozelli

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XIX
Ano
2022
Data
16/08/2022
Linha de pesquisa
02 - Formação E Prática Profissional Do Professor De Física / 01 - Ensino, Aprendizagem E Avaliação Em Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO E OS PROFESSORES DE FÍSICA DA ESCOLA: MAPEAMENTO DAS PRODUÇÕES (2012 2022)

## SUPERVISED CURRICULUM INTERNSHIP AND SCHOOL PHYSICS TEACHERS: PRODUCTION MAPPING (2012 - 2022)

## Willian dos Santos Bonfim 1 , Fernanda Cátia Bozelli 2

1 Universidade Estadual Paulista/Faculdade de Ciências/Programa de Pós-graduação em Educação para Ciência, w.bonfim@unesp.br

2 Universidade Estadual Paulista /Faculdade de Engenharia/Departamento de Física e Química, fernanda.bozelli@unesp.br

## Resumo

O trabalho apresenta o mapeamento das produções sobre o Estágio Curricular Supervisionado (ECS) de cursos de licenciatura em Física, com foco na prática do professor da escola (professor supervisor de Estágio). Tem como objetivo levantar o que as pesquisas dos últimos 10 anos (2012 - 2022) revelam sobre atuação do professor da escola básica no ECS, buscando compreender as possibilidades do Estágio enquanto processo formativo para o próprio docente em exercício. A temática do ECS está amplamente discutida no campo da formação de professores nas últimas décadas, com aportes em Lima (2008, 2012), Pimenta (2005), Pimenta e Lima (2004, 2006, 2019). Vinculou-se as bases de dados: Portal Periódico Capes, Plataforma Scientific Electronic Library Online (Scielo e Scielo BR), Rede de Revistas Científicas da América Latina e do Caribe (Redalyc), Banco de Teses e Dissertações Brasileiras (BDTD), Repositório Acadêmico da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Plataforma Google Acadêmico (Google Scholar). A análise dos 17 trabalhos apontou para o ECS das licenciaturas em Física caracterizados em modelos formativos que convergem sobre: a escola enquanto local de coformação de professores, o ECS como espaço-tempo com potencial não utilizado no sentido formativo para o professor, e com necessidade de reconhecimento do professor da escola enquanto coformador de outros professores. Espera-se com este trabalho fomentar discussões sobre as condições de práxis , no sentido de permitir ao futuro professor e ao próprio docente em exercício, questionar-se e refletir sobre a aprendizagem 'da e na' profissão docente.

Palavras-chave : Formação de Professores, Estágio Curricular Supervisionado, Professor de Educação Básica.

## Abstract

The work presents the mapping of productions on the Supervised Curricular Internship (ECS) of degree courses in Physics, focusing on the practice of the school teacher (internship supervisor). It aims to surveys of the last 10 years (2012 to 2022) reveals about the performance of the elementary school teacher in the ECS, seeking to understand the possibilities of the Internship as a training process for the teacher in practice. The ECS theme has been widely discussed in the field of teacher training in recent decades, with contributions in Lima (2008, 2012), Pimenta (2005), Pimenta

and Lima (2004, 2006, 2019). The following databases were linked: Capes Periodical Portal, Scientific Electronic Library Online Platform (Scielo and Scielo BR), Network of Scientific Journals from Latin America and the Caribbean (Redalyc), Bank of Brazilian Theses and Dissertations (BDTD), Academic Repository from Paulista State University (UNESP) and Google Scholar Platform (Google Scholar). The analysis of the 17 works pointed to the ECS of degrees in Physics characterized in formative models that converge on: the school as a place of teacher training, the ECS as a space-time with unused potential in the formative sense for the teacher, and with a need recognition of the school teacher as a co-trainer of other teachers. It is hoped that this work will encourage discussions about the conditions of praxis, in order to allow the future teacher and the current teacher to question and reflect on learning 'from and in' the teaching profession.

Keywords : Teacher Training, Supervised Curricular Internship, Basic Education Teacher

## Introdução

O professor da escola básica é agente protagonista do contexto educacional capaz de possibilitar transformações sociais a partir de contribuições que seguem da aprendizagem sobre os conteúdos específicos, até o atendimento complexo do desenvolvimento de pessoas. É o ato de ensinar que se posiciona a centralidade das ações do professor em sala, mas outras possibilidades do ensino são alcançadas quando se insere em sua prática as atividades do Estágio Curricular Supervisionando (ECS). Os professores tornam-se construtores de laços que possibilitam ao estagiário, futuro professor, a observância e a compreensão das ações tomadas no contexto de sala de aula e na dinâmica escolar. Com isso, está o professor da escola em condições de coformação de futuros colegas professores tanto quanto do ensino dos demais alunos da escola.

