Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

ALGUMAS PERCEPÇÕES DE PROFESSORES DE FÍSICA E CIÊNCIAS SOBRE TIC E A PRÁTICA EDUCATIVA: UMA INVESTIGAÇÃO COMPARATIVA EM TRÊS ANOS.

Awdry Feisser Miquelin, Charlie Antoni Miquelin, Letícia Beraldi Mancia, Luiza Sabchuk

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XV
Ano
2014
Data
29/10/2014
Linha de pesquisa
Tecnologias Da Informação E Comunicação E O Ensino De Física
Tipo
Comunicação

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do EPEF 2014

Texto completo

## ALGUMAS PERCEPÇÕES DE PROFESSORES DE FÍSICA E CIÊNCIAS SOBRE TIC E A PRÁTICA EDUCATIVA: UMA INVESTIGAÇÃO COMPARATIVA EM TRÊS ANOS

## SOME PERCEPTIONS OF PHISYCS AND SCIENCE TEACHERS ABOUT ICT AND EDUCATIONAL PRACTICE: A COMPARATIVE INVESTIGATION IN THREE YEARS

Awdry Feisser Miquelin , Charlie Antoni Miquelin , Letícia Beraldi Mancia , 1 2 3 Luiza Sabchuk 4

1

UTFPR/DAFIS/PPGFCET/PPGECM, awdry@utfpr.edu.br 2 UTFPR/DAFIS/PPGFCET, charlie@utfpr.edu.br 3 UTFPR/DAFIS, leticiabmancia@gmail.com 4 UFPR/DFIS, luizasabchuk@gmail.com

## Resumo

A presença da tecnologia no ambiente escolar nos levou a refletir e pesquisar: como os professores de ciências percebem o papel das TIC em sua prática educativa? Como ocorreu sua formação em relação à mediação de TIC no Ensino de Ciências Naturais (Física, Química e Biologia)? Munidos destes questionamentos, em 2008, elaboramos e aplicamos um questionário online, com questões abertas e em escala de Likert a um grupo de 20 professores de Física da rede estadual do Paraná, para obter dados que nos auxiliassem a configurar respostas e desenvolver meios de promover relações de ensino-aprendizagem baseadas na mediação de TIC nas aulas de ciências naturais. Com o intuito de expandir nossa pesquisa, aplicamos o questionário em 2011 e 2012 para um grupo total de 46 professores de Ciências Naturais, também da rede estadual, aumentando nossa amostra de ação investigativa. O questionário foi baseado nos seguintes parâmetros: sobre as TIC e a prática educacional, a Escola, o professor, os investimentos, o diálogo, a sala de aula, a criação, o conhecimento, o domínio tecnológico e a educação. Baseados em Morin, Postman, Vicente, Bazzo e Freire, constatamos que a maioria dos professores dos três grupos, encontra-se distantes do uso racional das TIC no ensino-aprendizagem de Física e Ciências Naturais, demonstrando serem leigos nas relações de poder em torno do conhecimento tecnológico e por isso, distantes de arquitetar práticas que mediam as tecnologias de forma diferencial e que permitam a transformação das relações tradicionais de ensino-aprendizagem que não problematizam conhecimento científico e tecnologia. Apontamos à necessidade de maiores problematizações sobre o papel das TIC no processo de ensino-aprendizagem de Ciências Naturais, a elaboração de iniciativas de formação continuada sobre o tema e a integração do conhecimento tecnológico no decorrer das disciplinas de graduação nos cursos de formação de professores de Ciências Naturais.

