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POSSIBILIDADES E REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE CORES PARA ESTUDANTES CEGOS: PERCEPÇÕES DE LICENCIANDOS DO IFPR CAMPUS PARANAGUÁ

Laurita Istéfani Da Silva Teles, Caroline Dorada Pereira Portela

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XVII
Ano
2018
Data
28/08/2018
Linha de pesquisa
Co-04 Equidade, Inclusão, Diversidade E Estudos Culturais E O Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## POSSIBILIDADES E REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE CORES

## PARA ESTUDANTES CEGOS: PERCEPÇÕES DE LICENCIANDOS DO IFPR CAMPUS PARANAGUÁ

## POSSIBILITIES AND REFLECTIONS ABOUT COLORS' TEACHING FOR BLIND STUDENTS: PERCEPTIONS OF GRADUATING IN IFPR CAMPUS PARANAGUÁ

## Laurita Istéfani da Silva Teles 1 , Caroline Dorada Pereira Portela 2

- 1 Instituto Federal do Paraná Campus Paranaguá, laurita.teles.lt@gmail.com
- 2 Instituto Federal do Paraná Campus Paranaguá, caroline.portela@ifpr.edu.br

## Resumo

Compreendendo a necessidade de pesquisas que respaldem o ensino de física para alunos com deficiência visual em contexto de sala de aula regular, esse trabalho buscou abranger um estudo qualitativo com estudantes de graduação em Licenciatura em Física do Instituto Federal do Paraná (IFPR) com o objetivo de investigar a percepção dos sujeitos a respeito do ensino de cores para alunos cegos congênitos. Trata-se de um estudo exploratório desenvolvido na disciplina de Introdução à Pesquisa em ensino de Física em que foram utilizados dois instrumentos de pesquisa: um plano de aula elaborado pelos sujeitos da pesquisa e um questionário aplicado após a entrega do plano de aula. Os resultados denotam a complexidade em se desvencilhar as representações mentais das representações visuais, aspecto esse promovido em consequência da formação procedente. Assim, a formação é elencada como ponto chave de entrave no exercício de atividades inclusivas, reforçando a necessidade de discutir a inclusão na formação inicial de professores não somente para cumprir com a legislação, mas também fornecer subsídios para a educação inclusiva tornar-se real no ambiente escolar.

Palavras-chave : Ensino de Cores. Física. Deficiência Visual. Formação de professores.

## Abstract

Understanding the need for research that supports physics teaching for students with visually impaired in a regular classroom context, this paper covers a qualitative study with undergraduated Physics teachers from an undergraduate course in a federal public institution (IFPR) with the objective of investigating the subjects' perception regarding colors' teaching for congenitally blind students. This ia an exploratory study developed in the discipline Introduction to Research in Physics Teaching in which two research instruments were used: a lesson plan elaborated by the research subjects and a questionnaire applied after the delivery of the lesson plan.The results denote the complexity of unraveling the mental representations of the visual representations, an aspect that is promoted as a formation's consequence. Thus, training is listed as a key obstacle to the exercise of inclusive activities, reinforcing the need to discuss inclusion in initial teacher training not only to comply with legislation, but also to provide support for inclusive education to become real in the school environment.

Keywords : Colors' Teaching. Physics. Visual disability. Teacher training.

## Introdução

Dados do IBGE revelam que a população brasileira conta com 6,2% de pessoas com algum tipo de deficiência (auditiva, visual, física e intelectual). Metade dessa porcentagem refere-se a pessoas com deficiência visual e a maior parte desses sujeitos encontra-se no sul do país (GARCIA, 2013).

Diante desse cenário percebe-se um esforço político ao longo do tempo no sentido de garantir o acesso, a permanência e a escolarização de todo indivíduo na escola (OLIVEIRA; RAMOS; VIEIRA, 2017). Iniciando-se com a Constituição Federal de 1988, discutidos na Declaração Mundial Sobre Educação Para Todos (UNICEF, 1990) e Declaração de Salamanca (BRASIL, 1994), e consolidados pela atual Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008) o processo de garantia de uma formação de qualidade para todos os alunos que as escolas recebem.

