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FEIRAS DE CIÊNCIAS E RESSONÂNCIAS POSSÍVEIS NO ENSINO DE FÍSICA: UM OLHAR NA PERSPECTIVA DA CULTURA CIENTÍFICA

Sônia Elisa Elisa Marchi Gonzatti, Andréia Spessatto De Maman, Adriana Belmonte Bergmann, Adriana Magedanz, Jane Herber, Miriam Inês Marchi, Carolina Pereira Dos Santos

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XVII
Ano
2018
Data
28/08/2018
Linha de pesquisa
Co-03 Comunicação Em Práticas Educativas Formais, Informais E Não-Formais E O Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## FEIRAS DE CIÊNCIAS E RESSONÂNCIAS POSSÍVEIS NO ENSINO DE FÍSICA: UM OLHAR NA PERSPECTIVA DA CULTURA CIENTÍFICA

## SCIENCE FAIRS AND POSSIBLE RESONANCES IN THE TEACHING OF PHYSICS: A LOOK THROUGH THE PERSPECTIVE OF SCIENTIFIC CULTURE

Sônia Elisa Marchi Gonzatti 1 , Andréia Spessatto De Maman 2 , Adriana Magedanz 3 , Adriana Belmonte Bergmann 4 , Jane Herber 5 , Miriam Inês Marchi 6 , Carolina Pereira dos Santos 7

1 Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES/CETEC, soniag@univates.br 2 Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES/CETEC, andreiah2o@univates.br 3 Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES/CETEC, magedanza@univates.br 4 Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES/CETEC, aberg@univates.br 5 Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES/CETEC, jane.herber@univates.br 6 Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES/CETEC, mimarchi@univates.br 7 Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES/CETEC, carol.pereira@univates.br

## Resumo

Este trabalho caracteriza as Feiras de Ciências como processo que se articula a diferentes dimensões da formação da cultura científica dos sujeitos envolvidos. Nessa perspectiva, feiras podem ser concebidas como espaços de educação não formal que integram-se a iniciativas da Educação Escolar e suscitam movimentos de inovação nesse âmbito. Ainda, contribuem para a formação científica de crianças e jovens, ao estimular o desenvolvimento de habilidades típicas da atividade científica. Por último, são espaços significativos de divulgação da ciência e de formação cidadã, na medida em que promovem a interação com a comunidade em geral e propõem debates e soluções acerca de temas de relevância técnicocientífica e social. O debate dessas problemáticas pode produzir ressonância em duas dimensões principais. Sob um ângulo, pressupõe uma nova lógica para a organização e concepção dos currículos e práticas, bem como implica na ressignificação dos papeis de estudantes e professores. Sob outro ângulo, a difusão dos conhecimentos produzidos científicos entre o público em geral, vai na direção de democratizar a ciência, favorecendo uma compreensão de que os avanços tecnológicos que marcam os tempos atuais têm bases científicas. Associada a essa reflexão teórica, apresentamos as temáticas desenvolvidas por participantes de uma Feira de Ciências de abrangência municipal, realizada em 2017, que têm alguma interface com o Ensino de Física, indicando potencialidades no que diz respeito a suscitar diálogos entre diferentes campos do saber. Nesse sentido, dos 76 trabalhos analisados, foi possível evidenciar algum nível de articulação com a Física em 16 trabalhos. Quanto ao potencial interdisciplinar, tais trabalhos transitam por temas transversais como ambiente e sustentabilidade, astronomia, uso de tecnologia no dia a dia, qualidade de vida. O material analisado foi o resumo submetido pelos grupos

para os anais da Feira de Ciências, realizada com apoio do CNPq em instituição comunitária do Rio Grande do Sul.

Palavras-chave : Feira de Ciências. Cultura científica. Ensino de Física. Interdisciplinaridade. Educação não formal.