Palavras-chave : TIC, ensino-aprendizagem, conhecimento tecnológico

## Abstract

The attendence of technology in the school environment led us to reflect and search: How the teachers of science understand the function of ICTs in their educational practice ? How did their graduated in relation of ICT in the Teaching of Natural Sciences ( Physics , Chemistry and Biology )? Equipped with these questions, in 2008 we developed and applied an online survey with open questions and Likert scale to a group of 20 teachers in the public network of education of Paraná , to obtain data that could help set up the answers and means of promoting relationships of teaching and learning through ICT mediation in learning about nature. To expand our research , we apply the same surveys in 2011 and 2012 for a total group of 46 teachers of Natural Sciences , also in the public schools, increasing our sample of investigative action. The survey was based on the following parameters: on ICTs and educational practice , the school , the teacher, investments , dialogue, classroom, creativity, knowledge, technology and the education. Based in Morin , Postman , Vicente , Bazzo and Freire , we found that most of teachers from the three groups are distant from the rational use of ICT in teaching and learning of Physics and Natural Sciences , showing that they are lay users in relations around the technological knowledge and aren't able to have practices that mediate these technologies in differently form and allow the transformation of the traditional relations of teaching and learning that doesn't problematize scientific knowledge and technology.Therefore require a higher demand in the questioning of the function of ICT with the teaching-learning process of Natural Sciences, the development initiatives of continuing education on the subject of knowledge and the integration of ICT in the course of undergraduate courses in the courses training of teachers of Natural Sciences.

## Introdução

Nossa vivência pedagógica com tecnologias de informação e comunicação (TIC), no ensino de Física tem nos demonstrado que muitos esforços didáticometodológicos e de formação precisam ser empregados para que em sua interação final obtenham-se resultados satisfatórios em sala de aula no processo de ensinoaprendizagem. Apresentamos neste artigo uma parcela de resultados de nossa investigação, que trata da forma que os professores de Física e Ciências Naturais concebem este papel das TIC em sua prática educativa e como os mesmos apontam os diferentes obstáculos vividos em relação a suas formações e relações de estudo e aplicação do conhecimento tecnológico.

Utilizamos os resultados obtidos da aplicação de um questionário misto em escala de Likert com grupos de sujeitos diferentes em três anos, 2008, 2011 e 2012. O salto temporal de 2008 para 2011 se justifica em nosso tempo de análise e estudo dos dados iniciais, além do amadurecimento das percepções de pesquisa e bibliografia. Entre estas detectamos a necessidade de ampliar nossa coleta de dados para grupos de diferentes professores e até mesmo de áreas próximas a Física como a Química e a Biologia.

Com isso conseguimos encorpar alguns resultados e detectar outros apontamentos relativos á questão: Como os professores de Ciências (Química, Física e Biologia) percebem o papel das TIC em sua prática educativa?

## Descrição dos sujeitos e questionário

Nosso trabalho de investigação centrou-se nos dados gerados pelas repostas desses três grupos de professores separados pelos anos de 2008, 2011 e 2012. No ano de 2008 como parte de pesquisa de doutorado (dos autores), investigou-se as percepções de TIC com 20 professores de Física. Como já explicado, em 2011 resolvemos ampliar o alcance do questionário e como continuidade de pesquisa aplicamos o questionário a um grupo de 26 professores, envolvendo 4 da área de Física, 7 de Química e 15 de Biologia, que atuaram conosco em cursos de formação continuada. O mesmo procedimento foi realizado para 25 professores no ano de 2012, envolvendo assim 3 da área de Física, 5 de Química e 17 de Biologia.

O questionário foi estruturado buscando investigar a percepção desses professores sobre as TIC em torno de quatro categorias, sendo elas: ambiente escolar, prática educativa, conhecimento tecnológico e por fim, ensinoaprendizagem. O mesmo era misto possuindo questões em escala de Likert, relações de freqüência e também questões abertas que complementavam as questões de Likert. O mesmo possui 25 questões e foi aplicado online para os sujeitos utilizando a ferramenta livre LimeSurvey. As categorias, as questões implementadas e os resultados dos questionários foram organizados e analisados baseando-se na teoria (a qual é descrita em pontos neste artigo). Este artigo está centrado na comparação entre os três anos de algumas questões escolhidas para esta análise específica, que remetem a prática educativa e o conhecimento tecnológico dos professores.

