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ELETRICIDADE EM EXPOSIÇÃO: ELEMENTOS PARA A ABORDAGEM DA ELETRICIDADE NO COTIDIANO, EM UM MUSEU DE CIÊNCIAS

Heidie Da Silva Torres, Débora Garcia, Matheus Barros, Natália De Andrade Nunes, Silvia Martins

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XVIII
Ano
2020
Data
13/11/2020
Linha de pesquisa
Comunicação Em Práticas Educativas Formais, Informais E Não Formais E O Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## ELETRICIDADE EM EXPOSIÇÃO: ELEMENTOS PARA A ABORDAGEM DA ELETRICIDADE NO COTIDIANO, EM UM MUSEU DE CIÊNCIAS

## ELECTRICITY ON EXHIBITION: ELEMENTS FOR THE APPROACH TO ELECTRICITY IN EVERYDAY IN A SCIENCE MUSEUM.

## Heidie da Silva Torres , Débora Garcia , Matheus Barros³, Natália de Andrade 1 2 Nunes 4 , Silvia Martins 5

- 1 Universidade Federal de Uberlândia/ Instituto de Física/Museu DICA, heidietorres@gmail.com
- 2 Universidade Federal de Uberlândia/ Instituto de Física/Museu DICA, deboragarciakkd@gmail.com
- 3 Universidade Federal de Uberlândia/ Instituto de Física/Museu DICA, matheus-barros@outlook.com

5 Universidade Federal de Uberlândia/ Instituto de Física/Museu DICA, smartins@ufu.br

## Resumo

Um museu é considerado um espaço onde se promove a divulgação científica, através de exposições que utilizam a educação não formal como conexão entre o saber científico e o público alvo. Não diferente disso, foi pensado uma exposição intitulada 'Caminhos da eletricidade: da natureza para sua casa', sediada no Museu DICA, em Uberlândia - Minas Gerais, com o objetivo de levar aos visitantes a oportunidade de conhecer e compreender os processos de geração e consumo de energia. A exposição conta com experimentos e banners que conversam entre si, relacionando o lúdico com o conceitual. Espera-se que, com a execução do projeto, tenhamos um retorno quanto ao impacto da exposição.

Palavras-chave : Museu, Exposição, Eletricidade.

## Abstract

A museum is considered a space where scientific dissemination is promoted, through exhibitions that use non-formal education as a connection between scientific knowledge and the target audience. Not unlike this, an exhibition entitled 'Paths of electricity: from nature to your home' was created, based at the DICA Museum, in Uberlandia - Minas Gerais, with the objective of giving visitors the opportunity to know and understand the processes of generation and energy consumption. The exhibition features experiments and banners that talk to each other, relating the playful to the conceptual. We hope that, with the execution of the project, we will have a return on the impact of the exhibition.

Keywords : Museum, Exhibition, Electricity.

## Introdução

Por muito tempo os museus eram considerados como meros armazéns de objetos ou locais para guardar coisas velhas, porém hoje estão se tornando espaços de aprendizagem. A compreensão dos museus como espaço de educação é uma ideia recente na história das instituições. A consolidação do papel educativo dos museus ocorreu durante o século XX, com o aumento e diversificação do público, os museus começaram a introduzir estratégias que facilitassem a comunicação com os visitantes. Segundo Marandino (2008).

Uma das mudanças mais notáveis foi o crescimento do seu papel educacional. Muitas instituições começaram a contar com profissionais específicos para os chamados serviços educativos. Com importância sempre crescente, esses profissionais passam a reivindicar um papel mais efetivo na montagem das exposições, como forma de evitar problemas de comunicação que possam ser contornados antes das montagens (MARANDINO, 2008, p.12).

Nesse contexto os museus de ciências, assim como todo museu, possui objetivos básicos, como a preservação do acervo, a pesquisa e a comunicação (ICOM, 2007). Dentre esses, a comunicação é quem faz a ponte entre o público e o objeto exposto, sendo assim o ponto central para permitir que ele desempenhe seu papel educacional. Logo, é de suma importância que o processo de comunicação da exposição seja minuciosamente planejado, pensando-se em quais fins educacionais e culturais a exposição estará pautada (ICOM, 2007; OVIGLI, 2009), uma vez que a exposição pode ser considerada uma forma de intervenção didática do museu de ciências (MARANDINO, 2016).

Assim, para a realização de uma exposição, é necessário que o conhecimento científico que ali é utilizado passe por um processo de desconstrução e reconstrução, assim como seus valores e práticas, para que seja possível sua inserção no ambiente museológico (ACHIAM, 2014). Esse é um processo extremamente importante, que caracteriza a transposição didática (CHAVELLARD, 1991).

