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Saberes docentes de professores de Física nos Cursinhos pré-vestibulares comunitários

Jackson Americo Alvares, Monica Abrantes Galindo, Marcos Serzedello

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XVI
Ano
2016
Data
07/09/2016
Linha de pesquisa
Formação E Prática Profissional Do Professor De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## SABERES DOCENTES DOS PROFESSORES DE FÍSICA NOS CURSINHOS PRÉ-VESTIBULARES COMUNITÁRIOS

## KNOWLEDGE TEACHERS OF PHYSICS TEACHERS IN PREUNIVERSITY COMMUNITY PREPARATORY COURSE

Jackson Americo Alvares , Monica Abrantes Galindo , Marcos Serzedello 1 2 3

1 UNESP/Departamento de Educação, jackson.americo@outlook.com 2 UNESP/Departamento de Educação, mgalindo@ibilce.unesp.br 3 UNESP/Departamento de Educação, marcoserze@uol.com.br

## Resumo

Os cursinhos comunitários são uma realidade em grande parte das universidades públicas brasileiras, principalmente, na Universidade Estadual Paulista (UNESP). Dentro do campus de São José do Rio Preto, Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas (IBILCE), são três cursinhos -Metamorfose, Vest JR, Vitoriano-, que desenvolvem um projeto que ajuda cerca de 400 jovens e adultos de baixo status econômico, preparando os alunos para a prova de ingresso na educação superior. Além desse âmbito social-educacional, a Universidade tem como objetivo proporcionar aos alunos da graduação (bacharelado e licenciatura) um diferencial qualitativo nas suas formações acadêmicas a partir do exercício da docência. Da análise de entrevistas realizadas com alunos de Física que atuam ou atuaram como professores dos cursinhos comunitários do IBILCE, temos como objetivo neste trabalho, descrever alguns aspectos da experiência desses alunosprofessores.Utilizaremos os saberes docentes para fundamentar teoricamente este trabalho. A variedade dos saberes docentes destacados pelos entrevistados, além dos outros aspectos relacionados à experiência dos alunos-professores, permitiram que descrevêssemos alguns pontos da atuação dos mesmos nos cursinhos e os saberes mobilizados nessas ações. Ainda que pesem sobre os cursinhos pré-vestibulares todos os problemas relacionados à necessidade de sua existência e com seus objetivos diretamente ligados aos problemas dos exames vestibulares em si e todo o sistema educacional, incluindo o sistema de ensino superior. Os cursinhos como sistemas de educação não formal e Projetos de Extensão Universitária, têm uma possibilidade potencial de contribuir com a formação de professores.

Palavras-chave : extensão universitária, cursinho pré-vestibular comunitário, saberes docentes, ensino de física, formação docente.

## Abstract

The pre-university community preparatory course are a reality in many public brazilian universities, particularly in the Universidade Estadual Paulista 'Julio de Mesquita Filho'(UNESP). Inside the campus of São José do Rio Preto, Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas (IBILCE) there are three pre-

ersity community preparatory course Metamorfose, Vest JR, Vitoriano -which develops projects that helps about 400 low economic status young people and adults, preparing students for the entrance exam in higher education. Besides this socio-educational scope, the university aims to provide undergraduate students a qualitative difference in their academic training by teaching exercise. By the interviews analysis conducted with physics students acted as teachers in those community pre-university preparatory course, our aim in this work, is to describe some aspects of the experience of these students-teachers. We will use knowledge teachers to theoretically support this work. The variety of teaching knowledge of those teachers interviewed, besides another related aspects of student-teacher experience allowed us to tell some points about their experience in preparatory courses and the knowledge involved in such actions. The pre-university community preparatory course has some problems related to the need for its existence and its connected problems of vestibular tests itself and the entire educational system including the higher education system. The pre-university community preparatory course as a no-formal education systems and University Extension Project, has a potential opportunity to contribute to the teacher's training.

