Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

A HISTÓRIA E A FILOSOFIA DA CIÊNCIA NA SALA DE AULA: REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE FÍSICA

Sandra Regina Teodoro Gatti, Roberto Nardi

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XV
Ano
2014
Data
28/10/2014
Linha de pesquisa
Formação E Prática Profissional Do Professor De Física
Tipo
Pôster

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do EPEF 2014

Texto completo

## A HISTÓRIA E A FILOSOFIA DA CIÊNCIA NA SALA DE AULA: REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE FÍSICA. i

## THE HISTORY AND PHILOSOPHY OF SCIENCE IN THE CLASSROOM: REFLECTIONS FROM A PHYSICS TEACHERS EDUCATION

Sandra Regina Teodoro Gatti , Roberto Nardi 1 2

1 UNESP/Departamento de Educação/ sandragatti@fc.unesp.br 2 UNESP/Departamento de Educação/ nardi@fc.unesp.br

## Resumo

Em pesquisa anterior (Autores, 2008) desenvolvemos um projeto de formação de professores procurando discutir a aproximação da História e Filosofia da Ciência ao ensino. Para tanto desenvolvemos um curso com 40 horas de duração. Cinco professoras que estavam lecionando Física participaram da proposta, apenas duas com formação específica na área. Na presente pesquisa, buscamos investigar, três anos depois, de que forma uma dessas professoras que passaram pela experiência do curso desenvolvido, tendo como foco as reflexões sobre os limites e possibilidades da aproximação da História e Filosofia da Ciência no ensino, pôde, ou não, incorporar as discussões em sua prática docente. Para tanto, entramos em contato com uma das docentes que aceitou receber uma licencianda do último ano do curso de Física, em atividades de estágio de regência. Sua participação consistiu em orientar o trabalho da aluna que deveria desenvolver uma sequência didática a partir da utilização de aspectos da História e Filosofia da Ciência no ensino. Além disso, pretendíamos pesquisar as possibilidades deste modelo de investigação para o desenvolvimento de laços de cooperação entre a universidade e as escolas de nível médio, articulando o desenvolvimento profissional dos professores em exercício à formação inicial. Os resultados indicam algumas marcas do curso desenvolvido na fala e nas ações desenvolvidas pela docente.

Palavras-chave : História da Ciência, Formação de professores, Filosofia da Ciência.

## Abstract

In previous research (Authors, 2008) we developed a project of teacher trying to discuss the approach of the History and Philosophy of Science in the teaching. For this we develop a course with 40 hours. Five teachers who were teaching Physics participated, only two specifically trained in the area. In this research, we investigate three years later , how one of those teachers who have experienced the course developed , focusing on the reflections on the limits and possibilities of approximation of History and Philosophy of Science in education , could , or not incorporate discussions on their teaching practice. To do so, we contacted the teacher who accepted to receive the undergraduate student in the final year of Physics, developing internship in regency activities. Her participation consisted of guiding the work of the student that should develop a teaching sequence from the use of aspects

of the history and philosophy of science in education . Furthermore , we wanted to investigate the possibilities of this research model for the development of ties of cooperation between universities and high schools , coordinating the professional development of practicing teachers to initial training . The results indicate some brands of course developed in speech and actions developed by the teacher.

Keywords : History of Science, Teacher Training, Philosophy of Science.

## A História e a Filosofia da Ciência e o ensino de Ciências.

A pesquisa em ensino de Ciências tem evidenciado nas últimas décadas a importância do papel da História e Filosofia da Ciência no ensino e na formação de professores. Tais discussões têm permeado inclusive a elaboração de documentos, tais como os PCNs e PCN+, que passaram a apontar a necessidade de se considerar tais contribuições no ensino.

Autores como Matthews (1994), defendem a utilização de uma abordagem histórica no ensino na medida em que esta:

- 1. desperta o interesse dos alunos; 2. humaniza os conteúdos, 3. Proporciona uma melhor compreensão dos conteúdos científicos mostrando seu desenvolvimento e evolução; 4. Tem valor intrínseco a compreensão de episódios cruciais na história da ciência, como o darwinismo, por exemplo; 5. Demonstra que a ciência é mutável e dinâmica e que, consequentemente, o conhecimento científico atual é suscetível de ser transformado; o que 6. Desta maneira, combate a teologia cientificista; e finalmente 7. A história permite o conhecimento mais rico do método científico e mostra as fases de mudança das metodologias aceitas.' (Matthews, 1994, p. 259).

