Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

UMA REVISÃO DA LITERATURA SOBRE CONCEITOS DE GÊNERO E SEXO NO ENSINO DE FÍSICA

Viviana Da Cruz Vicente, André Machado Rodriques

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XIX
Ano
2022
Data
18/08/2022
Linha de pesquisa
06 - Didática, Currículo E Inovação Educacional No Ensino De Física
Tipo
Comunicação

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do EPEF 2022

Texto completo

## UMA REVISÃO DA LITERATURA SOBRE CONCEITOS DE GÊNERO E SEXO NO ENSINO DE FÍSICA

## A LITERATURE REVIEW ON GENDER AND SEX CONCEPTS IN PHYSICS TEACHING

## Viviana da Cruz Vicente, André Machado Rodrigues

- 1 Universidade de São Paulo /Doutoranda no Programa de Pós-graduação Interunidades em Ensino de Ciências/Instituto de Física, vivianavic@usp.br
- 2 Universidade de São Paulo/Professor Doutor no Programa de Pós-graduação Interunidades em Ensino de Ciências/Instituto de Física, rodrigues@if.usp.br

## Resumo

O presente estudo, que se consistiu em uma revisão nacional da literatura, objetivou identificar de que forma os conceitos de gênero e sexo são apresentados no Caderno Brasileiro de Ensino de Física (CBEF) e na Revista Brasileira de Ensino de Física (RBEF). A partir de buscas pelas palavras-chave gênero e sexo no sítio eletrônico do CBEF e da RBEF, período compreendido entre 2009 e 2021, ocorreu a triagem dos artigos que seriam lidos integralmente. A metodologia, de caráter qualitativa e quantitativa, se baseou na análise de conteúdo. Os artigos escolhidos foram investigados quanto à incidência dos termos gênero e sexo, identificação de debates dedicados em conceitualizar gênero e sexo, emprego da palavra gênero como sinônimo de sexo e percepção da visibilidade ou invisibilidade das mulheres na história da ciência. Os resultados indicaram que poucos são os estudos que aprofundam o conceito de gênero e sexo nos artigos de ensino de física pesquisados. Assim sendo, a pesquisa sugere a necessidade de realização de mais estudos na área.

Palavras-chave : Gênero, Ciências da Natureza e Ensino de Física

## Abstract

The present study, which consisted of a national literature review, aimed to identify how the concepts of gender and sex are presented in the Caderno Brasileiro de Ensino de Física (CBEF) and in the Revista Brasileira de Ensino de Física (RBEF). Based on searches for the keywords gender and sex on the CBEF and RBEF websites, between 2009 and 2021, articles were screened that would be read in full. The methodology, qualitative and quantitative, was based on content analysis. The articles chosen for further study were investigated regarding the incidence of the terms gender and sex, identification of debates dedicated to conceptualizing gender and sex, use of the word gender as a synonym for sex and perception of the visibility or invisibility of women in the history of science. The results indicate that there are few studies that deepen the concept of gender and sex in physics teaching articles. Therefore, the research suggests the need for further studies in the area.

## Keywords : Gender, Natural Sciences and Physics teaching

## Introdução

Nas últimas décadas os debates envolvendo o uso do termo gênero têm permeado a política, os documentos oficiais que impactam na escola e, consequentemente, o ensino de física. Em 2014, após a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), ocorreu a manifestação daqueles que discordavam do emprego do termo gênero. Apontado por senadores como ideologia de gênero, surgiram movimentos dedicados em atentar a sociedade sobre o perigo em abordar o tema nas escolas (OLIVEIRA; MENDES, 2018). No ensino de física, no que refere a gênero, a preocupação parece estar mais em dar visibilidade às mulheres e compreender o porquê elas são a minoria.

Silva et al (2020), ao analisar informações de Institutos e Universidades pelo Brasil identificou que o número de docentes mulheres em departamentos de física atinge 20% do total em média. A situação se agrava à medida que o nível acadêmico se eleva, sendo que nos cargos de liderança a predominância é masculina. Areas et al (2019) menciona que na física ainda não há a equiparação do número de mulheres com o de homens. Desde modo, comparado com as ciências biológicas, nas áreas relativas às ciências físicas as lacunas de gênero são discrepantes.

Apesar de ser mais comum encontrar investigações direcionadas em compreender a sub-representação feminina e as causas que afastam as mulheres das ciências físicas, no estudo de Vidor et al (2020) a preocupação foi em pesquisar sobre o uso de conceitos de gênero na física e ensino de física. De acordo com os autores, ao realizar uma revisão sistemática da literatura no âmbito nacional e internacional, as pesquisas nas referidas áreas empregam gênero considerando a definição binária. Na concepção dos autores, gênero não deveria apenas se restringir às concepções hetero-cis-normativas, mas desafiar normas culturais, sociais e epistemológicas. Adicionalmente a isso, gênero é restringido 76,9% a assuntos relacionados especificamente ao sexo feminino. Desta forma, é como se o emprego da palavra gênero fosse sinônimo de pesquisas sobre mulheres.