Keywords: university extension , pre-university community preparatory course , teaching knowledge , teaching physics, teacher training

## Introdução

Os cursinhos comunitários são uma realidade em grande parte das universidades públicas brasileiras, principalmente na Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atualmente em todos os campi da UNESP existe, pelo menos, um cursinho comunitário. Dentro do campus de São José do Rio Preto, Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas (IBILCE), são três cursinhos - Metamorfose, Vest JR, Vitoriano-, que desenvolvem um projeto que ajuda cerca de 400 jovens e adultos de baixo status econômico, preparando os alunos para a prova de ingresso na educação superior (BUENO et al, 2011). Além desse âmbito social-educacional, a Universidade tem como objetivo proporcionar aos alunos da graduação (bacharelado e licenciatura) um diferencial qualitativo nas suas formações acadêmicas a partir do exercício da docência.

Especificamente sobre o curso Física do IBILCE, até o ano de 2012 havia apenas o curso de bacharelado em Física Biológica. Muitos dos egressos deste curso acabaram indo para as salas de aula, ou seja, mesmo não tendo formação em licenciatura muitos deles deram aulas durante a graduação nos cursinhos do IBILCE, o que lhes possibilitou uma experiência de atuação em sala de aula.

A partir de 2013 os alunos do curso de Física puderam escolher entre bacharelado e licenciatura. Desde então eles passaram a ter as disciplinas e estágios que contribuem especificamente para a formação docente. Muitos destes alunos, de todos os anos, viam os cursinhos como uma possibilidade de experiência docente para seu futuro, tanto acadêmico quanto profissional.

Temos como objetivo neste trabalho, descrever, a partir do relato dos próprios alunos-professores, alguns aspectos da experiência dos alunos do curso de Física

do IBILCE como professores dos cursinhos pré-vestibulares comunitário. Utilizaremos os saberes docentes para fundamentar teoricamente este trabalho.

.

## Curso Pré Vestibular Comunitário

Dentro de algumas universidades no Brasil, existem projetos de extensão universitária para o apoio dos alunos oriundos de escola pública em seus vestibulares. Esses projetos geralmente contam com o apoio da universidade e são alocados dentro da Extensão Universitária.

- A Extensão Universitária é um dos alicerces do tripé das ações das universidades brasileiras, que devem obedecer 'ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão' (BRASIL, 1988). Assim, a Extensão Universitária é
- ... uma via de mão-dupla, com trânsito assegurado à comunidade acadêmica, que encontrará, na sociedade, a oportunidade de elaboração da praxis de um conhecimento acadêmico. No retorno à Universidade, docentes e discentes trarão um aprendizado que, submetido à reflexão teórica, será acrescido àquele conhecimento. (BRASIL, 2000/01, p. 5)

Logo, como parte desse contato da Universidade com a sociedade, os cursinhos populares foram criados para preparar de forma gratuita a comunidade economicamente carente para a realização dos vestibulares. Um diferencial dos cursinhos populares, em relação aos privados é a possibilidade de contato que os alunos têm com a universidade através dos alunos - professores.

Atualmente dentro do campus de São José do Rio Preto, Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas (IBILCE), existem três cursinhos populares. Dois deles funcionam dentro do próprio IBILCE (Cursinho Pré-Vestibular Metamorfose e o Cursinho Pré-Vestibular Vest Jr.) e um deles funciona dentro de uma Escola de Ensino Médio (Cursinho Pré-Vestibular Vitoriano). Todos os três cursinhos são apoiados pelo IBILCE e pela PROEX, através de bolsas destinadas ao corpo discente que atua na coordenação de cada cursinho popular e também na disponibilização de salas e manutenção das mesmas.

- O corpo docente desses cursinhos populares são os discentes dos cursos de graduação (bacharelado e licenciatura) e pós-graduação desse campus, podendo também ter professores oriundos da rede pública do Estado de São Paulo.