## Abstract

This work characterizes Science Fairs as processes that articulate different dimensions of scientific culture formation of its subjects. In this perspective, Fairs are conceived as non-formal education spaces that are integrated to initiatives of School Education and, in this scope, stimulate movements of innovation. Also, they contribute to the scientific formation of young people, by stimulating the development of skills typical to scientific activity. Finally, they are important spaces for the dissemination of science and citizen education, insofar as they promote interaction with the general community and propose debates and solutions regarding topics of social, technical and scientific relevance. The debate of these problems produces resonance in two main dimensions. From one angle, it presupposes a new logic for the organization and design of curriculums and practices, and implies the resignification of student and teacher roles. From another angle, the dissemination of scientific knowledge among the general public goes hand in hand with democratizing science, favoring the understanding that technological advances have scientific bases. Associated with this theoretical reflection, we present the themes developed by participants of a municipal Science Fair, held in 2017, which hold interface with the teaching of Physics, indicating potentialities in respect to eliciting dialogues between different fields of knowledge. In this sense, of the 76 papers analyzed, some level of articulation with Physics was possible in 16 papers. As for the interdisciplinary potential, such works go through transversal themes such as quality of life, environment, sustainability, astronomy and the use of technology in everyday life. The material analyzed was the abstract submitted by the groups for the elaboration of the Science Fair annals, held with the support of CNPq (National Council for Scientific and Technological Development), in a community institution in Rio Grande do Sul.

Keywords : Science Fair. Scientific culture. Teaching of Physics. Interdisciplinarity. Non-formal education.

## Contextualização

Feiras de Ciências são reconhecidas como um canal importante tanto para a divulgação quanto para a educação científica dos sujeitos com diferentes níveis de envolvimento no processo (MANCUSO, 2000; VOGT, 2003; JACOBUCCI, 2008; HARTMANN e ZIMMERMANN, 2009; FRANCISCO e SANTOS, 2014, CORSINI e ARAÚJO, s.d.). Assim, podem ser situadas em torno de um conceito referente - o da espiral da cultura científica (VOGT, 2003) - em torno do qual orbitam diferentes processos. Para este autor, esta expressão tem a vantagem de englobar diferentes significações (alfabetização e popularização da ciência) e, ainda:

'conter [...] em seu campo de significações, a ideia de que o processo que envolve o desenvolvimento científico é um processo cultural, quer seja ele considerado do ponto de vista da sua produção, de sua difusão entre pares

ou na dinâmica social do ensino e da educação, ou ainda do ponto de vista de sua divulgação na sociedade, como um todo, para o estabelecimento das relações críticas necessárias entre o cidadão e os valores culturais, de seu tempo e de sua história.' (VOGT, 2003, p.2).

A espiral propõe como ponto de partida a dinâmica da produção e difusão de conhecimentos entre pares (Figura 1). O segundo processo (ou quadrante) salienta o Ensino das Ciências como canal relevante à formação científica dos envolvidos. No contexto das Feiras de Ciências, professores e estudantes que trabalham com projetos de investigação nas escolas, estão, de alguma forma, desenvolvendo novas relações com os saberes e construindo ou ressignificando conhecimentos, além de serem disseminadores desses conhecimentos. O ensino para a Ciência está no terceiro quadrante, no qual podem ser situados diferentes espaços não formais de divulgação científica, entre eles as Feiras de Ciências, planetários, museus e Mostras Itinerantes (GONZATTI et al, 2017). No quarto quadrante (final e reinício do ciclo), está a dimensão da divulgação científica, em que 'o cidadão é o destinatário principal dessa interlocução da cultura científica' (VOGT, 2003, p.5).

Figura 1: Espiral da Cultura Científica

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Fonte:&lt;https://galoa.com.br/blog/entrevista-carlos-vogt-e-espiral-da-cultura-cientifica&gt;

A realização de uma Feira de Ciências envolve diferentes tempos e espaços. Geralmente, a mobilização para uma feira inicia com grupos de sujeitos, no âmbito da educação escolar, que estudam temáticas de relevância socioambiental e técnico-científica que favorecem a integração entre conhecimentos escolares e conhecimentos do cotidiano. Simultaneamente, a organização da feira como um evento de cunho cultural e científico é articulada por outro conjunto de atores. A produção, ressignificação e divulgação de saberes é uma ressonância das feiras, na medida em que as investigações realizadas nas escolas são compartilhadas com o público em geral. Os participantes (autores de trabalhos) têm experiências diferenciadas no que diz respeito ao seu papel e às habilidades exigidas como mediadores da difusão do conhecimento. Nessa convergência de perspectivas, destaca-se o potencial das Feiras de Ciências como espaços de educação não formal e de popularização da ciência. Portanto, pode-se inferir que transitam pelos diferentes quadrantes da espiral da cultura científica.