É importante destacar que este processo não é trivial, pois o trabalho de um curador de exposição traz responsabilidades quanto à qualidade do conteúdo que será exposto e os conceitos científicos que ali serão abordados, sendo ele a ponte entre o que é dito saber científico e o público que frequenta o museu.

Marandino (2016) traz a reflexão de que as negociações e decisões tomadas no trabalho de desenvolvimento da exposição definem a questão de 'qual estória deve ser contada na exposição'. Sendo assim, o discurso que ali é utilizado é dependente de qual perspectiva a equipe do museu possui, levando em consideração as contribuições dadas pelos indivíduos que estão envolvidos, bem como o envolvimento destes no processo de desenvolvimento da exposição.

É necessário, então, para uma exposição bem elaborada, levar em consideração e compreender como é dada a construção desta, sendo que esta iniciativa colabora com a reflexão de quais são os elementos que podem interferir na transposição didática. Apesar desta importância, pouco se encontra na literatura acadêmica sobre a criação e o processo de se pensar uma exposição; a maior parte dos trabalhos

trazem reflexões sobre como esta interage com o público no geral (MORTENSEN, 2010).

Neste contexto, este trabalho traz o processo de criação de uma exposição sobre a eletricidade e sua relação com o cotidiano da população, a ser instalada no Museu Diversão com Ciência e Arte (DICA), do Instituto de Física da Universidade Federal de Uberlândia, localizado no Parque Municipal Gávea, em Uberlândia - Minas Gerais.

## O Museu Dica - Diversão com Ciência e Arte

- O Museu Diversão com Ciência e Arte - DICA é um órgão complementar do Instituto de Física da Universidade Federal de Uberlândia e tem como missão promover ações para estimular os indivíduos a desenvolverem sua consciência sobre o papel e a importância da ciência na sociedade.
- O museu vem apresentando suas exposições de ciência ao público, ocupando espaços no campus Santa Mônica da UFU de 2007 a 2015. Em 2010, ainda com a sede na UFU, o Museu DICA iniciou uma negociação com a Prefeitura Municipal de Uberlândia (PMU) para promover atividades de divulgação científica em parques da cidade. Como resultado dessa parceria, entre o DICA e a PMU, foi aprovado em 2013 junto ao CNPq, o projeto Ciência e Arte no Parque , que permitiu ampliar as atividades e mudar sua sede para o Parque Municipal Gávea em Uberlândia/MG. (Figura 01).
- O Museu DICA possui atividades que estão distribuídas ao longo da extensão do parque Gávea. A Praça da Mecânica, com 'brinquedos' e equipamentos que permitem a discussão de conceitos físicos. A Praça da Tabela Periódica, criada em parceria com pesquisadores do Instituto de Física e da Faculdade de Arquitetura da UFU, é uma estrutura que permite refletir sobre sua história e principais características dos elementos químicos. A Praça Passarinhar, resultado de uma pesquisa de mestrado em ensino de ciências, apresenta aspectos técnicos e culturais sobre as aves que acontecem no Parque Gávea. A Trilha do Sistema Solar, com maquetes do Sol e dos planetas do sistema solar em escala, distribuídos ao longo da pista de caminhada, construída com a colaboração e inspiração do prof. Roberto Silvestre, astrônomo amador de Uberlândia. O Quiosque de Exposições, que abriga exposições de média e longa duração, onde será instalada a exposição apresentada nesse trabalho (com inauguração prevista para maio de 2020).

Figura 01 - Quiosque de Exposições do Museu Dica.

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Com as atividades que o museu DICA vem desempenhando ao longo do tempo, isso permitiu que o museu pudesse participar de um programa internacional da Universidade do Arizona (AZU) -Walton Sustainability Solutions Initiatives Sustainability in Science Museums Fellowship Program. Esse programa busca uma troca de experiências entre museus do mundo todo, a partir de representantes, e também incentivar iniciativas em o prol do desenvolvimento sustentável nessas instituições. A partir desse programa, foi aprovado o projeto 'Abordando a Sustentabilidade'. Esse projeto permitiu a idealização dessa exposição, com o objetivo de ampliar o conteúdo e a comunicação da exposição e objetos (experimentos e maquetes para abordagem de eletromagnetismo), já existentes do museu, incluindo uma discussão sobre sustentabilidade.

Figura 2 : Alguns objetos e experimentos de eletromagnetismo do acervo do Museu DICA, que farão parte da exposição.

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## A Exposição

- O Museu DICA preocupa-se com a elaboração de exposições, que enquanto intervenção didática (MARANDINO, 2016), colabora para que ele cumpra seu papel educativo e promova um espaço para que o público possa aprender sobre ciência.

