TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA EJA: UMA ANÁLISE CONECTIVISTA
Geneci Libarino Figueredo, Wagner Duarte José
- Evento
- Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2020
- Data
- 11/11/2020
- Linha de pesquisa
- Tecnologias Da Informação E Comunicação E O Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA EJA: UMA ANÁLISE CONECTIVISTA
## DIGITAL INFORMATION AND COMMUNICATION TECHNOLOGIES IN EJA SCIENCE TEACHING: A CONNECTIVIST ANALYSIS
Geneci Libarino Figueredo 1 , Wagner Duarte José 2
1 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/Departamento de Ciências Exatas e da Natureza, genecievy@gmail.com.br
2 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/Departamento de Ciências Exatas e naturais, wagnerjose@uesb.edu.br
## Resumo
Neste trabalho, apresentamos os resultados de uma pesquisa bibliográfica de caráter exploratório sobre as possibilidades de desenvolvimento do Conectivismo no uso das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) no ensino das Ciências Naturais e suas Tecnologias (CNT), no contexto da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Realizamos buscas online por publicações em periódicos e em anais de eventos da área de ensino de ciências e de Física, no período 20002019, com o objetivo de identificar trabalhos científicos neste contexto e analisá-los sob o viés conectivista considerando as seguintes questões: O que tem sido desenvolvido sobre o uso das TDICs no ensino de CNT no contexto da EJA? Como as pesquisas realizadas relacionam-se com os princípios do Conectivismo? Que perspectivas propõem para o desenvolvimento do Conectivismo em sala de aula? Elegemos como descritores os termos Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, Information and Communication Digital Technologies e Tecnologias Digitales de Información y Comunicación. Verificamos, a partir da leitura dos títulos, resumos e palavras-chaves, que apenas 11 textos são pertinentes ao ensino de CNT na EJA. Após a leitura completa destes textos, selecionamos 7 que atenderam aos critérios de inclusão do estudo e analisamos suas relações com os pressupostos conectivistas. Concluímos que, apesar do termo conectivismo não estar inserido nem ser mencionado nas publicações selecionadas, os resultados evidenciaram possível sintonia com seus pressupostos, incluindo a convergência para uma nova visão de aprendizagem na era digital.
Palavras-chave : TDIC. Conectivismo. EJA. Ciências.
## Abstract
In this work we present the results of an exploratory bibliographic research on the possibilities for the development of Connectivism in the use of Information and Communication Digital Technologies (ICDT) in the teaching of Natural Sciences and its Technologies (NST), in the context of Education for Youngs and Adults (EYA). We realized online searches for publications in periodicals and annals of science and physics education events, in the period 2000-2019. Our objective was identifying scientific works in this context and analyzing them under the connectivist bias
considering the following issues: What has been developed about the use of ICDT in the teaching of NST in the context of EYA? How do the research carried out relate to the principles of connectivism? What perspectives does that propose to the development of connectivity in the classroom? We have chosen as descriptors the terms Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação, Information and Communication Digital Technologies and Technologies Digitales de Información y Comunicación. We verified, from the reading of the titles, abstracts and keywords, that only 11 texts are relevant to the teaching of NST at EYA. After reading these texts in full, we selected 7 that met the study's inclusion criteria and analyzed their relationship with the connectivist assumptions. We conclude that, although the term connectivism is neither inserted nor mentioned in the selected publications, the results showed a possible harmony with its assumptions, including the convergence towards a new vision of learning in the digital age.
Keywords : ICDT. Connectivism. EYA. Sciences.
## Introdução
Nas últimas décadas, a inclusão das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) na sociedade reorganizou o modo como as pessoas vivem, comunicam e aprendem (SIEMENS, 2005). O uso educacional dessas tecnologias também ampliou as possibilidades para novas aprendizagens (KENSKI, 2003) nas aulas de Ciências Naturais e suas Tecnologias (CNT), componente fundamental na formação da cidadania.
Para Moran, Masetto e Behrens (2009) e Preto (2011), entre outros, a utilização das TDIC no contexto educacional visa a melhoria do ensino, o que implica em mudanças na prática educativa. Em uma revisão de literatura sobre o uso das TDIC nos contextos relacionados à Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Brasil, Joaquim e Pesce (2016) ressaltaram que essas tecnologias favorecem o ensino aprendizagem do aprendiz adulto e contribuem para a sua emancipação. Nesse cenário, consideramos ser necessário refletirmos a questão nos moldes do Conectivismo, teoria proposta por Siemens (2005) como um novo modelo para a aprendizagem sintonizada com as necessidades sociais das pessoas na era digital.
