COMO A FÍSICA APARECE NOS ITINERÁRIOS FORMATIVOS: O EXEMPLO DO NOVO ENSINO MÉDIO NO ESTADO DE SÃO PAULO
Guilherme Stecca Marcom, Thayse Zambon Barbosa Aragão
- Evento
- Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
- Edição
- XIX
- Ano
- 2022
- Data
- 16/08/2022
- Linha de pesquisa
- 06 - Didática, Currículo E Inovação Educacional No Ensino De Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## COMO A FÍSICA APARECE NOS ITINERÁRIOS FORMATIVOS: O
## EXEMPLO DO NOVO ENSINO MÉDIO NO ESTADO DE SÃO PAULO HOW PHYSICS APPEARS IN FORMATIVE ITINERARIES: THE EXAMPLE OF THE NEW HIGH SCHOOL IN THE STATE OF SÃO PAULO
## Guilherme Stecca Marcom 1 , Thayse Zambon Barbosa Aragão 2 ,
1 Secretaria de Educação do Estado de São Paulo/Diretoria de Ensino Campinas Oeste, guilherme.marcom@educacao.sp.gov.br
2 Secretaria de Educação do Estado de São Paulo /E.E. Antonio Alves Aranha, thayse@prof.educacao.sp.gov.br
## Resumo
Após a assunção do governo interino em 2017, uma série de reformulações educacionais foram propostas e implementadas, tanto pelo governo federal como pelos governos estaduais. Essas reformas de cunho neoliberal acabaram por instaurar, a partir de uma medida provisória em 2017 o chamado Novo Ensino Médio (FERRETI; SILVA, 2017). Neste novo modelo de Ensino Médio o número de horas de atividades anuais passaria de 800h para 1000h. Essa ampliação ocorreria a partir dos chamados Itinerários Formativos (IF), que podem ser descritos como possibilidades de aprofundamento de uma ou mais áreas do conhecimento o qual os estudantes devem escolher. A partir deste contexto, este trabalho se propôs a investigar como os conteúdos de Física estariam presentes nesta nova configuração curricular. Para isto, realizamos uma análise dos documentos oficiais da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. A escolha pela análise desta rede de ensino está associada à nossa atuação profissional como professores desta rede. A análise documental, revelou a presença dos temas tradicionais do Ensino de Física na Educação Básica. Estes temas estão presentes em 50% dos IF propostos para a rede paulista. Contudo, só foi possível identificar Objetos do Conhecimento presentes nos IF do primeiro semestre de 2022, pois a secretaria de educação ainda não finalizou a produção do material para os semestres seguintes. Sendo assim, até o momento os principais Objetos do Conhecimento associados a Física são sobre Energia, Cinemática e Conservação do Movimento. Outro resultado é a possibilidade de diminuição ou ampliação do número de aulas de Física, a depender de qual IF for escolhido pelo estudante. A partir destes resultados, consideramos importante ampliar as pesquisas sobre o currículo, especialmente no que diz respeito ao Ensino de Física.
Palavras-chave : Itinerário Formativo; Física; Novo Ensino Médio; São Paulo.
## Abstract
After the assumption of the interim government in 2017, a succession of educational reforms was proposed and implemented by the federal and state governments. From a provisional measure in 2017, these neoliberal reforms ended up establishing the so-called New High School (FERRETI; SILVA, 2017). In this new
model of High School, the number of hours of annual activities would go from 800h to 1000h. This expansion would take place from the so-called Formative Itineraries (IF), which can be described as possibilities for deepening one or more areas of knowledge that students should choose. From this context, this work proposed to investigate how the contents of Physics would be present in this new school configuration. For this, we analysed the official documents of the Secretary of Education of the State of São Paulo. The choice for the analysis of this teaching network is associated with our professional performance as teachers of this network. Documentary analysis revealed the presence of traditional themes of Physics Teaching in Basic Education. These themes are present in 50% of the FI proposed for the São Paulo network. However, it was only possible to identify Objects of Knowledge present in the IF of the first semester of 2022, as the secretary of education has not yet finished producing the material for the following semesters. Thus, so far, the main Objects of Knowledge associated with Physics are Energy, Kinematics and Conservation of Motion. Another result is the possibility of reducing or expanding the number of Physics classes, depending on which IF is chosen by the student. Based on these results, we consider it important to expand research on the curriculum, especially concerning Physics Teaching.
