Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DO PROFESSOR DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO: O OLHAR DO DOCENTE

Suelen Pestana Cardoso, Glória Queiroz

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XIX
Ano
2022
Data
16/08/2022
Linha de pesquisa
02 - Formação E Prática Profissional Do Professor De Física / 01 - Ensino, Aprendizagem E Avaliação Em Física
Tipo
Pôster

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do EPEF 2022

Texto completo

## DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DO PROFESSOR DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO: O OLHAR DO DOCENTE

## TEACHER PROFESSIONAL DEVELOPMENT IN THE SECONDARY EDUCATION INTEGRATED: THE TEACHER'S LOOK

## Suelen Pestana Cardoso 1 , Glória Queiroz 2

1 CEFET/RJ, suelen.cardoso@cefet-rj.br

2 UERJ, INSTITUTO DE FÍSICA, CEFET/RJ, PPCTE, gloriapcq@gmail.com

## Resumo

Este estudo discute os entendimentos dos docentes atuantes no Ensino Médio Integrado (EMI) numa escola pública federal do Rio de Janeiro acerca dos pressupostos que fundamentam o modelo do EMI, do Novo Ensino Médio (NEM) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Trata-se de uma pesquisa qualitativa que se desenvolve por meio de um estudo de caso, cujos 15 sujeitos são docentes que atuam em um curso técnico de Mecânica Industrial integrado ao médio, sendo 10 professores de disciplinas propedêuticas e 5 de disciplinas técnicas. Os dados foram produzidos por meio de um questionário semiestruturado categorizado seguindo os princípios da Análise de Conteúdo de Bardin (2009). Constatou-se que a maioria dos docentes consultados considera não ter conhecimento suficiente sobre os fundamentos teóricos do EMI e não ter tido uma formação adequada para atuar nesta modalidade de ensino dadas as suas especificidades. Observou-se também uma preocupação da maioria dos docentes em relação à formação dos alunos e dos professores com o NEM e a BNCC.

Palavras-chave : Formação de professores; Ensino Médio Integrado; Novo Ensino Médio; BNCC.

## Abstract

This study discusses the understandings of teachers working in integrated high school in a federal public school in Rio de Janeiro about: the assumptions that underlie the integrated high school's model, the New High School and the National Common Curricular Base (BNCC). It is qualitative research that is developed through a case study, whose subjects are 15 professors who work in a technical course of industrial mechanics integrated, being 10 professors of propaedeutic disciplines and 5 of technical disciplines. Data were produced through a semi-structured questionnaire categorized following the principles of Bardin's Content Analysis (2009). It was found that most of the teachers consulted consider they do not have sufficient knowledge about the theoretical foundations of integrated high school and do not have adequate training to work in this teaching modality, given its specificities. There was also a concern of most teachers in relation to the training of students and teachers with the New High School and the BNCC.

Keywords : Teacher training; Integrated high school; The new high school; BNCC.

## Introdução

Este estudo tem por objetivo o compartilhamento das reflexões de parte de uma pesquisa sobre a docência na Educação Profissional e Tecnológica (EPT), tendo como alvo a atividade docente no contexto de uma escola técnica federal, localizada na Baixada Fluminense, com foco em seu curso técnico de Mecânica Industrial Integrado ao Médio, implementado em 2015.

- O Ensino Médio Integrado, instituído no Brasil a partir da publicação do Decreto nº 5.154/04, permitiu a oferta da educação básica de forma integrada à educação profissional. Esta articulação buscava romper com a dualidade estrutural presente no país desde a época do império: a educação profissionalizante, de caráter mais instrumental e direcionada às camadas populares como forma de preparação para o trabalho e apoio assistencialista, e a educação básica, de caráter mais propedêutico, dirigida aos que se preparavam para os estudos futuros (MOURA, 2007).

Com relação ao quadro de professores do curso analisado, constata-se que, por um lado, o primeiro grupo é formado por 14 professores licenciados, que não tiveram porém formação para trabalhar com a EPT, considerando as suas particularidades e, por outro lado, os 7 docentes do segundo grupo são engenheiros que ministram as disciplinas técnicas e possuem conhecimentos na área de Mecânica Industrial ou em áreas afins, mas não tiveram formação pedagógica voltada para a docência, uma vez que não cursaram licenciatura ao longo de sua formação profissional.