Mas será que qualquer abordagem é capaz de proporcionar tais benefícios à formação de alunos e professores? Que tipo de história tem sido utilizada no ensino? Allchin (2000), ao discutir como não devemos ensinar a História da Ciência , salienta graves problemas, tais como, a apresentação apenas de seus produtos, ignorando o processo de construção, a dificuldade em expor os erros cometidos, a apresentação do método científico como um algoritmo, capaz de conduzir à verdade, entre outros.

Nesta pesquisa, na tentativa de evitar uma visão distorcida e fragmentada da atividade científica, procuramos desenvolver atividades de formação inicial e continuada, a partir das reflexões sobre a construção do conhecimento científico e das possibilidades de aproximação da História e Filosofia da Ciência ao ensino.

Pesquisa concluída com licenciandos do curso de Física, Gatti (2005, 2009), Gatti, Silva e Nardi (2004, 2007) revela a existência de distorções nas concepções dos participantes sobre alguns aspectos da natureza da construção do conhecimento, tais como a visão de Ciência como uma enciclopédia de fatos estabelecidos, ignorando o caráter social de sua construção, a admissão da intervenção divina no mundo natural, uma visão dos modelos científicos como cópias da realidade, além de uma imagem cumulativa do conhecimento.

Esta abordagem significa uma tentativa de evitar a repetição de informações que não podem ser compreendidas pelo aluno e começar a estabelecer estratégias e os conteúdos que permitam ao aluno realizar um trabalho cognitivo e poder superar os obstáculos da aprendizagem. (Gagliardi, 1988, p.292).

Além disso, a necessidade da introdução da Filosofia da Ciência no ensino de Ciências tem sido sustentada por vários autores (Matthews, 1994; Driver et. al., 1996; Duschl, 1997; Isquierdo, 2000).

As finalidades propostas por estes autores são sintetizadas e organizadas por Adúriz-Bravo et. al. (2002, p. 468), tais como: 1) a necessidade de se discutir o papel da Ciência na história da humanidade e não apenas a mera acumulação de conteúdos científicos, com um perfil enciclopedista; 2) a importância da reflexão teórica acerca da Ciência, propiciando uma imagem mais dinâmica e completa, menos normativa e dogmática da atividade científica, além da possibilidade de 3) contribuir para uma melhor compreensão dos próprios conteúdos científicos, funcionando como auxiliar nos processos de ensino e aprendizagem, no desenvolvimento curricular e inclusive na compreensão e utilização de modelos didáticos baseados no construtivismo.

Nesse sentido, os conhecimentos sobre a História e a Filosofia da Ciência são de vital importância para o docente que, inserido em uma orientação sócioconstrutivista, deseje problematizar o ensino e apresentar uma imagem de Ciência mais real, contextualizada e menos neutra (Furió, 1994).

Tais discussões nos conduzem à questão da formação de professores.

## A formação de professores

Repensar a formação de professores tem se revelado uma das importantes demandas da atualidade, uma vez que as pesquisas têm demonstrado que nas práticas pedagógicas e organizações escolares, praticam-se outras teorias, não necessariamente aquelas produzidas pelos resultados das investigações das ciências da Educação (Becker, 1995, apud. Pimenta, 2002).

Os debates recentes sobre o tema têm focalizado diversas questões relevantes e produzindo importantes contribuições sobre os processos de formação de professores (Nóvoa, 1992; Schön, 2000; Contreras, 1997; Garcia, 1999; Tardif, 2004, Giroux, 1990). Tais discussões confluíram para novos posicionamentos, os quais procuraram considerar o papel da "prática" no trabalho docente, agora sob um novo enfoque (Bastos e Nardi, 2008). Análises e pesquisas nessa linha originaram a vertente que propõe o " professor " como um profissional " reflexivo " (Schön, 1998; García, 1999; Contreras, 1997).

Nas últimas décadas, o modelo do professor reflexivo sofreu uma série de críticas, dentre elas a de que a reflexão a ser empreendida pelo docente não visa um objeto definido, tendendo a ficar restrita a questões imediatas das situações de aula, de forma a ignorar os determinantes econômicos, sociais, políticos e culturais que influenciam o processo de ensino e aprendizagem (Contreras, 1997).