Keywords : Formative Itineraries; Physics; New High School; São Paulo State.
## Introdução
Desde a criação e implementação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996, diversos documentos foram criados para orientação curricular do Ensino Médio (EM) em âmbito nacional, a saber: Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio (PCNEM e PCNEM+), Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio e Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio (BNCC) (FERRETI; SILVA, 2017). Estes documentos são utilizados para o desenvolvimento de programas estaduais e municipais de educação, servindo como ponto de referência para o desenvolvimento dos currículos destas redes de ensino. Nos últimos anos, uma série de reformas educacionais vem sendo implementadas pelo governo federal e consequentemente corroboradas por governos estaduais e municipais.
A principal reforma foi a promulgação do Novo Ensino Médio publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 16 de fevereiro de 2017 (BRASIL, 2017). Essa lei altera o número de horas previstas para esta etapa da Educação Básica de 800h para 1000 horas anuais (OSTERMANN; REZENDE, 2021). O Novo Ensino Médio dividiu a carga horária dos estudantes em dois módulos concomitantes, o primeiro módulo é a Formação Geral Básica (FGB), com uma carga total de até 1800h e o segundo módulo são os Itinerários Formativos (IF), com uma carga horária de 1200 horas (OSTERMANN; REZENDE, 2021).
Uma das principais críticas apontadas a esse novo modelo de EM é a ampliação da heterogeneidade na formação dos jovens, que liquidaria com o direito universal da formação básica de mesma qualidade para os jovens (FRIGOTTO, 2021; OSTERMANN; REZENDE, 2021). Isto reflete-se na escolha dos estudantes por um determinado IF, que irá direcioná-lo para um 'aprofundamento' em uma determinada área do conhecimento. Assim, dentro de uma mesma escola, teremos grupos de estudantes com formações distintas ao final da terceira série do EM.
Ferreti e Silva (2017) apontam, também, uma retomada da perspectiva neoliberal, a extinção da obrigatoriedade de disciplinas como Sociologia, Filosofia, Artes e Educação Física, a pretensão de alterar toda a estrutura curricular e de permitir o financiamento de instituições privadas, com recursos públicos, para ofertar parte da formação.
Após a publicação da lei que regulamentava o Novo EM outras medidas foram publicadas como forma de organizar o processo de implementação do novo modelo educacional. Em 13 de julho de 2021 o Ministério da Educação publica no DOU o Cronograma Nacional de Implementação do Novo EM indicando que até o ano de 2024 todos as séries do EM já devem estar inseridas no novo modelo (BRASIL, 2021). Desta forma, secretarias de educação estaduais e municipais iniciaram seus processos de implementação.
## O Novo Ensino Médio no Estado de São Paulo
De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, o estado foi um dos primeiros a implementar o Novo Ensino Médio, que teve seu início no ano de 2021 para os estudantes do matriculados na 1ª série do EM (SÃO PAULO, 2021a). O Documento Orientador da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, indica que as turmas do Ensino Médio Regular Parcial Diurno terão 1.800 horas de formação geral básica e 1.650 horas de Itinerários Formativos, das quais 900 horas serão de aprofundamentos curriculares (SÃO PAULO, 2021b). Além das 900h de aprofundamento curricular a jornada anual dos estudantes também será composta por mais cinco disciplinas e suas respectivas cargas horárias: 180 horas de Projeto de Vida, 240 horas da disciplina Eletiva, 60 horas de Língua Inglesa, 90 horas de Tecnologia e Inovação e 180 horas de Orientação de Estudos (SÃO PAULO, 2021b).
