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SABERES DOCENTES PARA NOVAS TECNOLOGIAS: O PROFESSOR DE FÍSICA COMO OBJETO DE ESTUDO

Patrícia Machado Pereira Araujo, Maria Inês De Affonseca Jardim, Nádia Cristina Guimarães Errobidart

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XV
Ano
2014
Data
30/10/2014
Linha de pesquisa
Formação E Prática Profissional Do Professor De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## SABERES DOCENTES PARA NOVAS TECNOLOGIAS: O PROFESSOR DE FÍSICA COMO OBJETO DE ESTUDO.

## TEACHERS KNOWLEDGE FOR NEW TECHNOLOGY: TEACHER OF PHYSICS AS AN OBJECT OF STUDY.

Patrícia Machado Pereira Araujo , Maria Inês de Affonseca Jardim Nádia 1 2 Cristina Guimarães Errobidart . 3

1Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Instituto de Física/INFI/UFMS, e-mail patricialinks@gmail.com

2Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Instituto de Física/INFI/UFMS, e-mail inesaffonseca@gmail.com

3Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/Instituto de Física/INFI/UFMS, e-mail nacriguer@gmail.com

## Resumo

O professor, ator principal no processo de transposição didática, diante das ferramentas de trabalho relacionadas a novas tecnologias disponibilizadas pelo Estado, necessita de um novo conjunto para realizar a transformação de um conhecimento específico em objeto de ensino. Entretanto, para efetuar essa transformação denominada de 'transposição informática' (BALACHEFF, 1994; SILVA, 2010; MATOS FILHO MENEZES, 2010), desempenhando a função de re(criador) nesse contexto tecnológico, tem enfrentado dificuldades diversas. Diante dessa situação, propomos a realização de uma pesquisa qualitativa alicerçada no referencial teórico da transposição informática e que tem como objetivo investigar a contribuição de cursos de formação de professores no desenvolvimento de saberes, entendida como necessárias para o emprego de tecnologias educacionais no ensino de ciências/física. Para a coleta de dados realizaremos entrevistas semiestruturadas com professores que atuam na rede estadual de ensino, no município de Campo Grande, MS, as quais foram transcritas e analisadas a partir da análise de conteúdo (GODOY, 1995 e BARDIN, 2002). Verificou-se que a maioria dos professores tem acesso as tecnologias, mas que não as utilizam em suas aulas. Afirmam que em sua formação básica estes conteúdos não foram ou foram pouco trabalhados e de forma teórica e descontextualizada da realidade de sala de aula.

Palavras-chave : Formação de professores; saberes docentes;; ferramentas tecnológicas.

## Abstract

The teacher, principal actor in the process of didactic transposition, before the work related to new technology tools provided by the state, you need a new set to perform the transformation of an object-specific knowledge in teaching. However, to make this transformation called "Computer transposition" (BALACHEFF, 1994; SILVA, 2010; MATOS FILHO MENEZES, 2010), performing the function of re (creator) this

technological context, has faced many challenges. Given this situation, we propose to conduct a qualitative research grounded in the theoretical framework of computer implementation and aims to investigate the contribution of training courses for teachers in the development of knowledge, understood as necessary for the use of educational technologies in science teaching / physics. For data collection will be conducting semi-structured with teachers working in state schools in the city of Campo Grande, MS interviews, which were transcribed and analyzed through the content analysis (GODOY, 1995 e BARDIN, 2002). It was found that most teachers have access technologies, but do not use them in their classes. State that in their basic training these contents were not or were poorly crafted and theoretical and decontextualized way the reality of the classroom.

Keywords : Teacher training; teaching knowledge; technological tools.

## Introdução

O papel do professor na socialização do conhecimento no contexto da sociedade tecnológica precisa ser diferente. É necessário a especialização dos saberes e o desenvolvimento com as novas tecnologias e desenvolver, aplicar e avaliar práticas pedagógicas que contribuam para com o processo de ensino aprendizagem. Já que o professor é o ator principal no processo de inclusão das novas tecnologias em sala e transformação/adaptação do conhecimento segundo essa nova estratégia de ensino.