Assim, como reação ao tecnicismo e ao modelo clássico do professor reflexivo, diversos autores preferem a idéia do professor como um intelectual crítico (Contreras, 1997; García, 1999; Giroux, 1997). O processo de reflexão crítica permitiria aos professores avançarem em seu processo de transformação da prática pedagógica, mediante sua própria transformação como intelectuais críticos.

Outro destaque desta pesquisa refere-se à importância do trabalho colaborativo entre a universidade e as escolas da Educação Básica, procurando romper a barreira que há entre pesquisadores acadêmicos e professores em exercício (Rezende e Ostermann, 2005; Zeichner, 1998).

Dessa forma, este trabalho pretende avançar na pesquisa concluída com docentes de Física em exercício na rede Pública Estadual de uma cidade no interior do Estado de São Paulo. (Gatti, 2008; Gatti e Nardi, 2009 a-b).

Busca-se agora, estender os resultados obtidos naquela ocasião, em uma tentativa de aliar o desenvolvimento profissional dos professores ao desenvolvimento da escola (Contreras, 1997), entendendo que os processos de formação não devem descartar, mas valorizar e tomar como ponto de partida as práticas atuais existentes no contexto da escola.

## Metodologia

Esta pesquisa foi realizada a partir de uma metodologia qualitativa, do tipo estudo de caso (Bogdan e Biklen, 1994). As etapas e fontes de dados estão descritos no quadro 1. A análise dos dados foi realizada a partir da Análise de Conteudo (Bardin, 1994).

## A pesquisa

Em pesquisa anterior (Autores, 2008) desenvolvemos um projeto de formação de professores procurando discutir a aproximação da História e Filosofia da Ciência ao ensino. Para tanto, desenvolvemos um curso intitulado 'A História e a Filosofia da Ciência na prática pedagógica de professores de Física', com 40 horas de duração. Na ocasião, cinco professoras que estavam lecionando Física participaram da proposta, apenas duas com formação específica na área.

Na presente pesquisa, buscamos investigar, três anos depois, de que forma uma dessas professoras que passaram pela experiência do curso desenvolvido, pôde, ou não, incorporar as discussões em sua prática docente e de que forma as marcas desta formação poderiam aparecer em seu trabalho de orientação do estágio supervisionado de uma aluna do último ano do curso de Física.

Para tanto, a pesquisa foi desenvolvida de acordo com as seguintes etapas:

Quadro 1: Etapas da pesquisa.

## Alguns Resultados:

Neste ponto, podemos voltar à questão central, abordada neste texto, ou seja, investigar de que forma a professora Denise, que passou pela experiência do curso desenvolvido, pôde, ou não, incorporar as discussões em sua prática docente e como tais marcas aparecem em seu trabalho de orientação da estagiária.

Como Denise eventualmente leciona Física, mas sua formação inicial é Química, a docente sugeriu que Fernanda elaborasse um minicurso sobre os Modelos Atômicos . A proposta elaborada foi discutida com a docente do Ensino Médio e com a professora na universidade.

Podemos considerar que o trabalho da licencianda procurou incorporar algumas das inovações discutidas durante as reuniões realizadas na universidade. O planejamento foi elaborado com o intuito de demonstrar a evolução dos conceitos, além de evidenciar aos alunos noções historicamente desenvolvidas semelhantes às concepções defendidas por eles e despertar o interesse pelo assunto. A Filosofia foi trabalhada buscando enfocar a questão dos modelos, da construção do conhecimento.

Neste recorte, procuramos enfocar principalmente as contribuições da professora Denise para o desenvolvimento do trabalho da licencianda, buscando analisar vestígios das discussões realizadas por ocasião do curso.

As impressões da professora Denise: onde estão as interferências da pesquisa em ensino desenvolvidas no curso de formação na universidade?

Ao final do estágio realizamos uma entrevista com a docente do Ensino Médio. Denise participou conosco das atividades, oferecendo apoio, sugerindo materiais e orientando a licencianda.

Desde a sugestão do tema (o mesmo desenvolvido por ela durante o curso) a troca de experiências torna-se evidente em sua fala, por exemplo, quando relata o fato de desconhecer os recursos disponíveis no site da Universidade do Colorado e ii seu desejo de conhecê-los e utilizá-los em suas aulas.