No presente trabalho, realizamos um levantamento bibliográfico de publicações que desenvolvem o uso educacional das TDICs no ensino de CNT no contexto da EJA, com o objetivo de destacar possíveis caminhos para a aprendizagem conectivista, a partir das seguintes questões norteadoras: O que tem sido desenvolvido sobre o uso das TDICs no ensino de CNT no contexto da EJA? Como as pesquisas realizadas relacionam-se com os princípios do Conectivismo? Que perspectivas propõem para o desenvolvimento do Conectivismo em sala de aula? É nossa intenção analisar estes trabalhos à luz dos pressupostos conectivistas visando tecer reflexões acerca de possibilidades para o ensino de CNT comprometido com a formação cidadã numa sociedade conectada.
## Importância das TDIC no Ensino de Ciências/Física na EJA
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o número de matrículas na EJA chegou em 3,2 milhões em 2019. (INEP/MEC, 2020). Esse público demanda por um ensino que ofereça as bases
necessárias para a sua atuação consciente e crítica numa sociedade em que a inclusão digital vem se constituindo como necessidade básica para o cidadão do século XXI. Sobre o ensino em CNT na EJA, faz-se imprescindível apreciar o uso das TDIC, visto que, para Moran, Masetto e Behrens, 2009, p. 13) ensinar 'é um processo social (inserido em cada cultura, com suas normas, tradição e leis) [...]'.
As TDIC nos orientam em direção a novas aprendizagens, possibilitando ações criativas e inovadoras que nos encaminham para avanços no desenvolvimento da humanidade (KENSKI, 2003). Desse modo, o uso das TDIC na prática educativa pode se constituir em uma importante estratégia para potencializar a aprendizagem dos estudantes pois 'com o aumento do uso da internet e de diferentes mídias, a educação tende a passar por modernizações buscando soluções para se adequar ao perfil dos estudantes' (TORRES et al, 2017, p.1537).
Angotti (2015), Delizoicov, Angotti e Pernambuco (2009), Silva, Kalhil e Nicot (2015), José e Bastos (2017) ressaltam a importância de aprendizagens que tenham relevância social para o estudante, considerando inclusive o uso das TDIC para um fazer escolar comprometido com uma educação libertadora, sintonizada com nossa existência histórica (FREIRE, 2019). Segundo Delizoicov e Angotti (1994), o ensinoaprendizagem de Ciências 'deve nortear-se pela capacidade de instrumentar o aluno [...] para melhor compreender a realidade onde se insere, possibilitando-lhe uma atuação consciente sobre ela' (p. 46).
O uso das TDIC também viabiliza a realização de discussões críticas desses artefatos pelos estudantes da EJA nas aulas de CNT. Segundo Joaquim e Pesce (2016), as ações que priorizam a inclusão digital podem possibilitar ganhos de aprendizagem e empoderamento desses sujeitos. De acordo com Moran, Masetto e Behrens (2009, p. 13), 'educar é colaborar para que professores e alunos - nas escolas e organizações - transformem suas vidas em processos permanentes de aprendizagem'. A afirmação citada converge para o Conectivismo ao defender que, num contexto excessivo de dados e informações, 'a ação do indivíduo será da ordem de buscar, agregar e avaliar a pertinência da informação para seus propósitos' (CARVALHO, 2013, p. 10).
## Origem e pressupostos do Conectivismo
O Conectivismo foi apresentado e defendido como uma teoria da aprendizagem por seus criadores, George Siemens e Steven Downes, professores canadenses empenhados na exploração das possibilidades pedagógicas das novas TIC (COELHO ET AL, 2014). A primeira publicação sobre o Conectivismo aconteceu em 2004. A partir daí um novo olhar para a aprendizagem na era digital tem sido difundido por meio de diversas publicações (OLIVEIRA, 2018).
Siemens (2005) aponta que o Conectivismo se apresenta como uma teoria da aprendizagem para a era digital, em que os avanços tecnológicos mudaram a forma de ser, agir e pensar da sociedade. Para esse autor, as teorias da aprendizagem vigentes são limitadas para lidar com as novas demandas de aprendizagens advindas com a inclusão das tecnologias digitais na sociedade contemporânea. Ele critica as teorias explicitando que as mesmas se preocupam com o processo atual de aprendizagem, não com o valor daquilo que se aprende.