Considerando que a escrita acadêmica pode contribuir para dar visibilidade ou invisibilidade aos gêneros, favorecendo o aumento ou redução das lacunas de gênero, essa pesquisa tem como objetivo principal identificar como gênero e sexo foram apresentados nas publicações de ensino de física. O estudo parte da hipótese de que os referidos conceitos não são aprofundados nos artigos da área. Portanto, a investigação da natureza quantitativa e qualitativa, visa confrontar a previsão realizada e responder a seguinte pergunta de pesquisa: de que forma gênero e sexo foram apresentados nas publicações disponibilizadas pelo CBEF e pela RBEF?

## Fundamentação Teórica

Com a finalidade de compreender os conceitos associados as palavras 'sexo' e 'gênero', nas últimas décadas especialistas direcionaram os esforços em definilos. Conforme Oka e Laurenti (2018, p. 138), existe uma oposição entre natureza e cultura. A partir desta, sexo é associado a parte biológica e gênero à construção social. Em consonância com os autores, Stoller (1968) conceitua sexo mencionando que ele está relacionado aos cromossomos, a genitália e a fisiologia do corpo

humano e o conceito de gênero aos aspectos psicológicos e culturais. Considerando as definições encontradas para sexo e gênero, neste trabalho entende-se sexo como algo biológico e gênero como elemento constitutivo das relações sociais (SCOTT, 1995).

Em relação à inclusão do termo gênero no meio social, conforme Spizzirril et al (2014), ela ocorreu após a segunda guerra mundial como consequência das lutas femininas. Por meio das reivindicações dos movimentos feministas, o campo de produções científicas foi transformado e as pesquisas que eram focadas nas mulheres passou a ser em estudos de gênero.

No que se refere à conceitualização de gênero, Scott (1995) menciona que elas não podem ser desconectadas das lutas feministas estabelecidas no século XX. Nas pesquisas da autora, são apresentadas as trajetórias vivenciadas pelas feministas até definirem gênero e romperem com a dicotomia mulher e homem. Para a autora o termo gênero pode ser conceituado de duas formas diferentes: 1ª) gênero é entendido como um 'elemento constitutivo das relações sociais baseado nas diferenças percebidas entre os sexos' e 2ª) 'o gênero é uma forma primeira de significar as relações de poder' (SCOTT, 1995, p. 21).

Na investigação realizada por Butler (2010), são levantados questionamentos ao redor da distinção dos conceitos de sexo e gênero. Na concepção da autora, existe a 'heterossexualidade compulsória' e esta é estabelecida pelas instâncias reguladoras de poder. A feminista defende a ampliação das discussões que incluem os grupos das lésbicas, transexuais e outras variantes que não pertencem a heterossexual. Rompendo com o binarismo heterossexual, a referida autora defende a diversidade de identidades e se opõe a designação homem e mulher que dificulta os estudos sobre sexualidade.

## Metodologia e coleta de dados

O estudo se consistiu em uma revisão nacional da literatura, compreendendo o período entre 2009 até 2021, desenvolvida a partir dos artigos presentes no CBEF e na RBEF. A metodologia do presente trabalho se baseou nos conceitos estudados pela Bardin (2016). Na concepção da autora, o método de análise de comunicações basicamente é constituído por algumas etapas: 1ª) pré-análise, 2ª) exploração do material e 3ª) tratamento dos resultados (que incluí a inferência e a interpretação).

Na primeira etapa, pré-análise, os dados coletados são sistematizados a partir de uma leitura denominada flutuante e que serve para conhecer o material. Conforme Bardin (2016), neste momento é selecionado o tipo de documento que será submetido à análise. Nesta pesquisa, a pré-análise ocorreu a partir de buscas pelas palavras-chave 'gênero' e depois 'sexo' com o objetivo de filtrar e identificar os artigos do CBEF e da RBEF que integrariam o escopo.

A segunda etapa, da exploração, o material escolhido foi submetido a uma investigação mais profunda. Nesta etapa, Bardin (2016) menciona que é possível identificar processos como a classificação e a categorização. Assim sendo, nesta etapa, os artigos pré-selecionados passaram por uma leitura flutuante com a finalidade de classificá-los quanto a existência ou ausência da palavra 'gênero' e 'sexo' no decorrer dos textos. Após a leitura integral dos referidos, ocorreu a exclusão do escopo aqueles que apresentavam pelo menos uma das características a seguir: estavam em inglês, eram editoriais ou reportagens, abordavam apenas

gênero de discurso, bibliográfico literário e, por fim, dos artigos que não apresentavam a palavra gênero e/ou sexo no corpo do texto.

