Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

MISTICISMO QUÂNTICO: RESISTÊNCIA DE PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL EM TRABALHAR AS RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIA E CULTURA EM SALA DE AULA

Marcia T. Saito, Ivã Gurgel

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XVI
Ano
2016
Data
05/09/2016
Linha de pesquisa
Filosofia, História E Sociologia Da Ciência E O Ensino De Física
Tipo
Comunicação

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do EPEF 2016

Texto completo

## MISTICISMO QUÂNTICO: RESISTÊNCIA DE PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL EM TRABALHAR AS RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIA E CULTURA EM SALA DE AULA

## QUANTUM MISTICISM: RELUCTANCE OF INITAL TRAINING TEACHERS TO DISCUSS SCIENCE AND CULTURE RELATIONS IN THEIR CLASSES

Marcia Tiemi Saito , Ivã Gurgel 1 1,2

1 Programa Interunidades em Ensino de Ciências/Universidade de São Paulo, marcia.saito@usp.br 2 Instituto de Física da Universidade de São Paulo/Departamento de Física Experimental, gurgel@usp.br

## Resumo

O discurso em favor do respeito à diversidade cultural tem ganhado cada vez mais força nos últimos anos. Porém, a mediação de conflitos que podem ser gerados devido ao encontro de diferentes culturas na sala de aula ainda é um grande desafio. Este trabalho tem como objetivo avaliar a aceitação de professores em formação inicial em trabalhar as relações entre ciência e cultura nas suas aulas. Nele, são discutidos os resultados de uma atividade feita com professores do curso de licenciatura em Física da Universidade de São Paulo, no contexto de uma disciplina que explora as relações entre ciência e cultura e busca desenvolver uma visão de ensino-aprendizagem em Física como formação cultural. A atividade consistiu de uma discussão com os professores sobre o fenômeno cultural denominado 'misticismo quântico' - que, dentre outras coisas, se apropria da Física Quântica para explicar processos de cura - e suas origens históricas, além da discussão de como esse tema poderia ser utilizado em sala de aula. Para a análise dos resultados, foram feitas as transcrições das aulas filmadas e a análise textual discursiva das atividades escritas. Durante a discussão, houve alguns episódios, nos quais ficava claro o choque entre duas culturas: uma cultura mais científica e outra mais mística/religiosa. Além disso, tanto na discussão como na atividade escrita, alguns professores se opuseram a trabalhar esse tema em sala de aula e, poucos se dispuseram a trabalhá-lo de uma perspectiva cultural. Mesmo após várias discussões a respeito das relações entre ciência e cultura feitas ao longo da disciplina, os professores ainda resistiram em trabalhar temas concretos que envolvem a Física e a cultura, nessa perspectiva. Isso indica que o receio de enfrentar conflitos culturais ainda é um dos maiores obstáculos para essa aproximação e que o diálogo entre duas culturas diferentes ainda é complicado.

Palavras-chave : Cultura, ciência, misticismo quântico, conflitos culturais, diversidade cultural.

## Abstract

The support for respecting the cultural diversity has been growing in the last years. Despite this, dealing with conflicts that can be generated by the clash between two different cultures in school is still a big challenge. The aim of the present work is

evaluate the acceptance of initial training teachers to discuss science and cultural relations in their classes. The results obtained from an activity made with undergraduate physics teachers from the University of Sao Paulo were discussed. The activity was made in the context of a course which explored science and culture relations, and tried to develop the concept that teaching and learning physics is a cultural process. We discussed with the teachers about the cultural phenomenon called 'quantum mysticism' - which, besides other things, appropriates the Quantum Theory to explain healing processes - and about its historical origins. We also discussed about how this subject could be explored with high school students. To analyze the results, we recorded the class and made the transcriptions of the discussion. We also made the textual discursive analysis of the written activities. During the discussion, there were some situations when it was clear the clash between two different cultures: a scientific and a mystical/religion. Furthermore, in the discussion and in the written activities some teachers said that they would not discuss this subject in their classes, and just a few said that they would discuss this subject from a cultural perspective. Even with many discussions about the relations between science and culture made along the course, teachers showed reluctance to teach a concrete subject connecting physics and culture. This indicates that the concern about getting into a situation of a cultural conflict is still one of the biggest obstacles for this approximation and that the dialogue between two different cultures is still complicated.