Dessa forma, os contextos de salas de aulas levam os professores a tecer ensejos e somar esforços para contemplar 'as individualidades, as necessidades e habilidades do público alvo da educação especial' (OLIVEIRA; RAMOS; VIEIRA, 2017, p. 39), amparados pelas políticas mencionadas.

Camargo (2008, 2012) atenta para a falta de pesquisa que respaldam o ensino para essas pessoas. Assim, indo de encontro com uma questão levantada por Camargo (2008) a respeito de como deve se dar o ensino de cores para alunos cegos congênitos, apresenta-se um estudo exploratório desenvolvido na disciplina Introdução à Pesquisa em ensino de Física sobre a percepção de acadêmicos do curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal do Paraná -Campus Paranaguá sobre essa temática.

## Metodologia da Pesquisa

A metodologia empregada é de natureza qualitativa e baseia-se na técnica de estudo de caso (MALHEIROS, 2011).

A delimitação da unidade de caso se deu através do mapeamento dos estudantes do curso de Licenciatura em Física do IFPR que já haviam concluído na/ época da pesquisa as disciplinas elencadas como pré-requisito para participação: Educação Inclusiva e Física Básica D, cuja ementa contempla os conteúdos que remetem ao conceito de cores. Constatou-se naquele momento que 10 estudantes cumpriam os pré-requisitos, todavia somente 2 estudantes de fato constituíram a unidade de análise. Por questões de identificação, esses estudantes serão tratados enquanto Sujeito I e Sujeito II ao longo do texto.

A coleta de dados foi organizada com dois instrumentos: um plano de aula (elaborado pelos participantes da pesquisa) e um questionário realizado após a entrega do plano de aula. Esse questionário conta com uma relação de perguntas previamente elaboradas, contendo questões comuns a todos os sujeitos da pesquisa e questões específicas, que surgem a partir da leitura do plano de aula de cada participante.

As questões em comum abordam a formação dos sujeitos, aplicabilidade de seus planos de aulas e dificuldades em relação à elaboração do plano de aula, bem como a influência na disciplina Educação Inclusiva enquanto subsídio para elaboração do plano de aula. As demais questões contidas nos questionários referem-se a elementos inconclusivos dos planos de aulas, de modo a trazer novos elementos que possam complementar as análises das propostas de aula dos sujeitos da pesquisa.

A seleção, análise e interpretação dos dados coletados foram baseadas nos princípios de análise de conteúdo de Bardin (2012). A análise temática dos planos de aula foi baseada em categorias previamente estabelecidas, adaptadas de Camargo (2008) em que o autor utiliza suas categorias para verificar as dificuldades encontradas na elaboração de planos de ensino, a partir dos discursos dos licenciandos. Aqui, as categorias ganham o sentido de compreender os planos de aulas a partir da análise das pesquisadoras para contrastar com os resultados dos questionários. Sendo que a categorização consiste em analisar os planos de aulas sob a essência de sua estrutura didática.

Buscou-se compreender o enfoque conceitual que faz relação ao fenômeno físico cores presente na proposta de plano de aula. Segundo Camargo (2008), esse enfoque pode ser: relativo ao conceito (explicitando o fenômeno); relativo às concepções alternativas; relativo à História e Filosofia da ciência; relativo à Ciência, Sociedade e Tecnologia; e, relativo ao vestibular.

Os recursos instrucionais também são analisados, pois esses são os meios pelos quais o docente organiza a condução do processo ensino aprendizagem. Os recursos instrucionais podem ser: multimeios visuais; multimeios auditivos; multimeios audiovisuais; material tátil ou tátil visual; e material olfativo.

Analisa-se do mesmo modo a estratégia metodológica percebida nos planos de aulas. A estratégia pode ser diretiva/passiva, dialógica/participativa ou diretiva/participativa. Vale ressaltar que a última caracteriza uma estratégia intermediária entre as duas primeiras.

