CINQUENTA ANOS DA ÁREA DE ENSINO DE FÍSICA NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE A EVOLUÇÃO/ESTAGNAÇÃO DAS SUAS LINHAS DE PESQUISA
Matheus De Oliveira Demarchi, Matheus Monteiro Nascimento
- Evento
- Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2020
- Data
- 13/11/2020
- Linha de pesquisa
- Questões Teórico-Metodológicas E Novas Demandas Na Pesquisa Em Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## CINQUENTA ANOS DA ÁREA DE ENSINO DE FÍSICA NO BRASIL: UM ESTUDO SOBRE A EVOLUÇÃO/ESTAGNAÇÃO DAS SUAS LINHAS DE PESQUISA
## FIFTY YEARS OF PHYSICS TEACHING IN BRAZIL: A STUDY ON THE EVOLUTION / STAGNATION OF ITS RESEARCH LINES
Matheus de Oliveira Demarchi 1 , Matheus Monteiro Nascimento 2
1
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, matheus\_copero@hotmail.com 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul, matheus.monteiro@ufrgs.br
## Resumo
A área do ensino de Física no Brasil surge por volta da década de 1970 a partir da influência internacional de programas educacionais internacionais, como o PSCC. No mesmo período, surgiram os primeiros grupos de pesquisa acadêmica na área. A literatura indica que as primeiras produções neste campo tinham como foco o ensino e a aprendizagem de conceitos científicos. Por isso, neste trabalho temos o objetivo de analisar a evolução, ou estagnação, dos objetos de pesquisa da área do ensino de Física no Brasil ao longo destes cinquenta anos existência. A pesquisa foi realizada a partir da análise de conteúdo de artigos publicados na década de 1970 no Brazilian Journal of Physics (BJP) e sua comparação com trabalhos recentes publicados em três diferentes fontes de publicações, a Revista Brasileira de Ensino de Física (RBEF), Caderno Brasileiro de Ensino de Física (CBEF) e os trabalhos do Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (EPEF). Percebemos a partir dessa análise comparativa que, apesar da existência de um aumento e uma diversificação nas linhas de pesquisa, a linha temática 'Ensino-aprendizagem' obteve uma preponderância em todas fontes de publicações, indicando que a identidade forjada na origem da área permanece muito presente nos dias atuais.
Palavras-chave : Pesquisa em Ensino, linhas de pesquisa, Ensino de Física.
## Abstract
The area of Physics teaching in Brazil emerges around the 1970s because of the international influence of international educational programs, such as the PSCC. In the same period, the first academic research groups in the area emerged. The literature indicates that the first productions in this field focused on teaching and learning scientific concepts. Therefore, in this work we aim to analyze the evolution, or stagnation, of research objects in the field of Physics teaching in Brazil over these fifty years of existence. The research was carried out from the content analysis of articles published in the 1970s in the Brazilian Journal of Physics (BJP) and its comparison with recent works published in three different publication sources, the Revista Brasileira de Ensino de Física (RBEF), Brazilian Physics Teaching Notebook (CBEF) and the works of the Physics Teaching Research Meeting (EPEF). We realized from this comparative analysis that, despite the existence of an increase and diversification in the lines of research, the thematic line 'Teaching-learning' gained preponderance in all sources of publications, indicating that the identity forged at the origin of the area remains very present today.
Keywords : Teaching Research, Research lines, Physics Teaching.
## Introdução
A área de ensino de Física no Brasil está perto de completar cinquenta anos de existência. Foi a partir do início da década de 1970 que tiveram origem os primeiros movimentos em busca da criação desta nova área de pesquisa acadêmica preocupada com o processo de ensinar e aprender Física. Destaca-se neste período a criação dos primeiros programas de pós-graduação em ensino de Física do país, na USP e na UFRGS. Fortemente influenciados por projetos de ensino internacionais, como o norte americano PSSC, por exemplo, neste momento sócio historicamente localizado surgiram as primeiras produções da embrionária área do ensino de Física.
- O primeiro periódico brasileiro a publicar trabalhos especialmente com ênfase no ensino foi o Brazilian Journal of Physics (BJP), criado em 1971 pela Sociedade Brasileira de Ensino de Física (SBF). O BJP foi gestado com o objetivo de publicar trabalhos de todas as linhas de pesquisa da Física, inclusive do ensino. Todos os números do BJP, com isso, continham pelo menos um trabalho da área recém iniciada. Apenas no ano de 1979 surge a primeira revista com foco específico no ensino da Física, a Revista Brasileira de Ensino de Física (RBEF). A RBEF também é editada pela SBF e, assim como o BJP, se mantém ativa até hoje. Com a criação da RBEF, o BJP deixou de publicar textos da área do ensino.