## Ensino Médio Integrado

Ciavatta (2005) apresenta e defende o aspecto integrado do Ensino Médio da seguinte forma:

A ideia de formação integrada sugere superar o ser humano dividido historicamente pela divisão social do trabalho entre a ação de executar e a ação de pensar, dirigir ou planejar. Trata-se de superar a redução da preparação para o trabalho ao seu aspecto operacional, simplificado, escoimado dos conhecimentos que estão na sua gênese científicotecnológica e na sua apropriação histórico-social. (Ciavatta, 2005, p. 85)

- O Ensino Médio Integrado deve promover a vinculação da educação à prática social de tal modo que integre ciência e cultura, humanismo e tecnologia.

Por essa perspectiva, o objetivo profissionalizante não teria um fim em si mesmo nem se pautaria pelos interesses do mercado, mas constituir-se-ia numa possibilidade a mais para os estudantes na construção de seus projetos de vida, socialmente determinados, possibilitados por uma formação ampla e integral (FRIGOTTO; CIAVATTA; RAMOS, 2005, p. 36).

Frigotto (2012) e Ciavatta (2012), entendem que, para promover uma educação que esteja a serviço da humanização, deve-se utilizar o trabalho como um princípio educativo, sendo este um dos pilares da educação integral. Nesta perspectiva, a educação profissional não deve buscar o treinamento do jovem em determinadas técnicas que o mercado de trabalho necessita, mas buscar a formação humana em sua totalidade. (FRIGOTTO; CIAVATTA, 2012).

Diante do exposto, ressaltamos a importância do trabalho docente na dinâmica social e política da comunidade escolar relativa à instituição estudada.

Assim, o pressuposto desta pesquisa é a ideia de que esses docentes que atuam no Ensino Médio Integrado não são inicialmente formados para a docência na educação profissional, de forma que a aprendizagem da docência precisa ocorrer ao longo do seu exercício profissional (em serviço).

Dentro desta dimensão teórica, o desenvolvimento profissional pode ser associado à trajetória de vida profissional e aos motivos que levam o professor a construir o sentido de sua prática pedagógica. Deve entender-se o desenvolvimento profissional dos professores enquadrando-o na procura da identidade profissional, na forma como os professores se definem a si mesmos e aos outros. É uma construção do eu profissional, que evolui ao longo das suas carreiras. Que pode ser influenciado pela escola, pelas reformas e contextos políticos. (MARCELO, 1999, p.07).

Diante do exposto, destaca-se uma questão fundamental relativa ao desenvolvimento profissional docente: quem se responsabiliza pela formação continuada do professor diante das mudanças impostas pela implantação do ensino médio integrado e do Novo Ensino Médio? A instituição, o professor ou o estado?

## O Novo Ensino Médio (ei 13.415/2017) e Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

A partir da implementação da nova legislação, o ensino médio deverá ser dividido em duas partes, uma concernente à Base Nacional Comum Curricular e outra definida por itinerários formativos. Segundo o próprio texto da BNCC:

A Base Nacional Comum Curricular é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação. (Brasil, 2017, p.07)

No que tange aos chamados 'itinerários formativos':

[...] são o conjunto de disciplinas, projetos, oficinas, núcleos de estudo, entre outras situações de trabalho, que os estudantes poderão escolher no ensino médio e podem se aprofundar nos conhecimentos de uma área do conhecimento e da formação técnica e profissional (FTP) ou mesmo nos conhecimentos de duas ou mais áreas e da FTP. (BRASIL, 2017).

Quando divide o currículo em Base Nacional Comum e itinerários formativos, o novo modelo aprofunda ainda mais a dicotomia entre a formação básica e a profissional. Ao analisarmos a relação entre as áreas de conhecimento e os itinerários formativos, observa-se que o Novo Ensino Médio reforça a dualidade escolar, com uma formação destinada ao trabalho oposta a uma formação destinada ao prosseguimento dos estudos, o que vai na contramão ao que é proposto para o EMI.