Ainda que os cursinhos tenham um vinculo forte com os conteúdos trabalhados na escola e exigidos no vestibular, podem ser considerados um sistema não formal de educação, visto que podem ter uma duração variável, não concedem certificados de aprendizagem e podem atender pessoas de qualquer idade (ARAUJO et al, 2006). Além disso, no caso dos cursinhos populares e da universidade em questão, o trabalho voluntário dos alunos-docentes é também uma de suas características que os aproxima de um sistema não formal de educação (SIMSON et al, 2001, p. 9).

## Saberes docentes

Considerando que o objetivo deste estudo é descrever a experiência dos professores de Física dos Cursinhos Populares (CP), escolhemos como referencial teórico a ideia de saberes docentes, e nesse sentido, concordamos com Tedeschi (apud. Galindo, 2007, 21) quando diz que:

... (a) a ação pedagógica (do professor) parte daquilo do qual é consciente, dentro de suas possibilidades como ser humano e de como dá sentido a suas experiências.

A partir dessa ideia, a análise das entrevistas se dará através das percepções e comentários dos professores relacionados aos Cursinhos Populares e da forma que, através de seus discursos, eles dão sentido às suas experiências vividas dentro dos CP expressando contribuições para a sua formação e dificuldades.

Segundo Gauthier (1998), uma reflexão quanto à formação dos professores e a profissão docente não pode se limitar às dimensões técnicas e organizacionais. Há de considerar um sentido mais amplo dos saberes, juntando além dos conhecimentos também as competências, habilidades e atitudes, como Tardif (2000) fala muitas vezes que foi chamado de saber, saber-fazer e saber-ser.

Autores diferentes classificam os saberes de diferentes formas. Para este trabalho utilizaremos a classificação feita por Tedeschi (apud. Galindo 2007, p. 2728). Em seu trabalho, ela faz uma síntese de saberes docentes a partir de diversos autores: Shulman, Garcia, Tardif. Nesta síntese, os saberes profissionais são classificados e descritos em sete tipos:

- · Saber disciplinar - é o saber da especialidade científica escolhida pelo professor, da matéria que irá ensinar além dos fundamentos dessa ciência que possam ampliar o entendimento das questões técnicas.
- · Saber pedagógico de conteúdo -é o saber que designa o conhecimento próprio da pedagogia da matéria, no sentido de que formatações terão os conteúdos a serem ministrados, quais exemplos são mais adequados, qual a maior formulação da matéria para torná-la didaticamente compreensível.
- · Saber curricular - é o saber do programa de ensino no sentido de organizar, estruturar a instrução, os textos e atividades, além de elaborar seus registros.
- · Saber das ciências da educação é saber profissional que se refere ao entendimento dos tópicos, princípios e estratégias de como se aprende e como são compreendidos nas diferentes áreas. São saberes não ligados ao conteúdo específico.
- · Saber dos alunos - é o saber das características dos alunos, de suas capacidades cognitivas, tais como motivação, níveis prévios de rendimento e o que implicam na aprendizagem. Inclui também as atitudes do professor em relação aos alunos.

- · Saber do contexto educativo - é o conhecimento dos objetivos educacionais, propósitos e intenções e a relação que existe no local onde está atuando.
- · Saber de outros conteúdos - são conhecimentos que estão fora do escopo da disciplina que ministram, por exemplo, da cultura pessoal.

## Metodologia

O instrumento de coleta dos dados do presente trabalho, de cunho qualitativo (LUDKE; ANDRE,2004) foram entrevistas semiestruturadas, na qual os professores foram indagados sobre sua experiência trabalhando no cursinho; as contribuições desse trabalho; conteúdos de Física e além da Física que são importantes; organização da aula; diferenças entre os cursinhos e a escola básica; influência do trabalho do cursinho. Este tipo entrevista consiste em uma conversa objetiva, com um caráter de interação marcante. Ela discorre sobre um tema proposto, podendo existir perguntas que se ajustam ao tema, ou servem como apoio no caso de o entrevistado mudar o assunto ou perder o foco (BARBOSA, 2008, p. 2).