Neste estudo, assume-se a hipótese de que Feiras de Ciências tem alguma implicação com a educação científica dos envolvidos (MANCUSO, 2000; MORAES, 2004; MALDANER e ZANON, 2004; HARTMANN e ZIMMERMANN, 2009; BARCELLOS et al, 2010; FRANCISCO e SANTOS, 2014, CORSINI e ARAÚJO,

s.d.). Tais estudos destacam, entre outros aspectos, que o trabalho com projetos de investigação propicia o desenvolvimento de habilidades cognitivas de maior nível de complexidade; instiga aproximações entre diferentes campos do saber a partir da abordagem de temas socioambientais e de problemáticas locais, provocando rupturas na lógica disciplinar de organização dos conhecimentos escolares.

Seguindo essa perspectiva de análise, apresentamos as temáticas desenvolvidas por participantes de uma Feira de Ciências de abrangência municipal, realizada em 2017. Dentre as ressonâncias possíveis evidenciadas em relação às Feiras como processo imbricado à formação da cultura científica, priorizamos o enfoque que visa a identificar possibilidades de inovação e rupturas no campo da educação escolar, em particular no Ensino de Física. Nos propomos a analisar as temáticas desenvolvidas por participantes de uma Feira de Ciências de abrangência municipal, realizada em 2017 (com apoio do CNPq), que têm alguma interface com o Ensino de Física, indicando potencialidades no que diz respeito a suscitar diálogos entre diferentes campos do saber.

## As feiras como movimento e como processo: entrecruzamentos com currículos e práticas

Na lógica da cultura científica, assume-se a premissa de que as Feiras promovem a interação entre universidades, escolas e comunidade, entre educação escolar e educação não formal, favorecendo um processo evolutivo e recursivo de produção de conhecimento científico no âmbito da escola básica, que pode suscitar reflexões e questionamentos sobre a lógica dominante na organização, concepção e seleção do conhecimento escolar. Segundo essa visão, a organização dos currículos em torno de problemas significativos para os aprendizes é o desafio principal:

Num exercício de superação das disciplinas e da fragmentação da realidade, assumir que a realidade e os fenômenos trabalhados são complexos, implica também superar a ênfase em aspectos meramente cognitivos. [...] Significa encontrar novos modelos de estruturação do currículo em que outros referentes de conteúdos são integrados, valorizando-se de modo especial os conhecimentos que os alunos já trazem. (MORAES, 2004, P. 22).

Na perspectiva de problematizar a organização do conhecimento escolar na visão de currículo como processo em permanente reconstrução, entendemos que a interação entre escolas e espaços como as Feiras induziriam à ocorrência de dois movimentos complementares. Em uma direção, as escolas são desafiadas e se desafiam a desenvolver trabalhos 1 para as Feiras de Ciências que mobilizam aprendizagens, pesquisas e atitudes típicas de um ensino com ênfase em conteúdos. Segundo Hartmann e Zimmermann (2009), essa é a situação mais comum: as escolas desenvolvem projetos de investigação porque vão participar das Feiras de Ciências. Essas autoras constataram que geralmente tais projetos ocorrem por iniciativa de alguns professores, com baixo nível de articulação com o projeto pedagógico escolar e sua dinâmica curricular. Por outro lado, perceberam indícios de diálogos interdisciplinares e contextualização de saberes à medida em que temáticas mais complexas foram investigadas.