Por fim, analisam-se as implicações desses planos de aula, enquanto aplicabilidade. As implicações podem ser classificadas em: podem implicar dificuldades e/ou podem implicar alternativas. Ressalta-se nessa categoria a possibilidade do plano de aula apresentar ambas as possibilidades, pois entende-se que um plano de aula é um produto flexível, passível de adaptações provenientes da execução do plano para possibilitar que os objetivos sejam atingidos. A origem dessas implicações pode estar no conceito físico, no recurso utilizado, bem como na estratégia metodológica.

## Resultados

Os planos de aulas desenvolvidos pelos Sujeitos são apresentados nessa seção identificados de acordo com os respectivos sujeitos: Sujeito I e Sujeito II.

## Plano de Aula I

Apresenta as cores primárias (elencadas como vermelho, amarelo e azul) através dos seguintes objetos geométricos: cubo, tetraedro e esfera. A proposta busca atrelar as cores e as formas geométricas através do sentido tátil.

A abordagem metodológica proposta centra-se numa exposição dialogada mediada pelo professor, seguindo a seguinte ordem: perguntas iniciais a respeito da familiaridade dos alunos com cores (Qual sua cor preferida? Qual a cor da sua roupa?); conversa com os alunos a partir de suas respostas; exposição do conteúdo; demonstração tátil associando as cores mencionadas na aula com os formatos geométricos tridimensionais; avaliação.

A avaliação consiste na produção de um relatório escrito para os videntes e um relatório 'oral' para os alunos cegos.

## Plano de Aula II

Classificada pelo sujeito II com uma aula experimental, com objetivo associar cores com frutas, de acordo com a Tabela 1.

Tabela 1: Quadro da proposta de associação de cores com frutas do planejamento do Sujeito II.

Fonte: Autoria própria (2018).

A proposta de desenvolvimento da aula segue pautada em três momentos. O primeiro trata de uma conversa inicial, partindo de perguntas do professor: Por que as cores existem? Há muitos tipos de cores? De onde vêm as cores? De onde vem o arco-íris?.E os alunos devem participar com suas concepções prévias. O segundo momento caracteriza-se pela mediação do professor no diálogo com os alunos para que os mesmos falem a respeito de quais são as cores primárias e como essas formam cores secundárias. Por fim, no terceiro momento, os alunos devem usar as frutas para associar com as cores primárias e secundárias através dos sentidos táteis, olfativos e gustativos. Para o Sujeito II, essa manipulação faz com que as cores ganhem significado para os estudantes.

Como avaliação é proposta uma apresentação oral por parte dos alunos, no qual o professor efetua perguntas e um aluno deve responder para os demais.

## Análise e Discussão dos Resultados

A análise dos dados encontra-se fundamentada nos indícios apresentados nos planos de aulas a partir das categorias descritas na seção metodologia da pesquisa.

- O Sujeito I apresenta sua proposta com foco no conceito a ser trabalhado, evidenciando a primeira implicação de dificuldade cuja origem se encontra no conceito. Sua abordagem apresenta uma estratégia diretiva/passiva e sua avaliação constitui um elemento implicador de dificuldade de ordem metodológica, pois difere instrumento de avaliação para aluno.
- O recurso instrucional empregado pelo Sujeito I apresenta-se em sua proposta com a finalidade de atrelar as cores primárias com as formas tridimensionais das principais modelos geométricos trabalhados no ensino médio. Tal recurso implica em uma possível alternativa didático-metodológica.
- O Sujeito II apresenta seu plano de aula através de uma abordagem diretiva, iniciando a aula com o trabalho das concepções alternativas de todos os alunos da classe através de questões abertas para serem discutidas em sala de aula. Vale ressaltar que tal sujeito apresenta uma proposta de aula debate, todavia conduzida pelo professor dentro de um roteiro previamente determinado pelo mesmo, o que justifica sua estratégia enquanto diretiva, por outro lado classifica-se enquanto participativa por pressupor a participação efetiva dos alunos. Sua proposta é baseada no uso de um material visual olfativo.
- A avaliação através de questões orais trata de uma atividade sistematizadora, com finalidade formativa. Somada à estratégia metodológica e ao recurso instrucional acarreta num plano de aula com uma possível alternativa para implementação do conteúdo em sala de aula. Todavia há uma implicação negativa em comum com o plano de aula do Sujeito I, que possui origem no conteúdo conceitual, ambos os sujeitos não utilizam a teoria física de cores para a proposta de aula.