Os sujeitos de nossa pesquisa são ou já foram professores de Física do projeto Cursinhos Populares dentro da UNESP, campus São José do Rio Preto. Para a escolha dos sujeitos, procuramos que tivessem aspectos que os distinguissem entre si. Todos os nomes foram trocados para que suas identidades fossem preservadas.

No Quadro 1 apresentamos algumas características de cada um deles.

QUADRO 1 Tabela informativa sobre os entrevistados

Todos os entrevistados passaram pelo curso de bacharelado, exceto o entrevistado Davi que fez a mudança para a licenciatura durante a graduação. O

tempo de duração do curso, embora possa ser teoricamente uma informação objetiva, varia para cada aluno, sendo comum o curso de Física ter uma duração maior, quer devido a um grande número de reprovações dos alunos, quer por que o aluno abre um número menor de disciplinas por semestre, também levando em conta o número alto de reprovações. .

Como uma das características dos sujeitos, observe-se que são professores que ingressaram no curso de Física em diferentes anos e que tiveram tempos distintos para a sua conclusão.

Também notemos que alguns tiveram outras funções dentro dos CP e só dois dos entrevistados atuam como professores atualmente (Janio e Davi).

## Análises e conclusões

A partir das entrevistas e análises das respostas, pudemos descrever vários aspectos da experiência dos professores ao ensinar Física nos cursinhos comunitários. Os trechos trazidos das entrevistas exemplificam os aspectos destacados.

Ao perguntarmos sobre como foi a experiência de trabalhar no cursinho, pudemos destacar diversos saberes que foram mobilizados ou construídos. Os mais enfatizados foram os saberes da ciência da educação, saberes do aluno, disciplinares e pedagógicos de conteúdo. Estes saberes foram manifestados pela preocupação dos professores com a organização das aulas para que os alunos compreendessem melhor a matéria e a preocupação para que as disparidades cognitivas dos alunos fossem sempre sanadas. Para Rafael,

... a experiência foi boa em todos os aspectos. Aprender a lecionar, a lidar com alunos e poder contribuir de certa forma para com o vácuo que existe entre o terceiro ano e a universidade.

Sobre as contribuições percebidas pelos professores para sua formação docente, eles falaram principalmente sobre os saberes dos alunos. Trabalhar no cursinho contribuiu com a possibilidade de ver e entender o aluno de maneira mais ampla:

Não é o passar os alunos no vestibular, e sim dos alunos alcançarem um objetivo. É que no caso do cursinho o objetivo é o vestibular, então é o aluno alcançar o objetivo dele. (Davi)

Os saberes dos alunos também foram um destaque nas respostas dos professores sobre o que mais gostaram sendo professores. Os professores perceberam a necessidade da ponte que precisa ser construída entre o professor e os alunos para que resultados satisfatórios de aprendizagem sejam obtidos. Janio disse:

É bastante prazeroso quando você vê que os alunos passaram, seja na universidade pública, seja uma bolsa em uma universidade particular, por que eles querendo ou não eles estão realizando um sonho deles e os professores do cursinho os ajudam a chegarem a esse objetivo.

Em relação aos pontos que os professores menos gostaram, destacamos aspectos relacionados ao saber de outros conteúdos e o curricular, quando, por exemplo, o professor descreve a indisciplina por parte dos alunos e também sua queixa pelo conteúdo ser extenso para um curso de curto período como um cursinho

pré-vestibular:

Não gostei de um conteúdo extenso ter que ser passado em curto prazo. (Gustavo)

Sobre o que o professor acha que é importante saber, os conteúdos disciplinares, ou seja, o saber da especialidade cientifica foi destacado:

O domínio de conteúdo. Quando você tem a sua formação e você está falando dela para os alunos, além de você passar o conteúdo com mais gosto e com mais segurança, isso é um incentivo para quem está assistindo a aula e vê o quão Física é legal e interessante. (Vagner)

