OS TEMAS SOCIOAMBIENTAIS E OS CONCEITOS CIENTÍFICOS ESCOLARES QUE A ESCOLA DEVERIA TRATAR SEGUNDO GRADUANDOS E PROFESSORES DA ESCOLA BÁSICA
Fernanda Da Rocha Carvalho, Giselle Watanabe
- Evento
- Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
- Edição
- XVIII
- Ano
- 2020
- Data
- 13/11/2020
- Linha de pesquisa
- Formação E Prática Profissional Do Professor De Física / Ciência, Tecnologia, Sociedade E Ambiente No Ensino De Física / Equidade, Inclusão, Diversidade E Estudos Culturais E O Ensino De Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## OS TEMAS SOCIOAMBIENTAIS E OS CONCEITOS CIENTÍFICOS ESCOLARES QUE A ESCOLA DEVERIA TRATAR SEGUNDO GRADUANDOS E PROFESSORES DA ESCOLA BÁSICA
## THE SOCIO-ENVIRONMENTAL ISSUES AND SCIENTIFIC SCHOOL CONCEPTS THAT THE SCHOOL SHOULD TREAT ACCORDING TO UNDERGRADUATES AND BASIC SCHOOL TEACHERS
## Fernanda da Rocha Carvalho 1 , Giselle Watanabe 2
¹ Universidade Federal do ABC (UFABC)/ Programa Ensino, História e Filosofia das Ciências e Matemática/ carvalho.fernanda@ufabc.edu.br ² Universidade Federal do ABC (UFABC)/ Centro de Ciências Naturais e Humanas/giselle.watanabe@ufabc.edu.br
## Resumo
Este trabalho identifica e analisa as ideias dos graduandos que participaram da disciplina Física do Meio Ambiente e dos docentes da educação básica que participaram do curso de extensão Educação, Sociedade e Ambiente , ambos ofertados na Universidade Federal do ABC. A intenção com isso foi identificar, através que uma questão investigativa, quais os conceitos científicos escolares são necessários para tratar temas ambientais e quais os problemas socioambientais que os 1 professores e os estudantes consideram importantes para discussão nas aulas. Metodologicamente, as respostas dos participantes foram analisadas e categorizadas utilizando a Análise Textual Discursiva e a identificação dos temas socioambientais foi analisada através do software IRAMUTEQ. Dos resultados, nota-se a necessidade de identificar os temas ambientais discutidos pela universidade e pela educação básica e a aproximação dos conceitos científicos escolares.
Palavras-chave: Ensino de ciência; Conhecimento escolar; Questões ambientais; Complexidade
## Abstract
This work identifies and analyzes the ideas of undergraduate students who participated in the Physics of the Environment and basic education teachers who participated in the Education, Society and Environment extension course, both offered at the Federal University of ABC. The intention was to identify through an investigative question which school scientific concepts are necessary to deal with environmental issues and which socio-environmental problems teachers and students consider important to discuss in class. Methodologically, the responses of the participants were analyzed and categorized using the Discursive Textual Analysis, and the identification of socio-environmental themes was analyzed using the IRAMUTEQ software. From the results, there is a need to identify the
environmental issues discussed by the University and basic education and the approximation of school scientific concepts.
Keywords: Science teaching; School knowledge; environmental issues; complexit
## INTRODUÇÃO
A relação entre as questões ambientais e os conhecimentos social, científico, político e econômico, dentre outros, tornou-se foco de discussão nas últimas décadas, seja pelos principais órgãos deliberativos da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) ou por manifestações que emergem da própria comunidade, como por exemplo o protesto de Greta Thunberg, na Suécia. Essas ações nos levam a pensar na necessidade de compreender os problemas socioambientais não apenas como uma proposição pontual, catastrófica e imediatista (tendo como exemplo as abordagens presentes nos meios de comunicação que desconsideram as relações imbricadas estabelecidas nesse contexto), mas conduzi-los a partir de uma discussão mais crítica e reflexiva.
Nessa perspectiva, uma formação pautada em um Educação Ambiental (EA) mais crítica configura-se como um espaço em que se constroem reflexões embasadas cientificamente e dialogadas a ponto de discutir desde as ações político partidárias até alguns atos ambientalistas. Assim, determinados hábitos de preservação ou forma de tratar os recursos naturais podem conduzir a um posicionamento pouco consciente e responsável, induzindo o sujeito acreditar na existência de uma verdade absoluta (por exemplo, a simples conservação do meio ambiente ou a resolução reducionista de problemas complexos). Nesse sentido, torna-se importante pensar no desenvolvimento de um conhecimento mais aberto, dinâmico e integrado às outras formas de conhecimento, possibilitando uma formação capaz atuar e interagir no seu próprio espaço. Segundo García (2004),
- (...) devemos conscientizar e sensibilizar não só as características do problema e suas consequências (por exemplo, a natureza do efeito estufa e sua relevância na mudança climática) mas também os vários interesses sociais em jogo e as razões políticas para o que acontece (García, 2004. p.22-23).