Para isto o processo de formação de futuros professores deve, além de apresentar aspectos técnicos de utilização de ferramentas tecnológicas, enfatizar aspectos pedagógicos relacionados com a integração/inserção dessas ferramentas em sala de aula. Deve ainda, a partir de situações educativas concretas, propiciar o desenvolvimento de competências associadas com a manipulação e exploração pedagógica das TICs e de suas potencialidades, tais como: a seleção dos produtos, a preparação de atividades utilizando TICs e a utilização e exploração de recursos dessas ferramentas tecnológicas.

Para trabalhar estas novas competências são exigidas do professor presente em sala de aula, novas formas de se realizar o trabalho pedagógico de transposição didática, de transformação de um conhecimento com a utilização de ferramentas tecnológicas, ou seja, é necessário que o professor saiba fazer uma 'transposição informática' (BALACHEFF, 1994; SILVA, 2010; MATOS FILHO MENEZES, 2010). Desta forma:

[...]antes de utilizar uma ferramenta tecnológica para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem é importante identificar o saber a ser ensinado e, posteriormente, reconhecer quais as especificidades da ferramenta tecnológica que mais se ajustam a este saber, para que a ferramenta se torne um suporte eficaz no processo de ensino e aprendizagem (MATOS FILHO e MENEZES, 2010 p. 10).

Esta nova modalidade de transposição dos saberes, exige novas habilidades e competência do professor sendo, portanto, necessário propiciar a esse 'novo modelo de professor', uma boa formação inicial e continuada, para que seja o mesmo capaz de bem empregar a tecnologia ao atuar como mediador do processo ensino-aprendizagem (MERCADO, 1998).

Ao discutir o perfil do professor que emprega adequadamente as novas tecnologias na prática pedagógica, Mercado (1998) pontua a dificuldade de se preparar esse profissional por meios convencionais para desenvolver a função de re(criador) nesse contexto de ensino. Afirma que esse agente transformador precisa estabelecer novas relações entre teoria e prática para melhor se situar nesse novo espaço tecnológico e que:

O processo de preparação dos professores [para trabalhar com novas tecnologias], atualmente, consiste em cursos ou treinamentos com pequena duração, para exploração de determinados programas, cabendo ao professor o desenvolvimento de atividades com essa nova ferramenta junto aos alunos, sem que tenha oportunidade de analisar as dificuldades e potencialidades de seu uso na prática pedagógica (MERCADO, 1998, p.1).

Mercado (1998) salienta que é necessário que essa preparação/formação para trabalhar com tecnologia leve em consideração sua realidade de sala de aula, seu local de trabalho, suas ansiedades, dificuldades e deficiências (FERREIRA e GOBARA, 2006; PARANHOS e GOBARA, 2006). Entretanto, a inclusão desses aspectos e do próprio estudo das tecnologias nos currículos dos cursos de formação de professores, esbarra em muitas dificuldades.

Uma saída seria um processo de formação continuada capaz de fornecer condições para que o professor construa seu conhecimento sobre as novas tecnologias e entenda por que e como integrar estas na sua prática pedagógica. Para isso é preciso inserir o professor em '[...] espaços para o desenvolvimento de atividades de integração de tecnologias em educação, como trabalhar em grupos que desenvolvem formas de utilizar as tecnologias com finalidade educacional [...]' e '[...] centros de apoio em que os professores pudessem testar programas e receber orientações sobre o uso [...]' (MERCADO, 1998, p. 2) nos quais seriam realizados, por exemplo, encontros periódicos para troca de experiências e de programas.

Nosso objetivo foi realizar uma pesquisa para investigar a contribuição de cursos de formação de professores no desenvolvimento de saberes, entendidas como necessárias para o emprego de tecnologias educacionais no ensino de ciências/física, identificando e analisando as dificuldades para o emprego de novas tecnologias nas aulas de ciências/física, apontadas por professores de Física do ensino básico em escolas do município de Campo Grande - MS. Este artigo apresenta os resultados de três das cinco categorias de perguntas analisadas na pesquisa.