A Lei 13.415/2017 não contribui para a formação continuada de professores e o constante aperfeiçoamento das práticas pedagógicas, à medida que abre precedentes para que os sistemas de ensino contratem profissionais com 'notório saber' voltados para atuar na condução dos itinerários de formação profissional e técnica, conforme disposto no inciso IV acrescido ao artigo 61

IV -Profissionais com notório saber reconhecido pelos respectivos sistemas de ensino, para ministrar conteúdos de áreas afins à sua formação ou experiência profissional, atestados por titulação específica ou prática de

ensino em unidades educacionais da rede pública ou privada ou das corporações privadas em que tenham atuado, exclusivamente para atender ao inciso V do caput do art. 36 (BRASIL, 2017b).

## Metodologia

Buscando compreender o que pensam os docentes que atuam no Ensino Médio Integrado da instituição pesquisada, foi aplicado um questionário semiestruturado, composto por 10 questões, a 15 docentes que atuam no curso integrado ao médio, sendo 10 professores de disciplinas propedêuticas e 5 de disciplinas técnicas.

A coleta de dados deu-se através de um questionário semiestruturado, composto por 10 questões. Conforme Minayo (2004, p.108) que esse tipo de questionário 'combina perguntas fechadas (ou estruturadas) e abertas, onde o entrevistado tem a possibilidade de discorrer o tema proposto, sem respostas ou condições prefixadas pelo pesquisador'. Por meio deste tipo de questionário, objetiva-se entender as possíveis aproximações e distanciamentos entre o que dizem a literatura e os documentos oficiais acerca do EMI e como pensam e agem os docentes que realizam o EMI na prática, em sala de aula. Bem como compreender a visão dos professores acerca do Novo Ensino Médio, da BNCC e seus possíveis desdobramentos.

A análise das questões abertas seguiu os princípios da análise de conteúdo, conforme Bardin (2009). Para a exposição e categorização das mensagens expressas pelos docentes, optamos por numerar os questionários (P1, P2, ..., P15) garantindo o anonimato aos participantes da pesquisa.

## Resultados e discussões

As três primeiras questões (PARTE 1) estão relacionadas ao perfil do professor, onde constatou-se que dos 15 docentes pesquisados, 60% são do sexo masculino e 40% do sexo feminino. Com relação a idade destes docentes, 33,33% têm entre 27 e 36 anos, 46,67% têm entre 37 e 48 anos e 20% têm entre 49 e 58 anos. Todos possuem graduação;33,33% cursaram licenciatura durante a sua formação inicial;40% são doutores;33,33% são mestres e 26,67% são especialistas.

A questão aberta a seguir (PARTE 2) : Como você observa o interesse do aluno do curso técnico integrado ao médio em relação às disciplinas ofertadas? Teve suas quinze respostas organizadas em 4 categorias, conforme a tabela 1 a seguir:

Tabela 1:Interesse dos alunos nas displinas do curso (Fonte: Dados da pesquisa).

Com relação à visão dos docentes acerca do perfil do estudante do curso técnico integrado ao médio da instituição analisada, observa-se que, segundo os professores consultados, a maioria dos alunos do curso não têm interesse nas disciplinas técnicas e nem tem pretensões para atuar na área profissional para a qual estão sendo formados, tendo como foco principal a aprovação no ENEM.

A seguir, destacam-se algumas das respostas dadas pelos docentes:

P01 : 'O aluno já vem estudar aqui pensando no ENEM porque sabe da qualidade do ensino federal. O interesse é todo nas disciplinas que caem no vestibular, por isso deixam as disciplinas técnicas de lado e fazem somente o mínimo para não ficarem reprovados.'

P14 : 'Este sistema do integrado nos trouxe muitos alunos que não se interessam pelas aulas técnicas. Já tive alunos que me disseram que só fazem as disciplinas técnicas porque são obrigados pelo fato de o curso ser integrado. Eu preferia o aluno da concomitância externa porque mesmo com toda dificuldade de aprendizagem eles queriam se tornar técnicos e por isso eram interessados e dedicados.'

- O desinteresse dos alunos com relação às disciplinas técnicas desmotiva o docente da área técnica que, muitas vezes, passa a não ver sentido no curso integrado. Alguns destes professores, inclusive, declararam que preferem trabalhar com outras modalidades de ensino, como a concomitância externa.