E ao respeitar o princípio de aprender e ensinar como ato humano do constante desenvolvimento, e da necessidade de prestar o ensino de forma íntegra, entende-se haver conjugadas, pelos professores, o atendimento de múltiplas necessidades formativas. Posicionando-se o ECS nesta perspectiva, entende-se poder explorar a disciplina-campo dentro dos potenciais de aprendizagem da 'docência na docência' em atendimento aos professores em pleno exercício na escola básica (ANTUNES; PLASZEWSKI, 2018, p.34). E pensa-se neste trabalho, o defendido por Barra (2014), de que na atuação do professor da escola básica no atendimento da coformação do futuro professor/licenciando, constitua-se a possibilidade da própria formação por extensibilidade do Estágio.

É o ECS, espaço-tempo de pesquisa e formação, possuidor de condições para a construção de conhecimentos pedagógicos e da práxis docente (PIMENTA; LIMA, 2019). Para Lima (2012) é possível sustentar várias compreensões acerca do ECS, ao mesmo tempo que, necessita-se admitir que ambas, universidade-escola, somam atributos culturais e valores propriamente estabelecidos que, em comum trabalho no ECS, encaminham à formação de professores (LIMA, 2008). Logo, para além dos atuais contornos do ECS, pode-se inserir a busca por valores formativos para os demais sujeitos da escola básica, entre eles o professor em exercício.

Nesse sentido, este trabalho insere-se no contexto do Estágio Curricular Supervisionado (ECS) de licenciaturas em Física no país. Faz parte da pesquisa de

doutorado que busca responder: 'Quais os sentidos dados pelos professores da escola básica sobre o Estágio Curricular Supervisionado de cursos de licenciatura em Física enquanto processo formativo para docentes em exercício?'. Assim, o presente trabalho busca levantar o que as pesquisas no período de 2012 a 2022 revelam sobre atuação do professor da escola básica no ECS, e a compreensão das possibilidades do Estágio enquanto processo formativo para o próprio docente em exercício.

## Metodologia adotada

- O levantamento bibliométrico ocorreu em bases e fontes de pesquisa, a citar: Catálogo de Teses e Dissertações da Capes, Banco de Teses e Dissertações Brasileiras (BDTD), Plataforma Scientific Electronic Library Online (SCIELO e SCIELO BR), Portal Periódico Capes, Rede de Revistas Científicas da América Latina e do Caribe (REDALYC), Repositório Institucional de trabalhos acadêmicos da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e Portal Google Acadêmico. Delimitouse os últimos 10 anos (2012 - 2022) objetivando produções mais recentes. O período foi marcado pelas implementações de normativos que reorganizaram o Estágio em cursos de formação de professores, a citar: Deliberação CEE n. 111/2012; a Deliberação CEE n. 126/2014; Resolução CNE/CP n. 2/2015; Deliberação CEE n. 154/2017; e Resolução CNE/CP n. 2/2019, que instituiu a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação).

Para uma busca fidedigna, além da pesquisa por palavras-chave independentes 'Estágio Curricular Supervisionado', 'Formação contínua via estágio', 'Estágio Supervisionado e os professores da escola', entre outras, optouse pela formulação de orações específicas e pela sua combinação, além da articulação com termos de exclusão como 'Saúde', 'Assistência Social', e 'Enfermagem', que reduziram o número de trabalhos. Ainda, adotou-se técnicas Booleanas que compreendem a lógica de programação das bases digitais, permitindo agir com 'operadores' como os de assentimento (AND) e de negação (NOT) em campos específicos, adstringindo os excessos de termos não relacionáveis ao tema de pesquisa (COLEPICOLO, 2014).

- O trabalho inspirou-se na técnica de Duarte (2010), que sistematizou a forma de inventariar o conjunto de trabalhos produzidos, a ordenação destes por períodos históricos, situando-os segundo aspectos principais, observando ainda seus locais de produção e fontes de divulgação. Assim, realizada a leitura de reconhecimento (rápida) de 1651 resumos, selecionou-se parcialmente 41 trabalhos para a leitura sistêmica e integral (exploratória). A triagem desprendeu os trabalhos sobre ECS com abordagens que incluíam o professor de Física da escola básica. No entanto, apesar do foco sobre o professor de Física, este estudo tomou por base trabalhos que acabam por encerrar outras formações docentes no ECS. E desta forma, localizou-se 17 trabalhos, sendo nove artigos (revistas e anais), cinco dissertações (mestrado acadêmico) e três teses (doutorado), como dispostos no quadro 01.