A cidade de Campo Grande - MS tem um total de 367 professores atuando nas escolas estaduais na disciplina de Física, segunda a Secretaria de Educação do Estado. Destes 271 são convocados e 96 efetivos. Entre os convocados 55 tem graduação em Física (53 em Licenciatura e 2 em Bacharelado). Entre os efetivos 47 têm Licenciatura em Física. Os outros professores convocados têm formações acadêmicas que passam por Biologia, Historia, Geografia, Agrimensura, Matemática, Pedagogia, Química e Administração e os demais efetivos temos formados em Química, Administração, Matemática e Biologia. Deste universo foram entrevistados

7 professores efetivos e Licenciados em Física o que nos da uma taxa de amostragem de aproximadamente 15%.

Como referencial metodológico, optamos pelo desenvolvimento de uma pesquisa qualitativa, pautada no referencial teórico da transposição informática (BALACHEFF, 1994). Utilizamos como instrumento para coleta de dados entrevistas semiestruturadas com os professores, que foram gravadas e transcritas para posterior analise.

As entrevistas semiestruturadas combinam perguntas abertas e fechadas, onde o informante tem a possibilidade de discorrer sobre o tema proposto. Para a aplicação utilizamos as regras propostas por Boni (2005) e Quaresma (2005). As transcrições obedeceram as regras propostas por Marcuschi (1986).

A análise dos documentos foi ajustada a técnica de análise de conteúdo, segundo a perspectiva de Godoy (1995) e Bardin (2002).

## Dados

As três categorias criadas para a tabulação e análise dos dados apresentadas neste trabalho são: Domínio Pessoal, Aplicativo Educacional e Formação Inicial. Dentro destas categorias as respostas foram tabuladas segundo as ideias centrais que continham. Nem todos os entrevistados responderam a todas as questões.

Enquadram-se na primeira categoria - Domínio Pessoal nove questões . 1

Todos (7) os entrevistados informaram que possuem computador. Para três professores o computador é um instrumento de trabalho, sendo uma ferramenta útil para navegar na internet e obter informações para 'planejar suas aulas'; dois professores utilizam o computador na comunicação com alunos e no meio profissional e apenas um utiliza para estudo. Seis professores consideram seu conhecimento em informática como básico sendo que três deles disseram terem feito curso para sua utilização, apesar de indicarem que a maior aprendizagem se dá por meio do uso cotidiano. Apenas um entrevistado considerou seu conhecimento como intermediário, creditando este conhecimento ao uso que faz do mesmo no seu no dia a dia. Pontuam domínio no emprego do Word, PowerPoint e navegação na internet e dificuldades ao utilizar o Excel.

Quatro respostas apontam como ponto positivo do computador o fato de propiciar agilidade no desenvolvimento das atividades desenvolvidas no dia a dia sejam elas relacionadas ao estudo, trabalho ou entretenimento. Apenas três entrevistados pontuaram aspectos negativos: travamento do sistema, sites não

confiáveis, programas que não consegue mexer e tempo necessário para preparar atividades para os alunos.

Compõem a categoria Aplicativo Educacional três questões . 2

No que diz respeito a estas questões três dos entrevistados não conhecem nenhum software educacional e nunca trabalharam com esse tipo de ferramenta. Três entrevistas apontam que sim já utilizou software educacional como ferramenta de auxilio nas aulas de informática como, por exemplo, os simuladores para aulas experimentais. Um dos professores indica conhecer softwares educacionais, mas não utiliza por não saber como fazê-lo. Dos que conhecem, três avaliam os softwares educacionais como adequados no que se refere aos conceituais trabalhados e dois também indicam considera-los adequados nos aspectos técnicos de programação.