Alguns trabalhos encontrados na literatura envolveram-se com o mapeamento das produções desenvolvidas pelos pesquisadores da área ao longo deste período (MEGID NETO, 1990; SALEM, KAWAMURA, 2008; REZENDE,OSTERMANN, FERRAZ, 2009; URIAS, ASSIS, 2011). Com base nestes trabalhos, pode-se destacar uma expansão quantitativa importante no número de teses e dissertações da área, bem como no número de artigos publicados em periódicos e trabalhos apresentados em eventos. Mas o que estas pesquisas revelam sobre as linhas temáticas focadas por estas investigações?
Analisando teses e dissertações no período entre 1972 e 1987. Megid Neto (1990) mostra que mais de 60 por cento destes trabalhos tiveram como tema central aspectos relacionados com o ensino e a aprendizagem da Física, como o levantamento de concepções espontâneas, mapeamento do desenvolvimento cognitivo dos alunos e métodos de ensino. Ampliando o escopo de análise das teses e dissertações da área até o ano de 2005, Salem e Kawamura (2008) também concluem que as pesquisas se concentram no eixo temático do ensino e da aprendizagem, correspondendo a 46 por cento das produções analisadas. As autoras destacam, contudo, que esta era uma tendência muito forte da área no início de sua criação, nos anos 70 e 80; e colocam como hipótese que a partir dos anos 90 outras linhas foram sendo criadas, diminuindo a ênfase nos processos de ensinar e aprender.
Em relação aos artigos publicados em periódicos da área no período de 2000 a 2007, Rezende, Ostermann e Ferraz (2009) concluem que as produções se concentram na linha temática do ensino-aprendizagem. O resultado do trabalho das autoras sugere que a redução de pesquisas com esta perspectiva de ensino tecnicista, a hipótese apontada como tendência por Salem e Kawamura (2008), aparentemente não se confirmou. Ademais, passaram-se mais de dez anos em relação ao trabalho de Rezende, Ostermann e Ferraz (2009), tempo suficiente para se observar variações no foco das pesquisas de uma área do conhecimento.
Por isso, no presente trabalho temos o objetivo de analisar a evolução (ou estagnação) dos objetos de pesquisa da área do ensino de Física no Brasil ao longo destes cinquenta anos existência. Para tanto, apresentamos um estudo comparativo das linhas de pesquisa na origem de fundação da área com as linhas preponderantes nos dias atuais. Assim, nos propomos a responder a seguinte
questão de pesquisa:
- De que maneira ocorreu a evolução das linhas temáticas das pesquisas na área do Ensino de Física no Brasil?
Para responder este questionamento e atingir o objetivo da pesquisa, realizamos uma pesquisa documental em periódicos e atas de eventos da área em diferentes períodos históricos. Na próxima seção detalhamos o percurso metodológico seguido ao longo do trabalho. Na sequência, apresentamos os principais resultados e discutimos as suas implicações. Na última seção do trabalho apresentamos as considerações finais e delineamos perspectivas para futuras pesquisas.
## Metodologia
Considerando que o objetivo deste trabalho é analisar a evolução das linhas temáticas da área, precisamos estabelecer o escopo da investigação em termos de materiais (se artigos, atas, teses etc.), em termos de períodos, bem como os critérios de análise.
Em relação aos materiais de consulta, vamos nos focar no primeiro periódico a publicar sistematicamente artigos da área, o Brazilian Journal of Physics (BJP); nos dois maiores periódicos recentes da área, a Revista Brasileira de Ensino de Física (RBEF) e o Caderno Brasileiro de Ensino de Física (CBEF); e nas atas do maior evento de pesquisa da área, o Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (EPEF). Não focamos as análises em teses e dissertações por considerarmos que a divulgação por meio de periódicos e eventos é mais dinâmica, por reunir um maior volume de trabalhos publicados em curtos intervalos de tempo, e pode revelar de maneira mais fiel as variações do foco em linhas de pesquisa.
Sobre a delimitação temporal, fizemos a opção de cobrir todo o período em que o BJP publicou trabalhos da área sem a existência de outro periódico especializado. Com isso, analisamos as publicações de ensino do BJP de 1971 até 1979, ano de criação da RBEF, na época chamada de Revista de Ensino de Física. Com este recorte buscamos definir um ponto de partida para as análises, quer dizer, em relação ao cenário obtido com o mapeamento desta década inicial de produções da área podemos fazer comparativos com as produções recentes. Assim, consultamos todos os trabalhos publicados na RBEF e no CBEF no ano de 2019. Além disso, os trabalhos publicados nas atas do EPEF de 2018 também foram analisados.