## Algumas relações teóricas para TIC e a prática educativa em Ciências Naturais

Pudemos perceber em conversas informais, em momentos de docência com nossos acadêmicos da licenciatura em Física, ou com os professores de Ciências nos cursos de formação continuada, que sua principal justificativa para o 'uso' de tecnologias na relação de ensino-aprendizagem é sua alta presença em nossa sociedade e em nosso cotidiano.

A princípio essa justificativa pode parecer plausível. Porém ela é questionável quando nos deparamos com dois pontos: 1) a relação com as tecnologias não pode se limitar aos simples papel de usuário; 2) existem outros sistemas extremamente presentes em nossa sociedade, inclusive no ambiente escolar como sistemas biológicos (formigas, por exemplo) e sistemas legais (código de direitos e deveres do consumidor, por exemplo) que não transitamos sequer em 10% do que necessitaríamos para interagir satisfatoriamente com os mesmos. Sendo assim, o que justifica problematizarmos as TIC no ambiente escolar?

A justificativa da problematização do papel da TIC no ensino aprendizagem pode surgir na própria concepção de tecnologia. Quando nos remetemos à tecnologia visualizamos que sua definição transpassa apenas os construtos materiais sendo mais ampla. Segundo Vicente (2005):

Primeiro, essa perspectiva mais ampla é adequada a uma das definições de tecnologia que o dicionário Webster relaciona: 'sistema pelo qual uma sociedade provê seus membros com coisas necessárias ou desejadas'. Sob essa visão tipo guarda-chuva, qualquer ferramenta -física, virtual, conceitual ou cultural - que ajude as pessoas a tomar decisões, a agir e a atingir suas metas é uma tecnologia. Todos os exemplos não-físicos acima

- os elementos 'soft' - cabem dentro desta definição. Um horário de trabalho é parte de um sistema pelo qual um hospital, digamos, presta assistência à saúde de seus cidadãos ou pelo qual uma companhia aérea se move em volta do globo terrestre. Este modo de pensar a tecnologia é considerado incomum, mas tem sido adotado produtivamente por algumas pessoas, especialmente pelo crítico social Neil Postman, autor de Tecnopólio: a rendição da cultura à tecnologia (VICENTE, 2005, p. 32).

Ao transpor esta definição para TIC, percebemos primeiro que a inseri-las no ambiente escolar, não pode referir-se apenas aos aparatos físicos, como computadores, televisores, multimídias, smartphones e tablets . Ao corroborar com Vicente (2005) visualizamos que também são TIC os processos ' soft ' em que os professores de Ciências criam, refletem e constroem em seus planejamentos. Por isso e baseados no conceito de Educação Dialógica de Paulo Freire (1987) é que acreditamos que a interação do professor e as TIC nas práticas educativas em Ciências Naturais transpassam apenas o papel de usuários-leigos (por isso o termo uso foi destacado em aspas acima) e estabelece uma relação de mediação criativa de TIC.

Isso se faz necessário, pois segundo Postman (1994) a interação com tecnologias revelam relações de poder:

...aqueles que têm controle do funcionamento de uma tecnologia particular acumulam poder e de maneira inevitável, formam uma espécie de conspiração contra aqueles que não têm acesso ao conhecimento especializado, tornado disponível pela tecnologia (POSTMAN, 1994, p.19).

Assim a problematização e estudo das TIC na relação ensino-aprendizagem não se justifica pela sua presença ou mero uso, justifica-se sim pelo seu potencial de auxilio criativo e pelo afastamento das relações de poder relacionadas pela ausência de domínio cognitivo sobre essas tecnologias.