Na categoria Formação inicial foram analisadas seis questões . 3

Cinco dos professores informaram não ter tido nenhum curso sobre informática na educação em sua formação inicial (graduação). Apenas um professor respondeu que teve aulas de novas tecnologias na graduação. Dois professores informaram que tiveram disciplinas que contemplavam novas tecnologias.

Apesar de não terem tido cursos específicos ligados a área de novas tecnologias, cinco professores afirmam que tiveram algum tipo de informação sobre este conteúdo, mesmo que de forma insipiente, em outras disciplina. Quanto à forma como estas informações foram trabalhadas, os entrevistados responderam que as aulas eram teóricas, e na maioria das vezes 'maçantes' além de pouco voltadas para a prática docente. Dois professores informaram que as aulas eram teóricas e práticas, sendo que as práticas eram voltadas para pesquisas em simuladores.

Quanto ao oferecimento de preparo adequado para o uso de novas tecnologias três dos entrevistados apontam que os cursos de formação inicial não preparam o educador para utilizar com competência e boa desenvoltura as novas tecnologias. Dois professores afirmam que estes cursos preparam sim o educador na utilização das competências e sua desenvoltura em novas tecnologias. E dois professores acreditam que estes cursos preparam o educador parcialmente.

Cinco das entrevistas apontam que a capacitação dos professores nos cursos de formação inicial revela a preocupação com a formação tecnológica básica (Word, Excel, PowerPoint) como instrumento de enriquecimento de aprendizagem. Dois professores discordam indicando que os cursos de formação inicial não se preocupam com a formação tecnológica básica.

Quanto à utilização de softwares educativos no curso de graduação, cinco professores acreditam que a formação inicial (graduação) não trabalhou e nem os preparou para utilizar destes softwares em sala de aula. Apenas dois professores responderam que a graduação preparou e trabalhou a utilização de softwares educativos em sala de aula.

## Análise

O acesso à tecnologia não se constitui problema para os egressos dos cursos de licenciatura em Física entrevistados na pesquisa, já que todos indicam ter computador e demonstram ter acesso à internet. Apesar disto a maioria dos entrevistados afirma ter conhecimento básico de informática. De forma contraditória afirmam também, que têm domínio dos aplicativos Word, PowerPoint e navegadores de internet, apresentando dificuldades apenas na utilização do Excel. A maioria dos professores afirma que a habilidade no uso destes programas foi adquirida no dia a dia por meio do uso dos mesmos, sem o auxilio de um ensino formal. Esta informalidade na formação pode estar ligada ao descrédito que os entrevistados creditam aos seus conhecimentos de informática.

Quanto à utilização do computador fora da sala de aula, os resultados indicam poucos professores considerando as diferentes possibilidades do uso do computador como ferramenta de comunicação para interagir com os alunos.

No que se refere ao uso de softwares educativos quase a metade dos professores desconhece completamente estes softwares. Considerando que todas as escolas Públicas Estaduais do Mato Grosso do Sul tem Laboratórios de Informática e que seu uso é disseminado pelos órgãos oficiais este desconhecimento pode evidenciar, por parte destes professores, as dificuldades encontradas pelos mesmos em decorrência da formação inicial que tiveram.

Quanto à formação inicial, fica evidente que a maioria dos professores frequentou cursos de Licenciatura em Física onde não foram trabalhados em cursos específico as metodologias ligadas as TICs. Constata-se que nos cursos frequentados por estes professores, as questões relativas as TICs, quando trabalhadas, o foram de forma dispersa em várias disciplinas. Os professores ainda afirmam que estes conteúdos foram, na maioria das vezes, trabalhados de forma teórica e 'maçante' não os preparando para utiliza-los no dia a dia da sala de aula.

Como já salientado por Mercado (1998) é necessário que em sua formação o futuro professor tenha os conteúdos relacionados com as TICs considerando a realidade da sala de aula e todas as dificuldades e particularidades que este ambiente de trabalho enseja.