Já as turmas do Ensino Médio Regular Noturno terão oito aulas a mais na semana na 1ª e na 3ª série do EM e nove aulas a mais na 2ª série do EM. Sendo assim, todos os estudantes passarão de 25 para 33 aulas semanais na 1ª e na 3ª série do EM e 34 aulas semanais na 2ª série do EM. As turmas do noturno terão 1.800 horas na formação geral básica e 1.200 horas nos itinerários formativos. Estas 1.200 horas serão divididas entre 900 horas de aprofundamento curricular, 180 horas de Projeto de Vida, 90 horas de Tecnologia e Inovação e 30 horas de Educação Física (SÃO PAULO, 2021b).
Além destas duas configurações, existe também mais três modelos de organização do EM. Os dois primeiros são Novotec Integrado e Novotec Expresso, que são programas em que os estudantes também podem sair com uma certificação de qualificação profissional (SÃO PAULO, 2021b). O terceiro modelo é o Programa de Ensino Integral (PEI). Não iremos aprofundar nas discussões dentro destas três configurações de EM. Contudo, é importante identificar a existência desta heterogeneidade estrutural do sistema de ensino no Estado de São Paulo, indo ao encontro do que já foi descrito anteriormente por Frigotto (2021). O que indica que a implementação do Novo EM provavelmente irá agravar ainda mais as distintas formações básicas dos estudantes.
## A Física no Currículo Paulista
Para entender como a Física está presente nos Itinerários Formativos, vamos definir alguns termos utilizados pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEESP). De acordo com a secretaria:
Os itinerários formativos são compostos por diferentes arranjos curriculares , um conjunto de unidades curriculares que possibilita ao estudante aprofundar e ampliar as aprendizagens desenvolvidas na formação geral básica, em uma ou mais áreas do conhecimento, permitindo que vivencie experiências educativas associadas à realidade contemporânea e que promova a sua formação pessoal, profissional e cidadã. (SÃO PAULO, 2020, p. 196)
Sendo assim, o IF é entendido como um conjunto de unidades curriculares que possibilitam aprofundamento e ampliação dos conteúdos já desenvolvidos na Formação Geral Básica (FGB). Estas unidades curriculares foram organizadas em dez aprofundamentos, sendo quatro desenvolvidas a partir de uma única área do conhecimento e seis que apresentam uma integração entre duas ou mais áreas do conhecimento.
Figura 1 - Aprofundamentos curriculares propostos pela SEESP.
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Estes Aprofundamentos Curriculares são compostos por seis Unidades Curriculares (UC). O desenvolvimento da UC é semestral, sendo duas unidades para a 2ª série do EM e quatro para a 3ª série do EM. Cada UC é composta por Componentes Curriculares (CC) que podem ser entendidas como as disciplinas que compõem os Aprofundamentos Curriculares.
Assim, os conteúdos de Física estarão distribuídos nos Aprofundamentos Curriculares e na FGB. No caso da FGB, estes conteúdos distribuem-se ao longo das três séries do EM, dependendo de qual Aprofundamento Curricular o estudante escolheu. Por exemplo, caso o estudante escolha o aprofundamento ' Ciência em Ação' , ele ou ela terá conteúdos de Física na FGB até a 2ª série do EM. Pois na 3ª série os conteúdos de Física estarão contidos apenas dentro do Aprofundamento Curricular. Caso o jovem escolha o aprofundamento ' Superar desafios é de
Humanas' , os conteúdos de Física serão trabalhados, apenas, dentro da FGB ao longo das três séries do EM.
## Objetivos
Ao observar a estrutura curricular proposta pela SEESP para o EM é visível a existência de uma heterogeneidade na formação dos jovens, como exposto por Frigotto (2021). Portanto, refletir sobre onde, como e quais conteúdos de Física estarão presentes neste novo currículo é importante para o debate do futuro do Ensino de Física. Deste modo, o objetivo principal deste trabalho é identificar e expor quais conteúdos de Física estão presentes dentro dos Aprofundamentos Curriculares desenvolvidos pela SEESP. A escolha por analisar o currículo do Estado de São Paulo está associada à nossa atuação profissional como professores desta rede.