Keywords : Culture, science, quantum mysticism, cultural conflicts, cultural diversity.

## Introdução

Segundo Mintz (2010), o conceito de cultura foi sendo construído e discutido ao longo do tempo e até hoje não se tem um consenso sobre o que lhe define. No entanto, sabe-se que ela pode ser considerada uma propriedade humana ímpar, baseada nas formas simbólicas de comunicação, vida social e interação humana. Para Laraia (2009), a cultura condiciona a visão de mundo das pessoas e, por conta disso, pessoas de diferentes culturas possuem visões desencontradas das coisas. Isso faz com que, muitas vezes, a nossa herança cultural nos condicione a reagir depreciativamente em relação àqueles que agem fora dos padrões aceitos pela maioria da comunidade ou que tenhamos a propensão em considerar o nosso modo de vida como o mais correto e mais natural. Essa tendência, denominada etnocentrismo, quando levada ao extremo, é responsável pela ocorrência de diversos conflitos sociais (Laraia, 2009).

Assim, a escola, como parte integrante da sociedade, acaba inevitavelmente sendo permeada por essas questões. E, apesar do discurso a favor do respeito à diversidade cultural estar ganhando cada vez mais força nos últimos anos, a mediação de conflitos que podem ser gerados devido ao encontro de diferentes culturas na sala de aula ainda é um grande desafio (Gusmão, 2000). Dessa forma, propostas que enxergam a Física ou a ciência como uma cultura específica (Zanetic, 1989), acabam tendo que lidar com esses conflitos.

## O fenômeno cultural do misticismo quântico

O fenômeno do misticismo quântico é um fenômeno cultural que tem suas origens na própria elaboração da Teoria Quântica, a partir de discussões, entre seus elaboradores, relacionadas principalmente com a necessidade de um observador consciente no resultado de um experimento, e a partir das influências do pensamento oriental e de filósofos influenciados por este, em alguns físicos quânticos, como W. Pauli, A. Eddington e E. Schrodinger (Marin, 2009).

Com essas discussões, presentes até hoje nas diferentes interpretações da Física Quântica, a possibilidade da mente poder interferir na matéria despertou interesse e ganhou visibilidade em comunidades não-científicas. E, atualmente, o misticismo quântico pode ser considerado um fenômeno cultural, pois se disseminou amplamente na mídia e em boa parte da sociedade. Dentre suas características, está a de estabelecer relações entre mente e Física Quântica, que vão além daquelas presentes nas diferentes interpretações da Teoria Quântica (Pessoa Jr, 2010). Além disso, o misticismo quântico também se caracteriza por se apropriar de alguns conceitos da Física Quântica para tentar explicar fenômenos que estão fora do âmbito da Física, como o processo de cura (Chopra, 1989), por exemplo.

Nesse contexto, o misticismo quântico se apresenta como um interessante tema, que abarca relações entre ciência e cultura, e em como esta influencia naquela e vice-versa, e que poderia ser trabalhado em sala de aula.

## Contexto de pesquisa

A presente pesquisa tem como objetivo avaliar a aceitação dos professores em trabalhar as relações entre ciência e cultura na sala de aula, mais especificamente as apropriações da Física Quântica, representada pelo misticismo quântico, e sua grande disseminação no meio sociocultural ocorrida nas últimas décadas. Ela foi realizada com duas turmas de professores em formação inicial, do curso de licenciatura em Física da Universidade de São Paulo, no contexto da disciplina de 'Ciência e Cultura'. Essa disciplina parte do pressuposto de que as dificuldades de se aprender ciências e, especificamente Física, não podem se resumir à falta de seus pré-requisitos formais, mas que elas estão relacionadas a incompatibilidades culturais dos estudantes com as ciências ou com a forma em que elas são ensinadas. Por conta disso, os professores devem estar preparados para desenvolver atividades culturais com seus alunos, a fim de proporcionar-lhes uma formação cultural mais ampla, capaz de dar subsídios aos seus estudos. Assim, essa disciplina tem como objetivo explorar as relações entre ciência e cultura e desenvolver uma visão de ensino-aprendizagem em Física como formação cultural, tomando-se como perspectiva uma abordagem humanística e crítica.