Como critério de classificação dos trabalhos, foram utilizadas as linhas de pesquisa do último EPEF, sendo elas:
- 1Ensino, aprendizagem e avaliação em Física
- 2Formação e prática profissional do professor deFísica
- 3Filosofia, História e Sociologia da Ciência e o ensino deFísica
- 4Comunicação em práticas educativas formais, informais e não-formais e o ensino deFísica
- 5Tecnologias da informação e comunicação e o ensino deFísica
- 6- Didática, currículo e inovação educacional no ensino de Física
- 7- Linguagem e Cognição no ensino deFísica
- 8- Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente no ensino de Física
- 9- Políticas Públicas em Educação e ensino de Física
- 10- Questões teórico-metodológicas e novas demandas na pesquisa em ensino deFísica
- 11- Equidade, inclusão, diversidade e estudos culturais e o ensino deFísica
Esta classificação exigiu a observação de alguns pontos. Cada trabalho teve seu conteúdo analisado a fim de identificar todas as linhas temáticas associadas com a pesquisa. Quer dizer, se o objetivo principal de um artigo era ensinar circuitos elétricos para estudantes do Ensino Médio e isso era feito em conjunto com inserções de tópicos de História da Ciência, as linhas 1 e 3 eram associadas ao trabalho. Ou seja, tendo em vista que diversos trabalhos entrecruzam mais de uma linha temática, optamos por registrar todas elas e incluí-las nas análises descritivas. Outro aspecto importante a observar é que artigos de Física Geral que tratam de aprofundar algum conceito físico ou conteúdo específico foram classificados na linha temática 1.Com isso, a partir da análise de todas as produções que fizeram parte do escopo da pesquisa e da sua classificação dentro das linhas temáticas acima citadas, foi possível realizar uma análise comparativa entre os períodos históricos e a evolução (estagnação) das linhas temáticas pode ser inferida. Na próxima seção apresentamos os resultados da pesquisa e as discussões suscitadas.
## Resultados e discussões
Analisando os artigos publicados no Brazilian Journal of Physics de 1971 até 1979 encontramos 142 trabalhos distribuídos em duas linhas temáticas. Aproximadamente 40 por cento das pesquisas se concentraram na linha 1, ensino e aprendizagem, e 36 por cento na linha 6, didática, currículo e inovação. O expressivo número de trabalhos na primeira linha vai ao encontro dos resultados indicados pela literatura. O número também significativo de pesquisas na sexta linha faz sentido historicamente, uma vez que a década de 70 foi marcada por propostas curriculares inovadoras para o em ensino de Física, isto posto logo após o fracasso dos projetos internacionais no contexto brasileiro (MEGID NETO, 1990). Não foram classificados trabalhos nas linhas 4, 7, 9 e 11. A pesquisa classificada na linha temática 8 aborda as relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade sem tratar especificamente dos estudos CTS, que aparecem no Brasil nas décadas posteriores. O detalhamento da distribuição dos trabalhos nas outras linhas temáticas aparece na Tabela 1, assim como a distribuição para os outros materiais consultados.
Tabela 1. Distribuição dos trabalhos nas diferentes linhas temáticas.
realizar um comparativo com as linhas temáticas dos trabalhos recentes para inferir se houve evolução ou estagnação das linhas. Quer dizer, se percentualmente as produções em uma certa linha tiverem aumentado, isto indica que aquela linha está mais ativa do que foi na origem da área. O inverso também é verdade. Se atualmente uma linha possui um percentual menor de trabalhos do que tinha na década de 70, podemos inferir que esta linha está enfraquecida na área.
Analisando o EPEF de 2018, dos 248 trabalhos apresentados no evento notamos uma significativa redução percentual de produções nas linhas 1 e 6. Ademais, em geral, nas outras linhas percebemos uma maior concentração de trabalhos, inclusive naquelas linhas inexistentes na origem da área, como o ensino de Física em espaços não formais, por exemplo. Este resultado pode sugerir que houve uma translação de objetivos de pesquisa na área. Por outro lado, considerando que um quinto das produções do evento, num espectro de onze linhas possíveis, ainda se destina às pesquisas sobre ensino e aprendizagem de conceitos físicos, denota que a área ainda mantém traços identitários que remontam a sua origem.
Dos 53 artigos publicados no Caderno Brasileiro de Ensino de Física, aproximadamente 28 por cento se concentram na linha temática, percentual próximo do observado no EPEF. Notamos que no CBEF há um foco em produções no âmbito da formação de professores (linha 2) e em História e Filosofia da Ciência (linha 3), diferentemente do observado nos artigos do BJP. A análise das produções do CBEF se aproxima do que foi observado no EPEF. Ainda há um foco expressivo na aprendizagem de conceitos, porém, há a emergência de novas linhas temáticas antes inexistentes.