## Metodologia
O trabalho está ancorado na pesquisa documental, a partir das análises dos documentos curriculares do Novo EM disponibilizados até o momento pela SEESP. Para a pesquisa foram analisados a Matriz Curricular dos Aprofundamentos Curriculares (MCAC), o Currículo Paulista e o Material de Apoio ao Planejamento e Práticas de Aprofundamento (MAPPA). Estes documentos, de acesso livre, podem ser encontrados no site exclusivo da SEESP para promoção do Novo Ensino Médio Paulista 1 .
## Resultados e Discussão
A partir da análise do Currículo Paulista é possível identificar todos os conteúdos propostos para Física, tanto na FGB como nos Aprofundamentos Curriculares. Estes conteúdos são identificados nos Objetos de Conhecimento (CO). Como o foco deste trabalho são os conteúdos propostos para os Aprofundamentos Curriculares, daremos destaque a apenas estes. A pesar disto, é importante pontuar que o Currículo Paulista apresenta uma lista extensa de conteúdos de Física, podendo ser classificados nas grandes áreas clássicas dos conteúdos de Física escolar: Cinemática, Mecânica, Termometria, Termodinâmica, Eletricidade, Magnetismo, Ondas, Óptica e Física Moderna.
Não podemos deixar de refletir sobre a disposição destes conteúdos ao longo dos três anos do EM. Para o caso dos estudantes que optarem por um Aprofundamento Curricular que não contemple os conteúdos de Física, é observado um estrangulamento do número de aulas desta disciplina. Na 3ª série do EM os estudantes terão apenas dez aulas disponíveis para a FGB, que deverão ser divididas para todas as disciplinas que não fazem parte do Aprofundamento Curricular. Deste modo, estes estudantes poderão ter uma aula de Física, apenas na terceira série do EM.
Seguindo com os resultados, as análises sobre a Matriz Curricular dos Aprofundamentos Curriculares (MCAC), possibilitou identificar indícios dos
conteúdos que seriam trabalhados nos Aprofundamentos Curriculares. Isso porque, a MCAC, traz apenas o título da Componente Curricular e qual professor está habilitado para lecionar este conteúdo. Para isso, foi feita a seleção das CC em que a habilitação prioritária em Física.
Tabela 1 - Matriz anual de CC referentes a Física, a partir da habilitação prioritária.
Os dados da Tabela 1 mostram, que os em cinco dos dez Aprofundamentos Curriculares é possível identificar conteúdos associados a disciplina de Física. Apesar disto, não temos evidências de quais Objetos do Conhecimento estão presentes nestes CC.
Para identificá-los, com maior precisão, realizamos uma análise nos MAPPAs 2 . Contudo, até o momento a SEESP só disponibilizou os MAPPAs referentes a CC 1 que será trabalhada no primeiro semestre de 2022. Deste modo a Tabela 2 apresentará apenas as informações disponíveis até o momento.
Tabela 2 - Objetos do Conhecimento da Física presentes nas CC1.
2ª série EM
As informações contidas da Tabela 2 indicam que a maior parte dos Objetos do Conhecimento presentes nestas primeiras CC são associados aos conteúdos de Energia e Cinemática. Notamos que os Objetos do Conhecimento apresentam uma perspectiva mais contextualizada destes conhecimentos. Indicando uma tendência destes Aprofundamentos Curriculares.
## Considerações Finais
Com as reformas do Ensino Médio, uma nova frente de pesquisa surge como possibilidade de analisar os rumos que o Ensino de Física na Educação Básicas. Nesta perspectiva, este trabalho se apresenta como uma primeira análise sobre as mudanças curriculares que estão sendo implementadas, tendo como exemplo a SEESP. Nossos resultados iniciais apontam uma possibilidade de diminuição das aulas de Física, a depender de qual IF for escolhido pelo estudante. Ao mesmo tempo, que dependendo do IF os estudantes poderão ter mais aulas do que as tradicionais duas aulas semanas.