A atividade relatada foi feita em uma das últimas aulas da disciplina, de tal forma que os professores já haviam discutido amplamente o conceito de cultura, como ela influencia os sujeitos e as sociedades, as vantagens de se conhecer outras culturas e, assim, desnaturalizar e compreender a cultura em que se está inserido, a questão da identidade cultural, a possibilidade de conflitos na convivência entre diferentes culturas, o papel da educação na formação cultural e na mediação desses conflitos, as relações entre ciência, cultura e sociedade, a possibilidade de se interpretar a Física como cultura e como o ato de se ensinar Física pode ser interpretado como o encontro entre culturas.

Nesse contexto, a atividade realizada consistiu de duas partes: a primeira foi uma aula/discussão com os professores sobre o 'misticismo quântico' e a sua leitura como um fenômeno cultural, o que o caracteriza, suas origens históricas, sua relação com a Física Quântica e sobre como esse tema poderia ser utilizado em sala de aula, essa discussão se baseou na análise de um trecho do livro 'A cura quântica', de Deepak Chopra (Chopra, 1989). Para a análise posterior da discussão, esta foi filmada. Já na segunda parte, foi proposto aos professores que eles assistissem ao filme 'Quem somos nós' (Arntz et al., 2004) e fizessem uma atividade escrita, dizendo como eles o utilizariam em sala de aula.

## Metodologia, análise e resultados

Para a análise dos resultados, foram feitas as transcrições das filmagens das aulas das duas turmas de professores, de acordo com o proposto por Carvalho (2006), e das quais foram selecionados os 'episódios de ensino', ou seja, 'momentos extraídos de uma aula, onde fica evidente uma situação que queremos investigar' (Carvalho, 2006, p. 33). Já o conteúdo das atividades escritas foi analisado com base no processo da Análise Textual Discursiva (Moraes, 2003), no qual, a partir das propostas dos professores, foram criadas unidades de análise que, por sua vez, foram categorizadas.

Os episódios de ensino de interesse para a nossa análise são aqueles nos quais ficou evidente um choque entre duas culturas: uma cultura mais científica e outra mais mística/religiosa. Foram identificados três episódios, os quais são descritos, na Tabela 1.

Tabela 1: Transcrição de dois episódios de ensino.

Nos dois primeiros episódios apresentados, ficou evidente que as situações de choque entre uma cultura mais científica e outra mais mística/religiosa podem ser bem conflitantes e fazer com que os participantes se envolvam tão fortemente na discussão, a ponto de fazer com que a situação fique constrangedora. Já no terceiro episódio, isso se mostra como um motivo para que os professores se oponham a trabalhar esse tema em sala de aula.

Já as categorias identificadas nas atividades por escrito, nas quais os professores diziam como eles trabalhariam o filme 'Quem somos nós?' em sala de aula foram: a) Discussão sobre a realidade, b) Discussão sobre a natureza da ciência, c) Usariam o filme para estimular a curiosidade sobre a Física Quântica, d) Discussão sobre o uso correto dos conceitos físicos, e) Discussão sobre a relação entre cognição e percepção, f) Fariam uma filosofia sobre os conceitos físicos, g) Discussão sobre a relação entre ciência cultura e sociedade, h) Não usariam o filme, i) Usariam o filme para estimular o senso crítico sobre os fatos apresentados, j) Discussão sobre a relação entre teorias e medidas empíricas, k) Discussão sobre a tese de que a mente pode alterar a realidade, l) Discussão sobre a relação entre mente e saúde.

No total, 23 professores fizeram a atividade por escrito, sendo que alguns deles propuseram trabalhar o filme de mais de uma forma diferente. Na Figura 1, é apresentado o número de propostas que se encaixavam em cada uma das categorias.