Para o autor nada adianta a inserção da EA no currículo escolar sem considerar os processos sociais, as interações de poder, regras institucionais, as condições de trabalho do docente e a comunidade que o estudante está inserido. Para García (1998; 2004) quando a EA é trabalhada de forma fragmenta pode conduzir a uma reflexão pontual da natureza tornando-se insuficiente. Assim, para o autor as discussões com enfoque no ou para meio ambiente está associada a uma abordagem estritamente antropocêntrica, em que se considera o ambiente como um recurso. Já no aspecto sobre o meio conduz a um posicionamento que envolve o cuidado e melhoria do ambiente. Desta forma, trabalhar os problemas socioambientais separados pode dificultar a reflexão e a ação devido à falta de conexão que se estabelece com o todo.
Nessa perspectiva discussões acerca dos problemas socioambientais vêm sendo abordados nos congressos e simpósios da área de ciências, devido à ênfase
dada pelos meios de comunicação e pelos órgãos responsáveis pelo ensino/educação. Das reflexões, nota-se que os debates voltados às questões, muitas vezes, apresentam um caráter tímido, desvinculado dos conceitos curriculares e assumem a quase ausência de reflexões em torno das incertezas e controvérsias, o que pode gerar uma discussão pouco crítica e sem um questionamento embasado diante do assunto (Carvalho e Watanabe, 2017). Do ponto de vista do García (1998) o estudo diante da temática não deve se resumir apenas ao conteúdo de ciências, mas é fundamental considerar outras esferas do conhecimento, reconhecendo a importância da interdisciplinaridade na prática dentro da sala de aula.
A construção do conhecimento deve ser um processo social, baseado na interação, valores éticos e culturais. Logo a EA não deve limitar-se a reprodução de informações, mas mediar de forma contextualizada as reflexões acerca das questões socioambientais. Essa forma de lidar com a questão contribui para a construção da autonomia do aluno, possibilitando o desenvolvimento de um pensamento complexo (MORIN, 2002). Nesse contexto, a EA deve assumir a condição de complementariedade e integrar diferentes conhecimentos em distintas perspectivas. Essas condições, por sua vez, levam a uma reorganização do saber e uma nova maneira de direcionar a ruptura do pensamento simples para atingir o pensamento complexo. Para Watanabe (2012) quando a EA pauta-se pela criticidade, complexidade e reflexividade (EACCR) há possibilidades de uma discussão mais abrangente, que busca fazer a passagem desses pensamentos (do simples para o complexo) e promover a efetiva participação dos alunos na sociedade por meio da mudança de postura do indivíduo diante dos problemas locais e globais.
A partir dos aspectos indicados, nosso pressuposto é de que, para promover uma formação mais crítica no contexto escolar, torna-se fundamental refletir sobre quais são as questões socioambientais que deveriam ser abordadas na escola para então pensar em ações que mobilizem professores e alunos a mudarem seus posicionamentos. Para isso, este trabalho procura identificar e compreender, na perspectiva dos alunos da universidade e dos professores da Educação Básica, as questões socioambientais que mais os preocupam. A partir dos temas indicados será possível propor ações que aproximem as aulas dos problemas contemporâneos enfrentados pela sociedade.
## ESTRATÉGIA METODOLÓGICA
Essa pesquisa consiste em analisar os dados obtidos a partir da produção escrita de 43 participantes quando questionados sobre os principais problemas socioambientais que a Educação Básica atual deveria abordar nas aulas de ciências (especificamente, perguntou-se 'Na sua opinião, quais as principais questões ou problemas ambientais que a escola básica atual deveria abordar nas aulas de ciências?'). Ela foi organizada em três momentos, a saber: (1) levantamento das ideias dos alunos de graduação da Universidade Federal do ABC e dos professores da Educação Básica sobre os principais temas socioambientais que a escola deveria estudar; (2) identificação dos conceitos científicos escolares para tratar um problema socioambiental apontados pelos participantes; e (3) análise das questões socioambientais indicadas, tomando como referência a categorização presente na Análise Textual Discursiva (ATD) e a apresentação dos resultados pelo software IRAMUTEQ.
No momento (1) a amostra dos dados foi coletada em dois cenários distintos. A intenção com isso foi compreender a visão dos alunos de graduação e dos professores da Educação Básica sobre os problemas socioambientais atuais a fim de propor, no futuro, estratégias em sala de aula que possam se aproximar das preocupações dos agentes que lidam com o ensino e representam parte do contexto social mais amplo (a exemplo dos alunos de distintos cursos da UFABC, mas que tem interesse na questão socioambiental). A amostra consiste em 27 alunos que participaram da disciplina de Física do Meio Ambiente na UFABC e de 16 professores da Educação Básica que participaram do curso de extensão Educação, Sociedade e Ambiente , na mesma universidade. Vale ressaltar que a coleta de dados foi realizada no segundo semestre de 2019.