Na Tabela 1, a seguir, é apresentada a quantidade de artigos préselecionados, excluídos e escolhidos para a leitura integral.

Tabela 1:Quantidade de artigos a partir de buscas por gênero ou sexo (2009-2021)

A partir das informações coletadas, considerando apenas os artigos que integrariam o escopo final, foi possível construir a Tabela 2. A tabela em questão exibe informações como: o número do artigo, ano, título, autor, classificação do periódico e categoria.

(continua)

Tabela 2: Artigos selecionados para leitura integral (2009-2021)

## (continuação)

Tabela 2: Artigos selecionados para leitura integral (2009-2021)

Na terceira etapa, do tratamento dos resultados, Bardin (2016) menciona que é possível utilizar operações estatísticas simples de porcentagem, construir quadros, gráficos e realizar interpretações sobre os dados. Neste trabalho, a referida etapa incluiu as seguintes ações: construção de um quadro com a frequência das palavras gênero e sexo para cada artigo (foram desconsideradas a incidência das palavras quando se encontravam no título ou nas palavras-chave), interpretação do uso da palavra gênero com a finalidade de perceber se ela era empregada como sinônimo de sexo, identificação dos trechos dedicados em conceitualizar gênero e sexo, observação dos artigos quanto o resgate das participações femininas na história da ciência.

## Análise de dados

A partir da identificação das frequências das palavras sexo e gênero, por artigo pesquisado, foi construída a Tabela 3.

Tabela 3: Frequência das palavras sexo e gênero

Nos artigos nº 1, nº 2, nº 3, nº 4, nº 6 e nº 7, a palavra gênero teve uma frequência maior comparada com a palavra sexo. No entanto, a partir dessas informações, não é possível inferir que gênero foi utilizado como sinônimo para

sexo. Deste modo, os trechos que apresentavam a palavra gênero foram relidos para serem interpretados e analisados conforme o contexto.

Para ilustrar o uso de gênero como sinônimo de sexo, considerando que foram muitas situações, optou-se por resgatar apenas alguns exemplos identificados em parte dos artigos que compuseram o escopo.

Artigo nº 1: ' (...) analisamos o conjunto das lideranças científicas no Brasil neste início de século XXI, considerando a distribuição de gênero' (p. 2).

Artigo nº 2: ' Caracterização dos alunos cursistas por gênero, formação e ocupação' (p. 6).

Artigo nº 3: 'O que observamos é uma intensa segregação por gênero nas áreas de ensino superior: homens predominam nas ciências exatas, enquanto as mulheres seguem se profissionalizando em ciências da saúde ou educação básica' (p.1).

Artigo nº 4: ' Os alunos tiveram seu desempenho avaliado em função do gênero e do período no qual se encontram matriculados'.

Artigo nº 7: ' A foto da conferência de 1927 permite refletir a ciência moderna como um campo ocidental, elitista, masculino e branco, entremostrando a ciência como um espaço que pretere a diversidade e que oferece resistência ao gênero feminino'. (p. 1686)

Artigo nº 8: '(...) diferenças de desempenho em função do gênero (..)'(p.1399).

A partir dos excertos descritos, é possível inferir que gênero possuí o sentido de sexo. Assim como, com a leitura integral dos artigos, verificar que há uma predominância em considerar o binarismo de gênero onde há apenas duas opções: masculina e feminina. Desta maneira, nota-se um conflito no momento de utilizar sexo e gênero.

Apenas nos artigos nº 5 e nº 8, conforme Tabela 3, a palavra sexo se sobressaiu a gênero. Comparando os valores de incidências por artigo, percebe-se que sexo é pouco mencionado. Exceto, nesses dois artigos em que o número de incidências foi igual ou superior a maior frequência encontrada para a palavra gênero. Por meio do total das frequências, nota-se uma preferência em empregar a palavra gênero nos artigos da área.

Na investigação dos artigos quanto à conceitualização de gênero e/ou sexo, apenas o artigo nº 6 apresentou-a. Nesse sentido, considerando a revista e periódico investigados, percebe-se que o foco das pesquisas em ensino de física não é aprofundar conceitos como gênero e sexo. Como exemplo de conceitualização de gênero e sexo, segundo Fox Keller (1995), presente no artigo nº 6:

O conceito de gênero surgiu, justamente, no século passado para enfrentar essa naturalização da diferença sexual. Como bem destacado pela Fox Keller (1995, p. 29), 'redefinimos gênero, em contraposição para sexo, para demarcar os significados sociais e políticos, logo variáveis, de masculinidade e feminilidade das categorias biológicas, ou presumivelmente fixas, de homem e mulher' (Apud MAIA FILHO; SILVA, 2019, p. 136-137).