Quadro 01 - Títulos dos trabalhos, ano, tipo e autor para cada base de pesquisa (2012-2022).

Fonte: Elaborado pelos autores com base no modelo de Duarte (2010).

Foram constituídas categorias de análise conforme aporte da Análise de Conteúdo (BARDIN, 2011). As categorias foram: I) Características gerais; II) Forma de constituição de dados; III) Objetivos do trabalho; e IV) Conclusões. As quatro categorias foram dispostas em fichas únicas para cada trabalho analisado. A leitura minuciosa seguiu-se para determinar do material o que de fato relacionava-se as categorias e aos objetivos deste estudo. A fase seguinte oportunizou a análise dos trechos relevados, admitindo aos textos lidos um agrupamento segundo aspectos convergentes. Por fim, colocam-se neste estudo apenas os resultados e conclusões pertinentes a atuação do professor de Física da escola no ECS.

## Resultados e Discussões

Na síntese da primeira categoria, I) Características gerais, notou-se que os últimos 5 anos concentram apenas 06 trabalhos. Aos últimos dois anos, de contexto pandêmico da Covid-19, verificou-se apenas 02 trabalhos (1 artigo e 1 dissertação). Há diversidade nas modalidades dos trabalhos, a citar: 07 Trabalhos Exploratórios junto aos professores, 03 de Revisão de literatura, 02 de Revisão Teórica, 02 de Análise de painéis de eventos, 01 Estado da Arte, 01 Relato de Experiência, e 01 Narrativa Autobiográfica. Por fim, dos 17 trabalhos apenas 06 destes versam exclusivamente sobre professores de Física e cursos de Licenciatura em Física. Os demais apresentam considerações também para professores de outras formações.

Sobre a categoria 'Formas de constituição de dados', o instrumento mais utilizado foi a entrevista (08 trabalhos), sendo complementado por questionários (02 trabalhos). Narrativas Escritas, Grupos Focais e Observações captadas com recursos audiovisuais também foram utilizados. Destaca-se ainda a Análise Documental enquanto objeto das Revisões de Literatura, Revisão Teórica e do Estado da Arte.

Em 'Objetivos do trabalho', categoria III, alguns trabalhos buscaram enunciar considerações já tradicionais da atuação do professor supervisor que envolvem contribuições ao estagiário. Dos que dirigiram foco total ou parcial aos professores supervisores, almejaram compreender: os sentidos atribuídos pelos professores da escola sobre o ECS; os contributos do ECS ao professor da escola (BONFIM, 2020); e novas práticas ou ressignificações para o professor em exercício (MELLO; HIGA, 2018).

Após a descrição das conclusões pela categoria IV, reflexionou-se sobre possíveis convergências/divergências acerca da caracterização do professor de Física da escola no ECS. Há convergências na compreensão de que é o professor um dos protagonistas da relação universidade-escola pelo Estágio.

O estágio supervisionado pode ser um campo que celebra o ápice desta parceria entre instituição de formação e instituição escolar. É quando, de fato, três atores do processo formativo - estagiário, professor supervisor e professor da instituição de formação - devem estabelecer uma relação mais próxima marcada pela dialogicidade, compartilhamento de saberes e experiências (MACIEL, 2015, p. 78).

Estreitar a relação entre os sujeitos das instituições universidade e escola, está evidenciada nos trabalhos, caracterizada como condição desejável para o Estágio. Para Casotte (2016), é necessário haver na relação entre os sujeitos a

confluência de ações que constitua um sistema colaborativo de oportunidades que atenda várias necessidades, tanto individuais quanto institucionais.

Desse modo, a Universidade precisa estar apta para assumir um comprometimento com as causas sociais das escolas de educação básica de sua região de abrangência, podendo utilizar a via da pesquisa no estágio da formação inicial para o desenvolvimento de ações colaborativas entre escola e universidade (CASOTTE, 2016, p. 103).

De modo geral, os trabalhos analisados também sustentaram a necessidade em promover-se ações que melhorem a compreensão geral dos participantes do ECS acerca dos papeis institucionais e do próprio reconhecimento das corresponsabilidades formativas destas instituições quando na interface do Estágio.

É uníssimo, neste estudo, a observação da compreensão de que o ECS oportuniza condições para a construção da identidade docente para o estagiário. Em contrapartida, Correa, Silva e Martins (2018), apontou experiências como a 'Codocência', em que o coplanejamento entre professores de Física, estagiários e os professores da universidade, permitiu outras abordagens metodológicas e formas de trabalho do docente, incluindo sua atribuição supervisiva no ECS. E esta nova perspectiva compreende que '... a própria experiência supervisiva pode dar ao professor a autonomia para se constituir supervisor de um modo próprio, inventando e ressignificando modos de ser supervisor ...' (MACIEL, 2015, p. 86).