De modo geral, a disciplina foi ministrada durante um quadrimestre com objetivo de discutir as questões ambientais do ponto de vista da Física. A ementa consiste em discutir: A Terra como sistema. A especificidade do sistema Terra. A radiação solar (características e variabilidade). Física da atmosfera (Balanço de fluxos, caracterização e intervenção humana). Física da Hidrosfera. Física da Biosfera. Formação para a sustentabilidade (Educação Ambiental Crítica, Complexa e Reflexiva). Com relação ao curso de extensão, os professores que se inscreveram, participaram de um curso semipresencial durante 30h que teve um caráter teórico e prático. O curso tem como objetivo principal introduzir os professores na reflexão sobre as relações entre educação e meio ambiente, visando o aprofundamento de conceitos, práticas tecnológicas (Podcast) e debates sobre o papel da escola frentes aos problemas socioambientais.
Na Tabela 1 aborda as características dos professores que integraram essa pesquisa: quanto a sua formação e suas respostas quando convidados a responderem à questão 'Quais são as principais questões ou problemas ambientais que a escola básica atual deveria abordar nas aulas?'.
Tabela 1: respostas dos professores, tomando como referência a questão investigativa.
Na Tabela 2 é possível observar as informações sobre a formação dos alunos que integraram essa pesquisa, classificados como A1, A2, A3, An e suas respostas.Tabela 2: respostas dos alunos, tomando como referência a questão investigativa.
Após a coleta de dados dos principais problemas ambientais apontados, no segundo (2) momento desenvolveu-se um levantamento dos possíveis espaços, no currículo de ciências, para a discussão da questão socioambiental, de acordo com os participantes. O terceiro (3) momento consiste na análise desses dados por meio da Análise Textual Discursiva (ATD) (MORAES e GALIAZZI, 2007), que considera os significados construídos em um conjunto de textos, tomando-o enquanto um processo de auto-organização de novas compreensões. A partir disso, as palavras identificadas foram colocadas no software IRAMUTEQ a fim de visualizar hierarquicamente quais assuntos foram apontados como os mais relevantes par serem tratados em sala de aula.
## ANÁLISE E DISCUSSÃO
Como forma de organizar e descrever a análise e discussão, primeiramente, apresenta-se o resultado do momento (2) seguido do momento (3). Desta forma, compreender e identificar os possíveis espaços para a discussão da questão socioambiental no ensino de ciências nos parecem um elemento essencial para
aproximar as reflexões mais atuais da escola real. nota-se que distintas abordagens apresentadas e defendidas nos argumentos dos participantes podem potencializar as ações no contexto da sala de aula. Como por exemplo:
P02 'Tentar estabelecer a compreensão da complexidade entre as relações da sociedade com a natureza (...)' (Licenciatura em Geografia)
P16 'Questões atuais muito presente: uso de agrotóxicos e impactos que provocam a curto e longo prazo nos ecossistemas (...)' (Licenciatura em Biologia)
A20 'Questões da mudança climática, por ser uma questão global e atual (...) (graduação em engenharia ambiental)
A14 'Aquecimento global e efeito estufa é importantes saber diferenciar os dois (...) (Bacharelado em Ciência e Tecnologia)
Vale ressaltar que os participantes de ambos os grupos possuem uma formação heterogênea e, talvez por isso, tenha trazido distintas respostas para a mesma questão investigativa. Este é um ponto interessante, visto que as discussões sobre as questões socioambientais devem relacionar problemas locais e globais do cotidiano e incorporar as ideias dos sujeitos e da sociedade em que vivem. Do ponto de vista de García (1998) a EA construída nas aulas de ciências traz algumas limitações quando são tratadas de forma pontual ou fragmenta, gerando uma visão reducionista ou soluções simplistas diante de um problema tão complexo e dinâmico.