Na categoria história da ciência, o artigo nº1, trouxe à tona aspectos sobre a participação feminina na ciência e deu ênfase nas contribuições da cientista. Ainda direcionando os esforços para a história, o artigo nº6 resgatou a trajetória da física

experimental sino-estadunidense Chien Shiung Wu e os obstáculos sofridos pela cientista que envolvem 'segregação hierárquica e institucional, e discriminação de raça e gênero' (SILVA et al, 2019, p. 135). A partir das investigações, relativas à participação das mulheres na física, é observado que a intenção de ambos os artigos foi destacar a biografia de mulheres, reconhecendo a importância das contribuições femininas para física e buscando incentivar outras mulheres a realizarem pesquisas na área.

## Conclusões e considerações finais

A partir dos resultados, no período compreendido entre 2009 e 2021, são observadas poucas publicações associadas a gênero na revista e caderno pesquisados sobre ensino de física. Do total de publicações observa-se que o termo gênero, ainda que com sentido equivocado, é mais utilizado do que sexo.

Por meio da investigação, é possível concluir que são raros os estudos que se debruçam em conceitualizar os termos gênero e sexo nos periódicos pesquisados. Desta forma, para pesquisas futuras, são sugeridas mais investigações para verificar se é uma tendência das pesquisas sobre ensino de não incorporarem discussões sobre os conceitos de gênero e sexo.

Na Física, conforme os artigos pesquisados, a ênfase dos trabalhos que usam gênero é direcionada em trazer visibilidade para as mulheres enquanto personagens na história da ciência ou trazer dados estatísticos sobre a participação feminina no meio científico.

Ainda que a busca tenha incorporado publicações desde 2009, é observado que as temáticas procuradas somente foram percebidas a partir de 2018. Portanto, mesmo que incipientes, nota-se um aumento de pesquisas destinadas em investigar gênero no ensino de física. Em razão do baixo número de publicações, relativas às temáticas pesquisadas, salienta-se a importância em continuar a investigação sobre outros ângulos. Tendo como finalidade suprir as lacunas deste trabalho.

## Referências

AQUINO, E. M. Gênero e saúde : perfil e tendências da produção científica no Brasil. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 40, p. 121-132, 2006. Edição especial.

AREAS, R. et al. Teorema de Emmy Nöther, 100 anos: alegoria da misoginia em ciência. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 41, 2019.

BARDIN, L. Análise de conteúdo . Laurence Bardin: tradução Luís Antero Reto Augusto Pinheiro. São Paulo: Edições 70, 2016.

BUTLER, J. Marcos de guerra . Las vidas lloradas . Madrid: Editorial Paidós. ISBN: 9788449323331 Judith Butler es sin duda una de las, 2010.

MENEZES, D. et al. A física da UFSC em números: evasão e gênero. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 35, n. 1, p. 324-336, 2018.

MAIA FILHO, A. M.; SILVA, I. L. A trajetória de Chien Shiung Wu e a sua contribuição à Física. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 36, n. 1, p. 135157, 2019.

OKA, M. ; LAURENTI, C. Uso e implicações dos termos 'sexo' e 'gênero' nas publicações de ciências da saúde . V SIES 2017, Simpósio

Internacional em Educação Sexual. Saberes /trans/versais currículos identitários e pluralidades de gênero. Disponível em:

http://www.sies.uem.br/trabalhos/2017/3137.pdf. Acesso em: 01 fev. 2022.

OLIVEIRA, P.; MENDES, S. P. Enunciados sobre 'ideologia de gênero' presentes na aprovação do Plano Nacional de Educação-PNE 2014/2024 : relato de um estudo de tese. Universidade Federal do Rio Grande, 2018.

SCOTT, J. ' Gênero: uma categoria útil de análise histórica '. Educação & Realidade. Porto Alegre, vol. 20, nº 2, jul./dez. 1995, pp. 71-99.

SILVA, G. G.; et al. Tem Menina no Circuito: dados e resultados após cinco anos de funcionamento. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 42, 2020.

SOUZA, R.; CYPRIANO, E. F. Origens da vida no contexto cósmico: o primeiro MOOC em astronomia desenvolvido no Brasil. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 42, 2020.

STOLLER, R. Sex and Gender : On the Development of Masculinity and Femininity. London: Hogarth Press, 1968.

SPIZZIRRIL, G; PEREIRA, C. M. A; ABDO, C. H. N. O termo gênero e suas contextualizações . São Paulo, Diagn Tratamento , v. 19, n. 1, p. 42-44, 2014.

VIDOR, C. B. et al. What are the Problem Representations and Assumptions About Gender Underlying Research on Gender in Physics and Physics Education? A Systematic Literature Review. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências , p. 1133-1168, 2020.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.