- Olhando para os artigos publicados na Revista Brasileira de Ensino de Física em 2019, observamos o resultado mais surpreendente. Dos 133 trabalhos, praticamente 82 por cento se localizam na linha temática 1. Apenas outras três linhas tiveram trabalhos publicados, indicando uma distribuição menor do que na primeira década da área. Esta análise revela um retrocesso no âmbito das pesquisas realizadas no ensino deFísica.
- O gráfico da Figura 1 mostra a proporção de produções em cada linha temática para os materiais consultados. Da figura fica claro que a única linha que reduziu o volume de produções da origem para os tempos atuais foi a linhatemática 6. Em todas as outras, houve um crescimento, o que era esperado e almejado. A exceção foi a linha 1 nos artigos da RBEF, que dobrou em relação ao início da área.
Assim, enquanto os trabalhos publicados no EPEF e no CBEF indicaram minimamente uma translação de objetos de estudo dentro da área, a RBEF mostra que ainda há um longo percurso a se percorrer em busca de produção de conhecimento nas pesquisas em ensino de Física. O problema não é ter a preocupação com a aprendizagem de conceitos, mas sim ter este como o único objetivo do ensino da Física, ou seja, uma visão reducionista do ensino. Quer dizer, não estamos propondo o fim desta linha de pesquisa, mas destacando a necessidade de investimento em outras questões que fazem de uma pesquisa do campo educacional.
Portanto, enquanto observamos uma redução nas produções voltadas para o 'como ensinar ou como se aprende' nos trabalhos do EPEF e do CBEF, hipótese de Salem e Kawamura (2008), quando olhamos para a RBEF, observamos um cenário completamente diferente. Isto nos indica uma heterogeneidade nos 'pesquisadores' da área do ensino de Física, com múltiplos entendimentos do significado da pesquisa em ensino. Como destacado por Rezende, Ostermann e Ferraz (2009) há mais de dez anos atrás, a área de ensino de Física ainda necessita de maior investimento em pesquisas teóricas preocupadas com toda a complexidade
## do processo educativo.
Figura 1. Distribuição percentual das produções em cada linha temática.
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## Considerações finais
Neste trabalho nos propomos a analisar a evolução ou estagnação das linhas temáticas na área de pesquisa do ensino de Física. Para isso, fizemos um estudo comparando as linhas temáticas das produções da primeira década de existência da área com os trabalhos recentes publicados nas principais revistas e no maior evento da área.
Notamos que, nos trabalhos do Encontro de Pesquisa em Ensino de Física e nos artigos do Caderno Brasileiro de Ensino de Física, houve uma redução do número de pesquisa centradas no ensino e na aprendizagem de conceitos físicos e um aumento de investigações em linhas temáticas não existentes na origem da área. Não deixamos de notar, contudo, que a linha temática 1 permanece como a mais frequente nestes espaços.
Já na análise da Revista Brasileira de Ensino de Física, diferentemente da tendência do EPEF e do CBEF, houve um crescimento muito expressivo no número de trabalhos como foco no ensino-aprendizagem. Ademais, na RBEF praticamente
não encontramos trabalhos em outras linhas, revelando uma massiva concentração na linha 1.
Concluímos com estes resultados que existe uma heterogeneidade muito grande no perfil dos pesquisadores em ensino de Física do país. Enquanto há o crescimento de áreas como História e Filosofia da Ciência; educação em espaços não formais; equidade, inclusão, diversidade e estudos culturais e o ensino de Física; observado no maior evento da área e numa das revistas de maior circulação; prevalece o foco em aspectos cognitivos da aprendizagem e em como melhor ensinar conceitos físicos.
Como perspectiva futura, sugerimos uma análise pormenorizada do perfil destes pesquisadores a fim de mapear as confluências e divergências que constituem a área da pesquisa em ensino de Física no Brasil.
## Referências
MEGID NETO, Jorge. Pesquisa em ensino de física do 2 o grau no Brasil: concepção e tratamento de problemas em teses e dissertações . 296 f. Dissertação (Mestrado em Educação)-Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1990
REZENDE, Flavia; OSTERMANN, Fernanda; FERRAZ, Gleice. Ensinoaprendizagem de física no nível médio: o estado da arte da produção acadêmica no século XXI. Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 31, n. 1, p. 1402.1-1402.8, 2009.
SALEM, Sônia; KAWAMURA, Maria Regina. Dissertações e teses em Ensino de Física no Brasil: um panorama do período 1972-2005. XXI Encontro de Pesquisa em Ensino de Física , 2008.
URIAS, Guilherme; ASSIS, Alice. Análise da produção acadêmica nos eventos SNEF e EPEF na última década. VIII Encontro de Pesquisa em Educação em Ciências . Campinas, São Paulo, 2011.
Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.