Noutra direção, as Feiras podem ser concebidas como espaços de difusão e disseminação de conhecimentos que emergem nas próprias escolas a partir de sua iniciativa de experimentar outras formas de abordagem dos conhecimentos escolares. As Feiras, portanto, seriam decorrência de currículos e práticas em reconstrução. Barcelos, Jacobucci e Jacobucci (2010) analisam a construção coletiva de uma Feira de Ciências (parceria universidade-escola) concebida a partir da necessidade de aproximar o cotidiano do conhecimento escolar. Como resultado, destacam que o entendimento dos professores sobre as feiras foi determinante para o seu envolvimento (ou não) com a proposta. Apontam, ainda, 'o desafio de envolver todos os alunos de várias disciplinas na busca da construção de conhecimentos diversificados' (ibid, p. 220). Nas entrelinhas desse desafio, a interdisciplinaridade emerge como exigência conceitual para o trabalho de ensino por projetos.

Em suma, as Feiras, concebidas como processo e movimento, podem produzir ressonâncias na educação científica dos sujeitos envolvidos a partir das interações e problematizações que provocam no âmbito da Educação Escolar.

## A Física emergente nas temáticas de uma Feira de Ciências

No âmbito do Ensino de Física, é possível supor que as Feiras de Ciências incitam outras abordagens dos conteúdos escolares. Para apoiar essa reflexão, foi realizada uma análise de conteúdos de Física que emergem das temáticas investigadas por escolas. Foram analisados os resumos dos 76 trabalhos apresentados em uma Feira de Ciências de abrangência municipal (Chamada CNPq/MCTIC/SECIS Nº 24/2016), realizada em outubro de 2017. A estratégia de análise visou a identificar conceitos de Física, explícitos ou não, que se relacionam às temáticas estudadas pelos grupos participantes. O intuito é identificar possibilidades de explorar a Física a partir de temáticas diversas, extrapolando as abordagens disciplinares e compreendendo-a como ciência que dialoga com diferentes áreas do conhecimento humano (saúde, ambiente e sustentabilidade, tecnologias, cosmologia, entre outros).

Do total analisado, identificou-se 16 trabalhos com alguma interface com conceitos físicos. No quadro 1, apresentamos as temáticas investigadas e os conceitos de Física implicados.

Quadro 1: Temas de Física em uma Feira de Ciências

Fonte: Dos autores.

Destaca-se que em sete trabalhos há referência explícita a alguns conceitos físicos (T13, T17, T23, T25, T36, T57 e T66). Nos demais, embora não haja tal referência, é possível inferir que as aplicações/explicações desenvolvidas acerca dos temas de estudo exigiram uma interface teórico-prática com a Física. Por outro viés de análise, alguns dos temas se vinculam a problemáticas mais amplas, como energia e sustentabilidade, saúde e tecnologia. Tal constatação é convergente com a premissa de que os conhecimentos escolares podem ser reconstruídos e complexificados 'utilizando-se as problemáticas socioambientais como estratégia de encaminhamento' (MORAES, 2004, p.26). Considerando as ressonâncias possíveis de uma Feira de Ciências, pode-se concluir, que a elaboração dos trabalhos pelas escolas incita, em alguma medida, aproximações entre os problemas investigados e o conteúdo da Física propriamente dito. Fica evidente que os conteúdos não ficam restritos à sala de aula, estes são estruturados a fim de poder resolver algum problema mais amplo. Além disso, perpassam por diferentes áreas do saber, mostrando que a Física não é um campo isolado e sim um saber corresponsável por inúmeras situações e acontecimentos em nosso dia a dia.

## Considerações Finais

Um ponto chave para destacar o papel das feiras de ciências como meio de divulgação científica é trabalhar com temáticas que estejam ao alcance de todos e que traga possíveis soluções para problemas socioambientais relevantes, além de que a proximidade dos trabalhos com a realidade desperta o interesse dos alunos e das escolas a desenvolverem ou participarem de eventos dessa natureza.

Os resultados encontrados neste trabalho convergem com as ideias de Barcelos et al (2010), onde os autores reforçam que as feiras são formas de integração de diversos conteúdos, proporcionando uma diversidade de assuntos para estimular e ensinar os visitantes. É nessa linha que as feiras de ciências funcionam como um espaço não formal de educação e como um divulgador científico, englobando aspectos interdisciplinares e contextuais nos projetos elaborados e apresentados (HARTMANN; ZIMMERMANN, 2009; BARCELOS, JACOBUCCI, JACOBUCCI, 2010).