Figura 1: Número de propostas feitas pelos professores, que se encaixavam em cada uma das categorias identificadas.

<!-- image -->

Nota-se que apenas dois professores propuseram trabalhar as relações entre ciência, cultura e sociedade. Porém, somente um deles propôs enxergar a Ciência como uma cultura específica, conforme se pode ver no trecho extraído da sua proposta:

- (...) decidi explorar o documentário proposto também com analise de como é tratado a cultura cientifica nas mídias. Assim eu proporia uma atividade que não somente discutiria esse documentário, mas que o conflitasse com outro com uma visão mais cientifica (ou de divulgação cientifica). Para conflitar com o documentário 'Quem Somos Nós' escolhi o 'Particle Fever' (sobre o LHC). (Trecho extraído da proposta do professor 7, grifos nossos)

No entanto, ambos reconhecem que existe um conflito cultural entre a cultura científica e uma cultura mais mística, muitas vezes caracterizada como 'pseudociência' pelos cientistas, de forma depreciativa, conforme podemos ver nos trechos extraídos das propostas desses dois professores:

Esta atividade terá o objetivo apenas de aumentar a autonomia dos estudantes em avaliar esses e outros materiais a fim de reconhecem minimamente os conceitos físicos e distingui-los de pseudociências que se apresentem em moldes científicos. Sabendo que ocorrências de conflitos poderiam surgir me cabe estabelecer um objetivo secundário que abrange a

reflexão sobre os diferentes pontos de vista e seus campos de aplicação convenientes. (Trecho extraído da proposta do professor 7, grifos nossos)

- (...) explicaria os erros físicos mostrados no filme e falaria um pouco sobre os autores, colaboradores e apoiadores do filme, mostrando que muitos deles gozam de uma posição social favorável graças ao envolvimento deles com o misticismo quântico e que muitos deles, embora implicitamente, deixam bem claro que o principal objetivo nessa área é sim ganhar dinheiro, distorcendo conceitos físicos para leigos a fim de doutriná-los a um pensamento não autônomo. (Trecho extraído da proposta do professor 8, grifos nossos)

Observa-se também que dois professores disseram que não usariam esse filme e nem trabalhariam esse tema em sala de aula. Seus motivos se relacionavam ao contexto escolar, à distorção dos conceitos físicos e a uma possível deslegitimação da Física Quântica, conforme os seguintes trechos extraídos de suas propostas:

Não creio que esse tipo de conteúdo possa ser levado, por exemplo, para sala de aula. Primeiramente, no ensino atualmente não se trabalha física quântica por ser um conteúdo muito difícil de ser explicado sem conceitos muito aprofundados, e também pela própria formação do professor. Não são todos os professores que são totalmente preparados para lecionar qualquer tipo de conteúdo. Supondo que física quântica fosse lecionada no ensino médio, e que os alunos tivessem um pouco de conhecimento sobre o assunto, como complemento da aula em usar esse documentário e usar outra coisa, usaria outra coisa. Há muita distorção de conteúdos, e muita coisa envolvida que não faz muito nexo. (Trecho extraído da proposta do professor 9, grifos nossos)

Embora o misticismo quântico seja um assunto consideravelmente em voga, eu como professor de Física dificilmente trabalharia ele em aula. Primeiro pelo contexto escolar, onde muitas escolas não conseguem dar conta das matérias a serem passadas e dificilmente sobra tempo de falar sobre física quântica, segundo porque a definição de física quântica mais aceita hoje dentro da física destoa e muito de tudo aquilo que é apresentado no documentário, de tal forma a deslegitimar a própria física quântica. (Trecho extraído da proposta do professor 10, grifos nossos)

Da análise das atividades escritas, foi possível notar que foram poucos os professores que se propuseram a trabalhar o tema do misticismo quântico, explorando as relações entre ciência, cultura e sociedade, sendo que apenas um deles se propôs a apresentar a ciência como uma cultura específica. Além disso, o conflito cultural entre uma cultura mais científica e outra mais mística/religiosa se apresentou nas propostas tanto dos professores que se propuseram a trabalhar esse tema de uma perspectiva cultural, quanto nas dos que se opuseram a isso. Esse conflito se apresenta como um motivo para confrontar essas duas culturas, no primeiro caso, e como um motivo para evitá-lo, no segundo caso. No entanto, na análise das duas atividades, foi possível observar também que o incômodo daqueles que se identificam mais com a cultura científica com relação à cultura mística/religiosa se dá pela sensação de que, no caso do misticismo quântico, essa cultura se apropria dos conceitos científicos, distorcendo-os, muitas vezes para se aproveitar do respaldo que a cultura científica possui.