Quanto aos conceitos científicos escolares necessários para tratar temas socioambientais em sala de aula, os sujeitos da pesquisa puderam trazer, em seus distintos espaços de atuação e diferentes campos de formação, conteúdos da Ciência para serem trabalhados no contexto escolar. Dos resultados destacam-se conceitos tradicionais, que consistem em teorias, leis ou conteúdos para interpretar ou desenvolver o conhecimento, como por exemplo: Ciclo da água; Biodiversidade; Alteração de propriedades Físico/químico do solo; C amada de ozônio; Tratamento de água; Temperatura e seus impactos; Ondas eletromagnéticas; Temperatura e sensação térmica; Reflexão e refração; Reação química; Ciclo do carbono; Radiação; Elementos químicos; Gases; Materiais e propriedades; Estudo do ecossistema e Poluição. E conceitos científicos escolares que se aproximam da sua própria natureza e integra as outras formas de conhecimento (social, cultural, econômico etc), como por exemplo: Interferência humana; agrotóxicos; Custo do processo e tecnologia; Impactos e eventos climáticos; Interação Fauna-flora; Problemas de saúde; Forma de descartes; mudanças climáticas; sustentabilidade e Consumo de recursos.
Nesse levantamento foi possível analisar a diversidade dos conceitos que servem de referência para a construção de um conhecimento voltados para a EA. Para Kawamura (2018) trabalhar questões do meio ambiente é preciso buscar conceitos que possam ser úteis para seu estudo, para a autora 'essa não é uma tarefa fácil, já que a Física em geral não lida com a matéria viva. Além disso, é indispensável reservar o sentido comum dado a esses conceitos' (KAWAMURA, M. R. pag. 01. 2013).
Quanto as questões ambientais que foram abordadas pelos participantes. A Figura 1 traz os temas que mais se destacam nas falas dos participantes. Vale ressaltar que as nuvens de palavras agrupam os temas socioambientais e os organizam graficamente em função da sua frequência, assim, as palavras visualizadas que tiverem em maior destaque, equivale a porcentagem quanto à frequência média entre si e diferente entre elas.
Figura 1 : (da esquerda para a direita) temas abordados pelos alunos da universidade; e temas abordados pelos professores da Educação Básica.
No que se refere aos graduandos, os temas encontrados estão concentrados em aquecimento global e poluição. Já as discussões voltadas para resíduo, lixo e efeito estufa são os temas menos mencionados pelos alunos de graduação. Quanto ao tema abordado pelos professores destaca-se o desmatamento. Embora poluição, reciclagem e aquecimento global foram temas mencionados pelos participantes.
Ainda que essa seja uma reflexão inicial, vale ressaltar que esse trabalho faz parte de uma pesquisa de doutorado e segue com a construção e sugestão de uma proposta de aulas sobre a temática ambiental junto com alguns conceitos científicos escolares levantados nesse primeiro momento da pesquisa. Com a intenção de contribuir para que os alunos do ensino médio reflitam sobre suas ações no meio ambiente para que posicione frente às questões de riscos e polêmicas que envolvem sua vida, tomando como referência os conhecimentos escolares articulados com outras esferas do conhecimento (econômica, cultural, política etc.).
## CONCLUSÃO
A análise realizada nesse trabalho trouxe alguns elementos específicos acerca dos importantes temas ambientais, do ponto de vista da universidade e da educação básica. Dos resultados, referentes às colocações dos alunos, observa-se que a maioria está centrada na discussão sobre o aquecimento global e poluição, já a dos professores o desmatamento foi que se destacou. De forma geral, nota-se que os temas que vêm sendo colocados em pauta, em sua grande maioria, são assuntos que necessitam de uma discussão embasada nas esferas do conhecimento social,
político, econômico e educacional. Esse é um fator relevante, pois aborda as questões dos riscos, incertezas, controvérsias que envolvem a sociedade e o posicionamento crítico do sujeito.
De forma geral, no currículo escolar as reflexões socioambientais são discutidas de formas isoladas dentro dos volumes e capítulos, o que nos permite concluir que os currículos ainda necessitam de abordagens mais adequadas para se tratar a questão socioambiental. Essa pesquisa segue discutindo-se a Educação Ambiental defendida nesse trabalho, junto com a necessidade de desenvolver uma proposta de aula para contribuir com a formação mais crítica, complexa e reflexiva.
## Referências
CARVALHO, F.R e WATANABE, G. Identificando os elementos da Complexidade nas produções acadêmicas sobre Educação Ambiental. XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, S. 2017 GARCÍA, J. E. Hacia una teoría alternativa sobre los contenidos escolares. Espanha: Díada Editora S. L., 1998.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_. Educacíon ambiental, constructivismo y complejidad. Série Fundamental, n21. Espanha: Díada Editora S. L., 2004.
MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. Análise Textual Discursiva. Ijuí, Editora Unijuí, 2007. MORIN, E. Introdução ao pensamento complexo. 3ª ed. Porto Alegre: Sulina, 2007. KAWAMURA, M. R. D. Física do Meio Ambiente. Notas de aula do curso de pósgraduação. Instituto de Física. São Paulo: IFUSP, 2013.
WATANABE, G. Aspectos da complexidade: contribuições da Física para a compreensão do tema ambiental. Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências - Universidade de São Paulo. São Paulo: IFUSP, 2012.
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