Nesta linha de pensamento a interação com tecnologias necessariamente cria dinâmicas diferenciadas de ensino-aprendizagem e não apenas em seu mero uso reforçam as velhas práticas em Ciências Naturais. Esse processo exige do professor uma racionalidade pedagógica centrada na intensa problematização das ferramentas, do ambiente escolar e da sua própria prática educativa. Este conceito de racionalidade assemelha-se com o que Morin in Morin (2010) define:

...É claro que não se pode mais partir da idéia de um conhecimento, mesmo que seja científico, que seja o reflexo da realidade; daí a necessidade de considerarmos os instrumentos que utilizamos para apreendê-la; daí a necessidade de considerar a racionalidade como método, de detectar a racionalização, ainda que ela pareça proceder de estruturas lógicas idênticas às da racionalidade (a racionalização encerra num esquema de idéias coerente uma realidade que a ultrapassa por todos os lados, e ela é a outra forma de delírio que se opõe ao delírio da incoerência). (MORIN in MORIN, 2010, p.400).

Assim considerando o conceito mais amplo de TIC que envolve elementos ' soft ' oriundos a atuação dos professores de Ciências Naturais a oposição ao papel de usuários-leigos de TIC e a busca pela racionalidade que não se contenta com processos estanques e mecânicos de ensino-aprendizagem é que buscamos comparar as percepções dos professores sobre esses construtos e suas práticas refletindo sobre sua aproximação ou distanciamento em relação ao proposto aqui e possíveis apontamentos sobre isso.

## Resultados e discussões

Inicialmente o questionário colocava: As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) contribuem para a melhoria das práticas educacionais de Ensino de Ciências Naturais nas Escolas Básicas. Nas escalas de concordância em Likert tanto em 2008, 2011, 2012 não houve discordância sendo que todos concordaram completa ou parcialmente na relação direta entre TIC e qualidade de ensinoaprendizagem. Isso revela nas três amostras que 100% dos envolvidos na pesquisa têm esperança que suas práticas educativas sejam potencializadas na relação com as TIC.

Assim foi questionado aos professores: A formação inicial e continuada dos professores de Ciências Naturais precisa ser integrada com a mediação das TIC para as práticas educativas? Em 2008 todos os professores de Física concordaram com tal afirmação em Likert. Em 2011, apenas 1 dos professores discordou de tal questão e em 2012 apenas 1 professor discordou. Para melhor discutir esta questão os dados da próxima questão auxiliarão na reflexão.

Com que freqüência durante sua formação inicial na graduação você teve experiências educativas envolvendo as TIC e Ensino de Ciências Naturais? Em 2008 mais de 12 professores responderam que nunca tiveram tais componentes em sua formação, em 2011 48% responderam que raramente tiveram e 36% nunca tiveram e em 2012 32% responderam que raramente tiveram e 52% nunca vivenciaram. Podemos entender, portanto, que a maioria dos professores não possui ou insatisfatoriamente vivenciou experiências com TIC em sua formação inicial.

A princípio, é possível inclinar esses dois resultados ao tempo de formatura dos professores e a carência ou, não existência destas ferramentas durante a formação inicial. Porém, ao realizarmos a análise da faixa etária dos respondentes e seus anos de formações existiram desde professores que nunca, ou raramente, usaram esses recursos na universidade e são recém formados, e aqueles que, ainda, possuem formação há anos e também passaram pelo mesmo tipo de formação anátropa aos meios tecnológicos comunicativos.

Isto nos revela que, apesar de demonstrar esperança direta na relação TIC e qualidade do ensino-aprendizagem e defender a formação inicial integrada a estas ferramentas os mesmos não possuíram tais vivências em suas trajetórias educacionais. Isso revela um cruzamento de dados valoroso que leva a refletir que os mesmos percebem importância na tecnologia mesmo não possuindo uma formação adequada com a mesma. Não investigamos até o momento o porquê disso, mas isso nos leva a crer que tal concepção é construída oriunda de experiências profissionais e suas vivências no âmbito social.

Ainda destacamos a seguinte questão: A maioria dos professores de Ciências Naturais sabe utilizar as TIC de maneira adequada em suas práticas educacionais. Em 2008, 58 % dos professores discordaram da afirmação, em 2011, 62 % discordaram e, em 2012 68% discordaram. Isso nos revela que a maioria dos professores nos três grupos, apesar de relacionar diretamente qualidade da prática educativa com TIC percebe que seus pares não estão preparados para trabalhar com estas tecnologias principalmente pelos motivos apresentados na questão trabalhada abaixo.