Com relação à avaliação geral do trabalho da licencianda, Denise comenta:

A aula desenvolvida sobre estrutura da matéria (evolução dos modelos atômicos) foi bem planejada, considerando-se os conteúdos abordados, a metodologia e o uso de recurso multimídia. Foram muito bem abordados os aspectos históricos sobre o desenvolvimento dos diferentes modelos atômicos pelos diferentes cientistas em sua época e os motivos que os levaram a elaborar os diferentes modelos de átomos. O aspecto representacional de modelos atômicos para explicar as teorias sobre a estrutura da matéria foi muito bem explorado, deixando claro para os alunos esse importante aspecto da Ciência.

Sobre a inserção dos aspectos referentes à História e Filosofia da Ciência presentes nas aulas, a docente revela:

Esse aspecto foi muito bem discutido, uma vez que foi questionado o que se pensava sobre estrutura da matéria ao longo dos tempos, desde a Grécia antiga com as especulações filosóficas sobre a teoria dos quatro elementos evoluindo para as primeiras concepções científicas atomistas dos elementos químicos (século XVIII), fundamentadas no empirismo.(...)

Denise revela em sua fala as contribuições da aproximação da História e Filosofia da Ciência no ensino, aspectos que foram discutidos no curso realizado em 2008, conforme pode ser visto abaixo:

Acho importante abordar o aspecto histórico e filosófico no ensino das Ciências, uma vez que essa abordagem é uma forma de humanizar a Ciência, deixando claro para o aluno que a Ciência é uma construção humana que se desenvolve ao longo dos tempos. O conhecimento científico é construído em diferentes épocas e contextos históricos e culturais que devem ser considerados e não apenas apresentados para os alunos, como algo pronto e acabado.

Com relação às dificuldades envolvidas nesta abordagem, a docente referese à apresentação dos conteúdos nos Cadernos do Currículo de Estado de São Paulo além da necessidade de preparação dos alunos para o ENEM e vestibulares, por exemplo, dificultando uma abordagem que demandaria mais tempo. Além disso, a docente também relata sua necessidade de buscar mais conhecimentos sobre o tema.

## Considerações Finais

Nesta pesquisa buscamos inserir a discussão sobre a aproximação da História e Filosofia da Ciência no ensino de Ciências dentro de atividades que buscavam integrar a formação inicial e o desenvolvimento profissional de professores em exercício. A questão central referia-se a avaliar o impacto de um projeto de formação na prática docente de uma das participantes, investigando, três anos depois, como tais discussões puderam ou não estar presentes em sua prática e em seu discurso de orientação de uma licencianda do último ano do curso de Física.

Os resultados da pesquisa podem ser discutidos a partir de dois aspectos principais: 1) reflexos do curso na formação docente e 2) em sua atuação em sala de aula.

No discurso de Denise, professora em exercício, aparecem marcas da formação anterior, realizada na universidade. Suas orientações ao trabalho da licencianda trazem à tona conceitos referentes às vantagens da aproximação da História e Filosofia da Ciência ao ensino, de acordo com a literatura (Matthews,

1994; Driver et. al., 1996; Duschl, 1997; Isquierdo, 2000, Adúriz-Bravo et. al. (2002, p. 468).

Isto não assegura, entretanto que tais aspectos possam ser plenamente trabalhados em sua prática cotidiana como docente de Física. As dificuldades para o desenvolvimento de uma abordagem mais contextualizada são relatadas pela docente, o que suscita a necessidade de estender o trabalho de cooperação, buscando envolver mais alunos e professores do Ensino Médio, vistos como parceiros e não como meros consumidores dos resultados de pesquisas desenvolvidas nas universidades.

## Referências

ADÚRIZ-BRAVO, A.; IZQUIERDO, M.; ESTANY, A. Una propuesta para estructurar la enseñanza de la Filosofía de la Ciencia para el profesorado de Ciencias en formación. Enseñanza de Las Ciencias , v. 20, n. 3, p. 465-476. 2002.

ALLCHIN, D. How NOT to teach history in science. In F. Finley, D. Allchin, D. Rnees, and S. Fifield (eds), Proceedings of the Third International History, Philosophy, and Science Teaching Conference , Vol. 1 (Minneapolis: University of Minnesota), 13-22. 1995.