Retomando-se a hipótese inicial, é possível inferir que - concebidas como processo/evento em movimento - as Feiras de Ciências produzem ressonâncias no que diz respeito a problematizar currículos e práticas escolares. Este trabalho visou elencar algumas dessas possibilidades no âmbito do Ensino de Física. No entanto,

assinala-se que as Feiras de Ciências têm avançado na abordagem interdisciplinar e já não se restringem à exposição de trabalhos na área de Ciências da Natureza. Como perspectiva de continuidade desse estudo, apontamos a necessidade de investigar se houve (e quais) desdobramentos, no contexto escolar, a partir da mobilização para participar de Feiras de Ciências. Em particular, notamos que a Física emergente em diferentes trabalhos apresentados em uma Feira poderia se desdobrar em diferentes formas de abordagem para a ressignificação, complexificação e contextualização de conhecimentos em uma perspectiva interdisciplinar. Convergindo com Moraes (2004), o trabalho com problemáticas socioambientais e o desenvolvimento de situações de estudo nas escolas constituiriam uma estratégia de encaminhamento nessa direção. As Feiras são um dos espaços possíveis para compartilhar essas experiências e aprendizagens, com repercussões importantes na formação da cultura científica dos sujeitos envolvidos e na divulgação científica.

## Referências

BARCELOS, N.N.S., JACOBUCCI, G.B., JACOBUCCI, D.F.C. Quando o cotidiano pede espaço na escola, o projeto Feira de Ciências 'Vida em Sociedade' se concretiza. Ciência &amp; Educação, v. 16, n.1, p.215-233, 2010.

CORSINI, A.M.A; ARAÚJO, E.S.N.N. Feiras de ciência como espaço não formal de ensino: um estudo com alunos e professores do ensino fundamental. S.D., não paginado. Disponível em: &lt;http://www.nutes.ufrj.br/abrapec/vienpec/CR2/p899.pdf&gt;

FRANCISCO, W.; SANTOS, I. H. R. A feira de Ciências como um meio de divulgação científica e ambiente de aprendizagem para estudantes-visitantes. Areté , v.7, n.13, p. 96-110, 2014.

GONZATTI, S.E.M. et al. Mostras Científicas Itinerantes como espaços de educação não formal: interações entre ensino e extensão. Revista de Extensão da UNESC,

v.2, n.1, p. 5-21, 2017b. Disponível em: http://periodicos.unesc.net/revistaextensao/issue/view/168/showToc. Acesso em 21/nov/2017.

HARTMANN, A. M.; ZIMMERMANN, E. Feira de ciências: a interdisciplinaridade e a contextualização em produções de estudantes de ensino médio. Atas VII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências , Florianópolis, 2009. Disponível em: &lt;http://www.foco.fae.ufmg.br/pdfs/178.pdf&gt;. Acesso em: 05 jan. 2017.

JACOBUCCI, D. F. C. Contribuições dos espaços não-formais de educação para a formação da cultura científica. Em Extensão, v. 7, p.55-66, 2008.

MALDANER, O., ZANON, L.B. Situação de estudo: uma organização do ensino que extrapola a formação disciplinar em Ciências. In: MORAES, R.; MANCUSO, R. (Org.). (2004). Educação em ciências: produção de currículos e formação de professores . Ijuí: Editora Unijuí, p.43-64, 2004.

MANCUSO, R. Feira de Ciências: produção estudantil, avaliação, consequências.

Contexto Educativo - revista digital de Educación y Nuevas Tecnologías, Buenos Aires, v.6, n.1, p. 1-5, 2000. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/ejemplar/100056 Acesso em jan/2018.

MORAES, R. Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio: currículos em processo permanente de superação. In: MORAES, R.; MANCUSO, R. (Org.). (2004). Educação em ciências: produção de currículos e formação de professores . Ijuí: Editora Unijuí, p. 15-41, 2004.

VOGT, C. Espiral da cultura científica. Com Ciência, Campinas. Disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/cultura/cultura01.shtml. 2003, Acesso em 15/jan/2017.

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