A integração ampla das TIC nas escolas básicas merece melhor discussão, pois seu uso adequado ao Ensino de Ciências Naturais envolve maiores

conhecimentos técnicos e didático-pedagógicos. Em 2008, 95% dos professores concordaram com uma melhor discussão, em 2011, 98% concordaram e em 2012, 99% concordaram. A maioria dos professores dos três grupos percebe que existem elementos relativos à formação e prática que merecem diálogo em torno das TIC do que apenas seu uso sem racionalidade e por isso na questão anterior a maioria afirma que não estão preparados para o trabalho com estas tecnologias.

Finalizando as análises para este artigo, demonstramos os resultados da seguinte questão: Com que freqüência você utiliza as TIC na sua prática educacional em sala de aula? Em 2008, 60 % utilizavam em algumas aulas, 21 % raramente e 16 % nunca. Em 2011, 70 % em algumas aulas, 4 % raramente e 8 % nunca. Em 2012, 48 % em algumas aulas, 8 % raramente e 4 % nunca. Como percebemos os três grupos mostram uma baixa freqüência de utilização das TIC na prática educativa diretamente na sala de aula, o que corrobora e pode ser explicado pelos resultados anteriores.

## Considerações Finais

Os dados nos revelam que para o caso dos sujeitos abordados nesta pesquisa ainda estamos muito distantes de um conceito mais amplo descrito por Vicente (2005) de TIC, visto que os mesmos não possuem em suas formações iniciais contato experimental com as mesmas e que não há vivência recorrente dessas tecnologias em suas práticas educativas. Neste quadro torna-se infactível que elementos ' soft ' de TIC sejam desenvolvidos satisfatoriamente mesmo que as estruturas ' hard ' como computadores, televisores, smartphones e tablets estejam presentes.

Em concordância com essas afirmações, se faz necessária a presença de maior diálogo em torno de conhecimentos técnicos e educacionais envolvidos na mediação das TIC. Deste modo os sujeitos não se percebem capazes de atuar com as TIC satisfatoriamente. Isso também dificulta, portanto o desenvolvimento fluído da racionalidade descrita por Morin in Morin (2010), a qual nós concordamos e a quebra das relações de poder que possam existir em torno das TIC conforme colocado por Postman (1994).

Portanto partindo desta análise apontamos a necessidade de maior integração das TIC na formação inicial do professores de Física, Química e Biologia, uma integração que ultrapasse apenas a existência pontual de disciplinas específicas. Nesta mesma direção, para os professores graduados é preciso o investimento em cursos de formação continuada que tanto os instrumentalize com conhecimento tecnológico quanto os mergulhe em diálogos em torno das relações didático-metodológicas e as TIC.

Colocamos também que, algumas questões ainda podem ser aprofundadas e principalmente como e em que momentos de suas realidades estes sujeitos constroem suas percepções sobre as TIC e o ensino-aprendizagem de Ciências Naturais.

Concluímos esta investigação entendendo a forma com que os professores percebem com esperança o papel das TIC em sua prática educacional em Ciências Naturais, porém ainda conseguindo perceber vários e diferenciados obstáculos para estabelecer uma relação racional, ampla e efetiva disso em seu cotidiano escolar.

## Referências

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido . Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

\_\_\_\_\_\_\_\_.

Pedagogia da autonomia . Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1996.

AUTORES. AUTORES . 2009. Tese (Doutorado em Educação) - Autores.

MORIN. E. A religação dos saberes: o desafio do século XXI . 9ª Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.

POSTMAN, N. Tecnopólio: a rendição da cultura à tecnologia . Tradução de Reinaldo Guarany. São Paulo: Nobel, 1994.

VICENTE, J. K. Homens e Máquinas: como a tecnologia pode revolucionar a vida cotidiana . Tradução Maria Inês Duque Estrada. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.