## Considerações finais

Na análise dos resultados, os episódios da discussão com os professores mostraram que o choque entre uma cultura mais científica e outra mais

mística/religiosa pode ser bem conflitante, e que isso pode ser um motivo para que os professores se oponham a trabalhar esse tema em sala de aula. Já com as atividades escritas, foi interessante notar que, mesmo após várias discussões envolvendo as relações entre ciência e cultura realizadas ao longo da disciplina, dos 23 professores que a realizaram, apenas 2 se propuseram a trabalhar essas relações, sendo que apenas um deles quis apresentar a ciência como uma cultura específica e 2 deles se opuseram a trabalhar esse tema. Além disso, o conflito entre essas duas culturas se apresentou nos dois grupos de professores, tanto como um motivo para confrontá-las, como para evitar o conflito. Em ambas as atividades, também ficou claro que o incômodo da cultura científica com o misticismo quântico se dá pela sensação de que essa cultura se apropria dos conceitos científicos, distorcendo-os, muitas vezes para se aproveitar do respaldo que a cultura científica possui. Ou seja, há um sentimento de ter sua cultura invadida e distorcida. Tudo isso indica que a questão dos conflitos culturais é bem delicada e que o receio de enfrentá-los ainda é um dos maiores obstáculos para enxergar a Física como uma cultura específica e para aproximá-la de outras culturas, a fim de dialogar com elas.

## Referências

ARNTZ, William, HOFFMAN, Matthew, CHASSE, Betsy, VICENTE, Mark. Quem somos nós? Estados Unidos, 2004. Filme. Disponível em: &lt;https://www.youtube.com/watch?v=0ljf3P3O51s&gt;. Acesso em: 28 abr. 2016.

CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Uma metodologia de pesquisa para estudar os processos de ensino e aprendizagem em salas de aula. In: SANTOS, F.M.T., GRECA, I.M. (Org.). A pesquisa em Ensino de Ciências no Brasil e suas Metodologias. Ijuí: Ed. Unijuí; 2006. p. 13-48.

CHOPRA, Deepak. A cura quântica : o poder da mente e da consciência a busca da saúde integral. São Paulo: Best Seller, 1990. Original em ingles: Quantum healing . New York, Bantam Books, 1989.

GUSMÃO, Neusa Maria Mendes de. Desafio da diversidade na escola. Revista Mediações. Londrina, v. 5, nº 2, pp. 9-28, jul./dez. 2000.

LARAIA, Roque de Barros. A cultura condiciona a visão de mundo do homem. In: LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 2009, p. 67 - 74.

MARIN, Juan Miguel. 'Mysticism' in quantum mechanics: the forgotten controversy. European Journal of Physics, 30, 807-822, 2009.

MINTZ, Sidney W. Cultura: uma visão antropológica. Tempo. Revista do Departamento de História da UFF, v. 14, n. 28, Niterói: EDUFF, 2010.

MORAES, Roque. Uma tempestade de luz: a compreensão possibilitada pela análise textual discursiva. In: Ciência &amp; Educação , v.9, n:2, p. 119-211, 2003.

PESSOA Jr, Osvaldo. O fenômeno cultural do misticismo quântico. In: FREIRE Jr, O.; PESSOA Jr, O.; BROMBERG, J.L. (Org.). Teoria Quântica : estudos históricos e implicações culturais. Campina Grande: EDUEPB; São Paulo: Livraria da Física, 2011, p. 281-302.

ZANETIC, João. Física Também é Cultura. 1989. Tese (Doutorado em Educação) Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.