Para Carvalho (2013, p. 27) o 'Conectivismo atribui relevância às novas condições e ecologias de aprendizagem que envolvem abundância de informação,
rede e conectividade. Sua emergência é em contexto de caos, mudanças rápidas e diversidades'. De acordo com Siemens (2005, p. 6), os oito princípios conectivistas são:
Aprendizagem e conhecimento apoiam-se na diversidade de opiniões; Aprendizagem é um processo de conectar nós especializados ou fontes de informação; Aprendizagem pode residir em dispositivos não humanos; A capacidade de saber mais é mais crítica do que aquilo que é conhecido atualmente; É necessário cultivar e manter conexões para facilitar a aprendizagem contínua; A habilidade de enxergar conexões entre áreas, ideias e conceitos é uma habilidade fundamental; A atualização ('currency conhecimento acurado e em dia) é a intenção de todas as atividades de aprendizagem conectivistas; A tomada de decisão é, por si só, um processo de aprendizagem. Escolher o que aprender e o significado das informações que chegam é enxergar através das lentes de uma realidade em mudança.
Dentre as abordagens que podem sustentar o uso das tecnologias no ensino-aprendizagem de ciências, Silva, Kalhil e Nicot (2015) destacam as contribuições do Conectivismo em patamar similar ao de teorias como o Construcionismo e o Construtivismo. Os autores ainda ressaltam a importância das tecnologias para o ensino e divulgação das ciências, bem como a participação destas para a evolução e desenvolvimento desses mesmos artefatos.
Dessa forma, o Conectivismo se insere num contexto em que o conhecimento cresce e evolui rapidamente em que 'as decisões são baseadas em fundamentos que mudam rapidamente' (SIEMENS, 2005, p. 6). Contudo, Bastos e Biagiotti (2014, p. 3) explicam que esse "novo aspecto pedagógico, entretanto, não é bem aceito nas academias e instituições de ensino e tem sido alvo de críticas'. Aqui, assumimos postura semelhante àquela defendida por Silva, Kalhil e Nicot (2015, p. 21) ao exporem que 'a ideia é, sem dúvida, promissora e entende-se que precisa de uma maior aceitação e discussão pela comunidade científica'.
## Procedimento Metodológico
Esta pesquisa se caracteriza como bibliográfica, de caráter exploratório. Realizamos buscas nas páginas eletrônicas de periódicos relacionados ao ensino de ciências ou EJA, classificados no Qualis da CAPES da Área de Ensino como A1, A2 e B1 (quadriênio 2013-2016). Também pesquisamos em atas/anais ( online ) 1 dos principais eventos da área de ensino de ciências ou de física. Como critério de inclusão, estabelecemos o período de janeiro de 2000 a dezembro de 2019.
Utilizamos os seguintes descritores: Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, Information and Communication Digital Technologies e Tecnologias Digitales de Información y Comunicación. Por meio da leitura inicial de títulos, resumos e palavras-chaves, identificamos inicialmente 11 publicações relacionadas a esses descritores no contexto de ensino em CNT na EJA. Após a leitura completa destas publicações, observamos que apenas 7 apresentam alguma relação com ideias defendidas pelo Conectivismo possibilitando reflexões sobre um fazer escolar mais sintonizado com os desafios da era digital.
## Resultados e análise na perspectiva do Conectivismo
Em pesquisa recente, Joaquim e Pesce (2016) observaram que publicações acadêmicas voltadas ao uso educacional das TDIC na EJA são escassas. Nossos resultados indicam que, no ensino de CNT, os estudos são em número ainda menor. Ao focalizamos para o uso dessas novas tecnologias na perspectiva conectivista, verificamos que apenas 3 artigos publicados em periódicos e 4 trabalhos em eventos, relacionados na tabela 1, apresentam possibilidades de articulação com o Conectivismo :
Tabela 1: Relação de periódicos ou evento, trabalho e autores encontrados
(Fonte: pesquisa dos autores, 2020)
Nos estudos de Reis e Linhares (2010); Pamplona, Linhares e Reis (2009) e Hygino, Souza e Linhares (2013) constatamos a exploração do uso de Espaço Virtual de Aprendizagem (EVA) para realizar estudos de casos em turmas do PROEJA 2 . No conjunto, esses autores consideram a interatividade, observada em espaços como fórum de discussões, um elemento fundamental para a construção de aprendizagens por meio do encontro de ideias e reflexões envolvendo os estudantes da EJA em aulas de CNT. Num viés conectivista, essas considerações se aproximam da ideia de que a aprendizagem e o conhecimento se apoiam na diversidade de opiniões, como também defende (Siemens, 2005).