Acreditamos que a exposição seja o produto final de um entrelaçamento de diversos conhecimentos específicos. Assim, o processo de transposição didático, ou transposição museográfico (no caso do museu), não é um processo neutro e deve considerar o contexto da instituição e as concepções dos seus executores (CHEVALLARD &amp; BOSCH, 2013; ARCHIAM, 2014).

Assim, a escolha dos curadores da exposição traz em si um aspecto importante para a equipe do Museu DICA, de envolver pesquisadores e estudantes no processo de elaboração de suas exposições. O discurso da exposição, que pode ser compreendido no contexto do discurso pedagógico (MARANDINO, 2016), depende da perspectiva da equipe desse museu e seus colaboradores e das relações estabelecidas entre esses no processo de proposta e desenvolvimento da exposição.

Nesse cenário, a exposição foi elaborada por um grupo de trabalho (curadores), em que os participantes podem ser organizados em dois grupos: i) cinco alunos do oitavo período do curso de licenciatura da UFU em física, cursando a disciplina optativa 'Tópicos Especiais em Ensino de Física - Museus Como Espaços de Educação' e; ii) quatro integrantes da equipe educativa do museu Dica (um licenciando em física, uma licencianda em Ciências Biológicas, uma bióloga e mestre em ensino de ciências - responsável pela idealização e criação da Praça Passarinhar), além da coordenadora do Museu, professora do Instituto de Física (também professora da disciplina).

De acordo com Marandino (2016), as negociações e decisões tomadas no trabalho de desenvolvimento da exposição definem a questão de 'qual estória deve ser contada' nessa exposição. Assim, a exposição apresentada neste trabalho, intitulada 'Caminhos da eletricidade: da natureza para sua casa.' foi pensada com o intuito de atribuir sentidos e criar um discurso expositivo para os objetos (experimentos de eletromagnetismo) que já faziam parte do acervo do Museu DICA (Figura 2), ancorados na ideia de que apenas objetos não criam uma exposição (WAGENSBERG, 2001), dentro do contexto do projeto 'Abordando Sustentabilidade'.

Durante o processo de criação, os curadores foram desenvolvendo cada parte da exposição e cada um teve a responsabilidade de criar uma ideia inicial para as diversas possibilidades de discussão, acerca da temática de eletricidade e sua relação com o cotidiano. Assim, foi elaborada uma comunicação que relaciona aspectos conceituais de Física a aspectos ambientais e socioeconômicos, buscando estabelecer um discurso para a exposição que aproxime o público da ciência por meio de reflexões sobre seu cotidiano.

Uma vez definido o discurso da exposição, a escolha dos objetos foi negociada com toda a equipe Com isso, além da escolha dos objetos que colaborassem para que a estória proposta fosse contada, foi construída uma comunicação com banners e placas, com o intuito cativar o público e apresentar conceitos, tanto de Física quanto ambientais, de forma a colaborar para que esse público possa refletir sobre as questões relacionadas à produção, distribuição e consumo de energia elétrica.

## Conteúdo da exposição

Os conteúdos da exposição foram divididos em três categorias: (a) Conceitos Físicos e; (b) questões ambientais e; (c) questões socioeconômicas. Esses conteúdos estão organizados junto de modo a contar ao público o processo de transformação de energia que produz a energia elétrica que é utilizada nas casas.

Quanto à disposição física da exposição, foi criada uma sequência lógica de percurso para o visitante percorrer e para cada objeto, há uma comunicação sobre os conceitos e ideias que ele representa no contexto da exposição. A ideia é de que a exposição seja autoexplicativa e o visitante apreciá-la com liberdade e, ainda assim, permitir que a estória proposta possa ser acessada pelo público.

Em relação aos conceitos físicos, buscamos apresentar definições, explicações de fenômenos e exemplos, com o intuito de apresentar conteúdos abstratos de maneira simples para permitir a aproximação do público, como pode ser evidenciado na Figura 3a. Cabe ressaltar que estes conceitos não são meramente descritos; como é dito por Achiam (2014), é importante que o conhecimento seja transformado para a linguagem do museu e, assim, chegue ao público de forma didática. Procuramos, então, utilizar uma linguagem simples e acessível, sem que a definição ali presente perdesse sua essência (MARANDINO, 2001).

Do ponto de vista ambiental, foram apresentadas na exposição conceitos como o consumo consciente de energia, o que é energia renovável, e os impactos das hidrelétricas na região. Um exemplo de placa na categoria ambiental pode ser visto na figura 3b. Para a exposição assumimos um posicionamento, a reflexão sobre o consumo de energia, estilo de vida e impactos gerados. Assim, consideramos importante trazer para discussão, o significado de energia renovável, limpa e

sustentável, focando nossa região, buscando a harmonia do urbano e natural (CARVALHO, 2012).