Uma síntese da análise geral dos planos de aulas encontra-se no quadro da Tabela 2.

Tabela 2: Quadro geral dos planos de aulas apresentados pelos Sujeitos da Pesquisa.

Fonte: Os autores, 2018.

Verifica-se com esse quadro geral uma diferença entre enfoque conceitual, recurso instrucional e estratégia metodológica apresentados pelos sujeitos da pesquisa. Entretanto, algumas implicações convergem para o mesmo ponto de dificuldade.

No intuito de aprofundar aspectos relativos à elaboração do plano de aula, foram aplicados questionários que contemplam questões a respeito da busca por referências; aplicabilidade e viabilidade dos planos de aulas; sentimento dos sujeitos

em relação a elaboração dos planos de aula e em relação a possibilidade dessa realidade; e a perspectiva da disciplina de Educação inclusiva frente a essa ação.

Quanto às dificuldades relacionadas à elaboração do plano de aula, o questionário denota que um dos obstáculos reside na busca de materiais norteadores para elaboração de aulas que incluam alunos DV.

Atrelado a isso, os sujeitos revelam não se sentirem aptos para darem aula para uma turma nesse contexto e classificam a disciplina de Educação Inclusiva como alerta para busca de materiais e estratégias diferenciadas, além da inclusão desses alunos nas escolas sem preconceito. Pode-se perceber que os sujeitos não declararam de forma explícita como a disciplina ajudou na elaboração de seus planos de aulas. Todavia, com essas respostas revelaram que a disciplina apenas indicou a necessidade de adaptações nas metodologias e recursos instrucionais, o que justifica a dificuldade denotada pelos sujeitos.

Curiosamente o Sujeito I revela no questionário já ter lecionado para uma turma nesse contexto, porém não com a disciplina de Física, uma vez que o sujeito possui outra formação docente, e apontou o desconforto com esse trabalho com a justificativa da falta de preparo profissional. Para o Sujeito I, há a necessidade de preparar os professores de sala de aula para esse contexto. Com isso, pode-se inferir que as implicações de dificuldades está relacionada com a formação desses sujeitos.

Convém ressaltar a dificuldade de aplicabilidade devido o conceito, comum a ambos os planos de aulas propostos. Considera-se esse um ponto crucial de condição da aplicabilidade desses planos de aula, pois o conceito de cores enquanto luz, na perspectiva da física, é apresentado com pigmentação, sob o ponto de vista das artes. Essa dificuldade de propor no plano de aula o conceito físico de cores é explicado pela relação diretiva que o licenciando realiza entre observar o fenômeno ou suas representações e as estratégias para apresentação bem como exemplificação do mesmo aos alunos (CAMARGO, 2008). Compreende-se assim uma 'cultura de videntes' que não dissocia a representação mental de uma representação visual, ou seja, conhecer/ensinar determinado fenômeno está atrelado a 'ver' esse fenômeno.

Desse modo, converge-se para as conclusões de Camargo (2008, p. 155), 'a utilização de representações visuais de fenômenos não observáveis visualmente no ensino de Física, pode representar distorções conceituais em relação ao conhecimento e entendimento desses fenômenos'.

No entanto, pesquisas recentes mostram a possibilidade de trabalhar o conteúdo de cores nesse contexto, a citar Nascimento e Carvalho Junior (2017) que apresentam um modelo didático de dispersão da luz branca utilizando cordas de guitarra. O que os autores elaboraram foi uma adaptação de sugestões de trabalhos anteriores do pesquisador Eder Pires Camargo para elaborar um material capaz de produzir no aluno uma compreensão efetiva a respeito do conceito de luz e cores trabalhando as diferentes frequências com as espessuras das cordas da guitarra. Tais autores também ressaltam a formação como fator que implica dificuldade, quando este apresenta uma perspectiva unicamente visual.