No trabalho de Mata, Silva e Mesquita (2016) sobre o perfil do aluno da EJA quanto ao uso de TICs como auxílio nas atividades escolares na disciplina de Química, 83% desse grupo recorre a esse apoio didático, o que nos permite sinalizar que a aprendizagem está sendo influenciada pelas conexões em rede, ideia ligada ao Conectivismo. O estudo de Nascimento e Silva (2017) apontou que o uso das TIC favorece a superação de barreiras e uma formação mais global relacionando-se, portanto, com as necessidades impostas pela era digital, em que a 'aprendizagem não é mais uma atividade interna, individualista' (SIEMENS, 2005, p. 8), e sim um processo associado às conexões de informações num meio de caos e mudanças.
Gonzales e Rosa (2014) exploraram o uso de um ambiente virtual visando favorecer a aprendizagem significativa na EJA durante o estudo de circuitos elétricos. Esse conteúdo também foi abordado por Mantovani, Shiel e Barreiro (2002) que, ao analisarem os resultados da aplicação de um software para simulação em aulas na referida modalidade no Telecurso 2000, evidenciaram que a interação aluno-computador-professor foi fundamental para a aprendizagem dos estudantes. Ao serem apontados que os estudantes superaram concepções alternativas acerca dos circuitos elétricos após a interação com o ambiente virtual, esses trabalhos revelaram indícios de correlação com o ideário conectivista.
Verificamos que o uso das tecnologias digitais nesses trabalhos, inclusive dos ambientes virtuais em CNT na EJA permite a criação de novos espaços de ensino com potencialidades para viabilizar uma aprendizagem contínua por parte de estudante. Esta também pode ocorrer além dos muros da escola por meio da conectividade em rede tendo em vista que a 'flexibilidade da navegação no ambiente virtual dá oportunidade para a diversificação e personalização dos caminhos e a articulação entre saberes formais e não formais', como contribui Kenski (2003, p.8).
A conectividade presente nessas novas tecnologias podem possibilitar ao estudante da EJA outros locus de estudo além da escola, recursos enriquecedores do processo de ensino-aprendizagem. Além disso, em nossa cultura cada vez mais impactada pelos conhecimentos e relações também construídos em rede, faz-se 'necessário cultivar e manter conexões para facilitar a aprendizagem contínua' (COELHO, ET ALL, 2014, p. 3).
Em síntese, esses 7 trabalhos tecem possibilidades de diferentes articulações dos pressupostos do Conectivismo, como as associadas com a diversidade de opiniões, aprendizagem contínua, atualização do conhecimento e a necessidade de enxergar conexões. Porém, demandam por uma visão mais próxima da centralidade conectivista apoiada no fundamento de que o conhecimento se encontra distribuído em rede de conexões, onde a aprendizagem é concebida como a capacidade de circular por essas redes. Contudo, contribuem ao reforçar a importância de se buscar meios para um ensino em CNT na EJA, por meio do uso das TDIC, mais alinhado com as necessidades do cidadão da era digital.
## Considerações Finais
Os conhecimentos científicos e tecnológicos, como uma necessidade ao cidadão do século XXI e associados ao que dispõem as orientações curriculares vigentes para o ensino de CNT, vem direcionando reflexões voltadas para o uso das TDIC no ensino de CNT na EJA, em contexto social fortemente influenciado pela cultura digital. Como explicita Angotti (2015), a presença da Ciência e da Tecnologia no mundo contemporâneo justifica e torna o seu ensino imperativo. É possível que o
uso da TDIC no ensino de CNT na EJA venha favorecer uma educação capaz de proporcionar 'constantes desafios, que possam ser superados a partir do trabalho coletivo e da troca de informações e opiniões' (KENSKI, 2003, p. 8).
Nossos resultados indicam que o uso educacional dessas novas tecnologias possibilita reflexões, debates e compartilhamentos de ideias, em diferentes tempos e espaços entre os envolvidos, as quais enriquecem o trabalho da sala de aula. Amplia-se a abrangência dos conteúdos estudados, direcionando o estudante para uma aprendizagem ao longo da vida, numa perspectiva conectivista. Desse modo, o uso das TDIC nas aulas de CNT na EJA pode vir a se constituir numa potencial tendência do ensino aprendizagem na era digital.
Considerando os avanços e desafios postos em questão, nossa análise vai ao encontro da ideia freiriana de que o ato de ensinar e aprender também se constitui em produzir as condições favoráveis para aprender de maneira crítica. Isto demanda por espaços com condições estimuladoras para os estudantes realizarem as conexões de informações, por meio de diversos meios, visando novas aprendizagens, principalmente num cenário de rápidas mudanças e fontes diversas de informações, em que as mesmas necessitam de tratamento e avaliação por parte do sujeito contemporâneo, como advoga o Conectivismo (COELHO ET AL, 2014).
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