## PARTE 3 -QUESTÃO MISTA: Você se sente apto(a) para atuar como docente no curso técnico integrado ao médio? Justifique sua resposta.

Por meio da análise dos dados, constatou-se que 7% dos docentes assinalaram a opção 'sim, plenamente apto(a)',40% optaram pela opção 'sim, parcialmente apto (a)' e 53% declararam 'não, me sinto inapto(a)'.

Com relação às justificativas dadas, estas foram organizadas em 4 categorias, conforme apresentado na tabela abaixo:

Tabela 2-Visão de aptidão do professor para atuar no EMI (Fonte: Dados da pesquisa).

A partir da análise dos dados, pode-se concluir que a maioria dos docentes consultados se declara inapto para atuar no EMI, informa não ter formação suficiente para atuar nesta modalidade de ensino e alega não conhecer os fundamentos do EMI.A seguir, destacam-se algumas das respostas dadas pelos docentes:

P03 : 'Eu nunca estudei sobre as diretrizes do Ensino Médio Integrado e dou as minhas aulas como fazia em turmas de ensino médio regular. Sei que esta forma de trabalhar não é a correta, mas não fui formado para trabalhar na educação profissional, então vou fazendo do jeito que sei.'

P11: 'Como não cursei licenciatura, eu sinto falta de saber como preparar uma aula mais interessante para o aluno. Acabo seguindo a forma de trabalhar dos professores que tive na faculdade.'

Destaca-se que aos docentes consultados não foi oferecido nenhum tipo de formação acerca dos pressupostos filosóficos e políticos do EMI. A instituição não os incentivou a refletir sobre as especificidades dos aspectos pedagógicos e curriculares do EMI. Alguns relatam que aprenderam o que sabem sobre o EMI dentro da própria prática, através da experiência e do diálogo com outros profissionais dentro da instituição.

PARTE 4 -QUESTÃO ABERTA: Você acha necessário estudar sobre os fundamentos do EMI para adquirir alguns saberes necessários para atuar nesta modalidade de ensino? Quem deveria ser responsável por este tipo de formação -o docente, a instituição empregadora ou o Estado? Justifique sua resposta.

Todos os quinze professores declararam que consideram necessário estudar sobre os fundamentos do EMI para adquirir alguns saberes necessários para atuar nesta modalidade de ensino. De forma que 13,33% dos docentes consideram que este tipo de formação deveria ser oferecido a eles pelo Estado, 66,67 % consideram que é uma reponsabilidade da instituição empregadora e 20% consideram que cabe ao professor se ocupar deste tipo de formação.

A ausência de um programa de formação docente voltado para quem atua no EMI é um traço marcante que ratifica a falta de apoio institucional e político no que tange à formação dos docentes em serviço nesta modalidade de ensino.

PARTE 5 : QUESTÃO ABERTA: Qual a sua opinião sobre o Novo Ensino Médio e a BNCC?

Com relação às respostas dadas, estas foram organizadas em 7 categorias, conforme apresentado na tabela 3 a seguir:

<!-- image -->

Tabela 3-Opinião dos docentes sobre o Novo Ensino Médio e sobre a BNCC. (Fonte: Dados da

pesquisa).

Dos quinze docentes consultados, seis deles (40%) não emitiram opinião acerca do Novo Ensino Médio e sobre o documento da BNCC, caracterizando que parte do grupo desconhece ou não tem propriedade sobre o assunto, optando assim por não se manifestar. Trata-se de um dado preocupante, considerando a importância da participação docente nas mudanças promovidas pela nova legislação.

Destaca-se também uma preocupação dos professores com relação à formação que será ofertada aos alunos após as mudanças que serão promovidas pelo Novo Ensino Médio, conforme podemos observar nos trechos a seguir:

P02 : 'Muito me preocupa esta história do aluno poder escolher o itinerário que vai querer estudar. Isso é uma enganação! No final, os alunos serão muito prejudicados, principalmente, o aluno pobre que terá ainda mais dificuldade para ingressar na universidade.'