Isso leva a uma discussão pertinente levantada por Camargo (2016) e que Sant'Ana (2005) também já havia abordado em seu trabalho: o sucesso da intervenção do professor em sala de aula, considerando uma classe inclusiva,

depende da implementação de grandes mudanças nas prática pedagógicas, no que tange a educação cooperativa; a adaptação e (re)construção de currículos; como também no uso de atribuições de recursos específicos para acolher todos os tipos de estudantes; além também do estabelecimento de novas modelos de avaliação.

## Considerações Finais

Os resultados revelam a dificuldade dos sujeitos em propor uma aula para o ensino de cores considerando a presença de um aluno cego congênito. Ambos os planos de aula não estão baseados na teoria física de cores e a metodologia apresentada pelo Sujeito I conta com pontos ainda não inclusivos, enquanto o Sujeito II buscou uma metodologia com interação social para favorecer a inclusão. Contudo, os sujeitos apontam o uso de materiais que explorem os demais sentidos humanos, que não somente o visual.

A disciplina de Educação Inclusiva é apontada como um auxílio ao professor na busca por materiais e práticas diferenciadas e não para discutir e preparar aulas nesse contexto.

Diante dos resultados, retornando para a questão norteadora desta pesquisa, a qual buscava compreender a percepção dos licenciandos de Física a respeito do ensino de cores para uma turma que contemple um aluno cego congênito, pode-se inferir uma percepção subjugada a representações visuais, um agravante que tem implicações negativas no que tange a aplicabilidade de propostas didáticas.

Tal percepção está associada aos conhecimentos adquiridos nessa temática em sua formação. Desse modo, reitera-se a importância da inclusão e da educação especial articularem-se transversalmente com as disciplinas dos cursos de formação docente (CAMARGO, 2016). Esse aspecto se verifica nessa pesquisa, pois ainda com a disciplina Educação Inclusiva no currículo de formação dos sujeitos da pesquisa, os licenciandos não se sentem aptos para lecionar em uma classe inclusiva. Além disso, verificou-se a dificuldade na elaboração de uma aula para uma turma específica de um contexto cada vez mais frequente nas salas de aulas das escolas.

Com o exposto neste trabalho, fica claro o déficit na formação dos docentes. Reforça-se então, a necessidade de discutir a inclusão na formação inicial de professores buscando não somente cumprir com as diretrizes legais, mas também fornecer subsídios para a educação inclusiva tornar-se real no ambiente escolar.

## Referências

BARDIN, L. Análise de Conteúdo . Lisboa: Edições 70, LDA. 2012.

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\_\_\_\_\_\_\_. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva . Brasília: MEC/SEESP, 2008.

CAMARGO, E. P. Ensino de Física e Deficiência Visual : 10 anos de investigação no Brasil. São Paulo: Plêiade/FAPESP, 2008.

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\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_. Inclusão e Necessidade Especial : compreendendo identidade e diferença por meio do ensino de física e da deficiência visual. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2016.

GARCIA, V. G. Quem e Quantas são as pessoas com deficiências no Brasil? , publicado em 2013, disponível em: <http://www.deficienteciente.com.br/quem-equantas-sao-as-pessoas-com-deficiencia-no-brasil.html>. Acessado em: fevereiro de 2017.

MALHEIROS, B. T. Metodologia da pesquisa em educação. Rio de Janeiro: LTC, 2011.

NASCIMENTO, E. A.; CARVALHO JUNIOR, G. D. de. Quando a cor é uma vibração em uma corda: buscando invariantes operatórios utilizados por estudantes cegos na interação com objetos físicos. In: Anais do XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências - XI ENPEC. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, 2017. Disponível em: http://www.abrapecnet.org.br/enpec/xienpec/anais/resumos/R0023-1.pdf. Acesso em: 09 mar 2018.

OLIVEIRA, A. P.; RAMOS, F. S.; VIEIRA, R. F. Um olhar sobre os alunos que a política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva e a legislação vigente não nos permitem ver… In: PAVÃO, A. C. O; PAVÃO, S. M. O. (Organizadoras). Os casos excluídos da política nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva . Santa Maria: UFSM, PRE;Ed, pE.com, 2017.

SANT'ANA, I. M. Educação inclusiva: concepções de professores e diretores. Psicologia em estudo , v. 10, n. 2, p. 227-234, 2005.

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