Com relação às questões socioeconômicas presentes na exposição, buscamos apresentar informações sobre o consumo e o gasto de energia, a fim de que o visitante possa ter maior consciência dos impactos que seu consumo exagerado pode ocasionar a médio e longo prazo, como exemplificado na placa apresentada na figura 3c.

Além dos impactos gerados pela demanda de energia, empreendimentos podem impactar comunidades, como inundando cidades, que gera o impacto na moradia, emprego e emocional/afetivo - que não necessariamente é ressarcida na mesma proporção e se é que tem valor para isso. Afetando o valor de propriedades próximas etc. Para abordar essa questão, sensível e muitas vezes ignorada, utilizamos a linguagem artística, por meio da literatura de cordéis (figura 4) temáticos que estarão espalhados pela exposição.

Como é intrínseca a relação dos impactos socioeconômicos e ambientais, também propusemos espaços e momentos da exposição para essa reflexão e discussão integrada mais ao final da exposição, pois assim o visitante terá tido tempo, conceitos, experiências e emoções para pensar a respeito. Assim, procuramos usar uma linguagem acessível, mas não rasa, usando textos para conceituar os tipos de energia, mapas, gráficos e interlocuções por meio da mascote da exposição (O Frakestinho, que pode ser visto na figura 03a) Buscamos, assim, uma comunicação assertiva e lúdica, com o intuito de propor uma discussão e reflexão no espaço e tempo do museu (CHEVALLARD &amp; BOSCH, 2013; ARCHIAM, 2014).

(b) (c)

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Figura 3 - placas para comunicação: (a) como funciona a placa fotovoltaica; (b) o que é energia renovável e; (c) como economizar na energia elétrica. Para ajudar na elaboração da comunicação, foi incorporada a figura do mascote da área de eletromagnetismo do DICA, o Franquestinho, que pode ser visto na figura 3c.

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Figura 4 - placas para comunicação: socioambiental. Texto que é parte de um cordel, que foi utilizado na placa de apresentação.

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## Considerações finais

A exposição trouxe elementos que entrelaçam questões de Física e de educação ambiental. Isso foi fruto da escolha da equipe, que agrupou personagens dessas duas áreas, trazendo a possibilidade de o visitante criticar de forma consciente a produção e o uso da energia.

A estória contada na exposição buscou aproximar a ciência do público por meio de uma temática muito próxima do cotidiano e, esperamos que assim, não só possamos cativar o público, como possamos deixar nossa contribuição à sociedade.

O trabalho envolvendo alunos e pesquisadores da universidade é importante para consolidar o Museu DICA como espaço educativo. Não só porque permite dialogar sobre ciência com o público, por meio de suas exposições, mas também porque a própria construção da exposição apresenta-se como um laboratório de pesquisa e ensino, que pode colaborar para a formação de futuros professores e pesquisadores. Assim, fortalece seu compromisso com o ensino, a pesquisa e a extensão, que são o tripé fundamental da universidade e, consequentemente deve guiar as ações do DICA, enquanto museu universitário.

Após a instalação da exposição, planejamos recolher dados com o público visitante acerca do nível de impacto que a exposição atingiu, tendo assim material para realização de um estudo específico sobre a realização da exposição.

## Referências

ACHIAM, M (2014): Didactic transposition: From theoretical notion to research programme. Paper presented at the biannual ESERA (European Science Education

Research Association) doctoral summer school August 25- 29 in Kappadokya, Turkey

CARVALHO, I. C. M. Repensando nosso olhar sobre as relações entre sociedade e natureza. In: CARVALHO, I. C. M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2012, p. 33-42.

CAZELLI, S; QUEIROZ, G.; ALVES, F.; FALCÃO, D.; VALENTE, M. E.; GOUVÊA, G.; COLINVAUX, D. Tendências Pedagógicas das Exposições de um Museu de Ciência. In: Atas do II Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências . Valinhos, São Paulo, 1999.

CHEVALLARD, Y.; BOSCH, M. Didactic transposition in mathematics education. In S. Lerman (Ed.), Encyclopedia of Mathematics Education. Berlin: Springer. 2013.

MARANDINO, M. O conhecimento biológico de exposições de museus de ciências: análise do processo de construção do discurso expositivo. 2001. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação da Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2001.

MARANDINO, M. The expositive discourse as pedagogical discourse: studying recontextualization in the production of a science museum exhibition. Cult Stud of SciEduc (2016) 11:481-514

MORTENSEN, M.F. Exhibit Engineering: A new research perspective (IND Skriftserie vol. 19). Copenhagen: Department of Science Education - tese. 2010

WAGENSBERG, J. Principios fundamentales de la museología científica moderna. Cuaderno Central, Barcelona, n. 55, p. 22-24, abr./jun. 2001.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.