BASTOS, F. ; NARDI, R. Debates recentes sobre formação de professores: considerações sobre contribuições da pesquisa acadêmica. In: BASTOS, F.; NARDI, R. (Org.). Formação de Professores e Práticas Pedagógicas no Ensino de Ciências : contribuições da pesquisa na área. São Paulo: Escrituras, 2008. 223p. (Educação para a ciência, 8). ISBN: 978-85-7531-315-2.

BOGDAN, R. & BIKLEN, S. K. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto, Portugal: Editora Porto. 1994.

CONTRERAS, J. La autonomía del profesorado . Madrid: Morata, 1997. 231p.

DRIVER, R., LEACH, J., MILLAR, R. y SCOTT, P. Young people's images of science. Bristol: Open University Press. 1996

DUSCHL, R. Renovar la enseñanza de las ciencias. Importancia de las teorías y su desarrollo. Madrid: Narcea. (Ed. original en inglés, 1990). 1997.

FURIÓ MAS, C. J. Tendencias actuales en la formación del profesorado de Ciencias. Enseñanza de las Ciencias , v. 12, n.2, p. 188-199. 1994.

GARCÍA, C. M. Formação de professores : para uma mudança educativa. Portugal: Porto Editora, 1999.

GATTI, S. R. T. Análise de uma ação didática centrada na utilização da História da Ciência. Tese de doutorado. Campinas: Faculdade de Educação da Unicamp. 2005.

GATTI, S. R. T. História e Filosofia da Ciência na Formação continuada de professores de Física. Relatório de pesquisa. Bolsa Jovem Pesquisador -Edital 13/2011 - PROPe). 2012.

GATTI, S. R. T. Práticas pedagógicas e processos formativos de professores de professores na área de ensino de Física: a inserção da História e Filosofia da Ciência no ensino. Pós-Doutorado JR, (CNPq, processo 150398/2007-7). Relatório de pesquisa finalizado. Faculdade de Ciências, UNESP, Bauru, 2008. Supervisior: Roberto Nardi).

GATTI, S. R. T.; NARDI, R. Práticas Pedagógicas de docentes de Física em exercício: concepções iniciais sobre o papel da História da Ciência no ensino e sobre alguns aspectos dos processos de ensino e aprendizagem. In: XVIII SNEF, 2009, Vitória/ES. Anais, 2009.

GATTI, S.T., NARDI, R. E SILVA, D. A História da Ciência na formação do professor de Física: subsídios para um curso sobre o tema atração gravitacional visando mudanças de posturas na ação docente . Ciência & Educação , v. 11, n. 3, p. 491500, 2004.

GATTI, S.T., NARDI, R. E SILVA, D. Evolução das concepções de futuros docentes de Física em um curso de formação inicial. (Comunicação). Atas... XVII Simpósio Nacional de Ensino de Física. Sociedade Brasileira de Física, UFMA, São Luís, Maranhão, 2007.

GIL PEREZ, D. Orientações didáticas para a formação continuada de professores de Ciências. In. MENEZES, L. C. (ORG.) Formação continuada de professores de Ciências no âmbito ibero-americano. Campinas: Autores Associados. Coleção Formação de Professores, pp. 71 -81. 1996.

GIROUX, H. A. Os professores como intelectuais : rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. 270p.

IZQUIERDO, M. Fundamentos epistemológicos, en Perales, F.J. y Cañal, P. (comps.). Didáctica de las ciencias experimentales . Teoría y práctica de la enseñanza de las ciencias, pp. 35-64. Alcoy: Marfil. 2000.

MATTHEWS, M. R. Historia, filosofia e enseñanza de las Ciencias: la aproximación actual. Revista de Las Ciencias , v.12, n.2, p. 255-271. 1994.

MONK, M. & OSBORNE, J. Placing the History and Phylosophy of Science on the curriculum: a model for development of Pedagogy. Science Education . v.81, n. 4, p.405 - 424.1997.

NÓVOA, A. (Org.). Os professores e a sua formação . Lisboa: Dom Quixote, 1992. 158p.

PIMENTA, S. G. (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente . 3.ed. São Paulo: Cortez, 2002. 246p.

SCHÖN, D. A. Educando o profissional reflexivo : um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. 256p.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional . 4.ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 325p.

ZEICHNER, K. M. Para além da divisão entre professor-pesquisador e pesquisador acadêmico. In: GERALDI, C. M. G.; FIORENTINI, D.; PEREIRA, E. M. A. (Orgs.) Cartografias do trabalho docente . Campinas: Mercado de Letras, 1998.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.