Provocados com a pergunta do que além da Física era preciso saber, os professores expressaram saberes dos alunos, ligados à preocupação a respeito do interesse ou desinteresse dos mesmos sobre conteúdos e atividades:

Ele (o professor) tem que ser mais humano. Ele tem que se por no lugar do aluno, por que as vezes no cursinho tinha pessoas que chegavam cansados do trabalho e estava ali disposto a ter aula, só que tem vez que o cansaço pesa mais então o aluno dá uma cochilada, ou prefere ficar um pouco para fora, tomar uma água e tudo mais. Então o professor não pode ser carrasco de acusar que um aluno que dorme não presta, ele tem que tentar conversar com ele, perguntar o que está acontecendo, se ele tem que melhorar a aula, se ele prefere trocar o horário, tem que tentar ajudar o aluno não só na sua aula, mas na sua maneira também. (Marina)

Quando perguntados sobre as mudanças que ocorreram em seu jeito de dar aulas devido ao trabalho no cursinho, suas respostas estavam ligadas ao saber pedagógico de conteúdo e saber das ciências da educação, destacando suas mudanças no seu método de explicação para os alunos e em sua visão, tirando a aula do foco principal e colocando este foco no aluno:

...você tem que saber passar de uma maneira simples aquela ideia e fazer com que todos os alunos entendam. (Marina)

A variedade dos saberes docentes destacados, além dos outros aspectos relacionados à experiência dos professores, permitiram que descrevêssemos alguns pontos da atuação dos mesmos nos cursinhos e os saberes mobilizados nessas ações. Ainda que pesem sobre os cursinhos pré-vestibulares todos os problemas relacionados com a necessidade de sua existência e com seus objetivos diretamente ligados aos problemas dos exames vestibulares em si e todo o sistema educacional incluindo o sistema de ensino superior, eles, ainda que como sistemas de educação não formal e projetos de extensão universitária, têm uma possibilidade potencial de contribuir com a formação de seus professores.

## Referências

ARAUJO, Elaine S.N.N.; CALUZI, João J.; CALDEIRA, Ana Maria A. (org.). Divulgação e cultura científica e ensino de Ciências: estudos e experiências. São Paulo: Escrituras Editora, 2006.

BARBOSA, E.F., Instrumentos de coletas de dados em pesquisas educacionais , Florianópolis, SC, 2008, disponível em

http://www.inf.ufsc.br/~verav/Ensino\_2013\_2/Instrumento\_Coleta\_Dados\_Pesquisas \_Educacionais.pdf, acessado em 08/11/2015.

BRASIL. Plano Nacional de Extensão Universitária . 2000. Disponível em: http://www.uniube.br/ceac/arquivos/PNEX.pdf

BRASIL. Constituição, 1988

BUENO LEAL, H.; GOMES, C. A Promoção do Acesso à Educação Superior: custos e benefícios de um projeto de extensão . Meta: Avaliação | Rio de Janeiro, v. 3, n. 7, p.41-60, jan. /abr.2011

GALINDO, M. A., Melhoria do ensino de ciências nas séries iniciais do Ensino Fundamental: contribuições e limites de um Projeto colaborativo. São Paulo, 2007

GAUTHIER, C. (et al.) Por uma teoria da pedagogia: pesquisas contemporâneas sobre o saber docente. Ijuí: Editora Unijuí, 1998.

LUDKE, M., ANDRÉ, M.E.D.A., Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas , São Paulo, Ed. E.P.U., 8ª edição, 2004, capítulo 3, págs. 25-44

SIMSON, R. M. V.; PARK, M. B.; FERNANDES, R. S. (orgs.). Educação não formal: cenários da criação . Campinas: Editora da Unicamp/Centro de Memória, 2001, p. 315.

TARDIF, M. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos universitários: Elementos para uma epistemologia da prática profissional dos professores e suas conseqüências em relação à formação para o magistério. IN Revista Brasileira de Educação, jan/fev/mar/abr, nº 13, 2000.

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