De mesma forma, Ribeiro e Matos (2014) e Bonfim (2020), corroboram o ECS como atividade capaz de trazer benefícios ao professor de Física, ao mostrar contribuições em atividades cotidianas de ensino da Física por vias da construção e organização pelos estagiários.

Em sua avaliação, os estagiários trouxeram muitos benefícios para ele, pois sempre deixavam o laboratório pronto para as aulas experimentais, e para os alunos, pois contribuíram para uma melhor compreensão da Física do cotidiano. Ele se via como formador desses estagiários uma vez que sempre os orientava, ao mesmo tempo em que os deixava livres para realizarem sua prática (RIBEIRO e MATOS, 2014, p. 06).

Estes trabalhos apresentam conclusões que permitem suscitar avanços no sentido das múltiplas contribuições do ECS aos seus vários sujeitos, em comparação com o que fora constatado anos antes por Galindo (2012), em que o Estágio perfazia espaço-tempo com 'potencial não utilizado' enquanto condição formativa para o professor da escola.

Mas não será o simples contato com a escola e com o professor que se transformará em conhecimentos nem para o estagiário, nem para o professor parceiro. É necessária a sistematização e a intencionalidade na orientação dos processos de aprendizagem da docência (p. 199).

Há necessidade de estabelecer-se relações intencionais, dialógicas e verdadeiras entre os sujeitos pelas vias do Estágio para que se possibilite contributos formativos a ambos. Para Galindo (2012, p. 219), '... os objetivos do professor parceiro estão ligados à possibilidade de formação continuada e as ações em conjunto com a universidade para o desenvolvimento de projetos que melhorem seu próprio trabalho com alunos'. Este argumento surge de forma impactante no trabalho de Mello e Higa (2018), e de Bonfim (2020), ao apresentar o ECS como um processo com contribuições desejosas pelo próprio professor da escola.

Já a compreensão, ainda que 'vaga' sobre a condição do professor de Física enquanto formador de futuros professores, como mencionado no texto de Ribeiro e Matos (2014) foi pouco explorada nos trabalhos analisados neste estudo. A revisão de literatura de Silveira, Batista e Pereira (2014), já reunia considerações sobre a avaliação das capacidades dos professores supervisores enquanto formadores, levando a entender que 'A formação especializada se revelou uma questão de relevo para a ação dos PC's, ao longo desta década, na medida em que estes profissionais, mais capacitados, apresentaram melhores resultados ao nível da orientação' (SILVEIRA, BATISTA e PEREIRA, 2014, p. 11). Atualmente, o trabalho de Bonfim (2020, p. 154) reafirmou que 'a atuação do professor da escola, mesmo considerada fundamental, não se faz recíproca ao entendê-lo como formador'.

## Considerações Finais

Entende-se que a inserção do estagiário no contexto da escola é condição essencial para compreensão das formas de 'construção diária da profissão docente'. Sua apreciação possibilita compreender a realidade de atuação do professor da escola no ECS. E neste estudo, constata-se que o Estágio Curricular Supervisionado de cursos de licenciatura, em especial, do eixo de Ensino de Física, mostra-se como espaço-tempo de oportunidades múltiplas na formação de professores, e que encerra tanto a formação inicial quanto as condições de aprendizagem contínua do professor experiente.

Reflexionar sobre novas concepções, formatos e modelos para o Estágio deve ser sustentada para que seja possível estendê-lo para além da condição formativa tradicional que acessa sobretudo o estagiário. É preciso inserir nas discussões correntes sobre formação de professores, se não, os próprios professores para que assim permita-se condições amplamente intencionais de aperfeiçoamento pelo Estágio. E os dados sugerem que a formação de professores perfaz apropriadamente pelo Estágio quando logra a ambos, estagiário e professor, por meio de reflexão sobre a identidade profissional em construção ou já estabelecida, por atividades dos estagiários em comunhão com as ações dos professores, por uma boa compreensão das relações entre as instituições formadoras e coformadoras, e da tomada dos sentidos de todos os sujeitos frente a aprendizagem 'da e na' profissão.

Em síntese, espera-se que os diferentes sujeitos postos na interface de parceria pelo ECS, aqui entendidos como professor orientador (universidade), estagiário (universidade), professor supervisor (escola), mobilizem saberes variados da profissão docente em vias da aprendizagem de ambos, estabeleçam a práxis , ressignifiquem suas práticas, e aprimorem a formação de professores, tanto inicial quanto continuada.

## Referências

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