## Considerações

Do quadro de percepção dos egressos de Licenciaturas em Física acima traçado, podemos supor que o acesso a tecnologia ou o desconhecimento dos softwares básicas associados ao seu uso não são os fatores que impedem a sua disseminação como metodologia na escola nas aulas de Física. Estes resultados não diferem da tendência nacional, quanto aos conhecimentos dos professores e acesso a tecnologia, apresentada no relatório Pesquisa Sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Brasil: TIC Educação (2012).

- O fator que aparentemente mais influencia estes professores nas suas escolhas em relação à utilização de TICs em suas aulas é, além da falta de tempo, a forma como este conteúdo foi trabalhado em sua formação básica. As indicações feitas pelos mesmos de que os conteúdos relacionados as TICs ou não foram trabalhos de forma alguma na graduação ou foram trabalhos de forma parcial, e na maioria das vezes em aulas teóricas desvinculadas da ação real de sala de aula, é um fator importante no que se refere a insegurança e dificuldade do professor na utilização das diferentes possibilidades que esta tecnologia oferece.

Isto parece indicar que nos cursos frequentados por estes professores prevaleceu a ênfase, no que se relaciona a constituição do currículo, da visão da racionalidade técnica que segundo MIZUKAMI et al (2002) indica a formação inicial como momento por excelência da formação profissional.

[...] a formação do professor para o uso das TIC compreenderia a aquisição de conhecimentos de conteúdo específico nos semestres iniciais do curso, tais como os veiculados a disciplinas como Introdução à Computação, e a aplicação dos mesmos em semestres posteriores, no interior de disciplinas que veiculam conhecimentos pedagógicos.(MENDES, 2014)

Faz-se necessário que os cursos de licenciatura façam uma revisão de seus currículos para que o aprendizado dos recursos relacionados a tecnologia não se restrinja apenas a noções elementares de uso de ferramentas de informática desenvolvidas em disciplinas isoladas.

Acreditamos que o sucesso do uso da tecnologia no sistema educacional depende da postura do professor dos cursos de licenciatura em relação a esta ferramenta. Não basta teorizar sobre a necessidade de seu uso se não observamos, nos professores, uma postura em sala de aula apoiada nas tecnologias educacionais de forma relacionada com a formação integral e com uma aprendizagem que tenha significado para os alunos.

## 7. Referências

BALACHEFF, Nicolas, La transposition informatique, un nouveau problème pour la didactique des mathématiques. Vingt ans de didactique des mathématiques en France . Grenoble, p. 364-370. 1994. Disponível em:

http://hal.archivesouvertes.fr/docs/00/19/06/46/PDF/Balacheff1994Transpo.pdf.

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BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo . Tradução Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro. Lisboa: Edições 70, 2002.

BONI, V; QUARESMA, S. J. Aprendendo a entrevistar: como fazer entrevistas em Ciências Sociais, Revista Eletrônica dos Pós-Graduandos em Sociologia Política da UFSC , São Paulo, Vol. 2, nº 1 (3), janeiro-julho/2005, p. 68-80. 2005.

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MATOS FILHO, Maurício Ademir Saraiva de, MENEZES Josinalva Estácio. Análise de uma Sequência Didática para o Ensino de Funções Polinomiais do 1º e 2º Graus Instrumentalizada por uma Ferramenta Computacional: possibilidades e dificuldades . In : Anais do II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia. Outubro de 2010. Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR. Disponível em: http://www.sinect.com.br/anais2010/artigos/EM/38.pdf. Acesso em: Jul/2014.

MARCUSCHI, L. A. Análise da conversação . São Paulo: Ática, 1986.

MERCADO, Luís Paulo Leopoldo. Formação docente e novas tecnologias . In: Congresso Iberoamericano de Informática na Educação. Brasília-DF, 1998. Disponível em: http://www.cedu.ufal.br/projetos/internet/brasiliadef.htm. Acesso em: nov/2011.

MIZUKAMI, M. G. N.; REALI, C.R.; REYES, C.R.; MAETUCCI, E.M.; DE,E.F. Escola e aprendizagem da docência: processos de investigação e formação. São Carlos: EdUFSCar, 2002.

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