P12: 'O que mais me assusta nisso tudo é esta questão do notório saber. Isso é a completa desvalorização do professor. Somos tão cobrados que devemos nos qualificar, nos manter atualizados e agora vem uma lei que permite que alguém sem qualificação formal possa atuar como professor. Isso é um absurdo sem tamanho! Educação profissional é algo importante demais para ser tratado assim. Estão jogando com o futuro dos alunos.'

## Considerações finais

Neste estudo buscamos investigar os entendimentos dos docentes atuantes no ensino médio integrado numa escola pública federal do Rio de Janeiro acerca: i) dos pressupostos que fundamentam o modelo do EMI, ii) do Novo Ensino Médio e iii) da BNCC.A visão dos professores acerca destas temáticas é importante para o levantamento de elementos que poderão permitir uma conexão fundamental entre teoria e prática.

Para fins de superar a carência de uma formação efetivamente voltada para a EPT, conforme relatado pelos participantes da pesquisa, sugerimos a criação e implantação de um programa de formação para os professores que já atuam no EMI. Trata-se de uma ação fundamental num contexto posterior a implementação do Novo Ensino Médio em que o currículo deve ser pensado e proposto coletivamente pelos professores, considerando como referência a escola em suas práticas reais, considerando-se os saberes produzidos pelos professores, os propósitos da formação e as condições em que ela se processa. (Silva,2018, p.13)

Como primeira etapa deste processo formativo, já foi iniciada a oferta de um curso de extensão (a ser explorado em trabalhos futuros), cujo propósito é oferecer

um espaço de formação para que os docentes que atuam no EMI da instituição pesquisada possam discutir os princípios pedagógicos que integram a proposta do ensino médio integrado em uma perspectiva crítica e político-pedagógica na busca de dar um novo sentido as relações entre trabalho e educação.

## Referências

BARDIN, L. Análise de conteúdo . Lisboa: Edições 70, 2009.

BRASIL (2017). Base Nacional Curricular Comum. Ministério da Educação . Brasília: MEC.2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ Acesso em:10 fev.2022.

BRASIL (2017b). Lei 13.415/17. Altera as Leis 9.394/96 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e 11.494/07 que regulamenta o FUNDEB e dá outras providências. Disponível https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2017/lei-13415-16fevereiro-2017-784336-publicacaooriginal-152003-pl.html Acesso em 10 fev.2022.

BRASIL. CNE. CEB. Parecer n.º 11, de 09 de maio de 2012 . Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. Brasília, 2012a. Disponível em:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com\_docman&amp;view=download&amp;alias=1080 4-pceb011-12-pdf&amp;Itemid=30192 . Acesso em:12 dez.2021.

BRASIL . Decreto Nº 5.154 , de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2 º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, 2004a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm . Acesso em: 15 dez. 2021.

CIAVATTA, M. A FORMAÇÃO INTEGRADA A ESCOLA E O TRABALHO COMO LUGARES DE MEMÓRIA E DE IDENTIDADE . Revista Trabalho Necessário, v. 3, n. 3, 6 dez. 2005.

FRIGOTTO, G.; CIAVATTA, M.; RAMOS, M. (orgs.). Ensino médio integrado: concepção e contradições . São Paulo: Cortez, 2005.

FRIGOTTO; CIAVATTA, Maria. Trabalho como princípio educativo. In: SALETE, R.; PEREIRA, I. B.; ALENTEJANO, P.; FRIGOTTO, G. (Org.). Dicionário da educação do campo. Rio de Janeiro: Escola Politécnica Joaquim Venâncio; São Paulo: Expressão Popular, p. 748-759, 2012.

MARCELO, C.; Desenvolvimento Profissional Docente: passado e futuro. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 08, p. 7-22,1999.

MINAYO, M. C. S. Ciência, técnica e arte: o desafio da pesquisa social . In: MINAYO, M. C. S (Org.) Pesquisa Social: Teoria, Método e Criatividade. Petrópolis: Vozes, 2004. pp. 9-29.

MOURA, D. H. Educação Básica e Educação Profissional e Tecnológica: Dualidade histórica e perspectivas de integração . Holos , Natal/RN, v. 2, p. 4-30, 2007.

SILVA, Mônica Ribeiro da. A BNCC da Reforma do Ensino Médio: o resgate de um empoeirado discurso , Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 34, p. 01-15, 2018.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.