A análise da MCAC revelou que em 50% dos Aprofundamentos Curriculares existem conteúdos diretamente ligados a disciplina de Física. Estes conteúdos variam a cada semestre, contudo não pudemos neste momento especificar quais são devido a falta de informações sobre eles. O que foi possível identificar são os conteúdos presentes na primeira CC que já estão sendo desenvolvidas nas escolas Estaduais de SP.
Estes conteúdos se apresentam nos MAPPAs na forma de Objetos do Conhecimento, a saber: Energia elétrica sustentável; Conservação da energia aplicada à sustentabilidade; Matrizes energéticas e suas tecnologias; Eficiência energética e impacto ambiental; Aproveitamento da energia geotérmica e Biomassa para a produção da energia elétrica; Cinemática; Gráficos de potência x tempo e conversões de unidades de medidas; Conservação de energia em projetos
sustentáveis; Transformação de energia solar em elétrica; Plataforma de desenvolvimento de projetos eletrônicos para estudo da célula fotovoltaica; Conservação do momento linear e angular no movimento corporal.
A partir destes resultados, consideramos importante ampliar as pesquisas dentro da perspectiva do currículo, para identificar novas propostas curriculares, especialmente no que diz respeito ao Ensino de Física, como também, das narrativas presentes em cada proposta curricular (GOODSON, 1997).
## Referências
BRASIL. Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017 . Reforma do Ensino Médio. Brasília. 2017. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_ato2015-2018/2017/lei/l13415.htm>. Acesso em: jan. 2022.
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria nº 521, de 13 de julho de 2021 . Brasília, 2021. Disponível em: < https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-521de-13-de-julho-de-2021-331876769>. Acesso em: jan. 2022.
FRIGOTTO, G. O 'novo ensino médio': traição à juventude que frequenta a escola pública. Brasil de Fato | Rio de Janeiro (RJ) | 05 de Novembro de 2021. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2021/11/05/analise-onovo-ensino-medio-traicao-a-juventude-que-frequenta-a-escola-publica>. Acesso em: jan. 2022.
FERRETI, C. J.; SILVA, M. R. da. Reforma do Ensino Médio no contexto da medida provisória nº 746/2016: estado, currículo e disputas por hegemonia. Educação & Sociedade , v. 38, p. 385-404, 2017. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/es/a/LkC9k3GXWjMW37FTtfSsKTq/abstract/?lang=pt>. Acesso em: jan. 2022.
GOODSON, I. O contexto das invenções culturais: aprendizagem e currículo. In: GOODSON, I. A construção social do currículo. Lisboa: Educa, 1997, p. 79-93
OSTERMANN, F.; REZENDE, F. BNCC, Reforma do Ensino Médio e BNCFormação: um pacote privatista, utilitarista minimalista que precisa ser revogado. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , vol. 38, nº 3, 2021. Disponível em < https://periodicos.ufsc.br/index.php/fisica/article/view/85172>. Acesso em jan. 2022.
SÃO PAULO. (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista - Etapas de Ensino Médio. 2020. Disponível em: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wpcontent/uploads/2020/08/CURR%C3%8DCULO%20PAULISTA%20etapa%20Ensino %20M%C3%A9dio.pdf. Acesso em jan. 2022.
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http://siau.edunet.sp.gov.br/ItemLise/arquivos/RESOLU%C3%87%C3%83O%2097. HTM?Time=03/11/2021%2023:46:36 . Acesso em jan. 2021.
SÃO PAULO. (Estado). Novo Ensino Médio SP, 2021b. Disponível em: https://novoensinomedio.educacao.sp.gov.br/. Acesso em jan. 2021.
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